Does anyone ignore what is OSM (OpenStreetMap)? If anyone was distracted, OpenStreetMap is the most important participative project to create free and editable maps worldwide.
Following step by step what has been described in the posts “gvSIG 2.0: Create symbols libraries” we have created a new symbols library for our gvSIG form symbols related to OSM. Availability of this library has to be framed in the idea that gvSIG users can use a wide and differentiated symbols library sets, that can be installed through the “Add-ons manager”.
See how this library has been realised in order to be a new example for users who wish to create an own library.
For point symbols (markers), a collection made by “SJJB Management” under Creative Commons (CC-0) licence and called “SJJB SVG Map Icons” has been used. It is an excellent categorized symbols collection that can be downloaded in SVG format. Some of these icons come from the “US National Park Service Cartography” and other source of public domain that can be browsed on SJJB website.
As stated in previous posts, the name assigned by gvSIG to each symbol is the file name, thus we have used a massive file renaming tool to perform this task; in our example we have used pyRenamer, available for Linux. Using Inkscape we have produced the different symbols when selected (colouring in yellow each symbol and adding the suffix “_sel” to file name).
Everything is ready now for the gvSIG symbols loader as already seen in a previous post and the new library is created in an automatic way and with the point symbols set loaded. In this case we have decided to create some subfolders to classify the sets of symbols.
We want that this library have also lines and polygons symbols similar to the ones we can found in OSM. Even if no documentation on symbols composition is available, it is possible with any image editor, such GIMP, to identify the symbols RGB values and replicate them in gvSIG.
We have created also line symbols
and polygon symbols
Only the package creation is left and “how to do it” is explained in this post.
This package is available in the add-ons managers (selecting http://downloads.gvsig.org/download/gvsig-desktop/ and looking for it in “Categories/simbology”) or directly downloading from here.
Acaban de publicarse en la página de seguimiento INSPIRE del geoportal de la IDEE los datos de seguimiento de INSPIRE correspondientes al año 2012 y el informe sobre el desarrollo de la directiva en España duratne el trienio 2010-2012.por Edmar Moretti (noreply@blogger.com) em Maio 17, 2013 02:57
por J. Carlos Jr. (noreply@blogger.com) em Maio 16, 2013 09:06
Quais licenças do ArcGIS você possui? Todas elas (Basic, Standard e Adanced) permitem ao usuário personalizar sua própria barra de ferramentas para as funções que mais utiliza. Essa possibilidade contribui e agiliza os processos realizados no software. Neste tutorial vamos aprender como personalizar a barra de ferramentas no ambiente da plataforma Esri para Sistemas de Informações Geográficas (SIG).
Este tutorial é um Guest Post elaborado por Vanessa Cecília Benavides Silva, natural de Santiago/Veráguas Panamá. Possui graduação em Geografia e Análise Ambiental (2011) e especialização em Gestão Ambiental e Geoprocessamento (2012), ambos pelo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – UniBH. Atualmente é Analista GIS e ministra cursos GIS. Tem experiência na área de Análise Ambiental e de Geoprocessamento, na elaboração de mapas em geral e de base de dados para projetos diversos e monitoria de SIG no UniBH.
Diversos leitores de nossos site buscam diariamente tutoriais que ensinem como fazer mapas com o ArcGIS e trabalhar das mais diversas formas com este programa.
Nos links abaixo estão listados alguns dos mais populares tutoriais e artigos sobre o pacote da Esri para SIG:
Para customizar uma barra de ferramentas com as ferramentas mais utilizadas pelo usuário, de modo a facilitar o acesso das mesmas acesse o caminho abaixo e crie o nome da barra de ferramentas:


O seguinte procedimento consiste em acessar a aba Comands, localizar as ferramentas que se deseja inserir na nova barra e arrastar para a barra criada na parte superior do ArcMap. Para localizar e selecionar as ferramentas, acesse:
Localize e arraste as ferramentas em direção à nova barra de ferramentas.

Para aparecer o nome da ferramenta na barra ao invés do símbolo, abrir a janela Customize, clicar com direito do mouse sobre a ferramenta na barra e habilitar a opção Text Only.

Caso o usuário queira renomear ou remover a barra de ferramentas nova criada, acesse o menu abaixo e localizr a barra customizada e clicar em Rename ou Delete:

Essa barra ficará disponível ao acessar Customize > Toolbar.
O fluxograma a seguir ilustra, de forma didática um resumo do processo de Personalização da Barra de Ferramentas do ArcGIS:

O que acharam deste material? Deixem seus comentários e façam o download da versão em PDF, disponível no link abaixo:
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.
A versão 1.4 da Google Maps API ainda não se encontra disponível, no entanto, se quiserem utilizar desde já algumas das novidades nas vossas aplicações é tão simples como acrescentar uma única linha de código:
google.maps.visualRefresh = true;
Outra opção é incluírem &visual_refresh=true como um parâmetro de URL. Após incluírem esta linha de código (ou parâmetro de URL) no vosso mapa passam a ter:
Para saberem mais sobre as novidades do Google Maps podem consultar esta notícia.
Consultem aqui algumas das diferenças entre os mapas de base e os controlos:
En anteriores posts de la serie de simbología hemos visto como crear una biblioteca de símbolos a partir de un conjunto de imágenes, realizando algunos ejemplos como el caso de las bibliotecas Google y OSM.
En algunos casos nos puede interesar realizar nuestra biblioteca de símbolos a partir de un fuente. Ya sea para tener como símbolos ciertas letras, números o caracteres especiales como en casos de fuentes que contienen símbolos gráficos.
Como ejemplo vamos a utilizar una fuente con símbolos de animales que hemos encontrado.
Una vez descargada e instalada en el sistema vamos a pasar a convertirla a imágenes. Para ello vamos a utilizar Inkscape, un software libre de edición vectorial al que ya hemos hecho referencia en alguna ocasión.
Para instalar una fuente sólo debemos abrirla con el visor de tipografías de nuestro sistema operativo y pulsar el botón “Instalar”.
Una vez instalada ya nos aparece como parte de las fuentes disponibles en Inkscape. Añadimos texto y, por ejemplo, al escribir “ABCDEFGHI” nos aparece algo similar a:
Con dos sencillos pasos vamos a convertir esos caracteres en imágenes individuales y son:
Ahora simplemente seleccionaremos cada uno de ellos y lo guardaremos como archivo individual, mediante la opción: “Archivo/Nuevo”, dando un tamaño al documento que sea similar al de nuestras imágenes. Cortamos y pegamos a este nuevo documento la imagen (por ejemplo la primera de ellas, el caimán) y con “Objeto/Alinear y distribuir” la centramos. La guardamos con un nombre reconocible (Caiman.svg). Hecho.
Para tener un símbolo distinto cuando esté seleccionado, lo pintamos de amarillo y lo “Guardamos como” con el mismo nombre acabado en “_sel”.
Ya podemos repetir esta acción con cuantos símbolos queramos importar. A partir de aquí ya sólo debemos usar el importador de símbolos de gvSIG y tendremos nuestra nueva biblioteca de símbolos disponible en gvSIG.
This [blog / site / page / document / message] contains forward-looking statements, including, but not limited to, statements regarding the value and effectiveness of [my opinions,] products, the introduction of product enhancements, functionality and capabilities or of additional products [...], that involve risks, uncertainties, assumptions and other factors which, if they do not materialize or prove correct, could cause [...] results to differ materially from those expressed or implied by such forward-looking statements.
All statements, other than statements of historical fact, are statements that could be deemed forward-looking statements, including statements containing the words “predicts,” “plan,” “expects,” “anticipates,” “believes,” “goal,” “target,” “estimate,” “potential,” “may”, “will,” “might,” “momentum,” “could,” “seek,” and similar words.
[ I intend ] all such forward-looking statements to be covered by the safe harbor provisions for forward-looking statements contained in Section 21E of the Exchange Act and the Private Securities Litigation Reform Act of 1995.
The forward-looking statements included in this [blog / site / page / document / message] represent [my] views as of [yesterday].
[ I anticipate] that subsequent events and developments will cause [my] views to change.
[ I undertake ] no intention or obligation to update or revise any forward-looking statements, whether as a result of new information, future events or otherwise. These forward-looking statements should not be relied upon as representing [my] views as of any date subsequent to [yesterday].
por J. Carlos Jr. (noreply@blogger.com) em Maio 15, 2013 02:47
Resultante de uma parceria entre a Google, a NASA, a revista TIME e a Sociedade Geológica dos Estados Unidos, foi lançada a aplicação “Timelapse” que permite observar a evolução da paisagem desde 1984 até 2012.
Construído com base em imagens de satélite Landsat, o mapa, elaborado em HTML5, mostra as dinâmicas morfológicas da paisagem, sendo esta a principal mais-valia da aplicação.
Segundo o blogue oficial da Google, um dos principais objectivos deste mapa é despertar a curiosidade e o interesse da população mundial acerca da forma como vivemos e as consequências que as políticas adotadas hoje terão no futuro.
Por agora, a aplicação oferece 7 pré-selecções de evoluções da paisagem: Las Vegas, Dubai, Xangai, Glaciar Mendenhall (Alaska) e Areias do Óleo (Athabasca), destacando-se a desflorestação da Amazónia, a expansão da costa do Dubai e o degelo do Alaska. No entanto, pesquisando-se no motor de busca por um determinado local, este trata de devolver o respectivo mapa de evolução.
por J. Carlos Jr. (noreply@blogger.com) em Maio 15, 2013 02:11
Google I / O 2013 reúne milhares de programadores em três dias de conteúdo técnico profundo focado na construção da próxima geração de todas as componentes web, mobile e aplicações empresariais utilizando tecnologia Google e tecnologias web abertas, como Android, Google Chrome, APIs do Google, o Google Web Toolkit , App Engine e muito mais.
A componente de mapas irá trazer bastantes novidades e a apresentação em direto será hoje, às 17h (horas de Portugal).
Podem acompanhar todas as sessões, em direto, neste link.
In the previous posts of the “gvSIG 2.0: Create symbol libraries” (1 and 2) series, we have seen how to create a new symbol library, through gvSIG, starting from a set of images and, then, create a deliverable package making possible to share the library with other users.
In gvSIG Association we are working on a set of interesting libraries and we want to make them available for the whole users community. All of them have been created from symbols with public domain license.
Today we announce the availability of one of these libraries that we think is going to strongly support all those users producing maps and thematic cartography with gvSIG. It is a “G symbols” library providing users with a set of symbols similar to the ones that are used in Google maps applications.
We are going to see how this library has been created so that users can exploit it as example to create their own libraries.
For point symbols (markers) we have started from the symbols collection produced by Nicolas Mollet, called “Map Icons Collection”. An excellent collection of categorized symbols, that can be as well downloaded in PNG format with different styles (classic, iOS, light,…). In this case we have selected the default style.
One of the most interesting aspect offered by “Map Icons Collection” is the possibility to define the colour of the downloaded symbols. We are going to use this option to later download, in yellow, the symbols (if you prefer that your symbols have a different colour, you just have to define it by this tool). Remember that if you want that a symbol changes when related geometry is selected, two different options can be used: define it manually-one by one- or perform the change automatically. When you load a set of symbols, for each loaded symbol, in presence of another symbol with the same name but with the suffix “_sel”, gvSIG will recognize it as the adopted symbol when selected.
In order not to be obliged to rename one by one all the downloaded symbols in yellow, we can use a files massive renaming tool (we have used pyRenamer, available for Linux and making possible to add the suffix “_sel” to the entire set of .png files in yellow). With a software as pyRenamer we can perform also action such as transform all the files name first letter in capital, delete strings that do not give useful information …and remember that the file name is the one adopted by the symbol in gvSIG.
Downloaded and categorized icons, after having been treated by pyRenamer, will look like as follow:
Now it is only needed to use the gvSIG symbols importer as we saw in a previous post and we will have our point symbols.
If we want to have also symbols for lines and polygons, similar to those that can be found in Google Maps, the RGB combination of such symbols can be found out through any image editor, such GIMP, and used to replicate them in gvSIG.
Now only the creation of the package has to be done according to the already described procedure.
This package is already available from the addons manager (by selecting the URL http://downloads.gvsig.org/download/gvsig-desktop/ and looking for “Categories/simbology”) or download the package directly from here (gvspkg).
NB: When using point symbols you have to remember that, by default, no “y” offset is applied thus, if you want that the symbol will be over the geometrical point, symbol properties have to be edited adding an “y” offset with a value equal to the half of symbol size (in our case, since the symbol has a default size of 32, an offset of 16 will be used).
Aye comenzó el encuentro de LLGA|Cities Pilot the Future con la ceremonia de entrega de premios, con una destacada representación española -Barcelona, L'Hospitalet, Sant Cugat y Terrassa- y con la Asociación gvSIG nominada presentando una solución de gestión municipal basada en Infraestructuras de Datos Espaciales y Geomática Libre.
En el marco de este evento 22 ciudades de todo el mundo convocan el concurso ‘LLGA|Cities Pilot the Future’ , donde presentan sus retos sociales, urbanos y mediambientales con el objetivo de encontrar soluciones innovadoras propuestas por empresas y emprendedores que participan en este certamen internacional.
El certamen, organizado por Citymart.com, tiene como objetivo encontrar soluciones innovadoras para los principales problemas a los que se enfrentan las ciudades mediante la apertura de la competencia entre proveedores internacionales de soluciones, tecnología y servicios.
De las 22 ciudades participantes en el concurso “LLGA|Cities Pilot the Future”, entre las que encontramos ciudades como Paris, Rio de Janeiro o Mexico DF, la ciudad de San Francisco busca una solución tecnológica que ayude a coordinar los recursos, identificar áreas afectadas y gestionar de forma eficiente la problemática de inundaciones por precipitaciones/tormentas en su sistema de alcantarillado. En total han sido presentadas 2.565 propuestas, de las que 120 han sido seleccionadas.
En este marco, la Asociación gvSIG, presentando una propuesta basada en el uso de Infraestructuras de Datos Espaciales y software libre, ha sido una de las 5 empresas seleccionadas por la ciudad de San Francisco.
Cada ciudad escogerá a un ganador que se dará a conocer en el acto que se celebrará en el mes de mayo en San Francisco y obtendrán como premio la posibilidad de implementar una prueba piloto de su solución utilizando como laboratorio urbano la ciudad que han escogido.
Para la Asociación gvSIG supone una enorme satisfacción haber sido nominados en un concurso que busca soluciones innovadoras para el entorno urbano en beneficio de la ciudadanía, con una propuesta basada en el uso de tecnologías libres y estándares.
LLGA|Cities Pilot the Future: http://llga.org/index.php
Publicado por Alvaro Anguix - Asociación gvSIG: www.gvsig.comVocê conhece a loja virtual do IBGE? Nela são comercializados desde dados geográficos até publicações científicas na área de Geociências. A loja é um espaço onde você pode adquirir todas as informações estatísticas e geocientíficas produzidas pelo IBGE de forma prática e rápida. Um aspecto muito interessante sobre este recurso do site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é que diversos livros e manuais estão disponíveis na forma de e-book para download gratuito.
Antes de apresentar alguns dos livros digitais que estão disponíveis no portal do IBGE, é significativo relembrarmos algumas dicas dadas aqui em nosso site e que são relacionadas com outras publicações do IBGE e que podem ser igualmente de seu interesse:
Alguns dos vários títulos disponíveis no acervo que está sendo disponibilizado gratuitamente para a comunidade:
Vale lembrar que as publicações também são comercializadas em sua versão impressa.
Acessando a loja virtual do IBGE você terá acesso à uma série de publicações entre manuais, livros e outros tipos de produtos editoriais. Clique sobre o link no nome do arquivo desejado. 
O download iniciará logo em seguida. O que acharam desta dica? Divulguem entre seus contatos. Aguardamos seus comentários.
Fonte: Eduardo Patto Kanegae
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.

El pasado mes de marzo fueron anunciados los ganadores del 52ºNorth Student Innovation Prize, en el marco de Geoinformatics 2013, celebrado en Heidelberg (Alemania). Unos de los premiados este año ha sido Gerard Casas Saez de la escuela Santa Teresa de Lisieux, de Barcelona, por su trabajo de investigación de 2º de bachillerato. Se trata del proyecto "gTweetMap, a tool for the geolocation of social movements" que ha sido galardonado con el 52°North Innovation Incentive Award. Más información en: http://52north.org/52north/news/student-innovation-prize-winners-announced
El resultado del trabajo se puede ver en http://gtweetmap.com/ y se puede seguir a través de twitter @gtweetmap.
Publicado por Fina SáezDerivado del proyecto gvSIG Batoví hay disponibles dos extensiones que añaden funcionalidad muy interesante para los usuarios de gvSIG 2.0.
Estas dos extensiones están disponibles a través del administrador de complementos y se denominan:
Mediante ambas vamos a poder trabajar con un nuevo tipo de documento, al que hemos denominado “Mapa temático”.
Los “mapas temáticos” son, realmente, un nuevo tipo de Vista en la que el usuario tiene opciones básicas de consulta. En su origen, el proyecto gvSIG Batoví, se buscaba que los alumnos de educación primaria y secundaria pudieran fácilmente compartir mapas temáticos, eliminando las herramientas complejas de la interfaz de gvSIG. Y, también, pueden ser una base perfecta para generar visores cartográficos.
Vamos a poder generar “mapas temáticos” a partir de cualquier “Vista” y convertir ese “mapa temático” en un paquete instalable desde cualquier gvSIG (con el administrador de complementos). Es decir, vamos a poder empaquetar una “Vista” con sus leyendas, capas, etiquetado…y distribuirla a otros usuarios de gvSIG.
Sin duda el mejor método para compartir información son las Infraestructuras de Datos Espaciales, pero a pequeña escala, para intercambio sencillo de información, vamos a encontrar muchas posibilidades con los “mapas temáticos”.
En primer lugar vamos a ver mediante el siguiente vídeo como instalar la aplicación:
Si reiniciamos nuestro gvSIG veremos que ya nos aparece el nuevo tipo de documento.
En este primer post veremos como generar un “mapa temático” a partir de una “Vista”.
Vamos a crear nuestro primer mapa temático a partir de una “Vista” con una serie de capas cargadas y configuradas. Es tan sencillo como desde la propia “Vista” ir al menú “Mapa temático” y seleccionar “Crear a partir de Vista”. Nos aparecerá una ventana en la que indicaremos las características de nuestro mapa. 
Pulsamos “Siguiente” y podemos validar que todo está correcto. Si no hemos rellenado alguno de los campos anteriores nos lanzará un aviso, aunque es a modo informativo y nos permite crear igualmente nuestro “mapa temático”.
El campo descripción lo podemos utilizar también para indicar si hemos utilizado alguna biblioteca de símbolos particular, de cara a que los usuarios con los que lo vamos a compartir el mapa sepan que deben tener instalada dicha biblioteca de símbolos para visualizarlo correctamente. 
Pulsamos en “Finalizar” y automáticamente gvSIG creará el nuevo documento: 
En el siguiente post veremos como generar un paquete y compartir el “mapa temático” con otros usuarios.
por Edmar Moretti (noreply@blogger.com) em Maio 13, 2013 01:36
Estão abertas as matrículas para uma nova turma do Curso Online de Introdução ao Software Quantum GIS (QGIS).
Para detalhes sobre a ementa, carga horária, certificados, horário das aulas e outras informações consulte o link na imagem abaixo.
O curso de QGIS é voltado para aqueles que desejam aprender como inicializar um projeto neste programa para SIG, elaborar mapas temáticos, gerar mapas para impressão final (modo layout), entre outros tópicos.
Bien que ce soit la dernière version de gvSIG, il faut prendre en compte que c’est une version complètement nouvelle de gvSIG, dans laquelle certaines fonctions de gvSIG 1.12 ne sont pas incluses. Ces fonctionnalités seront incluses dans des mises à jour à venir, au rythme de leur migration à la nouvelle architecture. Les principales fonctionnalités par encore incluses sont les suivantes:
De la même manière, il existe plusieurs projets basés sur cette nouvelle architecture, qui permettront d’ajouter de nouvelles fonctionnalités et améliorations directement dans gvSIG 2.0 dans les prochains mois.
Il doit également être pris en compte que le niveau de stabilité de cette version n’est pas aussi élevé que nous l’aurions souhaité, et le fait de la considérer comme une version finale est une manière de la proposer officiellement à l’usage de la communauté, et de prévoir de nouveaux développement sur celle-ci.
Nous vous encourageons donc à tester et à nous envouyer toute érreur trouvée, dans le but de les fixer dans les mises à jour à suivre. Les erreurs connues de la version 2.0 sont consultables à cette page.
Pour télécharger cette version, plusieurs miroirs seront disponibles dans quelques jours.
Nous espérons que vous apprécierez les nouvelles fonctions de cette version et que vous nous aiderez à l’améliorer.
In some previous posts we’ve seen how to create an easy script on gvSIG 2.0.
Now we show a video about how to implement a script to create a polygon shapefile that is obtained after applying a buffer to the geometries of a point layer. The buffer distance is obtained from a field of the point layer.
The steps to follow the script are:
We get the input layer.
The source code with comments is:
from gvsig import *
def main():
#We get the active layer
layer = currentLayer()
#We create the data definition
schema = createSchema(layer.getSchema())
schema.modify()
#We get the projection
crs = currentProject().getProjectionCode()
#We define the path where the new layer
ruta = "/home/victor/carto/influencia.shp"
#We create the layer
newLayer = createShape(
schema,
ruta,
CRS = crs,
geometryType = SURFACE
)
#We get the features of the input layer
features = layer.features()
#We scan all the features
for feature in features:
# We get the value of the buffer
influencia = feature.get("Influencia")
# We create the geometry coming of the buffer on the feature geometry
geom = feature.geometry().buffer(influencia)
# We get the values of the input feature attributes
values = feature.getValues()
# We add the new geometry in the new layer
values["GEOMETRY"] = geom
newLayer.append(values)
# We finish the editing of the new layer saving changes
newLayer.commit()
# We release the group of features of the input layer
features.dispose()
You have to take into account that it’s necessary to use gvSIG 2.0 Final version and the Scripting Framework extension to work without problems. Although the view must have an active layer and this layer has to have a double type field called Influencia. And better, you can modify the script to adapt it to your data.
We hope you enjoyed it.
Del 8 al 12 de julio de 2013 tendrá lugar en Girona la 4ª Open Source Opportunities in GIS Summer School, organizada por el SIGTE de la Universitat de Girona y con la contribución de Prodevelop, integrador de soluciones autorizado de OpenGeo, y el Instituto Geoespacial de la University of Nottingham, como expertos en Open Web Services.
El objetivo de la Open Source Opportunities in GIS Summer School es satisfacer las necesidades y demandas de los profesionales SIG relacionadas con las soluciones libres y abiertas. La Summer School de 2013 se centrará en el desarrollo y creación de Open Web Services y Aplicaciones Web Map, en particular en la publicación de datos en la web. Con este objetivo, el programa incluye temáticas relacionadas con la gestión y consulta de bases de datos espaciales, creación de servicios web geoespaciales y desarrollo de visores web para la publicación de datos espaciales. Durante el curso se aprenderán los fundamentos de herramientas open source como PostgreSQL y PostGIS, GeoServer, OpenLayers y GeoExt.
Si estás interesado en el desarrollo de aplicaciones web map y la creación de servicios estándar para la publicación de mapas utilizando los productos más reconocidos del mercado open source, esta es tu oportunidad.
Y más allá de la calidad del programa, está el encanto de la ciudad de Girona, su centro histórico y su amplia y variada oferta cultural, musical y culinaria; y la hospitalidad del equipo organizador, reconocida en todas las iniciativas.
¡Recuerda!
Inscripción: hasta el 15 de junio 2013
Estão abertas as inscrições para a segunda turma do Curso Online de Introdução ao Software Quantum GIS (QGIS). Chegou sua grande oportunidade de aprender a trabalhar com um dos mais amigáveis e completos softwares livres para Sistemas de Informações Geográficas (SIG). O curso será ministrado por Anderson Medeiros, consultor em Geotecnologias, em parceria com a GEOCURSOS. Não perca essa grande oportunidade: Matricule-se agora mesmo e ajude a divulgar o curso. As vagas são limitadas!
Assim como ocorre nos demais cursos online que temos ministrado, as aulas são todas via internet e ao vivo. A estrutura utilizada é de uma moderna sala de aulas virtual. Nossos alunos tem acesso a recursos tais como visualização do que é compartilhado pelo computador do instrutor em tempo real, bem como voz do professor e slides.
O curso de Quantum GIS é voltado para aqueles que desejam aprender como inicializar um projeto neste programa para SIG, elaborar mapas temáticos, gerar mapas para impressão final (modo layout), e muito mais.
A carga horária é de 15 horas, divididas em 5 aulas. As datas do curso são as seguintes:
O curso será realizado no horário das 19:15 – 22:15 (horário de Brasília), ou seja, cada aula terá duração de três horas.
Após o curso o aluno poderá imprimir o seu certificado disponível no Portal do Aluno, para aqueles que tiverem uma frequência maior que 70% nas aulas.
Para acessar as aulas online é necessário uma conexão banda larga de pelo menos 1 MB e um computador com um navegador e a versão mais atual do Flash Player instalada.
Além das aulas, os alunos poderão contar com o instrutor dando apoio por meio de um fórum onde todos os inscritos terão acesso ao material adicional, esclarecimento de dúvidas e exercícios extras.
A ementa completa deste curso abrange o seguinte conteúdo programático:

O valor do investimento para este curso online de QGIS varia de acordo com dois períodos de inscrições. Na primeira fase você pode se matricular com um valor promocional, com desconto. Veja:
O pagamento é feito via PagSeguro, o que oferece várias opções de pagamento em diferentes cartões ou mesmo via boleto bancário.

São apenas vinte vagas! Faça já sua inscrição neste curso online que pode fazer a diferença em sua formação profissional.
Caso tenha alguma dúvida, nos envie uma mensagem através dos comentários nesta postagem ou através envie um e-mail pelo nosso do formulário disponível online.
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.
Seguramente la mayoría de ustedes estará enterada de la propuesta por parte de ESRI para que su API de Geoservicios REST pase a ser un estándar OGC.
Aquí un documento promovido por Cameron Shorter donde argumenta el desacuerdo con esta propuesta y que va recibiendo adhesiones.
Esta situación ha abierto interesantes debates en diferentes listas, como por ejemplo en varios hilos de una lista de OSGEO y en la lista SIG de RedIris.
En el documento citado y en los debates de las listas se verán diversos argumentos en contra y a favor. Preocupaciones técnicas y comerciales del porqué un ESRI estándar pasa o no a ser un OGC estándar. Que si ya solapa con otros estándares y lo que habría que hacer es evolucionar los ya existentes para paliar sus deficiencias. Que si dónde vamos con un estándar cuya implementación de referencia viene soportada tan sólo por un software privativo. Que si realmente no es REST y son muchas sus deficiencias técnicas…
Por otra parte, ¿Que por qué ESRI no va a poder proponer que su implementación sea estándar? Que para eso paga, contribuye, financia OGC y está en su derecho. Esto recuerda eso de: ‘oiga, quien paga manda’. O que si ESRI realmente promueve los estándares porque está en OGC. Vamos, algo como que ESRI está en OGC para promover los estándares…aunque eso pudiera ir contra su modelo de negocio.
Pero por encima de todos estos argumentos, recordamos una presentación que ya tuvo lugar en el 2009 en la sesión 5 de las 5as jornadas internacionales de gvSIG en Valencia (España) donde hablando de los estándares, llevaba como título ¿Qué pasa cuando pones al zorro a cuidar del gallinero?
La tesis principal de esta ponencia es que una cosa es lo que venden las grandes empresas y otra la que practican.
ESRI nos vende que apuesta por lo estándares y por la interoperabilidad y que por eso financia OGC o el FOSS4G. Pero cualquiera que sepa algo de que va esto, conoce que el principal modelo de negocio de ESRI, sea directamente o a través de sus múltiples filiales, es la especulación con el conocimiento, sea en venta de licencias de software o en dificultar el acceso a la información a través de sus ‘estándares’.
¿Qué podemos esperar entonces? Prácticas que en absoluto son exclusivas de ESRI. Igual podemos hablar de Autodesk y el DWG o de Bentley y el DGN v8. ¿Recuerdan como se comportó ESRI con su librería ArcSDE? Desde luego, una práctica que muestra realmente lo que le preocupa la compatibilidad.
Así que ahora, de las grandes compañías cuyo modelo de negocio es el privativo, nos vamos a creer que han entrado en una lógica racionalista y sostenible y van a dejar de hacer el FUD sobre el software libre por las puertas traseras del poder y van a apoyar los estándares. Que van a dedicar recursos a unas organizaciones como OGC, potenciando los estándares aunque vayan en contra de sus intereses comerciales.
Claro, siempre olvido lo que ya escribimos aquí en una ocasión en el 2010, y es que el Arcgis is Open .
Por último, sobre la carta promovida por Cameron, indistintamente de que pueda haber un debate enriquecedor sobre ciertos matices de la misma, quiero agradecerle esa iniciativa.
Se ha publicado una nueva versión del INSPIRE Generic Conceptual Model (GCM) - version 3.4rc3 en el portal de INSPIRE. Esta versión es compatible con el borrador de enmiendas de las Reglas de implementación para la interoperabilidad del conjunto de datos espaciales y servicios que fueron adoptados por el Comité INSPIRE el 8 de Abril.
La nueva versión de CGM contiene un nuevo Anexo informativo sobre la implementación de identificadores usando Uniform Resource Identifiers (URIs) en INSPIRE. El anexo contiene algunos antecedentes y una guía sobre identificadores y el desarrollo de URIs en INSPIRE para los objetos espaciales y otros recursos como valores code list y sistemas de referencia de coordenadas.
Además, se ha añadido una lista de preguntas frecuentes en torno a la implementación de identificadores usando URIs en INSPIRE en http://inspire.ec.europa.eu/ids
Publicado por Jesús Pla¿Hay alguien que todavía no sepa que es OSM (OpenStreetMap)? Por si hubiera algún despistado, OpenStreetMap es el proyecto colaborativo de referencia para crear mapas libres y editables a lo largo y ancho de todo el planeta.
Siguiendo los pasos definidos en la serie de post “gvSIG 2.0: Crear bibliotecas de símbolos” hemos creado una nueva biblioteca de símbolos para nuestro gvSIG a partir simbología relacionada con OSM. La disponibilidad de esta biblioteca se enmarca en nuestra idea de que los usuarios de gvSIG dispongan de un amplio y variado conjunto de bibliotecas de símbolos, instalables mediante el “Administrador de complementos”.
Veamos como hemos realizado esta biblioteca, de modo que sirva como un nuevo ejemplo a los usuarios para crearse las suyas propias.
Para los símbolos puntuales (marcadores) hemos partido de la colección de símbolos realizada por “SJJB Management” bajo licencia Creative Commons (CC-0) y denominada “SJJB SVG Map Icons”. Una excelente colección de símbolos por categorías que nos podemos descargar en formato SVG. Parte de estos iconos tienen su origen en el “US National Park Service Cartography” y otras fuentes de dominio público que pueden consultarse en la web de SJJB.
Como hemos comentado en post anteriores, el nombre que gvSIG da a cada símbolo es el nombre del fichero, por lo que hemos utilizado una herramienta de renombrado masivo de archivos para realizar esta tarea; en nuestro caso hemos utilizado pyRenamer, disponible para distribuciones Linux. Mediante Inkscape hemos generado los distintos símbolos de selección (coloreando de amarillo cada símbolo y añadiendo la terminación “_sel” al nombre del fichero).
Todo preparado para el importador de símbolos de gvSIG como vimos en un post anterior y de forma automática se crea la nueva biblioteca con el conjunto de símbolos puntuales importados. En este caso hemos decidido crear una serie de subcarpetas para clasificar el conjunto de símbolos. 
Queríamos que esta biblioteca tuviera además símbolos líneales y polígonales similares a los que podemos encontrar en OSM. En el caso de que no hubiera documentación sobre la composición de los símbolos, mediante cualquier editor de imágenes, como GIMP, podemos averiguar el RGB de y crear unos similares en gvSIG.
Hemos generado tanto símbolos lineales:
Como símbolos de relleno:
Ya sólo nos queda crear el paquete tal y como explicamos en este post.
Este paquete lo tenéis disponible desde el administrador de complementos (seleccionando la URL http://downloads.gvsig.org/download/gvsig-desktop/ y buscando por “Tipos/symbols”) o directamente descargándoos el paquete desde aquí.
A Google, em parceria com a Fundação David Rumsey, disponibilizou na sua aplicação Google Maps um conjunto de mapas do séc. XVII, nos quais se consegue observar, com bastante pormenor, a rede rodoviária, a rede hidrográfica e a organização administrativa da época.

Uma das grandes vantagens desta ferramenta é a sobreposição dos mapas do séc. XVII com os mapas da Google Maps, possibilitando, assim, a observação da evolução dos países ao longo dos séculos.
Segundo o site, os 120 mapas disponibilizados foram escolhidos entre os mais de 150000 mapas da coleção de David Rumsey. Estes encontram-se georreferenciados e muitos deles coincidem na perfeição com a atual organização administrativa dos países.
O processo de criação desta plataforma poderá ser consultado aqui.
A aplicação poderá ser vista aqui.
A tecnologia do Desenho Auxiliado por Computador, muito conhecida pela sigla em inglês CAD, é amplamente utilizada na área de Geotecnologias. Nesta matéria você terá a oportunidade de conhecer dois cursos online que são uma excelente opção para iniciar ou mesmo ampliar seus conhecimentos sobre a utilização de o software de CAD mais usado no mundo, o AutoCAD, desenvolvido pela empresa AutoDesk.
O AutoCAD 2D é utilizado para desenho técnico em duas dimensões em engenharia civil, mecânica, arquitetura e diversos outros ramos da indústria, inclusive para aplicações das Geotecnologias.
A carga horária de ambos os curso é de 60 horas e o investimento para cada um é de apenas R$ 60,00.
Os principais tópicos do Curso de AutoCAD 2D são:
Apresentação do AutoCAD 2D
Manuseando Objetos
Ferramentas de Edição

Recortando objetos e trabalhando com retângulos
Manipulação de Objetos
Blocos e Formas Geométricas
Imprimindo no AutoCad
No Curso Online de AutoCAD 3D, você aprenderá a criar e manipular as estruturas em três dimensões no AutoCAD. Saberá como explorar os recursos do software para modelar figuras em perspectivas realísticas.
Os principais tópicos do Curso de AutoCAD 3D são:
Introdução e Conceitos básicos do AutoCAD 3D
Peças Cilíndricas
Conhecendo mais recursos
Arrays 3D
Praticando em 3D – Planta baixa de uma casa
Estilos de Visualização
Leia Também: 5 Cursos Online Úteis para quem Trabalha com Geotecnologias
Aqui em nosso site já publicamos algumas dicas relacionadas com programas de CAD. Acesse as matérias principais nos links abaixo:
* Este artigo é um Publieditorial.
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.
Buenas, pessoal! Procurando manter ao menos uma postagem semanal sobre o gvSIG
Uma das grandes reclamações dos usuários do gvSIG é quanto as rampas de cores (ou gradientes de cores, como soa melhor em português): embora funcionais, os gradientes disponibilizados por padrão no gvSIG não são um primor de beleza. Mesmo com o lançamento do gvSIG 2.0 essa situação não mudou.
A um tempo atrás o usuário Kevin Weels havia liberado um novo arquivo na lista de usuários do gvSIG, com novas rampas de cores, que complementavam as nativas do gvSIG, e o nosso amigo Jorge Santos, do blog Processamento Digital criou um tutorial ensinando a instalar essas novas rampas de cor. Infelizmente o arquivo anexo a lista não está mais disponível, e ficamos novamente “a ver navios”…
Depois de algum trabalho de garimpagem, o Jorge conseguiu localizar um backup do referido artigo, e me repassou. Aproveitando a boa vontade do nosso amigo, estudei um pouco o formato utilizado para criar os gradientes, e acrescentei aos esquemas por ele disponibilizados todos os gradientes de cores que estão no site Colorbrewer: Color Advice for Maps, que é uma das principais referências quanto a esquemas de cores para mapas.
Pois bem. Chega de conversa e vamos aos fatos: para testar os novos gradientes, primeiramente baixe o arquivo palettes.zip e extraia o arquivo “palettes.xml” que está no mesmo. Em seguida, com o gvSIG fechado, acesse a pasta de configuração do gvSIG, cuja localização varia conforme o sistema operacional que você usa:
Windows XP: C:\Documents and Settings\”username”\gvSIG
Windows Seven: C:\Users\”username”\gvSIG
Linux: /home/”username”/gvSIG
Substitua o arquivo “palettes.xml” existente nesta pasta pelo arquivo novo que foi baixado no passo anterior.
Por último, delete as pastas “colortable” e “ColorSchemes” que estão na mesma pasta (em algumas instalações a pasta “ColorSchemes” não está presente).
Feito isso, já podemos abrir o gvSIG e desfrutar os novos gradientes de cores que estão disponíveis a partir de agora.
É interessante ressaltar algumas observações que o Kevin fez, e que continuam pertinentes:
As rampas de cores são projetadas para trabalhar com dados raster e vetores, embora algumas sejam melhores para dados raster e algumas são melhores para dados vetoriais. O número de classes em cada rampa está entre parênteses como parte do nome da rampa.No Windows, as rampas de cores são ordenadas alfabeticamente e sua visualização é agradável, durante a escolha de uma rampa. No Linux é diferente, pois não consigo ordenar as rampas de cores no Linux. Elas parecem aleatórias e sua visualização não é tão agradável quando as rampas são ordenadas como um grupo.No entanto, eles estão completamente funcionais no Linux.Para restaurar a cor padrão das rampas de cores, apague o arquivo “palettes.xml” e as pastas “ColorSchemes” e “Colortable”. Em seguida, reinicie gvSIG. O arquivo original “palettes.xml”e as pastas serão recriadas.Espero que vocês gostem.
One of the most important characteristics of the gvSIG Desktop 2.0 version is the Add-ons Manager, from which the different packages (extensions, add-ons…, and translation files later) can be installed directly from the application. This version is totally oriented to this, it won’t be necessary to download the extensions independently and install them from gvSIG after that. For this reason, it become necessary to have several download servers available, several mirrors for downloading the packages.
Until now, the download servers have been provided by the gis-lab.info Russian Community, the gvSIG Russian Community, LAPIG (Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento, Universidade Federal de Goiás, Brazil), the i3Geo Project (Edmar Moretti, Brazil), Geocuba (Cuba), ELOGeo (E-learning for Open Geospatial Community, University of Nottingham, United Kingdom), and the Open Source Geospatial Foundation (OSGeo).
This new infrastructure will allow to download the packages of the different extensions, add-ons, etc., from the Add-ons Manager in gvSIG (Tools->Addons Manager menu). For this reason the different servers URL have been included in a pull-down menu at the home window.
In addition, it will allow to download the application binaries (the All-included version) from the downloads table at the gvSIG website, where the user will be able to choose the server which they will be downloaded from.
From the gvSIG Project we want to thank all the people and entities that have provided these download servers.
El origen de la actual delimitación municipal española se encuentra en los trabajos planimétricos del Instituto Geográfico Estadístico (IGE) y del Estado Mayor del Ejército, regulados por la Ley para la publicación del mapa topográfico nacional de 30 de septiembre de 1870, por el Real Decreto de delimitación de 30 de agosto de 1889 y por la Ley sobre la formación del catastro parcelario de España de 23 de marzo de 1906.
El Mapa del término municipal de Malgrat de Mar del año 1920 es un mapa topográfico a escala 1:25.000 resultado del trabajo de levantamiento de las actas de deslinde por parte del IGE. El mapa representa los hitos y líneas del límite municipal capturados en su situación geográfica original, y referidos a parcelas y caminos lindantes. Una còpia en formato papel (66x46 cm) y digital (TIFF, 300 dpi) de este mapa se encuentra en los fondos documentales del Arxiu Municipal de l'Ajuntament de Malgrat de Mar. El Servei Municipal de Cartografia (http://estatics.ajmalgrat.es/) ha georeferenciado el mapa utilizando el sistema de referencia geodésico ETRS89/UTM 31N (EPSG:25831) con puntos de control cotejados sobre la nueva propuesta de deslinde del proyecto Mapa Municipal de Catalunya (http://municat.gencat.cat/index.php?page=normativamm). Posteriomente, el mapa es ordenado en distintos niveles de resolución y reproyectado a WGS84 (EPSG:4326). De esta forma se consigue traspasar la imagen del mapa antiguo a la actual cartografía. El resultado es un mapa que se superpone a los mapas de Google Maps (http://estatics.ajmalgrat.es/MAPES/HISTORICS/1920_MALGRAT_TERME/googlemaps.html), a la imagen satélite de Google Earth - KML (https://sites.google.com/site/srvmapes/1920_MALGRAT_TERME.kml), y al servicio WMS de la Dirección General del Catastro.
En la actualitat, el proyecto Mapa Municipal de Catalunya ha recuperado la documentación de las acta y cuadernos de deslinde de cada uno de los municipios catalanes para fijar con precisión submétrica los hitos y mojones de términos municipales y replantear los trazados de las líneas de límites de principios de siglo XX.
Publicado por Marc Oller
A conferência Google IO é já na próxima semana e geralmente há sempre novidades! Foram divulgadas algumas imagens (de fontes não oficiais) sobre como poderá vir a ser nova interface do site mais popular de mapas da internet, o Google Maps.
Esta nova interface irá revolucionar a experiência a que nos temos habituado de modo a ir de encontro a uma interface comum entre todos os dispositivos quer sejam web em computadores com ecráns normais ou tácteis quer seja em dispositivos móveis. Deste modo a experiência passa a ser única e podemos ter mais partido da aplicação e de todas as funcionalidades em qualquer dispositivo.
Como não poderia deixar de ser, e num mundo que cada vez tudo se encontra mais integrado, também os resultados do Local Search e do Google Places aparecerão sobre o mapa estando em nosso poder aplicar um filtro ou simplesmente esconder os resutlados.
O que acham desta (possível) nova interface?


Los días 17 y 18 de Mayo el Proyecto OTALEX C (Observatorio Territorial y Ambiental Extremadura - Alentejo -Centro) va a organizar una MappingParty en la ciudad de Badajoz en el marco del Proyecto colaborativo OpenStreetMap (OSM).
Esta actividad de divulgación la podemos enmarcar en el concepto de cartografía participativa: no es necesario ser un experto en Información Geográfica para acudir, ya que el objetivo principal es dotar y ampliar a todos los asistentes de los conocimientos necesarios para iniciarse en este mundo, aumentando la oferta de datos de interés público y ofreciendo otras fuentes de información que quizás no se conocen.
El día 17 empezaremos con unas charlas para explicar los conceptos y presentar cómo trabajaremos.
El día 18 iremos a tomar datos por la ciudad y tras la comida pasaremos a tratar esa información en gabinete.
En principio la actividad está pensada para unas 80 personas, formando grupos que deben tomar alguna zona concreta que contarán con un monitor que les ayude a entender cómo funciona este mundo de la información geográfica en general y OSM en particular.
No lo dudes y apúntate, que además de trabajar nos vamos a divertir!
Más información:
http://ptc.dip-badajoz.es/grupos/mapping-party-badajoz
(El proyecto OTALEX C se encuadra dentro del “Programa de Cooperación Transfronteriza España-Portugal 2007-2013, puesto en marcha por la Unión Europea. Esta actuación está cofinanciada, en un porcentaje del 75% por fondos FEDER y en un 25% por la Diputación de Badajoz, a través de su Área de Igualdad y Desarrollo Local.
Este proyecto y sus actividades se desarrollan en el campo de los Sistemas de Información Geográfica (SIG) y la Ordenación del Territorio. Entre sus objetivos está difundir y promocionar el propio proyecto, intentando llegar al máximo de usuarios posibles y a todos los niveles.)"
En post anteriores de la serie “gvSIG 2.0: Crear bibliotecas de símbolos” (1 y 2) hemos visto como generar una nueva biblioteca de símbolos para nuestro gvSIG a partir de un conjunto de imágenes y, posteriormente, generar un paquete distribuible que nos permita compartir esa biblioteca con otros usuarios.
Desde la Asociación gvSIG estamos trabajando en un conjunto de bibliotecas que consideramos de interés para que estén disponibles para toda la comunidad de usuarios. Todas ellas realizadas a partir de símbolos con licencias de dominio público.
Hoy anunciamos la disponibilidad de una de estas biblioteca y que consideramos va a suponer un buen aporte a todos aquellos que diseñan mapas y realizan cartografía temática con gvSIG. Se trata de una biblioteca “G symbols” que pretende que dispongamos de un conjunto de símbolos similares a los que se manejan en las aplicaciones de mapas de Google.
Veamos como hemos realizado esta biblioteca, de modo que sirva de ejemplo a los usuarios para crearse las suyas propias.
Para los símbolos puntuales (marcadores) hemos partido de la colección de símbolos realizada por Nicolas Mollet, denominada “Map Icons Collection”. Una excelente colección de símbolos por categorías, que además nos podemos descargar en formato PNG con diferentes estilos (classic, iOS, light,…). En nuestro caso hemos seleccionado el estilo por defecto.
Uno de los aspectos más interesantes que nos ofrece “Map Icons Collection” es la posibilidad de definir el color de los símbolos que vamos a descargar. Esta opción la vamos a utilizar para descargar una segunda vez los símbolos, está vez en color amarillo (si quisierais que vuestros símbolos seleccionados tuvieran otro color, no tenéis más que definirlo con esta herramienta). Recordad que si queremos que un símbolo cambie cuando se selecciona la geometría que lo adapta tenemos dos opciones: definirlo manualmente -uno a uno- o bien realizarlo de forma automática. Al importar un conjunto de símbolos, gvSIG para cada símbolo importado, si existe otro con un nombre similar y sufijo “_sel”, interpreta que es el símbolo que adoptará cuando esté seleccionado.
Para no tener que renombrar uno a uno los símbolos descargados de color amarillo podemos utilizar una herramienta de renombrado masivo de archivos (en nuestro caso hemos utilizado pyRenamer, disponible para distribuciones Linux y que nos permite añadir el sufijo “_sel” a todo el conjunto de ficheros .png con color amarillo). Con un software como pyRenamer podemos además realizar acciones como que todos los archivos comiencen por mayúscula, eliminar cadenas que no nos aportan información,…y recordemos que el nombre del fichero es el que adoptará el símbolo en gvSIG.
Los iconos descargados y clasificados por categorías, una vez tratados con pyRenamer, tendrían un aspecto similar al siguiente:
Ahora ya sólo tenemos que utilizar el importador de símbolos de gvSIG como vimos en un post anterior y tendremos nuestros símbolos puntuales.
Queremos que esta biblioteca tenga además símbolos líneales y polígonales similares a los que podemos encontrar en Google Maps. Mediante cualquier editor de imágenes, como GIMP, podemos averiguar el RGB de estos símbolos y crear unos similares en gvSIG.
Ya sólo nos queda crear el paquete tal y como explicamos.
Este paquete lo tenéis disponible desde el administrador de complementos (seleccionando la URL http://downloads.gvsig.org/download/gvsig-desktop/ y buscando por “Tipos/symbols”) o directamente descargándoos el paquete (gvspkg) desde aquí.
Nota: Cuando uséis los símbolos puntuales tened en cuenta que por defecto no tienen aplicado un offset en “y”, por lo que si queréis que la viñeta aparezca encima del punto geometríco debemos editar las propiedades del símbolo y añadir un offset en “y” de la mitad del tamaño del símbolo (en nuestro caso, como a los símbolos les hemos dado por defecto el tamaño de 32, utilizaremos un offset de 16).
Dica de Leitura sobre Geoprocessamento: Você entende toda a potencialidade dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) para estudos no campo da hidrologia computacional? Compreende as aplicações dos Modelos Digitais de Terreno (MDT) para os projetos da área de Geotecnologias? Um e-book gratuito, editado por Víctor Olaya Ferrero, aborda estas e outras questões.
Leia também as seguintes matérias relacionadas com o tema deste artigo:
O livro, publicado em espanhol, tem o título “Hidrología Computacional y Modelos Digitales del Terreno – Teoría, práctica y filosofía de una nueva forma de análisis hidrológico“. Embora tenha sido lançado em 2004, continua sendo uma rica fonte de conteúdo sobre a temática a qual se propõe.

A publicação, no formato PDF, possui mais de 390 páginas. O conteúdo está organizado em nove capítulos, além de alguns anexos que são bastante úteis no entendimento do material.
O autor do livro, Víctor Olaya Ferrero, é bem conhecido na comunidade de Geoprocessamento e Software Livre. Nas matérias abaixo você encontra informações sobre outros projetos do mesmo profissional.
Os capítulos do livro apresentam, entre outros, os seguintes tópicos: Fundamentos e elementos básicos dos SIG, MDT e Análise de Terreno, cálculo de rede de drenagem e modelagem hidrológica.
Para baixar gratuitamente sua cópia da publicação, utilize o link abaixo:
Este é certamente uma publicação para constar em sua biblioteca sobre Geotecnologias. Já conheciam este livro? O que achou dele? Comentem.
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.

Clique nas opções abaixo para fazer o download do tutorial.
Extração de Rede de Drenagem, Álgebra de Mapas e Delimitação de bacia Hidrográfica são os temas que serão abordados neste fantástico tutorial. Eu tentei construir esta dica de modo que o procedimento para extração de rede de drenagem possa ser reproduzido em outro SIG, pois as ferramentas são as mesmas.
A caixa de ferramentas Hydrology são algoritmos do Spatial Analyst para análise hidrológica no ArcGIS. Vamos utilizar essas ferramentas para extração de uma rede de drenagem a partir de um DEM SRTM.
No tutorial abaixo você pode obter uma grade vetorial contendo os links para download do DEM Topodata. O procedimento para obter este modelo de elevação processado pelo INPE está tudo muito bem documentado no tutorial abaixo:
Topodata – Modelo Digital de Elevação Processado pelo INPE
O DEM SRTM que vamos utilizar para extração da rede de drenagem precisa de um ajuste de projeção e reprojeção para o Sistema de Coordenadas Planas UTM de acordo com sua localização. O tipo de dado utilizado no tutorial é Unsigned Integer 16 bit (Números Inteiros Não Sinalizados de 16 bits) [1] [2].
É importante tomar nota de alguns termos associados à análise hidrológica conhecendo os seus correspondentes em Português:
Sink (Buraco, Depressão)
Cria um raster identificando todas as depressões, áreas de drenagem interna e vazios ou erros do SRTM ou outro raster de superfície.
Fill (Preencher)
Preenche pequenas imperfeições nos dados e remove todos os sinks do raster de superfície.
Flow Direction (Direção do Fluxo)
Gera um raster contendo a direção do fluxo de cada célula. No Flow Direction, cada pixel é potencialmente cercado por oito pixels vizinhos. A inclinação de cada uma destas oito direções pode ser calculada tomando-se a diferença em elevação indicada pelo valor de DEM para cada um destas oito localidades vizinhas e do valor no pixel a ser examinado.
Flow Accumulation (Acumulação de Fluxo)
O raster criado determina a acumulação de fluxo a partir do Flow Direction criado anteriormente.
Execute o ArcMap. A caixa de ferramentas Hydrology está localizada no menu Spatial Analyst – Hydrology. O pré-processamento que fizemos no Modelo de Elevação Topodata seguiu estes passos:
Nosso DEM Topodata está pronto. Este PDF traz uma visão geral da região onde vamos executar nossas análises hidrólogicas no Spatial Analyst.

Clique no menu Spatial Analyst – Hydrology – Flow Direction. Informe o DEM e o local de saída para o novo arquivo TIF:

Clique com o botão direito do mouse sobre o Flow Direction criado e selecione a opção Open Attribute Table. No campo Count da tabela, o Flow Direction deve conter apenas os valores 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64 e 128 que representam as oito células adjacentes por onde a água deve fluir. A tabela de atributos do nosso raster possui muitos valores associados ao Flow Direction, o que significa que há vazios, depressões ou mesmo erro nos dados SRTM. Verifique o problema através desta imagem: | http://goo.gl/RfXeT
A ferramenta Sink cria um raster identificando possíveis erros nos dados SRTM.
Cria um raster identificando vazios e possíveis imperfeições no raster de superfície.
Clique no menu Spatial Analyst – Hydrology – Sinks
Informe o Flow Direction no campo de entrada e indique um arquivo TIF no campo de saída. Execute o processo.
Agora podemos identificar os problemas do raster deixando apenas o Sink habilitado. A ferramenta Fill deve ser utilizada para correção de todos os sinks.

Verifique o problema de sinks através desta imagem: | http://goo.gl/ZvPxc
A ferramenta Fill deve ser executada diretamente no DEM.
Clique no menu Spatial Analyst – Hydrology – Fill
Aguarde o término do processo. O raster Fill será adicionado no mapa.

Se o aspecto da imagem estiver totalmente cinza, acesse as Propriedades do Raster, guia Simbology e modifique o Stretch Type para Minimum/Maximum.
Visualização do DEM corrigido pela ferramenta Fill: | http://goo.gl/TAkHK
Com o novo DEM “Filled”, será preciso gerar um novo Flow Direction. Vamos organizar nosso ambiente de trabalho removendo do ArcMap o antigo DEM, o Flow Direction com problema e o próprio Sink. Só vamos manter no mapa o DEM preenchido pela ferramenta Fill.
Apenas o DEM corrigido pela ferramenta Fill deve permanecer no mapa: | http://goo.gl/Ew9a5
Execute novamente o algoritmo Flow Direction e aguarde o término do processo.
Este é o Flow Direction CORRETO. Tabela de valores cujo campo Cont registra valor o máximo 128:

Visualização do Flow Direction: | http://goo.gl/ETrrB
Clique no menu Spatial Analyst – Hydrology – Flow Accumulation
Execute o processo Flow Accumulation. Nas opções, informe a entrada, a saída e modifique o tipo de dado para Inteiro (INTEGER).

O Flow Accumulation será criado, mas o raster pode parecer escuro. É preciso aproximar o mapa com a ferramenta Zoom para visualizar os locais onde ocorre o fluxo de água acumulada:
Visualização do Flow Accumulation: | http://goo.gl/BCaHd
Para ampliar a visualização, acesse as Propriedades do Raster. Na guia Simbology, marque a categoria Classified e selecione 8 classes. Modifique a rampa de cores para Azul Piscina – Lilás. Será necessário alterar a primeira cor da classificação para branco (clique sobre o retângulo). Clique no botão OK.

Nova Visualização do Flow Accumulation: | http://goo.gl/cvKdL
Os rios agora podem ser visualizados no mapa.
Para criar uma rede de drenagem, é preciso estabelecer um limiar para descobrir quantos pixels adjacentes devem formar os rios. Em nosso caso, vamos estabelecer um limiar de 500 pixels.
Restaure a simbologia cinza do Flow Accumulation através das Propriedades do Raster, guia Symbology, categoria Stretch. Modifique o Stretch Type para Minimum/Maximum.

A expressão matemática é criada com base em proposições que podem surgir no decorrer do projeto. A função CON (CONDITIONAL) determina um teste lógico e retorna um resultado. Simples assim. Em relação à rede de drenagem, poderíamos estabelecer uma condição para criar o limiar, filtrando apenas os pixels significativos. A condicinal do limitar torna-se intuitiva quando é lida desta maneira:
Se o valor dos pixels do raster Flow Accumulation for superior a 500, deve-se substituí-los pelo valor 1.
Caso contrário, transformar em NODATA.
Com esta condição, todas as células do raster com valor superior a 500 serão consideradas durante a criação de um novo mapa raster. As demais células serão transformadas em NODATA. Esta é a questão lógica: o velho IF > ELSE. O próximo passo consiste em redigir essa informação na linguagem do computador (expressão matemática).
Clique no menu Spatial Analyst – Map Algebra – Raster Calculator
Digite a fórmula abaixo:
Con("03_FLOW_ACCUMULATION.tif" > 500,1)

Substitua “03_FLOW_ACCUMULATION.tif” pelo nome do seu raster que representa o Flow Accumulation. Informe um local de saída para a Rede de Drenagem.
A rede de drenagem será visualizada no mapa. Um aspecto interessante é sobre o limiar: ele deve ser utilizado com uma espécie de filtro para os rios. Dependendo da aplicação, o uso da hierarquia dos rios pode ser ampliada ou omitida. Os algoritmos Strahler e Shreve são mais específicos para classificar rios segundo a ordem. Os testes que realizei aqui demonstram que, se o limiar for aumentado, os riachos poderão ser omitidos. Segue um layout com a drenagem extraída de acordo com os limiares 500, 1000 e 2000. O maior limiar gera córregos mais genéricos.
Visualização dos Limiares 500, 1000 e 2000: | http://goo.gl/f4dlu
Clique no menu Spatial Analyst – Hydrology – Stream to Feature
Informe a rede de drenagem, o Flow Direction e o nome de saída para o arquivo shapefile de linhas.

A extração/vetorização da Drenagem, para a resolução espacial do DEM SRTM, ficou excepcional. Muito bom mesmo.

Alta resolução: http://goo.gl/4krQ9
Spatial Analyst – Hydrology – Basin
Último processo. Informe o Flow Direction e o arquivo TIF de saída.

A bacia será criada. Acesse as Propriedades do Raster e modifique a simbologia e classes como foi feito anteriormente.
Bacias Hidrográficas e Rede de Drenagem (PDF)
Agora posso dar prosseguimento ao meu trabalho em Jaboticabal-SP, pois eu tenho a delimitação perfeita da bacia hidrográfica daquela região.
Que tal um desafio? É possível reproduzir essa mesma dica em outro SIG, pois agora você está um pouco mais familiarizado com os algoritmos. A ordem para gerar a bacia é esta:
DEM UTM - FILL DEM UTM -FLOW DIRECTION – FLOW ACCUMULATION – STREAM NETWORK – BASIN
Boa sorte! Jorge Santos
Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail contato@processamentodigital.com.br
O Geoprocessamento, em especial a tecnologia dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG), possui um grande leque de aplicações na área ambiental. Cada vez mais projetos de Gestão ambiental fazem uso de Geotecnologias. Nesta matéria indicamos para nossos leitores um e-book que consiste em um caderno de exercícios sobre aplicação dos SIG em atividades envolvendo o meio ambiente.
Uma das postagens mais acessadas aqui em nosso site é uma matéria publicada na seção dicas de leitura sobre Geotecnologias. Na postagem indicada no link abaixo indicamos um livro digital, escrito em espanhol, com o título “Aprendiendo a manejar los SIG en la gestión ambiental” ou Aprendendo a trabalhar com SIG na gestão ambiental, em tradução livre. A publicação trata do uso do software ArcGIS, da ESRI, para projetos da área de meio ambiente.
Além de fazer o download do livro principal, recomendamos que baixe também o caderno de exercícios (150 páginas) e os dados de exemplo. Todos disponíveis gratuitamente.
Para obter sua cópia, acesse a página disponível a partir do link na imagem acima, ou utilize as ligações diretas abaixo:
O que acham deste material? Já conheciam? Aguardamos seus comentários.
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.

O PostGIS pode ser definido dos maiores aplicativos livres para análise de banco de dados espaciais da atualidade . Tive que instalá-lo para para cumprir um pequena tarefa e estou repassando o tutorial para que outra pessoa possa alcançar o mesmo objetivo.
Em nosso roteiro de instalação, vamos utilizar a versão 9.1 do PostgreSQL combinada com a versão 2.0 do PostGIS. O PostgreSQL 9.1 não possui versão 64 bits. A sequência das instalações é sistemática e deve ser seguida de acordo com a ordem abaixo:
Clique nas opções abaixo abaixo para baixar o tutorial.
Outros tutoriais para o PostGIS podem ser acessados nos sites do Anderson Medeiros e Geoprocessamento.net.
Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail contato@processamentodigital.com.br

O ERDAS 2013 está repleto de novidades. Hoje vamos aprender como utilizar as bases OpenStreetMap e Bing Maps.
Tenho alguns remanescentes de vegetação no formato shapefile e quero validar o posicionamento dessas informações. Estou com os polígonos abertos no ERDAS 2013.

Na guia Home, clique na categoria Basemap e selecione a base de mapas OpenStreetMap:

Aguarde o carregamento das imagens. As estradas da base OpenStreetMap serão exibidas no mapa:

Visualização em Tela Cheia: http://goo.gl/Vas9S
A base OSM deve apresentar serrilhados por causa do posicionamento on-the-fly das camadas. Mude o método de reamostragem dos pixels para suavizar o serrilhado. Na categoria Basemap existe um botão Options. Modifique a reamostragem para Cubic Convolution e o problema será resolvido:

A cobertura Bing Maps inclui três mapas básicos: aéreo, estrada e mapas híbridos. O uso gratuito do serviço Bing Maps requer autenticação e o acesso pode ser obtido através de um cadastro simples. Todo usuário que deseja ter acesso às imagens do Bing Maps vai precisar de uma chave obtida diretamente da Microsoft para ter acesso a base de mapas. Para mais informações, consulte o licenciamento do Bing Maps.
Visite este link http://www.bingmapsportal.com/ e faça login com sua conta da Microsoft no campo Sign In. Vou utilizar minha conta do Microsoft Outlook.

Há dois tipos de licenciamento: Trial e Basic. Cada conta só pode utilizar duas chaves apenas. A licença Trial permite acessar a base Bing Maps por 90 dias, sendo que a chave não pode ser excluída nem modificada. Vou criar os dois tipos de licença para esta conta:

No cadastro, informe o nome da aplicação, o tipo de licença e a finalidade da aplicação. Eu cadastrei as aplicações como ERDAS 2013 GIS Web, indiquei as licenças Trial/Basic para cada uma delas e informei a finalidade como Educacional e Site Público. Digite o captcha e envie o formulário através do botão Submit. As chaves aparecem na parte de baixo e você ter acesso a elas quando quiser.

Na guia Home, clique na categoria Basemap e selecione a base de mapas Bing Aerial. Digite a chave na janela de autenticação e clique no botão Test. Em seguida, clique no botão OK:

Aguarde o carregamento das imagens de satélite e faça bom uso da sensacional base de mapas Bing Maps.

Visualização em Tela Cheia: http://goo.gl/WAA2Z
Algumas áreas possuem cobertura de imagens em Alta Resolução. Experimente aproximar a visualização coma ferramenta Zoom e novas imagens poderão surgir (Escala 1:10.000):

Visualização em Tela Cheia: http://goo.gl/GKOL6
Esta dica também funciona no ArcGIS 10.x pois a interface Bing Maps foi removida de todos os produtos ESRI. Um janela de autenticação deve surgir na sua tela durante a utilização do SIG. |Nos dois tipos de licenciamento eu pude verificar uma área no nível de Zoom nas imagens acima. Recomendo o uso da licença Basic. A Microsoft deseja ter um controle maior sobre a utilização dos seus dados e devemos reconhecer que neste ponto a empresa tem razão.
Compartilhe este post por ai!
Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail contato@processamentodigital.com.br

uDig é um aplicativo SIG Open Source orientado para a Web onde você pode descarregar suas camadas WMS, WFS, WPS e outros Web Services. O program possui uma Interface Gráfica de Usuário bastante amigável para trabalhar em ambiente Desktop.
Site Oficial: http://udig.refractions.net/
Sem sombra de dúvida, a maior fonte de tutoriais em Português-Br para o uDig é o blog do Anderson Medeiros:
Baixe o programa aqui: http://udig.refractions.net/download/
Escrito em Java com base na biblioteca GeoTools, GXT é uma plataforma para análise de dados espaciais com diversas ferramentas para Geoprocessamento, Estatística Espacial e Análise Estatística de Algoritmos.
Site Oficial: http://www.mangosystem.com:8080/gxt/docs/index.html
O aplicativo uDig ganha musculatura com a utilização da plataforma GXT de tal forma que o resultado de suas análises espaciais pode ser comparado até mesmo com o ArcGIS. Com a instalação dessa sensacional ferramenta, é possível criar Slope (Encosta/Declive), Hill Shade (Relevo Sombreado), Buffer (Área de Influência) e outras centenas de algoritmos para análise espacial com base em vetor e raster.
Faça o download do uDig e instale o programa. Clique no menu Help – Find and Install:

Marque na opção Search for new features to install e pressione o botão Next:

Clique no botão New Remote Site e digite os dados abaixo:
Name: GXT Toolbox for uDig
URL: http://1.234.82.19:8080/gxt/udig/

O servidor será adicionado. Pressione o botão Finish.

Após estabelecer a conexão, confirme as telas seguintes e o plugin será instalado. Para ativá-lo, clique no menu Window – Show View – Other. Marque o plugin GXT na janela Show View. Os comandos estarão disponíveis no menu direto da janela:

Agora podemos executar os algoritmos do plugin GXT sempre que for necessário. Mais ferramentas tornam o SIG uDig atrativo. Vou carregar um DEM e gerar um Slope para testar o processamento no uDig:

Visualização do uDig em Tela Cheia: http://goo.gl/PXh5E
Eis o nosso Slope: http://goo.gl/0plE0. Este terreno é consideravelmente baixo, porém a simbologia em vermelho indica as partes mais inclinadas na imagem. O tempo de processamento está diretamente associado ao tamanho da imagem e a capacidade do equipamento disponível.
Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail contato@processamentodigital.com.br
Buenas, pessoal!
O artigo de hoje foi inspirado em uma dúvida que surgiu na Lista de Usuários do gvSIG: como calcular a área entre curvas de nível. Explicando de forma simples, temos um shape com diversas curvas de nível (que são concêntricas, obviamente), e queremos calcular a área da superfície existente entre duas cotas das curvas de nível.
Para resolver essa questão, vamos lançar mão da ferramenta Sextante. No gvSIG 1.12 (e nas versões anteriores) o procedimento é o seguinte: Com o shape das curvas de nível selecionado no TOC, acesse o Sextante (Menu SEXTANTE > Caixa de Ferramentas). Navegue na árvore de processos até encontrar a ferramenta Polygonize (SEXTANTE > Tools for line layers > Polygonize)
Com dois cliques sobre o nome do processo abrirá uma nova janela, onde poderemos preencher os parâmetros para a aplicação do mesmo. Em princípio, podemos aceitar as opções que vem preenchidas por padrão: Na aba “Parameters”, seção “Inputs”, selecionamos a nossa camada de curvas de nível como geradora das Polylines; na seção “Outputs”, estamos solicitando que o arquivo resultante seja gerado em um arquivo temporário (ou poderíamos selecionar o caminho e o nome do arquivo a ser gerado, se quisermos salvar o mesmo); Na aba “Output Region” podemos deixar na opção padrão, “Fit to input layers”.
Ao clicarmos em “OK”, o processo é aplicado e obtemos uma nova camada, com os polígonos referentes a superfície entre as curvas de nível.
Para calcularmos a área, com a nova camada selecionada no TOC, clicamos em Menu > Camadas > Adicionar informação geométrica.
Abrirá uma nova janela, onde poderemos selecionar a informação geométrica que queremos adicionar à tabela de atributos do shape, neste caso, apenas a Área:
Clicando em “Aceitar“, o processo será aplicado, aparecendo então uma janela comunicando este fato.
Clicando novamente em “Aceitar” voltamos a nossa Vista. Podemos então conferir na tabela de atributos do shape que a informação da área foi adicionada na tabela (Menu Camada > Ver tabela de atributos).
Observe que o valor da Área estará na unidade de área selecionada nas preferências da Vista. Então, devemos ter selecionado esta unidade no formato desejado, antes de executarmos esse processo.
Para os que já estão utilizando o gvSIG 2.0 o procedimento será um pouco diferente, devido ao diferente agrupamento de ferramentas adotado. Vejamos como proceder:
Em primeiro lugar, a ferramenta Sextante mudou de endereço: encontraremos ela agora no menu Tools > Geoprocessing > Toolbox (utilizarei a tradução em inglês, já que a tradução para o pt-br ainda não está completa):
Aberta a Caixa de ferramentas de geoprocessamento, observe que todos os geoprocessos foram agrupados nesta janela. Esta é uma das novidades do gvSIG 2.0. Devemos navegar novamente na árvore de geoprocessos, até encontrar a ferramenta desejada (ou utilizar a ferramenta de busca, na parte de baixo da janela). O detalhe é que se tentarmos utilizar o processo Polygonize ocorre um erro, conforme pode ser visto abaixo:
Felizmente temos outro processo que faz o mesmo trabalho: “Polylines to polygons“. Navegue na árvore de processos até encontrar o mesmo (Sextante > Tools for line layers > Polylines to polygons):
Selecionado o processo, os passos são os mesmos anteriormente seguidos: preencher os parâmetros
e clicar em “OK” para aplicar o processo. Obteremos o mesmo resultado:
Agora, mais uma mudança: para calcularmos a área, devemos selecionar a nova camada criada e clicar no menu Table > Add measure > Area:
Abrirá uma janela de alerta, avisando que será criado um novo campo na tabela e solicitando a nossa anuência. Basta clicar em “Yes“.
Aplicado o processo, podemos conferir o resultado na tabela de atributos do shape:
É isso aí, pessoal! Por hoje é só…
O Facebook vem se destacando como uma das maiores redes sociais, com um número de usuários superior a marca de 1 bilhão! Ele também se constitui em um importante meio para se manter informado sobre as novidades relacionadas com o mundo das Geotecnologias. Nesta matéria vamos destacar cinco grupos, ou comunidades, do Facebook que abordam temas diversos sobre Geoprocessamento.
Sobre redes sociais, blogs e outras formas de se manter informado sobre o universo da Geoinformação, recomendo que leia também as seguintes matérias:
É importante diferenciar perfis de usuários, fã pages e grupos do Facebook. O primeiro caso, de acordo com os termos de uso da rede social em questão, se relaciona com pessoas físicas com as quais você pode iniciar novas “amizades”. O segundo trata-se de páginas que os usuários podem “curtir” e assim, ficar recebendo as atualizações em seus respectivos feeds de notícias.
Já o último caso, das comunidades ou grupos, são a reunião de interessados em um tema comum, que publicam sobre aspectos ligados a um assunto específico. É esse tipo de recurso do facebook que iremos divulgar aqui nesta matéria. A ideia desta publicação foi motivada a partir de um post elaborado pelo português Sandro Batista, em seu blog. Aqui irei destacar 5 (cinco) dos grupos dos quais sou filiado.
OBS: O número de membros citados de cada grupo corresponde aos valores para o dia 30 de abril de 2013.
Este grupo foi criado por mim, dia 25 de abril de 2013, e no último dia do mesmo mês já conta com 268 membros.
Este é um dos maiores grupo da área, com 2.284 membros. (Veja também: GeoConnectPeople)
São 8.830 membros, de vários países e idiomas. Profissionais e estudantes que trabalham com as ferramentas da Esri.
São 283 membros na comunidade.
Descrição do Grupo: Discussão sobre Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica em Português. A partir dela poderá expôr ou esclarecer todas as suas dúvidas científicas e técnicas (independentemente do software utilizado), assim como recolher, divulgar e partilhar informação relacionada (eventos, cursos de formação, divulgação bibliográfica, bolsas de estudo, ofertas de emprego, etc).
São 397 membros neste grupo, que é fechado. Ou seja, qualquer pessoa pode ver o grupo e quem está nele. Somente membros podem ver as publicações.
O que achou desses Grupos? Já conhecia todos eles? Sabe de alguma outra comunidade, bastante ativa. Estes cinco são apenas casos ilustrativos. Aguardamos seus comentários.
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.
Pessoal,
Já estão abertas as inscrições para a 3ª turma do Curso Online de GeoServer, ministrado por mim. O objetivo deste curso é que você aprenda a disponibilizar, compartilhar e editar dados espaciais na internet com o GeoServer.
No curso serão abordados tópicos como: configuração de dados, criação de estilo com SLD, padrões OGC, interface administrativa (web), visualização cartográfica com OpenLayers, entre outros.
O curso acontecerá no mês de maio, entre os dias 11 e 25 (sábados das 08:00 as 12:00). Para saber mais informação basta acessar o site (http://www.geocursos.com.br/geoserver).
La semana pasada pude asistir al primer FOSS4G Buenos Aires organizado por el grupo de Geoinquietos BsAs de la misma ciudad. A algunos les sonará el acrónimo FOSS4G porque efectivamente así se ha venido llamando a la conferencia internacional que organiza OSGeo desde 2006. En realidad ese nombre ya venía usando desde 2004 y el término sirve para identificar cualquier conferencia relacionada con software libre aplicado a las ciencias de la tierra, no necesariamente a eventos organizados por la fundación, aunque en general hay siempre alguna relación entre el comité organizador y OSGeo. Bien, hace algo más de medio año el grupo de Geoinquietos bonaerense decidió lanzarse a la aventura de organizar un evento sobre geomática libre. Para ello han contado con el apoyo del Instituto Geográfico Nacional de Argentina, así como de algunas asociaciones argentinas relacionadas con la geomática o el software.
Yo participé en este evento invitado por el comité organizador y con el apoyo de Prodevelop por lo que primero debería agradecer a ambos el permitirme pasar unos días en Buenos Aires aprendiendo bastante y contando algo de lo que sé.
El primer día por la mañana impartí un taller de MapProxy que recientemente había dado con Pedro-Juan e Iván en GeoinquietosVLC. Desgraciadamente la gente no contó (como yo esperaba) con el DVD de OSGeo Live y tampoco teníamos muy buena conectividad a Internet así que el taller se convirtió en una larga demostración y discusión del uso de MapProxy en diferentes escenarios y ejercicios. Me hubiera gustado que la gente pudiera practicar allí mismo pero creo que en cualquier caso se hicieron una buena idea del software. Por la tarde cubrí la baja del profesor del taller de GeoServer impartiendo un taller improvisado que aunque con un arranque complicado por tener que configurar este servidor en máquinas de todo tipo, al final los asistentes pudieron seguirme en un repaso general de las principales características de este servidor de mapas y algunas herramientas asociadas al mismo.
Ya el miércoles arrancaron las jornadas con las sesiones plenarias de Jeff McKenna (presidente de OSGeo) y un servidor sobre OSGeo en primer lugar y su capítulo local para la comunidad hispanohablante así como qué son los Geoinquietos por mi parte. En OSGeo-es y Geoinquietos están disponibles mis diapositivas. El resto del día siguió con interesantes charlas sobre infraestructuras de datos espaciales, estándares OGC, casos de uso etc.

El jueves tuvimos la charla plenaria de un representante del equipo humanitario de OpenStreetMap (HOT). Yo participé moderando una interesante sesión con temas variados como MapServer, cartografía social en Colombia, proyectos GIS en el parque tecnológico de Itaipú o el futuro del estándar WMS. Por mi parte el jueves di una charla llamada OSGeo Live, probar todo sin instalar nada y otra que cerró el evento sobre gvSIG 2.0, motivaciones y novedades y que aunque me pilló ya bastante cansado, tuvo buena aceptación y se hicieron bastantes preguntas.
El sábado para acabar la semana tuvimos la primera reunión de la comunidad OSM argentina en la que se siguieron diferentes charlas y demostraciones intercaladas con propuestas de ejercicios prácticos para introducir a los asistentes en qué es OSM y qué se puede hacer con los datos que se publican en esta gran base de datos.

En fin, ha sido una semana intensa pero al compartirla con gente tan apasionada como Geoinquietos de Buenos Aires, se me ha pasado volando, si bien la he terminado fundido. He conocido un poco de la ciudad y me he quedado con ganas de volver y tener la oportunidad de conocer más sobre Argentina, espero volver en no mucho tiempo.

por J. Carlos Jr. (noreply@blogger.com) em Abril 30, 2013 01:55
Confira agora a oitava entrevista da série onde estamos conversando com profissionais da área de Geoprocessamento que atuam em diferentes regiões do Brasil e do mundo. Eles estão relatando um pouco sobre sua história no mercado de trabalho, comentando sua visão sobre o cenário do Geotecnologias onde vivem, e algo mais. Nosso entrevistado do momento é Luís Henrique Lopes, funcionário do Estado do Amapá e autor de um dos mais conhecidos blogs da área de Geoinformação.
Luís Lopes é Especialista em Geotecnologias e graduado em Ciências Biológicas (Universidade Católica do Salvador). Atualmente é Gerente do Núcleo de Concessão, Controle e Monitoramento Florestal do Instituto Estadual de Floresta do Amapá (IEF-AP). Atuou como Especialista em Geoprocessamento da Assessoria de Geomática (ASSEGEO) do Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Estado do Amapá (IMAP); Analista de Recursos Naturais do Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM) do Centro Regional de Belém/PA. Tem experiência na área de Geoprocessamento, utilizando como softwares de Sistemas de Informações Geográficas: ArcGIS, TerraView e Quantum GIS.
Após concluir o curso de Ciências Biológicas pela Universidade Católica do Salvador em 2006, fui convocado, através de aprovação em processo seletivo, para integrar a equipe no Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), em Belém do Pará, início de 2007. E desde então comecei no ramo das geotecnologias. No começo tive contato com monitoramento de desmatamento em Áreas Especiais da Amazônia Oriental (AP, MA, PA e TO) e posteriormente ministrando cursos para gestores e técnicos municipais sobre o uso de software de SIG (TerraView) na gestão territorial.
Como mencionado anteriormente, minha formação é em Ciências Biológicas e não vi absolutamente NADA a respeito sobre geotecnologias na faculdade. Meu grande “susto” foi ao chegar ao SIPAM e conhecer que todo o trabalho de análise ambiental era baseado em SIG. O próprio Órgão oferecia constantemente cursos de capacitação na área. Dentre esses cursos posso destacar: ArcGIS, ERDAS, ENVI, TerraView e Quantum GIS. E, claro, buscava estudar mais para chegar no patamar dos técnicos que já se encontravam no SIPAM.
Mas isso não bastava. Fiz uma pós graduação lato sensu em “geotecnologias: geoprocessamento e sensoriamento remoto” em Belém. O curso durou 14 meses, com excelentes professores (oriundos da UFPA, Museu Emílio Goeldi, UFRA, geólogos com experiência na CVRD, entre outros).
O cenário é bom, mas ainda pode melhorar! Nos últimos anos houve um “boom” de profissionais interessados em aprender e utilizar as técnicas em seu dia a dia. A oferta de cursos de curta duração, graduação e pós-graduação na área de geotecnologias estão crescendo. Concursos estão, cada vez mais, exigindo profissionais com conhecimento em geotecnologias e, com isto, as oportunidades na área tendem a aumentar.
Um ponto fundamental para este cenário melhorar é que empresas e/ou Órgãos Públicos despertassem para o uso das geotecnologias como um fator estratégico que pode ser usado em benefício próprio.
O importante é o profissional sempre estar atualizado com as novidades do mercado e ser multidisciplinar. O profissional precisa, no mínimo, ter noção de outras áreas de formação. Em outras palavras, o profissional precisa permear por diversas áreas de conhecimento.

Meu primeiro contato com software para geoprocessamento foi o ArcGIS (acredito que também o da maioria dos iniciantes). Utilizei o ArcGIS até pouco tempo, quando decidi migrar para softwares livres. Entre os SL’s desktop disponíves no mercado, utilizo com mais frequência (praticamente todos os dias!) o Quantum GIS e posso destacar o i3Geo como servidor de mapas online.
Exatamente. Atualmente trabalho no Instituto Estadual de Floresta do Amapá (IEF-AP). O Instituto é responsável, juntamente com a SEMA-AP, pela gestão compartilhada da Floresta Estadual do Amapá (FLOTA-AP), com extensão aproximada de 2.300.000 hectares e engloba 10 dos 16 municípios do estado. Uma área bastante extensa! Aí que entra a geotecnologia.
O auxílio de técnicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto ajuda e muito a monitorar uma área como esta. Além disto, pontos que posso destacar é a produção de mapas temáticos para diversos fins, análise espacial envolvendo Unidades de Conservação e implantação de uma IDE com auxílio dos analistas em TI.
Sempre existia (ou ainda existe!?) aquela história que softwares livres para geoprocessamento não eram eficientes, era lento, muitos “bugs”, burocráticos, interface não amigável, só operava em linhas de comando, etc.
A ideia do movimento foi exatamente mostrar que podemos sim adotar software livre para geoprocessamento em nosso dia a dia. A eficiência é a mesma (e as vezes superior), os resultados são semelhantes, interface intuitiva… enfim, outros mitos foram caindo por terra.
Vejo grandes potencialidades no uso de SL’s para geoprocessamento, pois o número de usuários aumenta a todo dia. A probabilidade destas pessoas passarem de usuários a colaboradores é muito grande, propiciando melhorias a todo momento.
Não precisa nem pensar para responder: RESISTÊNCIA! Os grandes mitos, citados anteriormente, fizeram parte do imaginário de muita gente. Acredito que mostrando as funcionalidades e potenciais dos SL’s, aos poucos torna-se hábito. Para vencer a barreira da resistência é preciso conhecer.
Acredito que o dinheiro envolvido em compras de softwares para fazer operações corriqueiras (recorte de vetor, extração de raster e layout “bonitinho”) pode ser revertido em capacitações dos técnicos, compra de melhores equipamentos, enfim, dar melhores condições de trabalho ao analista.
Como dito anteriormente, estamos construindo uma IDE. É algo pioneiro aqui no Estado e tudo será em plataforma livre. Já iniciamos com a sistematização de todos os dados disponíveis, implantamos o i3Geo como interface interativa e, atualmente, estamos trabalhando para colocar em prática o catálogo de metadados por meio do Geonetwork. Tudo isso pensando em socializar conhecimentos com técnicos do Instituto e quem sabe, para todo o Brasil.
Gostaria de agradecer o convite para esta entrevista e parabenizar por mais esta iniciativa. Seu trabalho de compartihar conhecimento em seu blog é fantastico. Seu trabalho é de alto nível!
Queremos agradecer ao amigo Luís Lopes por nos conceder esta entrevista que certamente agregou grande valor ao conteúdo de nosso site, em especial nesta série de entrevistas.
O que vocês acharam desta matéria? Já conheciam o trabalho desenvolvido por este grande profissional da área de Geotecnologias? Deixem seus comentários.
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.

Clique nas opções abaixo para fazer o download do tutorial.
Nível de Usuário: Intermediário
Mudanças na resolução radiométrica de imagens de satélite podem ser realizadas no Quantum GIS através da Álgebra de Mapas.
Neste tutorial vamos conferir a fórmula utilizada para conversão de um raster de 16 bits para 8 bits. Este documento traz uma lista de todos os intervalos e suas possíveis aplicações.
Em PDI (Processamento Digital de Imagens), essa tarefa é conhecida como Rescale.
O raster aberto no Quantum GIS é uma imagem de satélite Ikonos bruta (sem nenhum processamento), com três bandas e com tamanho de pixel de 1 metro (se a sua imagem estiver escura, acesse as Propriedades da Camada, guia Estilo. Modifique a opção Melhorar Contraste para Estender para MinMax:

Nas Propriedades da Camada, temos informações importantes sobre a imagem na guia Metadata. Para verificar a quantidade de níveis de cinza em cada banda, acesse as Propriedades da Camada, guia Estilo. No Campo Carregar Valores Min/Max da Banda, clique na opção Real e pressione o botão Carrega. Os valores Min/Max de cada banda serão exibidos. Guarde estes valores.

Usaremos a seguinte equação para transformar cada banda de 16 bits para 8 bits:
( ( Raster - Valor Min Raster)*( Valor Max da Escala - Valor Min da Escala )/
( Valor Max Raster - Valor Min Raster ) ) + Valor Min da Escala
Execute o plugin RasterCalc (para instalar essa calculadora, basta clicar no menu Complementos – Buscar Complementos Python). Digite a fórmula abaixo para processar a primeira banda:
( ( [po_235348_rgb_0000000]@1 - 0)*( 255-0 )/( 2047 - 0 ) ) + 0
Selecione a opção Byte (Inteiro Não Sinalizado de 8 bits) e indique um local de saída para a banda 1. Clique no botão Calculate:

( ( [po_235348_rgb_0000000]@2 - 0)*( 255-0 )/( 2047 - 0 ) ) + 0
Pressione no botão Calculate para processar a Banda 2 e modifique o nome do arquivo de saída. Há poucas alterações na fórmula em relação à expressão anterior.

( ( [po_235348_rgb_0000000]@3 - 0)*( 255-0 )/( 1982 - 0 ) ) + 0
Atenção: aqui o Valor Máximo da Banda 3 é 1982. Clique no botão Fechar para sair da Calculadora Raster.

Para verificar os resultados, faça um stack das bandas através do menu Raster – Miscelânea – Mosaico. Ajuste as opções abaixo:

Uma nova imagem em 8 bits será criada. Experimente abrir a imagem num aplicativo que não suporta dados em 16 bits como o Photoshop. O dado será visualizado perfeitamente:
Imagem colorida aberta no programa Adobe Photoshop
Agora você pode utilizar o Quantum GIS para realizar a Transformação Radiométrica. O processo pode ser executado no GDAL, GRASS, ENVI e muitos outros. A ESRI preparou um help para o ArcGIS que contém outras composições que podem ser realizadas através da Calculadora Raster. Experimente e compartilhe conosco o seu aprendizado.
Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail contato@processamentodigital.com.br
Para quem utiliza o facebook, aqui estão excelentes formas de tirar partido desta plataforma a nível profissional no que diz respeito a conteúdos relacionados com Informação Geográfica e Location Intelligence.
Página Inovação em Sistemas de Informação – Página com os conteúdos deste blog e muitos outros conteúdos e informação relacionados;
Grupo LusoGIS – Discussão sobre Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica em Português. A partir dela poderá expôr ou esclarecer todas as suas dúvidas científicas e técnicas (independentemente do software utilizado), assim como recolher, divulgar e partilhar informação relacionada (eventos, cursos de formação, divulgação bibliográfica, bolsas de estudo, ofertas de emprego, etc);
Grupo Geotecnologias – Grupo para divulgar notícias e informações sobre Geotecnologias, suas ferramentas e aplicações. Publicam-se também sobre vagas de emprego na área, cursos e concursos. Há espaço para divulgar seus próprios produtos e serviços na área de Geoprocessamento e Geoinformação;
Façam parte desta rede e partilhem!
Dica em Sistemas de Informação Geográfica (SIG): Imagine a situação onde temos um grande conjunto de pontos que recobrem uma extensa região geográfica. Como podemos selecionar neste universo apenas aquelas entidades que estão inseridas em uma área delimitada por um polígono, por exemplo? Neste tutorial vamos aprender trabalhando com dados vetoriais como selecionar por localização usando o software livre Quantum GIS (QGIS).
Nesse caso ilustrativo vamos utilizar uma camada poligonal constituída por 1.135 municípios, que formam a região conhecida como Semiárido Brasileiro (imagem abaixo). Caso queira obter este arquivo shapefile deixe seu pedido através de um comentário nesta postagem para que eu possa lhe enviar posteriormente por e-mail.

Criei uma camada com, 2.800 feições, formada por pontos gerados aleatóriamente no QGIS. Chamamos aqui essa camada de “Ocorrencia”. Na imagem a seguir você confere a visualização das duas camadas no ambiente SIG.

O primeiro passo que daremos é selecionar o polígono que servirá como base (limite) de localização dos pontos que desejamos selecionar. Você tanto pode selecionar o objeto manualmente ou realizando uma consulta utilizando os recursos que o QGIS oferece.
Note que há diversas entidades pontuais sobre o polígono. Como você poderia saber quantas delas estão sobre este polígono em destaque? Você não precisa fazer a contagem visualmente.

Acesse o Menu: Vetor > Investigar > Selecionar pela Localização.

Na janela que será aberta indique em “Selecionar feições em” qual camada terá feições selecionadas, neste caso a camada pontual Ocorrencia. Na opção “que cruzem feições em” indique a camada poligonal que será nossa referência (Semiárido, no exemplo), não esquecendo de marcar a caixa “Use apenas feições selecionadas“. Depois disso clique em Ok. Em seguida, feche a janela.

Além de visualizar no mapa, abrindo a tabela de atributos você pode verificar quantas feições foram selecionadas. Em nosso exemplo, foram 45 entidades do total de 2.800 pontos.

Entenderam a praticidade desta funcionalidade do Quantum GIS? Caso tenham alguma sugestão de tema para um tutorial de algum programa de Geoprocessamento, entre em contato.
Assine nosso Feed e receba nossas atualizações por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias.
por Lisete Osório (noreply@blogger.com) em Abril 25, 2013 04:35
por J. Carlos Jr. (noreply@blogger.com) em Abril 25, 2013 02:54
por Luís Lopes (noreply@blogger.com) em Abril 25, 2013 11:30
Como forma de integrar e aproximar as instituições que trabalham com Sensoriamento Remoto, a coordenação local do Grupo de Trabalho de Sensoriamento Remoto do Centro Regional de Belém promoverá capacitação em geotecnologias no aplicativo Quantum GIS 1.8.0. O primeiro curso, que começou na segunda-feira (15) e termina amanhã (19), tem 21 participantes das instituições parceiras. O próximo curso começa em 22 a 26 de abril, com carga horária de 40 horas.