Planeta SIG - Portugal

January 20, 2021

Fernando Quadro (BR)

PostGIS 3.1 – Suporte de função com precisão fixa

Um dos novos recursos que vem no PostGIS 3.1 é o suporte à precisão fixa. Este novo recurso faz parte das novas implementações da biblioteca GEOS 3.9.

Já existem algumas funções que possuem esse novo recurso, são elas: ST_Subdivide, ST_Union, ST_SymDifference, ST_Union e ST_UnaryUnion. O recurso no ST_Union, por exemplo, deve melhorar muitos casos em que as pessoas encontram exceções topológicas. Para uma primeira visão, vamos ver como o suporte de precisão fixa afeta a função ST_Subdivide.

Vou dar uma rápida demonstração de como isso funciona cortando o estado de Massachusetts, que faz parte do arquivo de limites estaduais do censo americano. A geometria original se parece com isto:

SELECT geom 
FROM states 
WHERE stusps = 'MA';



1. Subdivisão de precisão dupla

Se utilizarmos a maneira antiga, usando o sistema de coordenadas de precisão dupla – isso resultará em 39 linhas numeradas, e será visualizado conforme a imagem abaixo:

SELECT f.ord, f.sd_geom
FROM states, 
  ST_Subdivide(states.geom, 300) WITH ORDINALITY AS f(sd_geom,ord) 
WHERE stusps = 'MA';



2. Subdivisão de precisão fixa

Agora vamos tentar isso usando uma precisão de escala fixa de 0,001 graus. Como acontece com a maioria das coisas PostGIS, as unidades são conforme o sistema de referência espacial. Neste caso, temos NAD 83 (long/lat), então estamos definindo a precisão fixa em 0,001 graus. Se fosse uma camada do Brasil, com SIRGAS 2000, SAD69, WGS 84 baseadas em coordenadas geográficas (lat/long) também utilizaríamos a mesma lógica em graus. Isso só seria diferente se a informações estivesse em UTM ao invés de Lat/Long, nesse caso ao invés de graus utilizaríamos como unidade de medida, o metro.

SELECT f.ord, f.sd_geom
FROM states ,
 ST_Subdivide(states.geom, 300,0.001) WITH ORDINALITY AS f(sd_geom,ord) 
WHERE stusps = 'MA';



O resultado é que acabamos com 10 linhas em vez de 39. Você pode perceber que as bordas são um pouco mais suaves do que a imagem anterior. Isso ocorre porque em uma precisão fixa, quando a geometria é sobreposta na grade fixa, os pontos menores do que o tamanho da grade se tornam um, resultando em menos pontos, portanto, maior extensão da área antes de atingir um limite de 300 pontos subdivididos e também uma imagem mais uniforme.

Conforme você aumenta o tamanho da grade, você obtém um resultado mais “pixelado”. Aqui aumentamos nosso tamanho de grade para 0,1 grau e acabamos com a fidelidade do PacMan. O resultado são 2 linhas de geometrias muito “pixeladas”, veja:

SELECT f.ord, f.sd_geom
FROM states, 
 ST_Subdivide(states.geom, 300,0.1) WITH ORDINALITY AS f(sd_geom,ord) 
WHERE stusps = 'MA';



Este post foi escrito originalmente por Regina Obe e foi traduzido e adaptado livremente por este blog.

Fonte: Boston GIS

por Fernando Quadro em January 20, 2021 11:00 AM

Geo innova

Apps para identificar cimas y montañas con el teléfono móvil

Itziar Almárcegui , en la colaboración semanal de Geoinnova en el podcast Actualidad y Empleo Ambiental ,recomendó distintas apps para identificar cimas y montañas.

El artículo Apps para identificar cimas y montañas con el teléfono móvil aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em January 20, 2021 03:59 AM

January 18, 2021

Blog IDEE (ES)

Las IDEs didácticas



Cada vez son más los nodos IDE que incorporan entre sus contenidos un apartado dedicado a la enseñanza. Generalmente son recursos educativos gratuitos y de calidad, los llamados REA (recursos educativos de libre acceso), materiales de enseñanza, aprendizaje o investigación publicados bajo una licencia abierta que permiten su reutilización, adaptación y distribución con fines educativos. 

La IDE de Aragón dispone de una «IDE didáctica» para aprender o enseñar geografía a través de juegos. Es una herramienta pública, libre, gratuita y colaborativa disponible también a través de una aplicación para dispositivos móviles.

También, la IDE de Illes Balears (IDEIB) dispone de juegos educativos, orientados a alumnos de primaria y secundaria para conocer la geografía de las Islas Baleares

El Instituto de Estadística y Cartografía de Andalucía (IECA) contiene en su web una serie de recursos didácticos de cartografía en general, que van desde diferentes mapas sobre la comunidad andaluza hasta una yincana o juegos de distinto nivel de dificultad. 

La IDE de Extremadura dispone de una página web muy divertida, dedicada a juegos, concursos, mapas y visualizadores para el aprendizaje, según diferentes rangos de edad, sobre distintos temas geográficos de la Comunidad Autónoma de Extremadura


A su vez, el Instituto Geográfico Nacional (IGN) ha ido ampliado su oferta educativa añadiendo mapas, vídeos y juegos a sus recursos didácticos. Recientemente ha incorporado la app GeoSapiens, con mapas interactivos para estudiar la geografía física, política y el paisaje de España y del mundo. Esta aplicación es bilingüe, español e inglés, y tiene la ventaja de que la mayoría de los juegos no requieren conexión a internet.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em January 18, 2021 10:59 PM

Luís Sadeck (BR)

OBIA no QGIS

Se quiser entender um pouco mais sobre o assunto, eu recomendo os posts:classificacao-orientada-a-objeto-obia-enviclassificacao-orientada-a-objeto-consideracoes Gostou do assunto? Ele te ajudou de alguma forma? Ajuda a gente tb?! No vídeo e aqui na página tem os nossos PIX e PciPayUm abraço!

por sadeckgeo em January 18, 2021 01:47 PM

Fernando Quadro (BR)

PostGIS 3.1 – Geradores de grades

No último mês, foi lançada oficialmente a versão 3.1 do PostGIS, extensão espacial do PostgreSQL e com ela algumas novidades como a que iremos ver neste post, que são os geradores de grades.

Resumir dados em uma grade fixa é uma maneira comum de preparar dados para análise. As grades fixas têm algumas vantagens sobre os limites naturais e administrativos:

  • Sem apelo às autoridades superiores
  • Áreas de unidade iguais
  • Distâncias iguais entre as células
  • Bom para passar dados do domínio computacional “espacial” para um domínio “não espacial”

Idealmente, queremos ser capazes de gerar grades que tenham alguns recursos-chave:

  • Ponto de origem fixo, de modo que a grade pode ser gerada novamente e não se mover
  • Coordenadas de células fixas para um determinado tamanho de célula, de modo que a mesma célula possa ser referida apenas usando um endereço de célula, sem ter que materializar os limites da célula

A função ST_SquareGrid (tamanho, limites) gera uma grade com uma origem em (0, 0) no plano de coordenadas e preenche os limites dos quadrados da geometria fornecida.

SELECT (ST_SquareGrid(400000, ST_Transform(a.geom, 3857))).* 
FROM admin a  
WHERE name = 'Brazil';

Portanto, uma grade gerada usando a geometria do Brasil como referência tem esta aparência.



A função ST_HexagonGrid (tamanho, limites) funciona da mesma forma que a função de grade quadrada.

Os hexágonos são populares para alguns fins de exibição cartográfica e de modelagem. Surpreendentemente, eles também podem ser indexados usando o mesmo esquema de indexação bidimensional dos quadrados.

A grade do hexágono começa com um hexágono (0, 0) centralizado na origem, e a grade para os limites incluem todos os hexágonos que tocam os limites.



Tal como acontece com a grade quadrada, as coordenadas dos hexágonos são fixas para um tamanho de grade específico.

SELECT (ST_HexagonGrid(100000, ST_Transform(a.geom, 3857))).* 
FROM admin a  
WHERE name = 'Germany';

Aqui está uma grade hexagonal de 100 km da Alemanha:



É possível materializar resumos baseados em grade, sem realmente materializar as grades, usando as funções do gerador para criar as grades desejadas em tempo real.

Aqui está um resumo dos pontos de população, usando uma grade hexadecimal:

SELECT sum(pop_max) as pop_max, hexes.geom
FROM
    ST_HexagonGrid(
        4.0,
        ST_SetSRID(ST_EstimatedExtent('places', 'geom'), 4326)
    ) AS hexes
    INNER JOIN
    places AS p
    ON ST_Intersects(p.geom, hexes.geom)
GROUP BY hexes.geom;

Também é possível unir grades dinâmicas a ferramentas de visualização, para experiências de usuário mais dinâmicas, basta você adicionar essas visões ao seu GeoServer, por exemplo.



Este post foi escrito orignalmente por Paul Ramsey em inglês e foi traduzido e adaptado livremente por este blog.

Fonte: Crunchy Blog

por Fernando Quadro em January 18, 2021 11:00 AM

Geo innova

Como trabajar con estadísticas Catastrales y Tributarias de España

Estadísticas catastrales y tributarias

La Sede Electrónica del Catastro ofrece de manera libre y gratuita la publicación de estadísticas catastrales y tributarias. Esta información ayuda a conocer el funcionamiento, características y evolución del catastro español y tributario.

El artículo Como trabajar con estadísticas Catastrales y Tributarias de España aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em January 18, 2021 03:57 AM

January 15, 2021

Blog IDEE (ES)

Base Cartográfica de Andalucía 1:10.000

El mes pasado el Instituto de Estadística y Cartografía de Andalucía (IECA) publicó las últimas 121 hojas de la Base Cartográfica de Andalucía 1:10.000 (BCA), con lo que se ha completado una cartografía topográfica a escala 1:10.000 homogénea y de gran calidad para todo su territorio.

La elaboración de la BCA ha supuesto un nuevo sistema de producción cartográfica, que combina técnicas topográficas tradicionales, como la restitución, con métodos cartográficos de conflación que han permitido incorporar datos externos procedentes de registros oficiales.

La Base Cartográfica de Andalucía 1:10.000 refleja la realidad del terreno con gran exactitud y corrección. Así, por ejemplo, se podría seguir el recorrido de una gota de agua desde el nacimiento del río Guadalquivir hasta su desembocadura en el mar, conociendo gracias a la BCA, la pendiente con la que fluye, la longitud del túnel por el que cruza una carretera, si las orillas son llanas o escarpadas, si en su camino encuentra un sumidero por el que desaparece bajo tierra y aparece de nuevo en una fuente a kilómetros de distancia, etc.


La culminación de los trabajos y su publicación supone un gran hito desde el punto de vista cartográfico tanto por la calidad de los resultados obtenidos como por el plazo de ejecución, pues se han restituido, editado y publicado 8.759.700 hectáreas en 9 años.

La información está disponible para su descarga directa como datos abiertos y bajo una licencia CC BY 4.0, en formato shape y dwg, a través de la aplicación web Base Cartográfica de Andalucía. Descargas.

También se ha creado el servicio de visualización WMS de la BCA que permite a los usuarios contar con la versión más actualizada de la información sin necesidad de descargar ficheros de datos actualizados.


Publicado por la editora.


por editor (noreply@blogger.com) em January 15, 2021 04:17 PM

Geo innova

Agenda de cursos en Enero y Febrero

Ya tienes disponible a agenda de cursos de Geoinnova para los meses de enero y febrero, no te pierdas las novedades formativas que traemos.

El artículo Agenda de cursos en Enero y Febrero aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em January 15, 2021 04:00 AM

January 14, 2021

MappingGIS [ES]

Amazon Location Service: servicios de mapeo con Esri y HERE

La plataforma en la nube de Amazon, Amazon Web Services (AWS), ha lanzado un nuevo servicio que proporciona a los desarrolladores acceso a mapas y servicios basados en la ubicación de múltiples proveedores de datos geoespaciales: Amazon Location Service. Con un precio muy inferior a alternativas como Google Maps, Amazon Location Service nos brinda estos ...

Leer másAmazon Location Service: servicios de mapeo con Esri y HERE

Amazon Location Service: servicios de mapeo con Esri y HERE

por Aurelio Morales em January 14, 2021 03:16 PM

Geo innova

Ejecutando R en FME Desktop

R y su transformador RCaller

R es un lenguaje y entorno para gráficos y computación estadística utilizado principalmente por científicos de datos que puede entregarse con los SIG.

El artículo Ejecutando R en FME Desktop aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em January 14, 2021 04:00 AM

January 13, 2021

Geo innova

¿Qué es la educación ambiental?

La educación ambiental es fundamental para preservar el medioambiente.

La educación ambiental es enseñar, tanto a niños como adultos, temas de carácter ambiental. Consiste en hacer comprender de manera sencilla los complejos mecanismos que suceden en el medio ambiente, utilizando conceptos fáciles de comprender y herramientas que hagan amena la explicación.

La clave de la educación ambiental es hacernos ver que somos parte de eso que llamamos medio ambiente y que por ello debemos preservarlo para asegurar nuestra propia supervivencia.

El artículo ¿Qué es la educación ambiental? aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em January 13, 2021 04:00 AM

January 12, 2021

TYC GIS Formacion

La nueva versión de Mapbox para trabajar en 3D

Acaba de salir la nueva versión de la API de desarrollo Mapbox GL JS, entre cuyas nuevas aportaciones se encuentran la posibilidad de incluir una cámara en las visualizaciones 3D y se ha renderizado la carga de la información 3D por lo que su visualización es mucho más dinámica.

La instalación de esta API es muy sencilla. Para empezar, es necesario que estés dado de alta como usuario ya que deberás incluir un “token de acceso” que hay que incluir en el código, así como un estilo creado por ejemplo en “Mapbox Studio”.

Para desplegar la API puedes hacerlo integrando unas simples líneas de código en un archivo html.

Incluir en un visor los edificios en 3D de tu zona de interés.

Si lo queremos complicar un poco más podremos editar el código y comprobar los avances de esta versión con la nueva API de la cámara. Hay muchos ejemplos que puedes curiosear.

La única pega de todo esto , el contador del servicio gratuito va avanzando conforme alguien carga un mapa en la web, por lo que deberás controlar esa evolución si no quieres llevarte un susto.

Si quieres aprender más sobre este tipo de aplicaciones desde TYC GIS te ofrecemos varios cursos: «CURSO DE DESARROLLO DE APLICACIONES WEB GIS CON ESRI, CARTO, MAPBOX Y GOOGLE MAPS«, «CURSO DE DESARROLLO DE APLICACIONES WEB GIS OPEN SOURCE CON OPEN LAYERS Y LEAFLET» o el  «CURSO DE ESPECIALISTA EN WEB GIS«.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

La entrada La nueva versión de Mapbox para trabajar en 3D se publicó primero en Cursos GIS | TYC GIS Formación.

por Beatriz Ramos López em January 12, 2021 09:21 AM

Blog IDEE (ES)

Conferencia Cartográfica Internacional 2021


La Conferencia Cartográfica Internacional tendrá lugar del 14 al 18 de diciembre de 2021, en Florencia (Italia). Originalmente, el evento estaba programado para julio de 2021 pero ante la incertidumbre sobre cómo evolucionará la pandemia, los organizadores y el Comité Organizador Local de la Asociación Cartográfica Italiana (ACI) han decidido retrasar la conferencia y elegir como nueva ubicación la Universidad de Florencia

La novedad de este año es que la ICC2021 será una conferencia híbrida, de modo que permitirá tanto la participación presencial como mediante acceso remoto. Esta es la primera vez que la ACI ofrece esta opción. La ventaja de realizar el evento de una manera híbrida es que abre el acceso a más participantes y hace posible que aquellos que no pueden viajar o con recursos limitados experimenten los beneficios de un evento cartográfico internacional. 

El plazo para enviar un artículo completo para revisión es el próximo 15 de enero y la fecha límite para el envío de resúmenes es el 26 de marzo. Las opciones de inscripción a la conferencia se publicarán en breve. A medida que se decidan más detalles, se irá anunciando la información en el sitio web de la conferencia.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em January 12, 2021 09:03 AM

January 11, 2021

TYC GIS Formacion

Creación de mapas animados con el complemento Time Manager en QGIS

Ahora con QGIS resulta más fácil la manera de generar visualizaciones de series temporales y es gracias a el complemento Time Manager que es posible la creación de mapas animados.

Complemento Time Manager

Time Manager agrega controles de tiempo a QGIS. Con estos controles de tiempo, puede animar entidades vectoriales en función de un atributo de tiempo. También hay un soporte de capa ráster experimental y soporte para interpolación entre geometrías de puntos. Puede crear animaciones directamente en la ventana del mapa y exportar series de imágenes.

¿Qué se necesita para crear un mapa de animaciones?

Una vez instalado en complemento Time Manager, se requiere una capa vectorial la cual debe contener además de la localización espacial de los datos, un atributo que cumpla como referencia a la fecha y hora del evento que representa el elemento. También es posible que Time Manager trabaje con capas ráster cargadas en QGIS que contengan componente temporal.

Como crear un mapa animado en QGIS con Time Manager

En el siguiente tutorial vamos a Crear un mapa Animado de los sismos registrados en la República Mexicana en un lapso de 4 años, para disminuir los datos, solo se trabajará con sismos cuya magnitud sean superiores a 5 en la escala de Richter.

Instalación del complemento Time Manager

Debemos instalar Time Manager

Complementos > Administrar e instalar complementos > Time Manager.

Ya una vez instalado accedemos a la interfaz desde el menú

Complementos > Time Manager > Toggle Visibility

En la parte inferior del lienzo del mapa se debe desplegar una ventana, donde esta permite configurar y controlar la animación (se compone de un reproductor de la animación y los botones de configuración, exportación y gestión de las escenas)

Configuración del mapa animado

En el panel de configuración de capas, se debe añadir la capa de puntos con la localización de sismos (se añade la capa que deseas utilizar para el mapa animado) cargada en QGIS haciendo click en add layer.

Se debe seleccionar el campo que contenga el valor del evento, aunque el plugin los detecta automáticamente es necesario revisar que los campos sean los correctos.

Desde el mismo cuadro de configuración podremos especificar los controles del contador de tiempo y otras opciones extras. Se debe activar la opción Display frame start time on map para que se muestre dicho cuadro de lienzo en el mapa y sea visible la animación.

Recomendamos marcar la opción looping animation para que se reproduzca la escena desde el inicio una vez que termine de manera infinita.

Time display options nos permite acceder a la configuración y apariencia de la leyenda del contador temporal.

Visualización del mapa animado

Una vez concluidas las configuraciones requeridas, regresamos a la ventana de control de Time Manager.

En esta podemos especificar el lapso de tiempo que ocupara la escena, esta adecuada al número de registros y el espacio temporal total del conjunto de datos.

Marcaremos también el momento de inicio de la animación haciéndola coincidir, por ejemplo, con la fecha y hora del primer registro ordenado temporalmente.

Para poder reproducir la escena deberemos hacer clic en el botón de encendido/apagado de Time Manager. A continuación, haremos clic en el botón de reproducir la animación.

Si todo se ha configurado correctamente, podremos ver la evolución temporal de los Sismos en México desde 2017 hasta el 2020, apareciendo y desapareciendo los puntos que se corresponden con los eventos registrados.

Exportando la animación creada desde Time Manager

La última opción que permite realizar Time Manager es exportar el mapa animado con QGIS. Para ello, desde el panel de control de Time Manager haremos clic en exportar.

En el cuadro de diálogo abierto, deberemos especificar una ruta para guardar los archivos.

Ahora ya estás listo para realizar tus primeros mapas animados desde QGIS.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

La entrada Creación de mapas animados con el complemento Time Manager en QGIS se publicó primero en Cursos GIS | TYC GIS Formación.

por Jocelin Palomeque em January 11, 2021 12:47 PM

Geo innova

Interpolación Kriging con SAGA

SAGA

SAGA (System for Automated Geoscientific Analyses), es un software gratuito, de código abierto, diseñado para la implementación de algoritmos espaciales y visualización de información geoespacial.

El artículo Interpolación Kriging con SAGA aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em January 11, 2021 04:00 AM

January 10, 2021

Geo-Divagações

O ano passado (2020) o mapas.sapo.pt deixou de existir

 

Entretanto meteu-se o Covid, e não sei precisar a data exacta da extinção do serviço de mapas. Dei por ela em meados do ano de 2020. Já estamos em 2021.

No entanto, a correspondente API continua disponível http://api.mapas.sapo.pt/

E os seviços dos quais já cá falei também. Por exemplo,

http://services.sapo.pt/Maps/SearchJSON?version=1.0&q=1149-002%20Terreiro%20do%20Pa%C3%A7o&recordsPerPage=10&pageNumber=1&jsonTag=json647115

 

Mais, o acesso aos tiles também. Por exemplo,

http://map1.mapas.sapo.pt/images/terrain/11/000/000/973/000/001/262.png

 

E tratando-se de layers Tilecache do tipo 

DiskCache -- Store files on disk. (Files stored in directories like basic/0/000/001/053/000/021/052.png)

um pequeno exemplo de acesso via Openlayers,


<html xmlns="http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">
<head>
<title>OpenLayers</title>

<script type="text/javascript" src="http://openlayers.org/api/OpenLayers.js"></script>
<script>

    var map, layer;
    
    function init(){

        var options = {
            projection: "EPSG:900913",
            maxExtent: new OpenLayers.Bounds(
                -128 * 156543.0339, -128 * 156543.0339,
                128 * 156543.0339, 128 * 156543.0339
            ),
            maxResolution: 156543.03390625,
            numZoomLevels: 19,
            units: "m",
            buffer: 1,
            transitionEffect: "resize",
            tileOptions: { crossOriginKeyword: null }
        };
                  
        map = new OpenLayers.Map( 'map', options);

        var  serverUrls = [
                    'http://map1.mapas.sapo.pt/images/',
                    'http://map2.mapas.sapo.pt/images/',
                    'http://map3.mapas.sapo.pt/images/',
                    'http://map4.mapas.sapo.pt/images/',
                    'http://map5.mapas.sapo.pt/images/',   
                    'http://map6.mapas.sapo.pt/images/'                                   
                ];                       
           
        var layer =
    
            new OpenLayers.Layer.TileCache(
                "Sapo Mapas Terreno",
                serverUrls,
                "terrain"
            );           
           
        map.addLayer(layer);
        map.setCenter(new OpenLayers.LonLat(-890555.93, 4885425.81), 8);
    }

</script>

</head>
<body onload="init()">
<div id="map" </div>
</body>
</html>





por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em January 10, 2021 01:40 AM

January 09, 2021

Geo-Divagações

Se alguém precisar de um especialista em SIG da OE

 

Tipo Páginas Amarelas. Podem precisar de um especialista em SIG, assim como quem precisa de um canalizador.

https://www.ordemengenheiros.pt/pt/a-ordem/pesquisa-de-membros/

ANA CLÁUDIA MOREIRA TEODORO
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Norte        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Carla Alexandra Ferreira Lima Duarte
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Carla da Graça Dias Vaz Paulo
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

CARLOS AUGUSTO MOREIRA FERREIRA
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Norte        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

João Luis Gustavo de Matos
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

João Sérgio Marques Pinto
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Centro        Especialista     Sistemas de Informação Geográfica

Jorge Alexandre Caldeira Gonçalves de Almeida
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Centro        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Jorge Manuel Dias Coutinho Lopes
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Luis Correia Antunes
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Centro        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

MARCO ANTÓNIO CAMPOS LIMA CARVALHO
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Norte        Especialista     Sistemas de Informação Geográfica

MARIA ALEXANDRINA SILVA MENESES
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Norte        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Paula Alexandra dos Santos Vidal Pereira
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Paulo Nuno Barbosa Sampaio
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Norte        Especialista     Sistemas de Informação Geográfica

PEDRO JORGE SILVA GUIMARÃES
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Norte        Especialista     Sistemas de Informação Geográfica

Rita Maria Mendo Trigo Chichorro Rodrigues da Costa Mestre
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Açores        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

SANDRA ISABEL OLIVEIRA ALVES
    Membro Efetivo     Geográfica     Região Norte        Especialista     Sistemas de Informação Geográfica
    
Fernando José Pereira Gil
    Membro Efetivo     Agronómica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Luís Cláudio de Brito Brandão Guerreiro Quinta-Nova
    Membro Efetivo     Agronómica     Região Centro        Especialista     Sistemas de Informação Geográfica

Maria Margarida Garcia Laginha Serafim
    Membro Efetivo     Agronómica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Paulo Alexandre Justo Fernandez
    Membro Efetivo     Agronómica Ambiente     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Ana Luísa Mendes de Almeida Correia da Cunha
    Membro Efetivo     Ambiente     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Maria Alexandra Silva Rocha da Fonseca
    Membro Efetivo     Ambiente     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Maria Beatriz Marques Condessa
    Membro Efetivo     Ambiente     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Maria Rita Rodrigues Carmona Nicolau
    Membro Efetivo     Ambiente     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Paulo Alexandre Justo Fernandez
    Membro Efetivo     Agronómica Ambiente     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

João Afonso Ramalho Sopas Pereira Bento
    Membro Efetivo     Civil     Região Sul        Engenheiro Nível 2     Sistemas de Informação Geográfica

João António da Cruz Ribeiro da Costa
    Membro Efetivo     Civil     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

JOSÉ FERNANDO GOMES MENDES
    Membro Efetivo     Civil     Região Norte        Conselheiro     Sistemas de Informação Geográfica

Rodrigo de Almada Cardoso Proença de Oliveira
    Membro Efetivo     Civil     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica
Hidráulica e Recursos Hídricos

Rui Antonio Rodrigues Ramos
    Membro Efetivo     Civil     Região Norte        Engenheiro Nível 2     Sistemas de Informação Geográfica

Rui Manuel Santos Gonçalves Henriques
    Membro Efetivo     Civil     Região Sul        Engenheiro Nível 2     Sistemas de Informação Geográfica

Vítor Manuel Valente Lopes Dias
    Membro Efetivo     Eletrotécnica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica
    
Luís Jorge dos Santos Gouveia Marques Gonçalves
    Membro Efetivo     Geológica e de Minas     Região Centro        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

AURELIO NOGUEIRA VALENTE PIRES
    Membro Efetivo     Informática     Região Norte        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica

Mário Rui Fonseca dos Santos Gomes
    Membro Efetivo     Informática     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica
    
Carlos Manuel Carreira da Conceição Coucelo
    Membro Efetivo     Mecânica     Região Sul        Sénior     Sistemas de Informação Geográfica
 


por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em January 09, 2021 11:54 PM

Blog IDEE (ES)

El paso de la borrasca Filomena por España


El visualizador Windy nos permite seguir el pronostico del tiempo y ver como van a ir evolucionado los vientos, nieve, temperatura y otros fenómenos atmosféricos en todo el mundo.

Este visualizador, del que ya hablamos una vez en este blog, es bastante conocido, lleva desde 2014 en funcionamiento y es una pena que no este realizado con servicios interoperables porque la verdad es que, a parte de ser muy completo, es un gran proyecto.

Entre los datos que refleja está el de la nieve que se espera para las próximas 12 o 24 horas y para los siguientes 3, 5 o 10 días, según diferentes modelos meteorológicos, NEMS, ICON, ECMWF y GFS. Otra información que incluye son las webcam repartidas por todo el mundo. Ambos datos son interesantes para ir viendo como España se va cubriendo de blanco con el paso de esta borrasca que nos está dejando una nevada de las que quedan en la memoria.

Siempre habrá nieve altanera
que vista el monte de armiño
y agua humilde que trabaje
en la presa del molino.
Y siempre habrá un sol también
un sol verdugo y amigo
que trueque en llanto la nieve
y en nube el agua del río.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em January 09, 2021 07:51 PM

January 08, 2021

Blog IDEE (ES)

¿Dónde están estos cables submarinos?

 


TeleGeography ha creado un visualizador para localizar y consultar la información de los cables submarinos conectados entre países y repartidos por todo el mundo.

A principios de 2020, había aproximadamente 406 cables submarinos en servicio en todo el mundo. El número total de cables cambia constantemente a medida que entran en servicio nuevos cables y se retiran los más antiguos. 

Actualmente, hay más de 1,2 millones de kilómetros de cables submarinos en servicio a nivel mundial. Algunos cables son bastante cortos, como el cable CeltixConnect de 131 kilómetros entre Irlanda y Reino Unido. Por el contrario, otros son increíblemente largos, como el cable Asia-America Gateway de 20.000 kilómetros. 

Las rutas que se reflejan en el visualizador están estilizadas y no reflejan la posición real tomada por los sistemas. Los cables se colocan siguiendo el camino más seguro para evitar zonas de falla, zonas de pesca, áreas de anclaje y otros peligros que pudieran dañarlos.

El visualizador incluye la siguiente información sobre cada sistema de cable submarino: 
  • Nombre oficial 
  • Fecha de puesta en servicio (RFS) 
  • Longitud  en kilómetros 
  • Propietarios del sistema
  • URL oficial 
  • Puntos de anclaje

Lástima que no esté implementado con servicios OGC, conforme a la ISO 19128 y siguiendo las recomendaciones de UN-GGIM.


Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em January 08, 2021 10:20 AM

Geo-Divagações

Deixa o teu parceiro SIG antes que ele te deixe

Nota: é o parceiro SIG. Esta postagem não tem nada a ver com idealogia de género. É ver o nome do Blogue.

Toda aquela conversa de "clientes", "parceiros", "ecosistema", "casa-mãe", "o representante", "revendedor", "evangelizador técnico", "conferência de parceiros de negócio", "account manager", "application engineer" ... utilizada pelos "players", ... todo esse arrozoado não caiu do céu.

Pessoalmente prefiro falar em "técnico pré-venda", "técnico pós-venda", "ser ou não ser staff no fórum xpto", "cidadãos de segunda"!!, "a ralé do SIG"!!!

E até pode levar à pergunta: mas afinal de contas, de entre todos os intervenientes na cadeia alimentar do SIG, qual é o interveniente mais propenso a que lhe espetem a faca? O sucker?

Convém saber. É que se não souberem, por exclusão de partes, só resta uma possibilidade. Vocês!

Normalmente o cliente final (o das Administrações Públicas) é que leva com a má fama (com a bomboca!). Mas não é. Não pode ser. O dinheiro nem é dele!!! Vem de Bruxelas. Mesmo que só seja comparticipado a 50%, e tenham de pagar IVA, não interessa. Diz-se sempre que é de fundos comunitários. Ademais, ninguém paga do próprio salário. 

E para o gestor de projecto SIG aí de uma chafarica qualquer quanto mais melhor. Andar a gerir projectos de 20k EUR?!! Isso nem é digno de especialistas da OE. Por mais formações em QGIS que a OE faça! Por acaso o coordenador da especialidade também andou a perguntar na respectiva comunidade se o suporte a Bing Maps no Geomedia Desktop (jclopes) já estava pronto! Mas isso são outros quinhentos! [EDIT: acrescente-se que em data posterior a este post o coordenador da especialização em SIG da OE passou a utilizar outro nickname na respectiva comunidade (pepejunior).

O limite de 20k EUR nos Ajustes Directos é só para enfeitar, e bem! Carrega no pedal!! Pelo menos 75k, como era antes de 2018. Por ano. Porque estão sempre a sair novas versões. E, a base.gov é só para entreter gajos como eu que não gostam de PlayStation!

Como é que vão explicar a um autarca, que tenha o 9º ano mal feito, que o Google Earth Pro, apesar de gratuito, não é bem a mesma coisa? Quanto mais caro, mais credível....e ninguém quer andar a exportar camadas para KML só para democratizar o acesso à IG dentro das organizações.

Apesar de haver por aí teses de mestrado sobre isso:


"A disponibilização da informação gráfica e alfanumérica implementada no SIG em ambiente WEB, era um objetivo importante para a empresa SIMLIS pois permitia a qualquer colaborador aceder a qualquer atributo das caixas de visitas ou dos emissários. A empresa optou por recorrer ao Google Earth" (pág. 21)

"Por outro lado, pelo facto de o software G/Interaqua, ser de comercialização e manutenção bastante dispendiosos, a SIMLIS apenas tinha possibilidade de suportar o licenciamento para um computador, o que limitava o acesso à informação das equipas acima descritas, tendo os pedidos e consulta da informação de passar sempre por esta máquina e por quem a operava." (pág. 21)


Estágio Curricular em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e Gestão da Manutenção das Infraestruturas da empresa SIMLIS, S.A. (2015)

Continuando,

Para mim, o sucker típico é a empresa que é parceira, mas também é cliente, e que ainda por cima, tem a casa-mãe a fazer-lhe concorrência, e mais, a empresa está trancada à tecnologia de que é cliente.... E ainda não percebeu. E muito provavelmente já não vai a tempo.

Não foi o caso da AppGeo, 

Em Maio deste ano (2019), foi publicada uma postagem muito interessante da AppGeo, a qual, de entre os service providers registrados na OSGeo, está como core contributor,

Five Years Later: Life After Retirement from the Esri BP Program

Desde que deixaram de ser parceiros da ESRI, há 5 anos, duplicaram o volume de negócios, crescimento a cima do mercado SIG, no mesmo período.

É bom. Deixaram de ser parceiros e passaram "só" a ser clientes. Mas como quando eram parceiros também tinham de ser clientes. Aliás, pelo que dizem ser parceiro só servia para dizer que eram parceiros. E a ESRI não gostava que também fossem parceiros da Google. E a ESRI fazia concorrência nos mesmo contratos. E a ESRI queria que só utilizassem o seu software. E...

É ler a postagem original de 2014,

“Jack wants to talk with you, one-on-one”

Nós por cá não sei bem:

Sei que da Intergraph quando são contratos importantes vem um espanhol de Madrid, para assinar. Se leva o cheque já não sei. 

Quanto à ESRI, mesmo que tenha uma percentagem na sucursal (30%??) certamente que as licenças não são de borla, antes pelo contrário! Pode parecer um paradoxo mas é mesmo assim: aumenta o volume de negócios via software vendido à sucursal, e via partilha de lucros da posição detida na sucursal. Ainda para mais quando se está em posição dominante de mercado!

por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em January 08, 2021 12:51 AM

January 07, 2021

MappingGIS [ES]

Multimapas: página web para ver dos mapas a la vez

Multimapas es una página web que permite ver dos mapas a la vez, uno al lado del otro, o superpuestos. Tenemos multitud de mapas (callejeros, fotografía aérea, curvas de nivel, etc) y de diversos países. Te permitirá ver como era una ciudad a mediados del siglo XX, ver en detalle una ruta por la montaña, ...

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Multimapas: página web para ver dos mapas a la vez

por Aurelio Morales em January 07, 2021 12:19 PM

Blog IDEE (ES)

Del mapa de casos del coronavirus al mapa de las vacunaciones


En febrero de 2020 nos hicimos eco del mapa de casos de coronavirus, sin prever cuánto íbamos a hablar de la COVID-19 durante el 2020, cuánto nos iba a afectar, ni cuánto íbamos a utilizar la información geográfica para hablar de su evolución. En este año, desde un enfoque técnico o como meros usuarios hemos tenido que: 
  • Calcular con la máxima exactitud dónde termina un kilómetro desde nuestro domicilio. 
  • Aprender cuales son los límites de nuestra zona de salud y reconocer en su totalidad los límites de nuestro término municipal para no salirnos de esos límites. 
  • Familiarizarnos con tasas de incidencia, índices... Hemos aprendido que para comparar datos entre territorios es más conveniente la tasa de incidencia por 100.000 habitantes que los datos absolutos. 
  • Convertir en virtuales reuniones y jornadas de todo tipo. 
En la web de la IDEE se ha habilitado un apartado para todas las aplicaciones que se han ido desarrollando. 

El año 2020 acabó con la noticia que estábamos esperando: el inicio de las vacunaciones en todo el mundo. También en ese caso los datos geográficos van a aportar valor añadido al análisis de la información sobre vacunación. 

La página ourworldindata es la primera en abordar esta cuestión desde un punto de vista global. Como se indica su web, no hay bases de datos actualizadas disponibles; mientras tanto, sus administradores se están basando en notas de prensa y anuncios oficiales de fuentes gubernamentales. 


Los datos de esa página tienen una licencia CC BY y se pueden usar libremente para cualquier propósito. También están disponibles para la descarga y el código está disponible con licencia MIT.

Como ya se debatió en una de las mesas redondas de las JIDEE 2020, el reto para 2021 es avanzar en cómo puede contribuir la información geográfica a la epidemiología, más allá de la mera representación de los datos por áreas, aprovechando la experiencia en gestión de la información que se tiene desde otros campos como el medio ambiental o las emergencias.

Publicado por Cecilia Poyatos.

por editor (noreply@blogger.com) em January 07, 2021 10:17 AM

Geo innova

LAStools para trabajar con datos LiDAR de manera profesional

LAStools y su visor lasview

En este artículo vamos a abordar cómo trabajar de manera eficiente y profesional datos LiDAR usando LAStools.

El artículo LAStools para trabajar con datos LiDAR de manera profesional aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em January 07, 2021 04:00 AM

January 05, 2021

MappingGIS [ES]

Cómo subir archivos GIS a un mapa web creado con Leaflet

Cada vez hay más dispositivos que llevan integrados un GPS. Esta tecnología se ha popularizado mucho entre las persona que realizan deportes al aire libre, para grabar sus rutas y registrar su actividad. En consecuencia, el GPS se ha popularizado mucho, siendo utilizado tanto para usos profesiones como de ocio. En paralelo ha surgido un ...

Leer másCómo subir archivos GIS a un mapa web creado con Leaflet

Cómo subir archivos GIS a un mapa web creado con Leaflet

por Jose Luis García Grandes em January 05, 2021 09:28 AM

December 31, 2020

Inteligência Geográfica [BR]

QGIS - Percentual, Área e Extensão da Categoria na legenda

Pessoal, mais uma dúvida que gerou um interessante tutorial para o QGIS. Neste caso a dúvida era para adicionar a área total e percentual da categoria de uma representação categórica na legenda do mapa. Para responder a esta questão preparei o tutorial abaixo. Em breve trarei também em vídeo.

Exemplo de área

"SIGLA_TIPO_ZONEAMENTO" - Campo utilizado como exemplo para Área

round (area ( collect( $geometry , "SIGLA_TIPO_ZONEAMENTO" ) ), 2) - Área da categoria arredondada para duas casas

round (area ( collect( $geometry , @layer )), 2) - Área total da camada

round (( (round (area ( collect( $geometry , "SIGLA_TIPO_ZONEAMENTO" ) ), 2)) / (round (area ( collect( $geometry , @layer )), 2)) * 100.0), 2) - Percentual da área da categoria em relação a área total da camada

Fórmula completa (Proposta): "SIGLA_TIPO_ZONEAMENTO" || ' [Área: ' || round (area ( collect( $geometry , "SIGLA_TIPO_ZONEAMENTO" ) ), 2) || ']' ||' (' ||round (( (round (area ( collect( $geometry , "SIGLA_TIPO_ZONEAMENTO" ) ), 2)) / (round (area ( collect( $geometry , @layer )), 2)) * 100.0), 2) || '%)'

Exemplo de extensão

"TIPO_CANAL" - Campo utilizado como exemplo para Extensão

round (length ( collect( $geometry , "TIPO_CANAL" ) ), 2) - Extensão da categoria arredondada para duas casas

round (length ( collect( $geometry , @layer )), 2) - Extensão total da camada

round (( (round (length ( collect( $geometry , "TIPO_CANAL" ) ), 2)) / (round (length ( collect( $geometry , @layer )), 2)) * 100.0), 2) - Percentual da extensão da categoria em relação a extensão total da camada

Fórmula completa (Proposta): "TIPO_CANAL" || ' [Extensão: ' || round (length ( collect( $geometry , "TIPO_CANAL" ) ), 2) || ']' ||' (' ||round (( (round (length ( collect( $geometry , "TIPO_CANAL" ) ), 2)) / (round (length ( collect( $geometry , @layer )), 2)) * 100.0), 2) || '%)'

Hebert Guilherme de Azevedo - Consultor em Geotecnologias

Adquira nosso curso sobre customização de formulários no QGIS pelo link https://www.udemy.com/course/customizacao-de-formulario-qgis/?referralCode=C4191B7F6339523504BC

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por Hebert Azevedo - Consultor em Geotecnlogias (noreply@blogger.com) em December 31, 2020 04:03 AM

December 30, 2020

Luís Sadeck (BR)

Geo innova

Base de datos EIDOS: recopilación de información sobre especies silvestres

Captura de pantalla de EIDOS

EIDOS es una herramienta creada por el Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico (MITECO) para facilitar el acceso a datos sobre las especies silvestres. En particular, recopila cantidad de información oficial de la flora y la fauna que, de otra manera, habría que buscar por separado

El artículo Base de datos EIDOS: recopilación de información sobre especies silvestres aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em December 30, 2020 03:55 AM

December 29, 2020

Blog IDEE (ES)

Hallan 66 campamentos romanos en Castilla y León y Cantabria a partir de tecnología LiDAR


Los vestigios de las operaciones del ejército romano en el norte de la Península Ibérica siguen latentes dos mil años después. Un equipo de arqueólogos acaba de descubrir 66 nuevos campamentos militares en una zona que abarca el territorio de las actuales provincias de León, Palencia, Burgos y Cantabria. El descubrimiento supone un importante avance en la comprensión de las dinámicas de la conquista romana e incrementa en un tercio los recintos militares descubiertos en esa zona durante las últimas décadas.

Los hallazgos se registraron desde el ordenador durante la pandemia, utilizando métodos no invasivos, sin excavaciones in situ, empleando fotografías e imágenes, tanto aéreas como por satélite, procedentes del Plan Nacional de Ortofotografía Aérea, Modelos Digitales del Terreno (MDT), Modelos Digitales de Superficies (MDS) y Mapa LiDAR, generados a partir de datos de prospección láser (sistema LiDAR) y drones.

Aunque las excavaciones sobre el terreno en busca de pruebas materiales y los análisis radiocarbónicos deberán confirmar que todos son campamentos romanos, a priori las estructuras descubiertas siguen unos estándares muy concretos y son muy reconocibles, como la planta rectangular con esquinas redondeadas

 

El estudio «Following the Roman Army between the Southern Foothills of the Cantabrian Mountains and the Northern Plains of Castile and León (North of Spain)» ha sigo publicado en la revista Geosciences, y ha ubicado cronológicamente estos recintos en los primeros compases del Imperio, entre finales del siglo I a.C. y principios del I d.C. Según sus hipótesis, estas fortificaciones las habrían utilizado los legionarios y militares romanos durante las guerras cántabras (29-16 a.C.), en las operaciones de pacificación del territorio, como lugar de cobijo durante las obras de construcción de las calzadas o para la explotación de las zonas mineras.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em December 29, 2020 12:30 PM

Escape map

 


En muchas ocasiones la cartografía ha formado parte de los juegos, los mapas son el camino para encontrar tesoros y resolver enigmas. También la cartografía, en ocasiones, forma parte de la literatura dando comienzo a una gran aventura y nos permite imaginarnos en la isla de la Desesperanza de Robinson Crusoe, navegar por el sinuoso río Mississippi de la mano de Huckleberry Finn o viajar a la isla del tesoro con el mapa del capitán Flint

                «El doctor quitó los lacres con sumo cuidado y apareció el mapa de una isla, con precisa
                indicación de su latitud y longitud, profundidades, nombres de sus colinas, bahías y estuarios,
                    y todos los detalles precisos para llevar un barco a fondear seguro en sus costas».
                                                                                                                                                           La Isla del Tesoro

El libro Escape Map, escrito por Iván Tapia y editado por Lunwerg, combina juego y literatura, contiene 4 historias de escape para montar en casa, utilizando como base los mapas derivados de la cartografía oficial del Instituto Geográfico Nacional (IGN).

Esta pensado para recrear las experiencias de juego de las escape rooms. Cada una de sus historias presenta unos enigmas que se resuelven a través de los mapas pero estos solo cobran sentido cuando se comparan con los de la página web.

Los juegos que propone este libro son:

La cámara secreta
Unos cartógrafos han encontrado unos mapas en los que dice haber escondida una cámara secreta cerrada con seis llaves y repleta de oro en algún lugar del país. Al parecer, las llaves se ocultan en las ciudades más emblemáticas de nuestra historia. ¿Podrás encontrarlas todas?

Una carrera insólita
Los organizadores de una de las carreras de montaña más exigentes del mundo proponen un reto fuera de lo común: completar un largo recorrido… secreto. ¿Serás capaz de descubrir todos los puntos del trayecto y llegar hasta la meta?

El terremoto oculto
Un científico loco ha creado una máquina capaz de activar terremotos. Ha amenazado con ponerla en marcha, pero ¿dónde? ¿Conseguirás evitar la catástrofe?

El gran atraco
La policía ha recibido un sobre anónimo con callejeros de la ciudad de Madrid. ¡Está a punto de producirse un robo masivo! ¿Atraparás a los atracadores a tiempo?

Un libro estupendo para pasar un rato divertido estas Navidades.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em December 29, 2020 12:27 PM

December 28, 2020

Geo innova

¿Qué es un semivariogramas? Creación y análisis de gráficos

Semivariogramas, análisis y creación de gráficos

Los variogramas o semivariogramas, son funciones que describen la semivarianza de un grupo de muestras a una distancia.

El artículo ¿Qué es un semivariogramas? Creación y análisis de gráficos aparece primero en Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

por Blog Territorio Geoinnova em December 28, 2020 04:49 AM

December 23, 2020

Blog IDEE (ES)

SIG para la gestión de espacios e infraestructuras en la universidad: SIGUA


SIGUA es un servicio desarrollado con SIG libre, diseñado específicamente para gestión de los espacios e infraestructuras de la Universidad de Alicante: instalaciones, horarios, ocupantes, puestos de trabajo, aforo, reservas, entre otra información. Da cobertura a todos los campus y sedes de la universidad.

Parte de la integración de «cartografía inteligente» y datos alfanuméricos, almacenados en una base de datos relacional que centraliza diversos aspectos de la estructura organizativa (centros, departamentos), el personal (relación nominal, puestos, cargos) y los espacios (edificios, estancias, superficies, actividades) de la universidad.

SIGUA mantiene múltiples recursos en entorno web, usuario, desarrolladores e incluso una red de conocimiento abierto.

Las aplicaciones destacadas son:

  • La aplicación WebGIS de acceso público para la visualización cartográfica de los espacios de la Universidad de Alicante, la resolución de consultas de localización y la descarga de datos geográficos en formatos abiertos o estandarizados.
  • El Gestor del Protocolo de Espacios. Se trata de una herramienta integrada en su Campus Virtual y específica para mantener los datos referidos al uso de las estancias y la ubicación de puestos de trabajo.
  • El Módulo de Autoubicación de Campus Virtual, que permite al personal de la Universidad de Alicante comunicar su ubicación al responsable de su unidad o departamento.
  • La herramienta escritorio SIGUAdmin, de libre distribución para entornos Windows sobre NET 2.0 o superior.

De interés para desarrolladores SIGUA proporciona:

  • Tres servicios web de mapa que cumplen leyes y estándares abiertos de interoperabilidad para el acceso a datos geográficos: 
    • Web Map Service con capas de ortofotografía, edificación, plantas de edificios y puntos de interés.
    • Tile Map Service que ofrece una caché de las capas del servicio Web Map Service.
    • Web Feature Service con datos de edificios y estancias por planta. 
  • Una completa API REST para obtener datos en formato JSON y GeoJSON de entidades comunes de la base de datos de SIGUA, e incluso información agregada que se cachea en el portal de datos abiertos de la Universidad de Alicante.
  • Una red de conocimiento abierto, Sigua.NET, para desarrollar y difundir las herramientas diseñadas en SIGUA y un conjunto de utilidades extensible a otros organismos. A esta red se pueden adherir otras universidades. Sigua.NET no es sólo un SIG, incluye también un conjunto de normativas, protocolos y directivas de actuación para la gestión de espacios que pueden ser reutilizadas.

La Universidad de Alicante ha recibido el Premio Europeo «Spatineo Quality Awards» para las infraestructuras de datos espaciales por SIGUA, durante el transcurso de las JIIDE 2020 por «la calidad de sus servicios, su alto rendimiento y la gran rapidez de respuesta de la información», tras evaluar más de 1400 proyectos y servicios de infraestructuras de datos de España y Portugal.

La base de datos y los aplicativos de SIGUA se desarrollan y mantienen por el Laboratorio de Geomática del Instituto Interuniversitario de Geografía.

Publicado por la editora.


por editor (noreply@blogger.com) em December 23, 2020 06:41 AM

Plan Operativo Anual 2020



La Comisión Especializada del Plan Cartográfico Nacional tiene encomendada la elaboración del Plan Cartográfico Nacional y de sus correspondientes programas operativos anuales (POA).

La Comisión recoge las propuestas de los productores oficiales de productos y servicios cartográficos y con base en ellas elabora el programa. Este Programa Operativo Anual 2020 refleja las actuaciones desarrolladas por los productores de cartografía de la Administración durante 2019 y sus porcentajes de ejecución; así como las previsiones de actuación para 2020.

Completan el POA2020 la reseña de las operaciones finalizadas y sus modificaciones, al igual que las nuevas operaciones que se proyectan. El programa incluye actualmente más de 200 operaciones cartográficas, pues el cumplimiento de finalización en algunos ministerios es alto.

Por todo ello, el POA constituye una herramienta de gestión de enorme relevancia que permite materializar el principio de coordinación de la Administración General del Estado en sus distintos niveles.


Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em December 23, 2020 06:26 AM

December 22, 2020

Blog gvSIG (ES)

Solution to the problem when loading OSM base layer on gvSIG Mobile

From some time ago, one of the requirements of the applications hosted at Play Store is that access to the different URLs has to be through https connections. In the latest gvSIG Mobile version, the OSM Mapnik layer that appears as base layer by default is an http connection, so it is not shown in the viewer.

The solution to show that layer is the following one:

  1. Download the following file from your mobile device: http://devel.gvsig.org/download/projects/gvsig-mobile/mapnik10.mapurl
  2. Access to gvSIG Mobile base layers menu, and add that file.
  3. Then select that “mapnik10” layer as base layer, and now if you open the viewer, the OSM layer will appear (if you have an internet connection).

Here you have a video about how to do it:

por Mario em December 22, 2020 04:48 PM

MappingGIS [ES]

Cómo descargar e importar estilos desde QGIS.org

En este post, queremos mostrar cómo podemos descargar e importar nuevos estilos de QGIS.org para aplicar a nuestros datos con QGIS. Para que podamos crear un mapa, es necesario que apliquemos estilos a los datos que van a ser representados, de modo que estos se presenten de un modo visualmente informativo. En QGIS, disponemos de ...

Leer másCómo descargar e importar estilos desde QGIS.org

Cómo descargar e importar estilos desde QGIS.org

por Diego Alonso em December 22, 2020 08:33 AM

December 18, 2020

TYC GIS Formacion

¿Cómo crear una “story” en 3D en Cesium Ion?

En 2017 ya comentábamos cómo estaba evolucionando Cesium, librería JavaScript de tipo open source para desplegar visores cartográficos en formato 3D. Ya migró su antigua web https://cesiumjs.org/ a la actual https://cesium.com/. En ella aparecía una invitación a dejar un e-mail para probar «Cesium composer «en versión beta. Ahora denominado Cesium Ion, esta plataforma posee varias funcionalidades desde crear una historia, que vamos a ver en esta entrada, hasta gestionar tus datos para, en una versión más extendida de desarrollo puedas crear visores con CesiumJS.

Para empezar, puedes loguearte de manera gratuita y empezar a trabajar con la plataforma. Si elegimos crear aplicaciones en la nube, sin trabajar con código, vamos a elegir la siguiente opción:

Si haces clic en el botón «New Story» podrás crear una historia con varias capturas de pantalla de zonas de tu interés.

Y consecutivamente puedes ir añadiendo otras zonas con el botón «New Slide». Puedes incluir incluso nuevos datos («Add asset») para complementar la story , pero ojo deben ser datos que  sean soportados por  el programa para su correcta visualización.

Una vez la hayas completado, podrás compartirla a través del botón «Share» y te aparecerá una pestaña con las diferentes posibilidades, podrás copiar un enlace, embeberla en un sitio web o divulgarla en redes sociales.

Y  de esta manera tan sencilla  tendrás tu visor-historia:

En el curso Especialista en Web GIS de TYC GIS se enseña a trabajar con datos geoespaciales en formato 3D para que puedas mostrarlos en un visor cartográfico.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

La entrada ¿Cómo crear una “story” en 3D en Cesium Ion? se publicó primero en Cursos GIS | TYC GIS Formación.

por Beatriz Ramos López em December 18, 2020 02:15 PM

December 17, 2020

Blog gvSIG (ES)

Solución al problema de la carga de la capa base OSM en gvSIG Mobile

Desde hace un tiempo, uno de los requerimientos de las aplicaciones alojadas en la Play Store es que los accesos a las diferentes URL sean a través de https. En la última versión de gvSIG Mobile, la capa mapnik de OSM que figura como capa base por defecto está como http, por lo que no se muestra en el visor.

La solución para que se muestre dicha capa es la siguiente:

  1. Descargar el siguiente fichero desde el móvil: http://devel.gvsig.org/download/projects/gvsig-mobile/mapnik10.mapurl
  2. Acceder al menú de capas base de gvSIG Mobile, y añadir dicho fichero.
  3. Después seleccionar esa capa “mapnik10” como capa base, y ahora si abrimos el visor nos aparecerá ya la capa de OSM (siempre que tengamos conexión a internet).

Aquí os dejamos un vídeo sobre cómo hacerlo:

por Mario em December 17, 2020 09:20 AM

December 15, 2020

Blog gvSIG (ES)

Taller SIG aplicado a gestión municipal

En las pasadas Jornadas GeoLIBERO se realizó un taller de SIG aplicado a gestión municipal, cuya grabación ya está disponible.

En el propio vídeo se indica de dónde descargar los datos y software necesario para seguir y replicar los distintos ejercicios que se realizan durante el taller.

 

por Alvaro em December 15, 2020 03:35 PM

TYC GIS Formacion

Las mejores visualizaciones de datos del 2020 en Tableau

En esta ocasión se ha realizado una selección de visualizaciones creadas con Tableau a lo largo del año 2020. Desde hace apenas unos años la visualización de datos se está convirtiendo en una especialización en sí misma dentro del mundo SIG. Existen numerosas herramientas, la gran mayoría gratuitas que permiten a cualquier persona interesada a adentrarse en este mundo.

En la búsqueda de estas visualizaciones me he encontrado con multitud de temáticas adecuadas y muy interesantes,  pero es cierto que no captan la total atención sin un buen diseño, ésta ha sido otra de las razones de seleccionar los siguientes proyectos:

1. “Environmental Threats to Sea Turtles

2. «Giant Pandas Overseas«

3. «The Air We Breathe«

4. «Star Wars Screen Time«

5. «Constellations Born of Mythology«

6. «Migrant Deaths in the Mediterranean«

7. «NYC Cyclist Collision Report«

Como habrás observado, existen una gran variedad de temáticas y diseños desarrollados en Tableau, esta aplicación te ofrece numerosas herramientas par crear dichos proyectos y divulgar mejor tus trabajos. Si quieres aprender más sobre este programa desde TYC GIS te ofrecemos un curso.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

La entrada Las mejores visualizaciones de datos del 2020 en Tableau se publicó primero en Cursos GIS | TYC GIS Formación.

por Beatriz Ramos López em December 15, 2020 02:47 PM

Luís Sadeck (BR)

MappingGIS [ES]

Mapbox GL JS deja de ser software libre

La semana pasada nos encontrábamos con la noticia de que la nueva versión de Mapbox GL JS ya no estará bajo la licencia BSD (un tipo de licencia de software libre permisiva) y pasará a ser una licencia propietaria. Mapbox GL JS: es una biblioteca de JavaScript que utiliza WebGL para representar mapas interactivos de ...

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Mapbox GL JS deja de ser software libre

por Aurelio Morales em December 15, 2020 11:38 AM

December 14, 2020

Geofumadas [HN]

NSGIC anuncia nuevos miembros de la junta

El Consejo de Información Geográfica de los Estados Nacionales (NSGIC) anuncia el nombramiento de cinco nuevos miembros para su Junta Directiva, así como la lista completa de funcionarios y miembros de la Junta para el período 2020-2021. Frank Winters (NY) comienza como presidente electo para asumir la presidencia de NSGIC, tomando las riendas de Karen

por Laura García em December 14, 2020 04:49 PM

Esri firma un memorando de entendimiento con ONU-Hábitat

Esri, líder mundial en inteligencia de ubicación, anunció hoy que firmó un memorando de entendimiento (MOU) con ONU-Habitat. Según el acuerdo, ONU-Hábitat utilizará el software de Esri para desarrollar una base tecnológica geoespacial basada en la nube para ayudar a construir ciudades y comunidades inclusivas, seguras, resilientes y sostenibles en todo el mundo en áreas

por Laura García em December 14, 2020 04:05 PM

Inteligência Geográfica [BR]

Adicionar coordenada Z a geometria

Olá pessoal, mais uma dúvida recebida e respondida, desta vez a questão era associar a coordenada Z a cada vértice de um polígono. No tutorial a seguir vocês aprenderão tanto a associar um valor único, quanto adicionar para cada vértice a partir de um raster. Compartilhem em suas redes para ajudar o blog a crescer e produzir novos conteúdos.

Abraços e até breve

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por Hebert Azevedo - Consultor em Geotecnlogias (noreply@blogger.com) em December 14, 2020 03:09 AM

December 11, 2020

TYC GIS Formacion

¿Qué son las capas Vóxel?

La representación 3D está revolucionando la visualización de datos en los Sistemas de información Geográfica (SIG). Esto es un gran avance en el medio marino debido a las características de éste y en que la representación cartográfica tridimensional en de gran ayuda para su conocimiento y análisis.

Según Wikipedia el vóxel es la unidad cúbica que compone un objeto tridimensional. Constituye la unidad mínima procesable de una matriz tridimensional y es, por tanto, el equivalente del píxel en un objeto 2D.  La diferencia entre un píxel y un vóxel es que un píxel es un cuadrado dentro de una imagen 2D con una posición en una cuadrícula 2D y un valor de color único, mientras que un vóxel es un cubo dentro de un modelo 3D que contiene una posición dentro de un Cuadrícula 3D y valor de un solo color.

Desde Esri han desarrollado una manera de incluir este tipo de datos en ArcGIS Pro, muy práctico para trabajar con datos marinos o atmosféricos. Esta información se trae a partir de archivos netCDF, para ello se añade a través de “Add Data” –> “Multidimensional Voxel Layer”. El dato se puede descargar por ejemplo desde Copernicus.

Y de esta manera podrás visualizar de una manera muy práctica dicha información:

Si quieres aprender más sobre cómo usar este tipo de herramientas con datos marinos desde TYC GIS te ofrecemos diferentes cursos para formarte en la materia.

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por Beatriz Ramos López em December 11, 2020 02:05 PM

December 10, 2020

Blog gvSIG (ES)

16th International gvSIG Conference: Recording of presentations and workshops available

The presentations given at 16th International gvSIG Conference, that were held from November 4th to 6th in online mode, are now available.

Recording of presentations that were given in English, Spanish or Portuguese, as well as the workshop in Spanish about “Normalización radiométrica e índices de vegetación en mapeo de incendios” are available at the Conference website.

 

If you couldn’t follow the live conference you can watch the videos of the different sessions and the workshop and download the presentations now.

Don’t miss them and see you in the next gvSIG Conference!

por Mario em December 10, 2020 03:57 PM

16as Jornadas Internacionales gvSIG: Disponible la grabación de las ponencias y el taller

Ya están disponibles las presentaciones realizadas en las 16as Jornadas Internacionales gvSIG, que se celebraron de forma online del 4 al 6 de noviembre.

También está disponible la grabación, tanto de las ponencias que se realizaron en español, inglés y portugués, como del taller sobre “Normalización radiométrica e índices de vegetación en mapeo de incendios”que se impartió durante las jornadas.

Si no pudiste seguir las jornadas en directo ahora puedes disponer de la grabación de las distintas sesiones, y también del interesante taller realizado.

¡Os esperamos en las siguientes jornadas!

por Mario em December 10, 2020 03:42 PM

December 09, 2020

Blog gvSIG (ES)

Análisis evolución COVID-19 en Uruguay con gvSIG Online

Los que nos seguís habitualmente sabéis que la Infraestructura de Datos Espaciales de Uruguay utiliza gvSIG Online como base tecnológica. Aquí podéis ver una presentación sobre ello. Al final de dicha presentación se comenta que aprovechando las ventajas de gvSIG Online, sin límites de uso de ningún tipo al ser software libre, el Gobierno de Uruguay está generando distintos geoportales que van más allá del alcance inicial previsto de disponer de un Geoportal para la IDE de Uruguay, y que entre esos usos está el análisis de los casos del COVID-19.

Pues bien, estos días la prensa generalista ha publicado noticias sobre la evolución de la pandemia, en las que se hacen eco de los mapas y animaciones generados por el Ministerio de Salud Pública con gvSIG Online.

Aquí os dejamos un par de enlaces, de dos de los varios medios de prensa en los que se muestra está información:

Y el vídeo con gvSIG Online mostrando información sobre los casos de COVID-19 en Montevideo:

por Alvaro em December 09, 2020 10:02 AM

December 08, 2020

SIGdeletras

BuscaCalles. Aplicación React para la consulta de datos de CartoCiudad

Aprovechando los días de fiesta del largo puente de la Constitución, he ido sacando ratos para poder terminar una aplicación web que tenía iniciada hace algún tiempo.

A modo de side project, la finalidad principal ha sido la de seguir profundizando en el desarrollo de web tipo aplicación de página única (SAP) usando la librería JavaScript React.

El objetivo principal del proyecto era realizar una web de búsquedas de calles, topónimos y poblaciones de España usando el servicio API REST del proyecto CartoCiudad.

La primera versión de la web que he denominado BuscaCalles se encuentra accesible en la dirección web http://sigdeletras.com/buscacalles-cartociudad/.

BuscaCalles. Página principal

Desde el punto de vista técnico, el proyecto ha estado centrado en las siguientes habilidades:

  • Crear componentes funcionales de React. Cuando comencé a aprender React usé componentes basados en clases.
  • Usar los Hooks básicos de React como useState, para manejar el estado de los componentes o useEffects para la gestión del ciclo de vida del componente.
  • Diseñar la aplicación con CSS puro, sin usar ningún framework CSS como Bootstrap. Quería seguir practicando con variables CSS, media queries, diseño responsive.

API REST de CartoCiudad

El punto de partida fue el conocimiento del servicio API REST de CartoCiudad. CartoCiudad es “una base de datos con cobertura nacional que contiene la siguiente información: red viaria continua, cartografía urbana y toponimia, códigos postales y divisiones censales”.

El proyecto está coordinado por el Instituto Geográfico Nacional (IGN) y se genera a partir de datos oficiales del IGN, la Dirección General del Catastro (DGC), el Instituto Nacional de Estadística (INE) y el Grupo Correos. Además, colaboran en su elaboración y mantenimiento varias comunidades autónomas.

Puede consultarse toda la información es su página web http://www.cartociudad.es/portal/

Dentro del proyecto se engloba datos para su descarga, servicios de mapas web de visualización, descarga y geoprocesamiento. La iniciativa incluye un servicio API REST que es el que he usado en la aplicación.

En la documentación técnica de los servicios, podemos consultar en los distintos servicios REST de cálculos geográficos sobre la información de la base de datos.

En esta primera versión de la aplicación, se realiza una petición de tipo GET de geocodificación denominada ‘candidates’ que permite obtener los resultados más aproximados a la búsqueda introducida en formato JSONP.

http://www.cartociudad.es/geocoder/api/geocoder/candidatesJsonp?q=plaza de las tendillas&limit=4

01_peticion_get_candidates

El análisis de los resultados obtenidos es fundamental para el diseño de los procesos de la aplicación. Así, además de la búsqueda, se ha implementado una opción de filtro que elimina los resultados de municipios, poblaciones o ambos, obteniendo solo los datos de tipo callejero.

Diseño

Me ha sido muy útil dedicar un tiempo al diseño propio de la aplicación sin tener que pensar en la lógica. Para ello, ha sido de mucha ayuda hacer un boceto en HTML básico, sin usar React.

De este primer diseño surgió en primer lugar el CSS y poco a poco cada uno de los componentes que luego programé en React.

Como he comentado, he preferido trabajar directamente con CSS sin ningún framework. Quizás sea uno de los puntos de los que más contento estoy, no tanto por el diseño final, que seguro es muy mejorable, sino por todo lo aplicado y aprendido.

He usado variables CSS para definir el tamaño de letra, la tipografía y los colores de la aplicación. Flexbox me ha dado juego para hacer el diseño responsivo de la web. Tras ver un vídeo de CodelyTV ()sobre 5 Grandes Errores con CSS Layouts, he usado en todo lo posible em como unidad de medida. Y, para terminar, descubrí recientemente la metodología CSS BEM que he intentado seguir para los nombres de las reglas.

Desarrollo con React

Tras este diseño inicial, identifiqué los siguientes componentes que han sido programados con funciones de React.

  • Header. Barra de navegación superior con algunos enlaces: web SIGdeletras, enlace a esta entrada y acceso al repositorio GitHub
  • SearchTools. Sección principal con el título de la web y los elementos para realizar las búsquedas: caja de texto, opciones de filtrado y botón de reset.
  • InfoBlocks: Sección con bloques HTML básicos con información previa de la página.
  • Information. Caja para la presentación de los resultados, tanto del listado de etiquetas por provincias como los resultados en tarjetas. Incluye los componentes InfoBlocks y Candidates
  • Candidates. Componente con el conjunto de resultados en tarjetas.
  • Card. Tarjeta básica con información del elemento: nombre, tipo, código postal, provincia y mensaje de grado de coincidencia.

Componentes

Los componentes se encuentran en la carpeta /components y están formados por su fichero JavaScript y el correspondiente CSS.

Como he comentado, he creado componentes basados en funciones y no en clases. Además de ser la forma recomendable de programar los componentes con React, y de haber documentación sobre esto en la misma página del proyecto y muchas webs, para mí ha sido mucho más sencillo poder usar funciones.

De forma general, los componentes funcionales ofrecen mayor claridad en el código y permiten usar Hooks que simplifican bastante el uso del estado y manejo del ciclo de vida de los componentes React.

La estructura de un componente básico en nuestra aplicación es por ejemplo la tarjeta con datos (Card)

Componentes funcional Card

Hooks

Entre los Hooks disponibles para esta primera vez he usado principalmente useState y useEffect.

Gracias a useState, tenemos un valor con estado y una función para actualizar. Dentro de nuestra componente SearchTools existía una variable que almacenaba el listado de objetos con los datos de los candidatos tras realizar la consulta a la API de CartoCiudad. Con los datos, teníamos la función para su actualización que se ejecutaba por ejemplo al cambiar las opciones de filtrado.

useState

El otro Hooks básico es useEffect. Recomiendo este artículo del desarrollador Miguel Ángel Durán @midudev donde se explica claramente para qué sirve este hook. En el artículo se indica que useEffect recibe como parámetro una función que se ejecutará cada vez que nuestro componente se renderice, ya sea por un cambio de estado, por recibir props nuevas o, y esto es importante, porque es la primera vez que se monta.

Dentro de la aplicación, usamos useEffect para llamar a la función que hace la petición REST a CartoCiudad según los criterios definidos. Una vez llamada, cambiaremos los datos de los candidatos que hemos definido con useState.

useEffect

Función getCandidates

La función que realiza la petición de datos a la API y que es llamada usando useEffect, se ha generado en una carpeta dedicada a almacenar la consulta a servicios.

Es una función asíncrona que devuelve el JSON con los datos.

Como detalle, quiero comentar que la API de CartoCiudad no devuelve los datos directamente en JSON sino en una envoltura, o lo que es lo mismo en JSONP. En JSONP en lugar de enviar solo el dato, lo que se envía es una función, normalmente llamada callback, que es como un JavaScript que engloba el dato que hemos solicitado. Gracias a JSONP se solucionan situaciones de cross-domain.

Debido a esto, el proyecto incorpora la librería fetch-jsonp.

getCandidates

Conclusiones y temas pendientes

La experiencia ha sido realmente positiva. Al menos para mí, realizar este tipo de proyectos paralelos, sin presiones y simplemente por el mero hecho de aprender tiene muchas ventajas.

Cada vez me gusta más React y aprender el funcionamiento básico de los Hooks mejora sin duda el código de la aplicación y la velocidad de desarrollo.

No doy el proyecto por cerrado. Queda pendiente por ejemplo añadir un preloader que informe sobre el estado de la carga de datos. Para términos muy generales, por ejemplo España, o directamente si empezamos a escribir tener vinculado la petición de datos a cada evento de cambio de la caja de búsquedas, hace poco agradable la experiencia del usuario ya que tarda y no hay información del proceso.

Quiero desarrollar el acceso a los datos “geo” de cada resultado. Los datos se obtienen con otra petición de la API y al añadir información geográfica, el deseo de añadir un mapita se hace irresistible.

El código se encuentra en GitHub para poder ser descargado y mejorado. Por supuesto, son totalmente bienvenidas las críticas y comentarios constructivos.

Recursos de interés

por Patricio Soriano Castro (pasoriano@sigdeletras.com) em December 08, 2020 12:00 AM

December 07, 2020

MappingGIS [ES]

Ideas para regalar a un fanático del GIS en este 2021

En esta entrada te mostramos una lista de ideas y sugerencias relacionadas con el mundo geoespacial para regalar a un fanático del GIS. Libro «Sistema de Información Geográfica» Compra el libro de V. Olaya y colabora con la asociación QGIS España. Un libro cuyo contenido es imprescindible para iniciarse y tener como referencia en la ...

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Ideas para regalar a un fanático del GIS en este 2021

por Aurelio Morales em December 07, 2020 10:37 AM

December 03, 2020

TYC GIS Formacion

Uso de Arcade en ArcGIS Pro para aplicar simbología

En anteriores entradas se explicó que era Arcade, (no, no voy a hablar de las famosas máquinas de videojuegos) en resumen es un código creado por Esri para poder crear reglas de sintaxis para trabajar más eficientemente con la simbología de las entidades que se incluyen en un SIG. Ya lo vimos cómo se empleaba en ArcGIS online (SIG en la nube), en esta ocasión se os va a mostrar cómo se utiliza en un SIG de escritorio, ArcGIS Pro.

La simbología es una parte muy importante de un proyecto SIG, en esta ocasión se va a trabajar con datos de población total de municipios de la provincia de Guadalajara del año 2015. Cuando ese shape se carga en el SIG se incluye con una simbología simple.

Vamos a ver un ejemplo básico para visualizar los datos de población total de cada municipio, para poder utilizar el código Arcade se va a optar por la opción ”Unique values” y veremos todo el proceso que hay que llevar a cabo:

De esta manera al elegir el campo “Población” se despliegan diferentes colores por cada valor.

Para organizar esto y organizar los datos en “Baja población”, “Media población” y “Alta población” según nuestros criterios se hace clic en el símbolo  para construir la sentencia con Arcade que nos permitirá desplegar dicha simbología:

Una vez validada la expresión y dándole al ok, se nos mostrará el mapa de esta manera:

Arcade se está convirtiendo en el lenguaje para crear una simbología mucho más específica y acorde a las necesidades de un proyecto determinado, si quieres aprender más sobre ella puedes matricularte en el “CURSO DE ARCGIS ARCADE” de TYC GIS.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

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por Beatriz Ramos López em December 03, 2020 08:27 AM

December 02, 2020

TYC GIS Formacion

Generación de modelos 3D con Qgis2threejs

En nuestros días la capacidad computacional de nuestros dispositivos ha crecido tanto que se hace difícil imaginar un servicio relacionado con vistas de un producto o localización sin capas tridimensionales. Es precisamente por este auge de la recreación detallada de nuestro mundo a través del computador que cada día más y más herramientas desarrollan nuevas habilidad en esta línea, naturalmente las primeras en evolucionar son las destinadas a la investigación científica y el trabajo técnico, funcionando como precursoras de otras herramientas utilizadas por un porcentaje mayor de la población. El software QGIS es muy buen ejemplo de ello y por esa razón en cada actualización supera expectativas entre sus usuarios.

Dentro de estas habilidades, una de las más sobresalientes es la integración directa en su espacio de trabajo con un Visor de Mapas 3D que además tiene la característica de ser Open Source, Así mismo también cuenta con el complemento Qgis2threejs que visualiza DEM y datos vectoriales en 3D, con ellas el usuario puede construir varios tipos de objetos tridimensionales con paneles de configuración simples y generar archivos para publicación web en un procedimiento muy sencillo de ejecutar. Además, este modelo tridimensional, puede guardarse en formato glTF para impresión 3DCG o 3D.

Se hace muy ventajoso el poder visualizar los datos DEM en 3D y de esa manera resaltar las diferencias de elevación del terreno de la superficie terrestre, en lugar de tener una vista plana de la misma zona.

Te mostraremos los siguientes pasos de forma sencilla y eficaz para la generación de un modelo 3D.

1. INSTALAR COMPLEMENTO

Como primer paso debemos instalar el complemento Qgis2threejs:

Complementos >> Administración de complementos >> Qgis2threejs >> Instalar complemento

2. AÑADIR LOS DATOS DEM

Los datos contienen información de elevación en cada píxel. Se representan en una sola banda gris. Pero se puede mejorar su apariencia, en propiedades de la capa DEM se tiene en simbología la opción de cambiar el tipo de renderizado a un rango pseudocolor monobanda y a continuación seleccione una rampa de color de su preferencia.

Propiedades >> Simbología >> Pseudolocor monobanda

3. ABRE EL EXPLORADOR Qgis2threejs

Existe un panel de Capas en el lado izquierdo de la ventana, que enumera las capas del mapa en el proyecto actual de QGIS. Los elementos de capa se agrupan en DEM, Punto, Línea y Polígono. El grupo de capas DEM tiene capas ráster de 1 banda (proveedor GDAL) en el proyecto actual de QGIS y Flat Plane (un plano a altitud cero). Agreguemos la capa DEM a la escena y luego simplemente haga clic en la casilla de verificación a la izquierda de la capa DEM debajo del grupo de capas DEM.

En la vista previa se muestra un objeto de terreno 3D con una imagen de lienzo de mapa envuelta.

También es posible agregar un estilo de los mapas bases proporcionados por QGIS (Google, ESRI, Bing), solo se debe anexar la capa al navegador. Puedes editar el fondo a tu estilo y agregar las capas que desees.

4. EXPORTAR

El último paso es exportar tu modelo, Qgis2threejs permite exportar a navegador web y un archivo glTF. El glTF (formato de transmisión GL) es un formato de archivo para escenas y modelos 3D.

Si lo prefieres también puedes guardarlo en tu equipo de trabajo.

Ya estás listo para realizar visualizaciones en 3D y con QGIS es rápido y fácil, teniendo datos de calidad puedes crear impresionantes escenas en 3D.

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por Jocelin Palomeque em December 02, 2020 12:32 PM

MappingGIS [ES]

Koordinates: crea aplicaciones avanzadas en la nube

Koordinates es una plataforma de datos geoespaciales abierta para compartir información geoespacial en la nube. Este proveedor geoespacial nos permite alojar, administrar, publicar y desarrollar avanzadas aplicaciones geoespaciales. El mundo está produciendo más datos geoespaciales que nunca. Pero para hacer más con los datos, los profesionales necesitan herramientas revolucionarias. Como vemos, desde hace algunos años ...

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Koordinates: crea aplicaciones avanzadas en la nube

por Aurelio Morales em December 02, 2020 12:17 PM

December 01, 2020

Geofumadas [HN]

Entrevista con Carlos Quintanilla – QGIS

Hablamos con Carlos Quintanilla, actual presidente de la Asociación QGIS, quien nos dio su versión sobre el aumento de la demanda de las profesiones relacionadas con las geociencias, así como también que se espera de ellas en un futuro. No es un secreto que muchos líderes tecnológicos en muchos ámbitos -construcción, ingeniería, y otros-, “las

por Laura García em December 01, 2020 07:54 PM

Autodesk presenta «The Big Room» para los profesionales de la construcción

Autodesk Construction Solutions anunció recientemente el lanzamiento de The Big Room, una comunidad en línea que permite a los profesionales de la construcción conectarse en red con otros en la industria y conectarse directamente con el equipo de Autodesk Construction Cloud. The Big Room es un centro en línea dedicado explícitamente a los profesionales de

por Laura García em December 01, 2020 02:36 PM

TYC GIS Formacion

Visor de restricción COVID-19 de Andalucía – Anatomía de un Web GIS

La Junta de Andalucía ha publicado un visor web con el que podemos consultar las restricciones y el nivel de riesgo COVID a nivel de municipio de toda la Comunidad Autónoma. Incluye un mapa web con el que podemos comprender de un solo vistazo la situación de la región. Además, podemos seleccionar cualquier municipio de forma interactiva y conocer sus detalles. De esta forma podemos saber cuáles son las restricciones y las excepciones de cada localidad.

visor covid andalucia

Desde el punto de vista de la programación GIS es un proyecto muy interesante por cómo está desarrollado y qué tecnologías utiliza. Vemos que, como la mayoría de los visores, el mapa ocupa la mayor parte de la pantalla. Es un mapa estándar que utiliza CARTO y OpenStreet Map. En la parte izquierda hay un desplegable con todos los municipios de Andalucía, de forma que si seleccionamos uno de ellos el mapa nos llevará hasta él, remarcando sus límites y mostrando información sobre las restricciones en el panel lateral. Esto es interesante porque combina elementos propios del mapa (simbología y zoom) con otros externos (listado de restricciones, excepciones, riesgo, etc.). Esta es la clave de un visor interactivo, ya que una aplicación que únicamente muestre información en el propio mapa es demasiado básica. Lo normal es compaginarla con elementos externos al mapa, y esto debemos tenerlo en cuenta a la hora de diseñar la estructura de nuestra aplicación.

Relativo al diseño es interesante ver que la página web es responsive, es decir, que se ajusta bien a dispositivos móviles y tablets. Hoy en día la gran mayoría de páginas web son accedidas mediante móviles. Sin embargo, parece que en pleno 2020 seguimos olvidándonos de las pequeñas pantallas cuando desarrollamos una aplicación. En esta imagen puedes ver el aspecto que tiene la web vista desde un teléfono móvil:

layout_movil

El mapa sigue ocupando la parte más importante de la pantalla, pues es el elemento principal de la aplicación. El panel lateral se ha movido a la parte inferior, pudiendo expandirse o reducirse en base a la interacción del usuario. Este es un buen método de gestionar esa parte de la web. Un detalle interesante de esta web es que puede descargarse y guardarse como una aplicación, tanto móvil como de escritorio. Esto es lo que se conoce como una Aplicación Web Progresiva (PWA o Progressive Web Application). Si añadimos la web al escritorio o a la pantalla de inicio de nuestro móvil se descargará y se verá tal que así en nuestro móvil:

Tiene el mismo aspecto que cualquier otra aplicación, pero en realidad no es una app nativa sino que es una web descargada en nuestro móvil. El aspecto es prácticamente igual que si lo abriéramos con el navegador, con la ventaja de lo que tenemos más a mano. Además, esto permite cachear datos en la memoria, lo que reduce los tiempos de carga y el consumo de datos. Este comportamiento no ocurre con cualquier página web por defecto, sino que tenemos que desarrollarla para que tenga capacidades de Aplicación Web Progresiva.

Todos estos pequeños detalles hacen que la experiencia del usuario sea mejor y la aplicación tenga más éxito. Es interesante fijarse en las aplicaciones GIS que están bien desarrolladas (también en las que no lo están) para ver qué cosas podemos tener en cuenta y cuáles debemos evitar. En este caso, la aplicación de la Junta de Andalucía ha superado la prueba con nota.

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por Daniel Serrano García em December 01, 2020 02:16 PM

November 30, 2020

TYC GIS Formacion

Configuración de pgRouting en QGIS

Hay diversas formas de aplicar análisis de redes en QGIS. Todas tienen sus pros y sus contras, y es importante conocerlas para saber cuál se aplica mejor en cada caso. Ante la situación de cuál utilizar no hay una respuesta correcta, sino que dependiendo de nuestras necesidades nos vendrán mejor unas u otras. En este post vamos a centrarnos en pgRouting, la más potente y completa de todas ellas, aunque también haremos un repaso a otras opciones que ofrece QGIS para contrastar las diferencias.

pgRouting

pgRouting es una librería de PostgreSQL/PostGIS que extiende sus capacidades espaciales y que permite hacer análisis de redes sobre una topología existente. Una buena forma de tener nuestra topología de red configurada en PostgreSQL es utilizar archivos de OpenStreet Map. El comando osm2pgrouting se encargará de insertar los datos de la red topológica (por ejemplo, red de carreteras) y configurar los parámetros necesarios.

Partiendo de una red ya existente, podemos consumirla en QGIS gracias al plugin pgRoutingLayer. En este caso, el motor de procesamiento sigue siendo PostGIS y pgRouting; el plugin pgRoutingLayer actúa como interfaz para poder usas los algoritmos fácilmente en QGIS.

pgrouting

Configuración

Una vez descargado el plugin pgRoutingLayer, debemos asegurarnos de que tenemos guardada una conexión a PostGIS desde QGIS. En caso de no tenerla, debemos ir al navegador de archivos de QGIS y hacer click secundario en PostGIS > Nueva conexión. Se abrirá un panel como este en el que tenemos que introducir la configuración de la conexión a la base de datos:

Un aspecto importante a considerar es que debemos guardar las credenciales de usuario y contraseña; es decir, debemos marcar las casillas «Guardar» que aparecen al lado de cada cuadro de texto. Esto es necesario ya que el plugin va a conectarse a la base de datos para hacer los cálculos, y dichos parámetros son imprescindibles para ello.

El siguiente paso es abrir el plugin pgRoutingLayer. Lo podremos encontrar bajo la pestaña «Bases de datos» de la parte superior.

Se mostrará como un panel adosado al layout de QGIS. En él debemos seleccionar la base de datos y la tabla sobre la que queremos trabajar, así como especificar la configuración de columnas (id, coste, inicio-final nodos, etc.). También tendremos que indicar el algoritmo que queremos usar para hacer el cálculo de rutas. En función del que utilicemos los parámetros a introducir serán diferentes. El plugin aún está en proceso de migración desde su versión de QGIS 2, por lo que no todos los algoritmos de pgRouting están disponibles a través del plugin.

Uso

La mayoría de los algoritmos disponibles son de enrutamiento punto a punto, por lo que el uso es muy parecido. En la pestaña «Arguments» solo debes pinchar en el botón verde de la fila «From vids» y, a continuación, pinchar un punto en el mapa. El plugin se encargará de buscar el nodo más cercano y agregarlo al cuadro de texto. El nodo de inicio seleccionado se mostrará como una cruz azul en el mapa. Luego, debes hacer lo mismo con la fila «To vids» para elegir el punto de destino. En este caso, se mostrará una cruz verde. En este ejemplo hemos usado el algoritmo Dijkstra:

Finalmente, en la pestaña «Execute» podemos previsualizar la ruta que se generará entre los dos puntos o incluso exportarla a una capa y poder guardarla.

Incluso es posible definir múltiples inicios o finales y comparar diferentes rutas en función del punto de origen o destino.

En este ejemplo se pueden ver las múltiples rutas que calcula para pgRouting en función del punto de inicio, confluyendo todas ellas en el punto final. Podríamos calcular las distancias o tiempos de cada una exportando el resultado a una capa y visualizando los atributos o aplicando simbología. También se puede observar un cuarto punto en la parte superior del mapa que no aporta ninguna ruta al cálculo. Esto se debe a que está aislado y no hay ninguna línea por la que pueda llegar al destino.

Esto es solo una pequeña parte de lo que se puede hacer con pgRouting y su extensión para QGIS. Realmente, esta herramienta es muy potente y se pueden aplicar muchos otros algoritmos fuera de QGIS, e incluso hacer algoritmos personalizados para cada situación. Si quieres saber más sobre pgRouting en QGIS échale un vistazo a nuestro curso sobre Análisis de Rutas de Transporte.

Otras herramientas de análisis en QGIS

Algoritmos nativos

Dentro del propio programa hay disponibles varios algoritmos bajo la categoría «Análisis de redes», los cuales vienen instalados por defecto. Sin embargo, estas opciones son bastante limitadas, a diferencia de las herramientas de Network Analyst que incorpora ArcGIS.

qgis_network_analyst

Plugins adicionales

También existen opciones externas a QGIS que se incorporan bajo el formato de plugin.  Una de ellas es QNEAT3 (abreviatura de QGIS Network Analysis Toolbox 3), el cual se integra dentro del framework de procesamiento de QGIS. Son una serie de algoritmos que, utilizando las propias herramientas de QGIS, extiende su capacidad de análisis añadiendo más procesos. Incluye matrices Origen-Destino, cálculos de iso-áreas y enrutamiento punto a punto. Muy útil para hacer cálculos relativamente sencillos permaneciendo al 100% en el entorno de QGIS.

qneat3

Servicios externos

Por otro lado, encontramos opciones que están basadas en un servicio externo, y cuyo plugin de QGIS actúa únicamente como interfaz para comunicarnos con dicho servicio. Es el caso de ORS (Open Route Service), el servicio de enrutamiento de OpenStreet Map; y de TravelTime, una empresa que cuenta con su propia plataforma de enrutamiento online. En ambos casos, los algoritmos de procesamiento no están en los plugins de QGIS, como sucedía en los casos anteriores, sino que están en servidores remotos a los cuales debemos llamar para obtener los resultados. En algunos casos, las llamadas a estos servicios están limitadas y/o son de pago, lo cual puede limitar nuestras opciones.

ors  travel_time

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por Daniel Serrano García em November 30, 2020 03:54 PM