Planeta SIG - Portugal

Julho 31, 2010

Blog Geo.NET [BR]

PostGIS WKT Raster

Buenas pessoal,

Como estão as coisas? Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o WKT Raster.

O WKT Raster é um projeto para implementar suporte aos famosos grids, rasters, imagens ao PostGIS. WKT vem de Well Known Text (algo como "texto bem conhecido").

O projeto já tem código compilado e funcionando e tomei a semana para testá-lo de acordo. A implementação veio da especificação desenvolvida por Pierre Racine. O projeto tem como objetivo integrar-se perfeitamente ao engine do PostGIS já existente, sendo possível executar operações espaciais / álgebra de mapas, carregar rasters multi-bandas, entre outras coisas deliciosas.

Este projeto é muito interessante, pois podemos armazenar os rasters dentro do banco de dados, garantindo ou excluindo acesso à quem realmente precisa, ao invés de ficarmos com milhares de cópias por aí (imagine um escritório com 20 analistas GIS - qual é quantidade de informações duplicadas), sem saber ao certo qual é a mais atual ou com melhor qualidade - enfim, nos garante todas as vantagens do armazenamento centralizado em banco de dados. Não necessariamente precisamos armazenar os dados no PostgreSQL, podemos deixá-los em HD e adicionar somente os metadados e acessá-los da mesma forma, caso você esteja preocupado com disco ;) . Em suma, é demais!

Vamos comentar com instalar essa belezinha no seu PostgreSQL - em Windows XP. Linux users, sorry.

Pré-requisitos

Sempre existem né?

  • PostgreSQL/PostGIS instalado. O PostGIS deve 1.4 ou maior, determinando também a versão do PostgreSQL: 8.3 ou maior;
  • Python;
  • GDAL/python;
  • WKT Raster;

Instalação

1) Instale o Python, 2.5 ou 2.6. Estou usando o 2.5, que foi instalado junto com o ArcGIS. Portanto, se você tem esta instação específica, não se preocupe. Esta instalação é bem simples. Dois cliques, pá pum, está instalado.

2) Instale os GDAL bindings. Para fazer isso é só descompactar a pasta zipada e colocá-la no diretório que mais lhe agradar. Coloquei a minha pasta (gdalwin32-1.6) no diretório C:\.

2.1) Vá em Painel de Controle > Sistema > Avançado > Variáveis de Ambiente. Procure a variável PATH. Ela é composta de vários diretórios separados por um ponto-e-vírgula, correto? Adicione o diretório C:\gdalwin32-1.6\bin nesta listinha e adicione um ; no final. Claro, se você pos a pasta do gdal em outro diretório, faça as alterações pertinentes.

2.2 ) Ainda em variáveis de ambiente, adicione uma nova variável, chamada GDAL_DATA e adicione o caminho C:\gdalwin32-1.6\data como caminho. Como esta variável de ambiente é usada somente pelo GDAL, não se preocupe em colocar o ;. Mas se colocar também não faz mal. Dê OK para salvar as variáveis de ambiente. Os bindings do GDAL para Python já estão instalados. Você pode acessá-los e utilizar o GDAL para um monte de coisas, como converter coordenadas de rasters, reprojetá-los, etc. tudo usando uma linha de comando.

3) Descompacte o pacote do WKT Raster.

3.1) Copie o arquivo rtpostgis.dll para a pasta lib do PostgreSQL. Geralmente é algo como C:\Program Files\PostgreSQL\8.x\lib;

3.2) Copie os arquivos gdal2wktraster.py e libgdal.dll para a pasta bin da sua instalação do PostgreSQL. Fácil né?

3.3) Vamos instalar os comandos e funções do Wkt Raster no nosso banco agora. Abra o PgAdmin3 ou o console sql do Postgres e conecte-se ao banco de dados alvo. Feito isso, rode os comandos que se encontram na pasta share\contrib\ do pacote WktRaster. Feito isso, teste se o WKT Raster está funcionando apropriadamente usando o comando SQL:

SELECT postgis_raster_lib_build_date(),postgis_raster_lib_version();

Caso o comando tenha sucesso, tudo foi instalado com sucesso.

A instalação termina aqui. Mas como carregar um raster para dentro de nosso banco de dados? Podemos utilizar a ferramenta em Python desenvolvida para este propósito, o script gdal2wktraster.py

Carregar um raster para o banco de dados

Esta ferramenta é uma aplicação em linha de comando, bastante fácil de utilizar. O resultado dela é um script .sql que você pode rodar pelo console sql ou pelo PgAdmin3.

Abra um console DOS e digite:

python "CaminhoParaOArquivo\gdal2wktraster.py" --help

Isto lhe deve dar todas as opções da ferramenta.

Algumas:

  • -t nome da tabela à ser criada no PostGIS, e.g. -t teste_raster;
  • -o nome do arquivo de saída, e.g. -o srtm.sql;
  • -k especifica o tamanho tile. Esta opção é muito importante, pois divide seu raster original em diversos registros cada um com este tamanho, em pixels. e.g. -k 90x90; Caso você não utilize esta opção, seu raster original ocupará apenas um único registro da tabela. Se você utilizá-la, você diz ao PostGIS: pegue este raster, fatie-o em pedaços de tal tamanho e insira-os nesta tabela!
  • -f especifica o nome da coluna do tipo raster. e.g. -f grid;
  • -r esta é a opção mais importante de todas, com ela especificamos o arquivo original à ser carregado. e.g. -r "CaminhoDoArquivoRaster\arquivo.tif";

Exemplo de um comando completo

C:\Python25\python.exe "C:\Program Files\PostgreSQL\8.3\bin\gdal2wktraster.py" - r "C:\srtm.tif" -k 90x90 -f grid -t srtm -o srtm.sql

Esta ferramenta é bem fácil de utilizar e gera um SQL limpinho, só faltando rodá-lo dentro do banco de dados.

Estou desenvolvendo algumas ferramentinhas de análise espacial, em especial ferramentas para extração automática de feições - algumas já estão prontas, outras ainda no forno, mas logo logo falo sobre elas! Esta é a página oficial do WKT Raster.

O que acharam?

Abraços!

George R. C. Silva

Related posts:

  1. #Python – pt4
  2. #Python – pt2
  3. Python QuantumGIS Cookbook

por George Rodrigues da Cunha Silva em Julho 31, 2010 03:00

Processamento Digital [BR]

Aprenda como mesclar feições no gvSIG


Essa dúvida foi extraída da Lista de usuários gvSIG:

---------- Forwarded message ----------
From: Elisaury Suarez <--------@hotmail.com>
Date: 2010/7/30
Subject: [Gvsig_usuarios] Como hacer un Merge en Gvsig

Tengo una capas, en este caso de una division administrativa,una provincia, pero cada una de ella esta de forma independinte en este caso en municipios y quisiera todas estas capaz en una sola capa. Asumo que existe algun Geoproceso en gvsig que hace esto. alguien me puede guiar.

Vamos ajudar Elisaury a descobrir como realizar um merge no gvSIG.

Para realizar esse processo, separei alguns municípios do estado do Amapá que se enquadram perfeitamente na questão acima (clique para ampliar):


Clique na ferramenta Geoprocessing Tools:


Na categoria Data Conversion, selecione a função Merge:

Antes de executar o processo, entenda como funciona o procedimento para mesclar feições no gvSIG:

De forma geral, um único arquivo shapefile deve conter vários arquivos shapefile. Para realizar esse procedimento, em primeiro lugar é preciso armazenar todos os arquivos shapefile num determinado diretório.

Em seguida é preciso clicar no botão Choose Directory para selecionar a pasta que contém os arquivos shapefile.

Finalmente selecione todos os arquivos que serão unidos no processo e aponte para um local do disco rígido para criar o shape armazenador (clique na imagem abaixo para ampliá-la):


Todos os arquivos separados foram agregados em um único shapefile. O processo de unir feições no gvSIG é um sucesso pela rapidez e eficiência. Outro detalhe interessante é que o aplicativo manteve todos os atributos dos arquivos originais:


Esse procedimento foi testado na versão 1.10 OADE e também pode ser executado através das  Ferramentas Sextante.

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 31, 2010 01:02

Julho 30, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Novos Tutoriais i3Geo

O i3Geo (Interface Integrada para Internet de Ferramentas de Geoprocessamento) é um software livre brasileiro baseado em um conjunto de outros programas de licença semelhante, como por exemplo, o Mapserver.

É utilizado para o desenvolvimento de aplicações WebMapping, fornecendo um excelente conjunto de ferramentas de navegação, geração de análises e compartilhamento mapas através de uma interface bastante amigável.

Hoje recebi via Twitter do i3Geo a notícia da publicação de quatro novos e excelentes tutoriais sobre o programa, disponibilizados através do Portal do Software Público.

Os tutoriais abordam os seguintes temas:

Instalação e Configuração do i3Geo (Download)

Tutorial de Mapfiles (Download)

Criação de Banco de Dados Espaciais (Download)

Montagem de Ambiente para Funcionamento do i3geo nas Distribuições Ubuntu 9.10 e 10.04 (Download)

Você pode fazer o download do i3Geo a partir do site do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O próprio MMA possui uma interessante aplicação Web desenvolvida com este programa que pode ser acessada neste link.

Mais informações sobre o i3Geo podem ser obtidas no Portal do Software Público, e neste endereço.

Espero que tenham gostado desta dica. Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 30, 2010 11:59

Luis Carlos Madeira

Mapas e Infografias

Em baixo ficam três links que mostram o que é possível fazer quando se usa informação geográfica e programação em JQuery, Ajax ou Flash e claro, muita imaginação.

- 30 Superb examples of Infographic Maps

- Fascinating Maps & Infographics

- 13 interesting Infographics for Web workers

por Madeira em Julho 30, 2010 09:54

Geo para Linux (BR)

Página Oficial das Primeiras Jornadas Brasileiras de gvSIG

Foi divulgado por email a página oficial das Primeiras Jornadas Brasileiras de gvSIG.

Reproduzo o anúncio abaixo.

É com satisfação que anunciamos a realização das Primeiras Jornadas Brasileiras de gvSIG no período de 22 a 24 de setembro de 2010, em Curitiba – PR, sob o lema “Unir para crescer”. O evento representará a primeira reunião formalmente organizada no Brasil de usuários e desenvolvedores ligados ao software gvSIG.

Está aberto o período de inscrições para o evento. A inscrição para assistir às sessões plenárias (22-24 setembro) é gratuita (número de vagas limitado) e deve ser realizada através do Formulário de inscrição. Não serão aceitas inscrições efetuadas por e-mail, telefone ou fax.

Também está aberto o período para envio de propostas para comunicações. As formas de participação, bem como as normas e datas limite para a submissão de trabalhos encontram-se no item Comunicações.

Informações e contato: jornadas.brasileiras@gvsig.org

Fonte: http://www.gvsig.org/web/community/events/jornadas-brasileiras/2010/


por Esdras Andrade em Julho 30, 2010 04:12

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Lista Pública de Web Services ao Redor do Mundo

Web Services OGC

O que são Web Services? Dito de forma simples, são soluções utilizadas para integração de sistemas e na comunicação (interoperabilidade) entre aplicações diferentes.

Desbravando a internet encontrei uma interessante lista pública de Web Services que aderem aos principais padrões do OGC, principalmente o WMS. A lista inclui inúmeros exemplos, de várias partes do mundo!

A lista pode ser acessar a partir deste link. O serviço está em contínuo desenvolvimento, através dele já é possível fazer buscas por WMS específicos.

Os usuários também podem adicionar novos Web Services à lista e se inscrever para receber um informativo sempre que um novo serviço for incluído na listagem.

Infelizmente, aqui no Brasil ainda há poucos serviços neste sentido.

Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 30, 2010 03:20

Blog IDEE (ES)

Geolibros para las vacaciones

¡Por fin llega agosto! No sé si a vosotros os pasa lo mismo, pero yo estoy deseando que llegue ese mes, el mes veraniego por excelencia, para irme de vacaciones y olvidarme de todo. Este año ha sido especialmente duro y complicado.

Bueno, pues ahora, como váis a tener más tiempo para leer, quiero recomendaros dos geolibros para la tumbona:

"Historia del deslinde de la frontera hispano-francesa" de Joan Capdevila i Subirana, CNIG, 2009.


Amena descripción de todas las vicisitudes acaecidas durante la larga y procelosa definición de la frontera entre España y Francia, desde el tratado de los Pirineos (1659) hasta los tratados de Bayona (1856-1868) y más allá, hasta llegar al momento actual. Está lleno de vicisitudes diplomáticas, históricas, políticas y administrativas, y también anécdotas e ideas muy interesantes. La conclusión es que demasiados intereses y conflictos locales han ido variando y complicando una línea divisoria que podría haber sido mucho más sencilla y racional. Casi parece que cuando se sigue la vertiente de aguas es por pura casualidad. La política todo lo distorsiona. En cualquier caso, todavía queda trabajo por hacer y algunos pequeños problemas que solventar. El texto se complementa con un CD, una buena bibliografía y una descripcipción del límite.


"Aspectos cartográficos de la guerra civil española (1936-1939) de A. Emilio de las Heras Molinos, CNIG, 2009.


Exhaustiva y muy instructiva recopilación de todo lo relacionado con la cartografía y nuestra última guerra civil, que tanto nos marca y tanto parecemos querer olvidar. Trata la importancia de la cartografía en la actividad militar, el estado de las técnicas cartográficas en la época, la historia de los organismos cartográficos antes y después de la contienda, la descripción de las principales series cartográficas y un sabroso epílogo. La publicación incluye una extensa bibliografía y una maravillosa colección de reproducciones de mapas y documentos cartográficos. Ni que decir tiene que el texto está plagado de asombrosas anécdotas y sucedidos. Un filón para los aficionados a la historia de la cartografía.

No está mal recordar a veces que las IDE, los SIG, la Geoweb Semántica y todas esas tecnologías tan avanzadas se siguen basando en lo mismo, en los datos geográficos, difíciles y complicados donde los haya.

En ambos casos, la redacción es excelente, cosa rara en los tiempos que corren. Son dos libros fenomenales, llenos de historias, conocimiento, erudición, experiencia, cultura y ¿cómo no? cartografía.

Siempre es interesante leer libros de historia. Se dice que quienes no conocen la Historia están condenados a repetirla, y los que la conocen también, pero por lo menos se enteran de lo que pasa. Han sido escritos por dos amigos y publicados por el CNIG, pero creedme si os digo que soy objetivo al recomendároslos: son una delicia.

Publicado por Antonio F. Rodríguez

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 30, 2010 09:46

Julho 29, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Leia Online a Revista Brasileira de Cartografia

Já indiquei aqui no blog alguns endereços onde você pode obter excelentes publicações sobre Geoprocessamento e áreas afins.

Por exemplo, já indiquei a seção de publicações do curso superior de Geoprocessamento do IFPB e a revista Espírito Livre.

Hoje a dica é sobre uma excelente revista que possui tanto sua versão impressa como online.

Trata-se da Revista Brasileira de Cartografia. Na página oficial são disponibilizadas os números publicados desde dezembro de 2001! No mesmo site você também pode obter informações sobre a submissão de artigos para publicação na revista.

Apenas para destacar a abrangência desta revista, os artigos da edição mais recente (N° 62 – Março 2010) aborda os seguintes temas:

QUICKBIRD-2 IMAGE SUPER-RESOLUTION BASED ON POCS AND DCT

SERVIÇOS WEB GEOGRÁFICOS E SUA INTEROPERABILIDADE

DESENVOLVIMENTO DE SIG 3D COM OPENSOURCE PARA A ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

PADRÕES PARA METADADOS GEOGRÁFICOS DIGITAIS: MODELO ISO 19115:2003 E MODELO FGDC

MODELAGEM CONCEITUAL DE BANCOS DE DADOS GEOGRÁFICOS APLICADA AO CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO

COMPOSIÇÃO DE UMA BASE CARTOGRÁFICA DIGITAL ALIADA À GESTÃO PARTICIPATIVA DA RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ – AMAZONAS

MÓDULOS EM MATLAB PARA INTERPOLAÇÃO ESPACIAL PELO MÉTODO DE KRIGAGEM ORDINÁRIA E DO INVERSO DA DISTÂNCIA

MAPEAMENTO DOS ESPAÇOS DE COMPRAS NA CIDADE DE GOIÂNIA A PARTIR DO USO DE GEOTECNOLOGIAS

MAPEAMENTO DE CITROS: AVALIAÇÃO DE CLASSIFICAÇÕES POR ÁRVORE DE DECISÃO

CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADES GEO-BOTÂNICAS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ (MG) ATRAVÉS DA INTEGRAÇÃO DE IMAGENS ÓPTICAS E MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO

A partir dos links acima você será direcionado para a página onde o artigo pode ser lido na íntegra e/ou baixado  no formato PDF.

Os trabalhos são de extrema qualidade. Você pode acessar o índice de todos os números da revista a partir deste link.

Você conhece alguma iniciativa envolvendo Geotecnologias e que merece ser melhor divulgada? Deixe sua dica nos comentários.

Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 29, 2010 08:57

Blog Geo.NET [BR]

GIS StackExchange Beta público

Buenas pessoal, tudo bom ?

Pessoal, conforme relatei anteriormente, uma nova comunidade para troca de idéias GIS nasceu. Apesar de ser toda em inglês o pessoal é bastante ágil e focado. A comunidade abriu o beta para o público.

Claro, ela não oferece tantos recursos como nosso fórum Geo.NET - o maior fórum sobre geotecnologias e geoprocessamento da América Latina - mas tem um pessoal interessante.

Confira:

GIS StackExchange

Abraços

George

Related posts:

  1. StackOverflow – mas para Sistemas de Informação Geográfica?

por George Rodrigues da Cunha Silva em Julho 29, 2010 07:59

Blog IDEE (ES)

WikiLeaks


Hoy he tenido la oportunidad de leer un comentario bastante acertado:
«Mientras el resto del mundo debate sobre WikiLeaks, la prensa española habla de toros, fútbol y circo.»
¿Qué es eso de WikiLeaks? Básicamente, un grupo de periodistas chiflados que, ocultos tras tecnologías que protegen su privacidad, destapan todo tipo de escándalos. Son una entidad fantasma supranacional, que existe en ningún país y en todos a la vez. Se dedican principalmente a destapar escándalos, protegiendo totalmente la confidencialidad de sus fuentes.

Su última peripecia informativa ha sido la publicación de unos 90000 informes militares estadounidenses sobre el despliegue en Afganistán. Los datos publicados no son páginas y páginas de aburridos informes, sino que contienen información tabular como las coordenadas geográficas (latitud-longitud) de cada incidente. De hecho, todos estos informes se pueden descargar en KML, o en una variedad de formatos para cargarlos en cualquier SIG.

Mientras unos gobiernos apuestan por publicar toda su información, otros eligen ocultarla para barrer los errores debajo de la alfombra. Y, visto lo visto, no parece que eso sea una buena estrategia.

Bonus: Si esos datos se muestran sobre un mapa base de OpenStreetMap, coinciden con las carreteras. Porque Google Maps no sólo tiene mala cobertura en Corea del Norte, sino también mala cobertura en Afganistán.

Publicado por Iván Sánchez Ortega
OpenStreetMap

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 29, 2010 11:34

WMS del Camino de Santiago

El IGN ha publicado mediante un Servicio Web de Mapas (WMS) una colección de mapas a escala 1:50.000 que cartografían el Camino de Santiago siguiendo el itinerario más popular, con información temática que será de utilidad para los peregrinos que durante el año 2010, Año Xacobeo, decidan recorrer el Camino. En este servio de mapas se puede consultar información sobre las ciudades del camino, las etapas y las ciudades de parada, con detalles sobre los servicios disponibles en cada una.

La dirección del servicio es:

http://www.idee.es/wms/IGN-Camino-Santiago/IGN-Camino-Santiago

y aquí se puede ver la descripción del servicio

http://www.idee.es/wms/IGN-Camino-Santiago/IGN-Camino-Santiago?REQUEST=GetCapabilities&SERVICE=WMS&VERSION=1.1.0

Esta publicación en la web se realiza en coordinación con la publicación de un mapa analógico y un CD con un pequeño Sistema de Información sobre el camino.

Por fin el Camino, con mayúsculas y por antonomasia, nuestro Camino, además de ser santo, turístico, lleno de cultura y tradiciones, ahora es además estándar.

Que lo disfrutéis y ojalá que este verano tengáis ocasión de recorrerlo, al menos en parte, es una gozada.

Como escribió el gran poeta, Cavafis, la felicidad está en el camino:

Pide que el camino sea largo.
Que muchas sean las mañanas de verano
en que llegues -¡con qué placer y alegría!-
a puertos nunca vistos antes.

Publicado por Antonio F. Rodríguez

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 29, 2010 11:17

Processamento Digital [BR]

Quantum GIS Plugin: Improved Polygon Capture 0.8


Essa excepcional ferramenta foi criada com o objetivo de aperfeiçoar as ferramentas de digitalização do Quantum GIS. Com base nas unidades do mapa, edite o comprimento dos segmentos criados estabelecendo um valor fixo.

Instalação

Não é necessário baixar e instalar essa ferramenta manualmente. O plugin está disponível no excelente repositório de plugins PYQGIS. Esse repositório se atualiza sempre. Recomendo realizar uma visita ocasional para ficar por dentro das novidades. Leia o tutorial abaixo para obter as instruções de instalação do repositório PYQGIS.


Modo de Edição

Após a instalação, aparentemente nenhuma ferramenta torna-se disponível nos menus do programa. Como se trata de uma ferramenta de digitalização, esse plugin fica visível apenas no Modo de Edição do QGIS. Crie um novo arquivo shapefile e habilite a edição para visualizar a ferramenta:


Clique no ícone e estabeleça o valor do comprimento do traçado. Agora basta desenhar o polígono normalmente:


No exemplo, os intervalos são variados (clique na imagem para ampliá-la):


Clique com o botão direito do mouse para finalizar o desenho. Veja o resultado:


Resumo da história: o QGIS é massa, é fera, é show de bola... Quantum GIS é animal!


por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 29, 2010 10:22

Sandro Batista

Transmitir uma ideia através de um conjunto de palavras?

Muitos de vocês devem estar familiarizados com algumas das imagens abaixo. A ideia é utilizar um qualquer texto e, de uma forma esquemática e apelativa, tentar transmitir as principais ideias presentes.

Ou seja, um imagem resumo do texto que queremos apresentar!

Uma maneira simples de conseguirmos fazer um esquema deste género é:

  • Eliminar elementos que não desejamos que apareçam realçados – algarismos, palavras comuns do dicionário, etc.;
  • Contar o número de vezes que cada palavra aparece no texto;
  • Atribuir um tamanho de letra a cada palavra, de acordo com o número de vezes que aparece;
  • Escolher um tipo de letra;
  • Escolher uma palete de cores;
  • Dispor as palavras de uma forma apelativa.

O resultado é algo semelhante às imagens abaixo. Estes esquemas representam as palavras presentes nos últimos 5 posts deste blog:

montagem_01

montagem_03montagem_02montagem_04

Se procurarem um pouco pela internet irão encontrar alguns softwares que fazem grande parte do trabalho e que, em alguns casos, bastará colocar o texto que desejamos ilustrar. Um exemplo que gosto bastante é o Wordle.

Uma criação interessante é a imagem a seguir. Aqui foi utilizado o texto do artigo: Sistemas de Informação Geográfica: Os próximos Sistemas de Informação.

montagem_05

Criem as vossas próprias imagens e partilhem!

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por Sandro Batista em Julho 29, 2010 09:00

Blog Geo.NET [BR]

Desenvolvendo um SIG para Suporte de Decisões Municipais #2

Olá pessoal, boa noite.

No post anterior falamos sobre a modelagem de um sistema que atendesse as necessidades de uma prefeitura e mostramos como modelar a parte de sistema viário. O sistema viário foi modelado primeiro pois ele é de fato, o coração de uma cidade e muita coisa acontence "em torno" do sistema viário.

Estamos assumindo com nosso modelo, que construíremos um sistema de geocoding, capaz de localizar endereços em nossa base de logradouros. Através deste sistema construíremos localizadores de diversos tipos de feição, como acidentes de trânsito, pontos de ônibus, focos de dengue, entre outras.

Hoje iremos conversar sobre a modelagem do sistema de transportes. Obviamente é um modelo simples, que não atende todas as necessidades de uma empresa/prefeitura para administrar o sistema de transporte público, mas já ajuda. Bem, do que é feito um sistema de transporte público? Falaremos aqui somente de linhas, pontos de parada, sentidos (bairro-centro, centro-bairro) e horários. Poderíamos muito bem falar de localização em tempo real, relatórios de viagem, etc., mas foge um pouco do objetivo da série - de ser uma introdução à modelagem de um sistema completo.

2.2 - Sistema de Transporte Público

Vamos começar com a modelagem do nosso sistema de Transporte. Vamos modelar Pontos de Parada, Linhas, Sentidos, e Horários.

CREATE TABLE tp_ponto_parada
    (
        id_tp_ponto_parada serial not null,
        dc_tp_ponto_parada varchar(50) not null,
        constraint tp_ponto_parada_pk PRIMARY KEY (id_tp_ponto_parada),
        constraint tp_ponto_parada_un UNIQUE (dc_tp_ponto_parada)
    );

    CREATE TABLE ponto_parada
    (
        id_ponto_parada serial not null,
        dc_ponto_parada varchar(255) not null, -- descricao do ponto
        tp_ponto_parada integer not null references tp_ponto_parada (id_tp_ponto_parada),
        constraint ponto_parada_pk PRIMARY KEY (id_ponto)
    );

    -- vamos adicionar nossa coluna geométrica a ponto_parada
    SELECT * FROM AddGeometryColumn('public','ponto_parada','the_geom',-1,'POINT',2);

    CREATE TABLE linha
    (
        id_linha serial not null,
        nm_linha varchar(50) not null,
        dc_linha varchar(255) not null,
        constraint linha_pk PRIMARY KEY (id_linha),
        constraint linha_nm_linha_un UNIQUE (nm_linha) -- o nosso nome de linha deve ser único.
    );

Bem, modelos nossas entidades básicas, pontos e linhas. Mas como descobrir qual linha serve à cada ponto? Ou como dizer se um ponto de parada pertence à determinada linha? Temos neste momento, uma relação de muitos para muitos. Porque? Bem, um ponto pode servir à mais de uma linha. E uma linha, com certeza abrange vários pontos. Para isto ser feito de maneira correta, temos de criar uma entidade intermediária, decompondo nosso relacionamento em 1:M, de cada um dos lados.

    CREATE TABLE sentido
    (
        id_sentido serial not null,
        dc_sentido varchar(50) not null,
        constraint sentido_pk primary key (id_sentido)
    );

    -- vamos aproveitar e inserir os sentidos possíveis!

    INSERT INTO sentido(id_sentido,dc_sentido) VALUES (DEFAULT,'CENTRO - BAIRRO');
    INSERT INTO sentido(id_sentido,dc_sentido) VALUES (DEFAULT,'BAIRRO - CENTRO');

    CREATE TABLE linha_possui_ponto
    (
        id_linha integer not null references linha (id_linha),
        id_ponto_parada integer not null references ponto_parada (id_ponto_parada),
        id_sentido integer not null references sentido (id_sentido),
        constraint lpp_pk primary key (id_linha,id_ponto_parada,id_sentido)
    );

Através desta tabela intermediária, conseguimos modelar quem pertence à quem. Podem ver, que as chaves estrangeiras em linha_possui_ponto, não permite o cadastro de linhas inexistentes ou de pontos inexistentes, nem de pontos duplicados que partilhem do mesmo sentido. Desta forma, podemos construir um cadastro básico de linhas e pontos, bem como de quais pontos são servidos por quais linhas.

Agora, precisamos de uma maneira inteligente de desenhar as linhas de ônibus que operam na cidade fictícia. Precisamos criar algo com uma coluna geométrica, correto? Errado. Como temos uma tabela geométrica com nossos logradouros, podemos facilmente utilizá-la para construir nossos trajetos de linha.

Por que fazer desta maneira?

  • Não repita informação.
  • Não repita informação.
  • Não repita informação.

É um motivo forte o bastante. Imagine se temos milhares de linhas, com milhares de trechos servidos. Se alterarmos nossos logradouros, teremos de alterar também nossas linhas - configurando um problema em potencial. Por isso iremos utilizar as geometrias da tabela logradouros para desenharmos nossas linhas.

Esta tabela tomará a forma de uma tabela intermediária, informando ordem e sentido. Desta maneira, utilizando uma view construíremos nossa tabela virtual de linhas.

    CREATE TABLE linha_possui_trecho
    (
        id_lpt serial not null,
        id_linha integer not null references linha (id_linha),
        id_trecho_logradouro not null references trecho_logradouro (id_trecho_logradouro),
        id_sentido not null references sentido (id_sentido),
        ordem integer not null default 0,
        constraint lpt_pk primary key (id_lpt),
        constraint lpt_un_linha_lpt unique (id_linha,id_trecho_logradouro,id_sentido,ordem)
    );

Através desta tabela intermediária, conseguimos informar à nosso sistema quais são os trechos de logradouro que formam uma linha específica. Realmente é algo à mais para monitorarmos e inserir no banco de dados, mas atualmente é a única maneira. A idéia aqui é construir uma ferramenta específica, que seleciona trechos de logradouros, e em memória armazena estas informações, bem como sua ordem (de seleção). Após a seleção, o ideal é o usuário executar o comando de "inserir", e nosso sistema, cuide do restante para o mesmo. Nada de editar tabelas como esta na mão.

Já temos nosso modelo preliminar, mas como vamos mostrar as linhas em um cliente web? Necessitamos gerar as linhas em tempo de execução, com as informações pertinentes. Para isto, iremos utilizar uma view e adicionar os registros apropriados à tabela geometry_columns para que esta fique transparente para o usuário/serviço de mapas.

CREATE OR REPLACE VIEW linhas_transporte_publico AS
SELECT
	id_linha,
	nm_linha,
	ST_Collect((SELECT the_geom from logradouros where gid = id_trecho_logradouro)) as "the_geom"
FROM linha
	LEFT OUTER JOIN linha_possui_trecho
		ON (linha.id_linha = linha_possui_trecho.id_linha)
	LEFT OUTER JOIN trecho_logradouro
		ON (linha_possui_trecho.id_trecho_logradouro = trecho_logradouro.id_trecho_logradouro)
	GROUP BY id_linha,nm_linha

Esta view nos possibilitará disponibilizar as informações de linha como um todo, sem diversos registros. O segredo está na função ST_Collect, responsável por unir os trechos de logradouros em nossa tabela trecho_logradouro. Veja que não estamos duplicando informação, apenas reutilizando os dados já existentes em nosso modelo.

Existem outras tabelas interessantes em se disponibilizar, tais como pontos de táxi, linhas de metrô/trem, transportes marítimos, aeroportos, terminais de embarque, etc. Deixo este exercício para o leitor. O objetivo aqui é mostrar como a modelagem de dados preliminar do sistema viário é importante e como podemos simplificar nosso trabalho futuro.

No próximo artigo falaremos sobre setores administrativos, bairros, quadras, lotes, etc. Estes dados são muito importantes para a administração pública e com certeza devem estar presentes em nosso sisteminha.

O que acharam?

Abraços

George R. C. Silva

Related posts:

  1. Desenvolvendo um SIG para Suporte de Decisões Municipais
  2. History Tables – pt 1
  3. Funções PostGIS #1

por George Rodrigues da Cunha Silva em Julho 29, 2010 03:09

Processamento Digital [BR]

Exportar Feições Selecionadas usando o gvSIG


Como exportar um shape selecionado no gvSIG? Eu recebi essa pergunta interessante há algum tempo atrás e resolvi publicar a dica de hoje como resposta. Já faz algum tempo que não publico tutoriais para esse excelente programa.

Através de uma tabela de atributos de um arquivo shapefile que contém aproximadamente 6.000 polígonos representando os municípios do Brasil (clique para ampliar), queremos exportar apenas um único polígono selecionado e manter o nome que consta na tabela no arquivo de saída.


Podemos facilmente exportar as camadas selecionadas no gvSIG com base nos atributos da tabela.

Essa operação será realizada através do Sextante:


Clique na categoria Tools for Vector Layers e selecione o algoritmo Separate Entities:


A dica é simples: na tabela de atributos, o campo NOME corresponde aos nomes dos municípios. Vamos separar os polígonos selecionados com base no atributo NOME. Se você inserir um caractere como prefixo, esse caractere vai preceder o nome de saída do arquivo.


Ao invés de atribuir prefixos para os nomes, insira apenas a extensão do arquivo [.shp] e clique no botão OK. O Sextante irá transportar o os dados das células do campo NOME para o novo arquivo shapefile:


Até hoje não li o manual do gvSIG. Gosto da construção do conhecimento de forma gradual. Assim, vou dividindo o bolo em pequenas partes. A execução de tarefas simples como esta são responsáveis pela persistência em dominar a ferramenta. Testar softwares é um etapa do desenvolvimento que respeito muito. Posso assegurar que, quando terminar de criar o índice de tutoriais, vai faltar espaço para listar o material divulgado na Internet sobre o gvSIG.

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 29, 2010 12:47

Julho 28, 2010

Fernando Quadro (BR)

Site do GeoServer agora em Português

Gostaria de comunicar a todos que já está no ar o site do GeoServer na lingua portuguesa. O objetivo do site é conter as mesmas informações do site em inglês.

O portal já conta com grande parte do seu material traduzido para o português, porém ainda necessita de ajustes, então todos são bem vindos a ajudar. Após de finalizado toda a tradução do portal, a meta é traduzir a documentação do GeoServer para o português.

Para ajudar basta se cadastrar no site do GeoServer (Confluence Wiki) e colocar a mão na massa. O endereço do site em português é: http://br.geoserver.org

Posts Relacionados


por Fernando Quadro em Julho 28, 2010 07:56

Luis Carlos Madeira

[Incêndios] Todos os anos a mesma coisa...

Foto: Daniel Rodrigues
Todos os anos a história repete-se: Portugal é "devorado" pelos incêndios. De quem é a culpa?

por Madeira em Julho 28, 2010 07:39

Sandro Batista

iPod, iPhone ou iPad?

Qualquer uma destas três plataformas, iPod, iPhone e iPad, pode agora aceder gratuitamente à aplicação ArcGIS for iOS disponível na Apple Store. Esta aplicação é transversal a todos estes dispositivos, já que foi criada tendo por base a nova API da ESRI, que funciona em qualquer ambiente iOS (sistema operativo destes dispositivos) – ArcGIS iOS API.

 

Este aplicação permite sem qualquer tipo de desenvolvimento:

  • Encontrar e Partilhar Mapas do ArcGIS Online (toca a partilhar Smile);
  • Ferramentas de Pesquisa, Identify, Medição e Query;
  • Inventariar e actualizar entidades SIG e seus atributos*;
  • Efectuar análises SIG através de serviços de geoprocessamento*;
    *disponível na próxima versão

A ideia não é possuir um SIG num destes dispositivos mas sim extender o SIG até estes dispositivos! Como é usual, também esta aplicação, faz parte de um todo sistema, o Sistema ArcGIS 10.

Para mais informações sobre esta nova API basta aceder ao sítio do costume, os ArcGIS Resource Center, neste caso específico a: http://resources.arcgis.com/content/arcgis-ios

Download ApplicationPara mais informações sobre a Aplicação ArcGIS for iOS basta clickar sobre a imagem abaixo.

image

 

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por Sandro Batista em Julho 28, 2010 09:00

Blog IDEE (ES)

Google Maps no cubre Corea del Norte o ¿hay dragones en Corea?

Bueno, pues parece que el recurso cartográfico más universalmente extendido y utilizado, Google Maps, no es tan universal, en varios sentidos, como podría parecer a primera vista.

Por un lado, sus condiciones de uso plantean numerosas dudas y perplejidades. Por ejemplo, no permiten su utilización, al menos en teoría, si se tiene menos de 18 años; y en España el usuario acepta implícitamente someterse a la jurisdicción de los tribunales de Inglaterra (!?), lo que no sabemos si es legal y aceptable. Complicaciones de disponer de un espacio de interacción electrónica globalizado y un espacio jurídico parcelado en naciones.

Y por otro, lo que nos ha llamado poderosamente la atención es que Google Maps está vetado en Corea del Norte, por lo que este país aparece vacío de información, se pueden ver las imágenes de satélite, sí, pero nada en lo que se refiere a la cartografía, como las zonas de los mapas antiguos en los que se rotulaba "aquí hay dragones" (¿serán dragones coreanos?), una tierra incógnita huérfana de contenido en el ciberespacio.


¿No hay nada que llene ese vacío? Menos mal que nos queda OpenStreetMap que, si bien no tiene toda la red de carreteras coreanas, sí que permite ver el entramado de calles de Pyongiang y otras ciudades, y algunas rutas interurbanas. Ventajas de la Neocartografía o Información Geográfica Voluntaria, que se derrama y extiende como un líquido y penetra todas las barreras.

No es el único caso de censura en la red que pasa desapercibido para muchos usuarios (véase http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_censorship).

Visto en 20minutos.

Información del mapa de Google Maps © Google

Información del mapa de Open Street Map © Colaboradores de OpenstreetMap, CC-BY-SA

Publicado por Antonio F. Rodríguez

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 28, 2010 08:26

Processamento Digital [BR]

Instalação do Quantum GIS + Plugin GRASS no Ubuntu 10.04


Postado no blog Geoprocessamento para Linux

Gostaria de publicar para fins de registro uma excelente dica que nosso amigo Esdras Andrade postou há algum tempo em seu blog Geoprocessamento para Linux.

Instale o Quantum GIS + Plugin GRASS no Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Linx) sem complicações! As dicas que publiquei aqui no blog se aplicam a versões anteriores do Linux que utilizo (8.04 Hard Heron). Agora podemos  utilizar um método mais simples e completo com o bônus de acompanhar a evolução do software GIS.

Garanto que essa dica será muito bem-vinda nas novas versões do S.O. - em outubro seremos presenteados com a versão 10.10, embora o prazo para suporte na versão 10.04 seja um pouco mais longo.


Falando em blogs e blogueiros, ainda não consegui localizar uma abordagem sucinta sobre o Modo Layout no gvSIG, Kosmo, Quantum GIS ou outro SIG livre. Quem se habilita?

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 28, 2010 04:00

Dica de Blog: MSIGOT



Conheci um blog dedicado aos alunos do curso de Mestrado da Universidade do Porto, em Portugal. O nome do  blog é MSIGOT - Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica e Ordenamento do Território.

Além do material produzido pelo blog, é possível acompanhar a agenda do curso e as principais notícias da blogosfera.

A iniciativa é muito interessante. Além do blog, a ferramenta dispõe de um fórum onde os usuários podem criar entradas sobre os mais variados assuntos. Fica registrada mais uma fantástica dica de blog.

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 28, 2010 02:47

Operações entre geometrias no gvSIG 1.10 - Parte 01


Há poucos dias criei alguns posts sobre operações entre geometrias no ArcMap com o propósito de demonstrar os recursos nativos do programa e suas extensões. Hoje vamos verificar os procedimentos necessários para converter ponto em linha e linha em polígono no gvSIG 1.10. São processos simples que podem ser executados através das Ferramentas de Geoprocessamento (Geoprocessing Tools).

Conversão de Polígono em Linha

Com o programa aberto, clique na ferramenta Geoprocessing Tools:


Na função Topology, selecione a tarefa Reduce To Lines:


As ferramentas são intuitivas e possuem imagens ilustrativas. Para iniciar o processo, indique um local de armazenamento do novo polígono e selecione a feição desejada no campo Input Layer:


A geometria modificada será adicionada automaticamente ao projeto do gvSIG. As opções restantes realizam as seguintes conversões:

Conversão de Linha/Polígono em Pontos

Reduce To Points - converte geometrias do tipo linha ou polígono em pontos.


Conversão de Linha em Polígono

Build Polygons -  permite converter uma geometria do tipo linha em polígono. Realiza o oposto da função Reduce To Lines.

Lembrando que o sucesso dessas operações está diretamente relacionado ao respeito às regras topológicas  - geometrias fechadas, diferentes projeções, etc.

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 28, 2010 02:03

Julho 27, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Conheça Melhor o gvSIG Mobile

Conheça e Explore o gvSIG Mobile

Que o gvSIG é um dos mais populares softwares livres para SIG não é nenhuma novidade. Mas ainda há certas potencialidades do projeto gvSIG que na minha opinião podem ser melhor divulgadas e exploradas.

Um exemplo disto é o gvSIG Mobile. Você costuma fazer uso desta ferramenta? Vou comentar a partir de agora algumas características deste importante aspecto do projeto.

O que é o gvSIG Mobile

A versão mobile do gvSIG é um programa para SIG (Sistema de Informações Geográficas) voltado para dispositivos móveis, ideal para projetos de coleta e atualização de dados em campo.

gvSIG MobileAssim como a versão Desktop, o gvSIG mobile se caracteriza por dispor de uma interface bastante amigável, suportando os principais formatos de dados utilizados em SIG.

O aplicativo conta ainda com bom número de ferramentas úteis para manipulação  de dados espaciais.

Deve-se destacar que o gvSIG Mobile é, de acordo com o site oficial, o primeiro software livre cliente de infraestrutura de dados espaciais para dispositivos móveis.

Outras características importantes do programa incluem o fato deste também ser desenvolvido em JAVA e distribuído pela licença GNU/GPL.

O desenvolvimento da versão mobile  é realizado de forma tal a tornar fácil sua extensibilidade, ou seja, ele permite que o programa seja aperfeiçoado e adequado para a aplicação desejada.

Está disponível em diversos idiomas, entre os quais o espanhol, inglês, francês, italiano, e alemão. Quem sabe em breve teremos a versão em português, em especial através do aumento de usuários brasileiros.

O aplicativo está disponível para as plataformas que suportam Java Micro Edition CDC 1.1. Atualmente, opera nas seguintes plataformas:

  • Windows Mobile 5.0
  • Windows Mobile 6.0

Funcionalidades

Algumas ferramentas incluídas nesta versão do gvSIG são :

  • Suporte aos formatos vetoriais: SHP, GML, KML, GPX.
  • Suporte aos formatos matriciais: ECW, JPEG, PNG, GIF.
  • Aceso a serviços remotos: WMS.
  • Navegação: Zooms, centralizador, etc.
  • Consultas: Informação, exibir coordenadas, medir distâncias, cáculo de áreas.
  • Seleção: Por ponto, por retângulo, por atributos, apagar seleção.
  • Pesquisa: Por atributo.
  • GPS: Conexão com GPS interno/externo, reprojetar para UTM, waypoints, tracklog en formatos GPX e CSV, cálculo da distância entre a localização e destino.
  • Edição gráfica: Creação de pontos, linhas e polígonos.
  • Edição alfanumérica: Formularios personalizados.
  • Representação Vetorial: Editor de Símbolos, exportar para GML, KML e SHP.
  • Tabelas: Importar e exportar campos a partir do gvSIG Desktop.
  • Otros: Portabilidade e integração de dados com a versão Desktop.

Download do gvSIG Mobile

Você pode baixar o gvSIG Mobile a partir do site oficial ou através dos links abaixo.

Então fica ai a dica. Espero que tenham gostado.

Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 27, 2010 10:12

Geoinformação on-line

Curso de Marketing Territorial

Jornal Arquitecturas (http://arquitecturas.ambienteonline.pt/noticias/) promove nos dias 26 e 27 de Outubro de 2010 o Curso de Marketing Territorial, que terá lugar no Almada Business Hotel, em Almada - Portugal. Esta formação, dirigida a profissionais da gestão de territórios e recursos naturais, da promoção do turismo local ou regional ou de...

Julho 27, 2010 01:06

Blog IDEE (ES)

Novedades en los visualizadores de CartoCiudad


El equipo CartoCiudad, con el fin de dar un mejor servicio al ciudadano, ha introducido algunas novedades y mejoras en su cliente visualizador:

  • El gestor de capas se ha vuelto más intuitivo al mostrar las capas apiladas en el orden en el que se visualizan.

  • Se ha mejorado la selección de los municipios en las listas desplegables, de forma que admita otros caracteres, por ejemplo, paréntesis.

  • Siguiendo la filosofía IDE hemos eliminado las divisiones de parcela y construcción, y en su lugar hemos incluido una capa en la que se muestra el WMS de Catastro para evitar, de esta forma, posibles discrepancias generadas por los diferentes ritmos de actualización de ambas bases de datos.

  • La petición de información en un punto se ha vuelto dinámica, se consultan las capas que se encuentren activadas en el gestor de capas.

  • La visualización del WMS del PNOA y de Catastro se realiza sólo a partir del nivel de zoom adecuado para mostrar la información relevante de estos servicios, de forma transparente para el usuario.
La dirección del visualizador de CartoCiudad sigue siendo http://www.cartociudad.es/.

Por otro lado, se han añadido nuevas funcionalidades al CartoVisor, el API de CartoCiudad:

  • Esta nueva versión permite a los usuarios de CartoVisor añadir una capa WMS como capa base distinta a la de CartoCiudad, y publicar ésta y cualquier otro WMS como capa transparente.

  • Asimismo, incorpora la posibilidad de añadir dinámicamente marcadores sobre la cartografía, con información configurada por el propio usuario.
Todas las nuevas funcionalidades incorporadas están debidamente documentadas junto a ejemplos en www.cartociudad.es/VisualizadorCartografico.

Publicado por equipo de CartoCiudad

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 27, 2010 09:26

Sandro Batista

Colaboração – A Música como um exemplo

Colaboração entre todos e para todos!

Este é um dos tópicos mais emergentes nos dias de hoje, seja em qualquer Sistema seja em qualquer Rede. Neste artigo encontra-se um belo exemplo de como a colaboração online é possível até mesmo na múscia, originando resultados fantásticos!

Deixo-vos aqui um vídeo do Johnny Cash, o famoso Man in Black. Este é o resultado de um projecto de colaboração online – The Johnny Cash Project. Os autores disponibilizaram uma plataforma onde cada utilizador, baseado no vídeo original, pode criar uma frame à sua escolha. Depois de todas as frames criadas o resultado é o vídeo abaixo. Algumas métricas podem ainda ser consultadas como é o caso de quanto tempo foi investido por cada utilizador na criação da sua “obra”.

Há diferentes vídeos para consultar, entre os quais:

  • Frames mais bem classificadas
  • Frames com mais pinceladas
  • Frames mais recentes
  • Frames abstractas
  • etc.
    Para visualizar o vídeo basta clickar sobre imagem abaixo:

johnny_cash

 

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por Sandro Batista em Julho 27, 2010 09:00

Sextante GIS (ES)

Productividad

Un par de semanas antes de irme de vacaciones (en teoría sigo en ellas, aunque este año no me he ido lejos, y con el ordenador cerca es difícil resistirse a programar...) empecé a buscar nuevas fórmulas para intentar mejorar la productividad en mi trabajo. Los resultados y conclusiones a los que he llegado son peculiares, y los pongo aquí para que compartirlos con quien pueda estar interesado. No se ha de olvidar, no obstante, que yo soy un programador, no un usuario de SIG como probablemente una buena parte de los lectores de este blog, aunque de cualquier modo creo que estas ideas pueden ser interesantes para todos.

La idea fundamental en la que he basado mis mejoras (que creo que funcionan notablemente) es la siguiente: el problema que reside detrás de la pérdida de productividad (al menos en mi caso), no es hacer las cosas lentamente, sino perder la concentración y no mantener un flujo de trabajo constante. En otras palabras, las soluciones que uno puede encontrar que automatizan procesos y proporcionan atajos para realizar diversas tareas añaden algo más de productividad, pero esta es en realidad muy poca, y a veces incluso se pierde por otras consecuencias negativas asociadas. Tratándose de un trabajo muy concreto y que se realiza con una única herramienta (el 99% de mi trabajo en SEXTANTE se hace única y exclusivamente usando Eclipse), es mucho más útil tratar de mantener de un modo u otro la concentración en esa herramienta, evitando las distracciones y el uso (sea para lo que sea) de cualquier otra.

Como consecuencia de esto, he modificado mi sistema con algunas de acciones que pueden parecer poco lógicas, pero que me están permitiendo rendir más, al menos en lo que a SEXTANTE y a la programación respecta. Son las siguientes:

* Mi ordenador es difícil de usar: Todas las cosas que antes hacía con suma facilidad, ahora cuestan algo más. Por ejemplo, mi menú de inicio no tiene ahora ningún acceso directo a ninguna aplicación, y mi variable de entorno PATH está prácticamente vacía, así que para lanzar cualquier aplicación tengo que ir a la línea de comandos, llegar hasta el directorio donde está instalada y ejecutarla. Suficiente tedio como para que no me apetezca lanzar chrome cada vez que me viene a la cabeza el nombre de un tío que toca el saxofón y quiero saber en que día nació, o chorradas similares. Mi correo lo leo muchas menos veces, y pierdo mucho menos tiempo.

Por supuesto, esto quita productividad si tengo que estar cambiando de aplicaciones y abriendo una tras otra, pero como digo, rara es la vez en que tengo que hacer eso. Lo que hago normalmente es sentarme delante de Eclipse y escribir código. Punto.

Para limitar más aún las ganas de tener muchas aplicaciones abiertas y utilizarlas a la vez pasando de una a otra, he desactivado el Alt+Tab. Para cambiar entre aplicaciones, tengo que lanzar el administrador de tareas, y ahí ir a la aplicación que quiera dentro de la lista de las disponibles. Estaréis pensando que también puedo hacerlo con el ratón, pero no, porque

*No tengo ratón. No es que lo use poco, es que directamente no hay. Como estoy en el portatil, he desactivado el touchpad. De hecho, para evitar tentaciones de activarlo dándole al botón (demasiado fácil), he desinstalado el driver de synaptics. Esto tiene dos consecuencias principales: por un lado, todos sabemos que las teclas son mas rápidas, pero el ratón es una comodidad que saca nuestro lado más vago. Ahora, cuando estoy en Eclipse, soy más productivo porque tan solo puedo hacer las cosas con teclas. Por otra parte, es más engorroso hacer otro tipo de cosas, como por ejemplo caer en todas esas miles de distracciones que Internet (el verdadero agujero negro de productividad...) ofrece.

Me he instalado una extensión para chrome (gleeBox) que permite navegar fluidamente sólo con teclas, y activando los atajos de teclado GMail se maneja sin problemas (salvo para borrar mensajes, que hay que remapear una tecla por un fallo en chrome). Pero si, después de superar el engorro de lanzar el navegador, me apetece cotillear en Facebook, ir a alguna página de videos o, especialmente, entrar en algo que use flash...entonces la cosa es algo más farragosa, así que no suelo hacerlo. Las páginas web que uso para algo profesional (consultar algo sobre Java, leer un blog sobre GIS, etc) son sencillas y se accede a ellas casi más rápido con teclas que con ratón. Las que no son de ese tipo y tienen mas distracciones que otra cosa, generalmente no están muy pensadas para usarse sin ratón.

En resumen, tengo un ordenador que va muy bien para usar una cosa a la vez (como digo, casi siempre Eclipse, aunque también mejora el uso de mi entorno de LaTeX, por ejemplo), ya que te fuerza a concentrarte realmente en eso que estás haciendo. Esto lo estoy aplicando en mi portátil, aunque cuando vuelva al ordenador de sobremesa lo aplicaré igual. Y estoy pensando en quitar el segundo monitor, que, a pesar de que he sido un ferviente defensor de él (al igual que muchos otros programadores), empiezo a pensar que permite tener muchas distracciones a la vista. Con una pantalla de 22 pulgadas panorámica puesta en vertical (ideal para leer mucho código) como la que tengo ahora como monitor principal, creo que es suficiente para trabajar a pleno rendimiento.

Por si alguno está pensando "y si alguna vez quieres divertirte y hacer otras cosas con el ordenador, ¿qué haces?", la respuesta es sencilla. Cuando quiero divertirme, o bien programo(¡y ademas ahora es más divertido, porque programo más!)...o bien me alejo del ordenador y me voy de cañas con los colegas, que es mucho mejor que andar haciendo el tonto mirando webs sin sentido :-)

Feliz verano a todos!

por volaya (noreply@blogger.com) em Julho 27, 2010 08:11

Julho 26, 2010

Blog IDEE (ES)

Portal europeo para la gestión de crisis por catástrofes naturales


Bajo el auspicio de la Comisión Europea, el Instituto para la Protección y Seguridad de los Ciudadanos ha desarrollado el programa Critech que trata de dotar de herramientas tecnológicas para la gestión de crisis provocadas por catástrofes naturales.

Se trata de un portal donde podemos visualizar sobre un mapa los eventos de tipo catastrofe natural que se van recibiendo vía RSS.

Está pensado para servir de herramienta de apoyo a los equipos de protección civil durante la gestión de una crisis. Para ello nos ofrece un API que permite realizar las siguientes funciones:
  • Seleccionar el mapa base que se visualizará. Aquí queremos destacar que además de Google y Bing de Microsoft también permite incorporar como mapa base OpenStreetMap.
  • Añadir capas overlay al mapa.
  • Añadir fuentes de datos GeoRSS.
  • Añadir ficheros externos en formato KML.
  • Añadir capas provenientes de Web Map Services.
Además Critech aporta herramientas para localizar lugares cercanos, para medir distancias o para localizar los aeropuertos más cercanos. Dispone de varios accesos de tipo GeoCoding para búsquedas de lugares.

Una vez 'construido' el mapa, Critech nos permite grabarlo en formato gráfico (png) o bien nos proporciona una URL que nos permitirá acceder desde un navegador al mapa con todas las características adicionales que hayamos añadido.

Podemos acceder al manual donde se explican las funciones básicas del portal, así como los parámetros que se necesita pasar con el URL para acceder a mapas personalizados.


Además del portal descrito, el Joint Research Center de la Comisión Europea mantiene otros portales interesantes en relación con el tema.

Publicado por Santiago Higuera de Frutos
http://ingemoral.es/wordpress

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 26, 2010 07:04

Julho 24, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

gvSIG 1.10 OADE com Sextante 0.6 e Plugins GRASS

gvSIG 1.10 OADE + Sextante 0.6 + Plugin GRASS

Olá Pessoal! Como vocês estão?

Conforme já publicado em outros blogs, foi disponibilizado para o público o  gvSIG 1.10 OADE 2010 (Oxford Archaeology Digital Edition).

Entre as novidades desta nova versão estão as extensões Remote Sensing, Network Analysis e NavTable. Mas o que mais chamou minha atençã foi a integração com quase 180 algorítmos do GRASS GIS em sua versão 6.4!

Claro que a famosa extensão sextante não poderia ficar de fora. Então imagine: gvSIG 1.10 + Sextante versão 0.6 + Plugin GRASS 6.4, isso é igual a um software livre de SIG extremamente poderoso e versátil! O download desta versão turbinada pode ser feito a partir deste link.

Eu indico a leitura das postagens sobre este lançamento publicadas nos blogs do Edmar Moretti e Jorge Santos.

Com certeza esta notícia representa um grande avanço na área de softwares livres para Geoprocessamento, onde observamos que estes cada vez mais estão se igualando com os programas proprietários.

Leia mais sobre a versão beta 1.10 do gvSIG (convencional) e faça o download a partir deste endereço.

Um Abraço e até a próxima postagem.


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 24, 2010 11:12

Luis Carlos Madeira

Mudando de assunto: Está um calor...

Está calor, e mesmo que não estejamos perto da praia só o facto de ver-mos uma foto onde está um pequeno espelho de água, sentimos uma pequena sensação de refresco. É esse o intuito da imagem que vem a seguir. Já agora, boas férias a todos.

Fonte: Imagem retirada daqui.

por Madeira em Julho 24, 2010 07:30

Está entranhado na sociedade

Sensação estranha. Muito estranha, mesmo.

Não existe imparcialidade, não existem prémios por mérito. Existem pessoas que são colocadas à frente de outras - sublinho a palavra colocadas. Muitas dessas pessoas, gostam do "convívio" com quem os pode permitir ser mais que os lutam, trabalham e se esforçam e acima de tudo fazem as coisas por gosto e não por obrigação. Não tenho feitio para lamber botas a ninguém, nunca o fiz e nunca o farei. Posso ser prejudicado em muita coisa, devido a este meu "defeito", mas uma coisa ninguém me tira: O sentimento de que venço por mim. Para mim esta sensação é única e deve ser preservada. Talvez seja, também, por isto que este pequeno país não desenvolve muito. Talvez seja porque muitos pensam pequeno. E o curioso é que muitas destas pessoas estão colocadas em lugares que lhe conferem o "poder" de decidir a vida de outras. No fundo, é esta a lei que dita a sobrevivência dos que, à partida, não podiam vencer. O pior disto tudo é que existem sempre os discípulos que vão transmitir esta falta de princípios a outros. E assim a história repete-se e estão criadas as condições para que tudo se mantenha sempre na mesma - a favor de uns e contra outros.

 

É só um desabafo!

 

Nota: Este texto está escrito de uma forma confusa, mas o que me faz mais confusão é o teor da mensagem que ele transmite.

por Madeira em Julho 24, 2010 06:24

Processamento Digital [BR]

O Brasil com saudades dos satélites CBERS e LANDSAT

Postado no blog da AMS Kepler



Lacuna nas imagens gratuitas de satélites

Por Antonio Machado e Silva (*)

Infelizmente 2010 não será um ano memorável para a comunidade brasileira de usuários de imagens de satélites de sensoriamento remoto. Nosso satélite CBERS-2B, terceiro da série, deixou de funcionar em abril e o espetacularmente longevo Landsat-5 enfrenta sérios problemas e não está sendo recebido pela estação em Cuiabá. Esses dois satélites respondiam por mais de noventa por cento do acesso de usuários à base de dados do INPE, deixando-os órfãos.

Por várias razões que não serão aqui discutidas, temos, pela primeira vez, uma lacuna em ambos os programas. O INPE tem feito todo o esforço, juntamente com os parceiros chineses, para cumprir o cronograma e lançar o CBERS-3 no segundo semestre do ano que vem. Da mesma forma, há a expectativa de lançamento do sucessor do Landsat-7 para dezembro de 2012. O lado bom da notícia é que ambos os satélites apresentarão melhoras significativas em relação aos seus predecessores.

O usuário brasileiro se acostumou a ter acesso gratuito a imagens atuais de média resolução espacial. Aliás, a tendência mundial é que essa política seja copiada. A então Diretora do USGS, Barbara Ryan, já veio a público em mais de uma ocasião assegurar a distribuição gratuita de imagens do futuro satélite do programa, e fez questão de enfatizar que copiava a inteligente política iniciada pelo INPE. O que ainda não está bem definido é o ponto de corte entre imagem comercial e gratuita, com uma tendência para a resolução de 10m.

Mas essa questão, juntamente com outras, serão abordadas oportunamente para levantar a discussão sobre comercialização de imagens de satélite

Nesse momento, prestamos nossas homenagens àqueles que muito nos auxiliaram e saudamos a vinda dos sucessores. Que venham logo para uma vida duradoura e de sucesso.



(*) Antonio Machado e Silva é Diretor e Consultor Sênior da AMS Kepler Engenharia de Sistemas.

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 24, 2010 04:02

gvSIG 1.10 OADE + Sextante 0.6 + Extensão GRASS


Olá amigos!

O fluxo de trabalho dobrou nas duas últimas semanas. Fiquei concentrado no trabalho, mas distante do blog. As crianças agradecem, pois o trabalho enobrece.

A grande novidade da semana foi noticiada em primeira mão pelo blog do Edmar Moretti: lançamento do gvSIG 1.10 OADE 2010 (OADE = Oxford Archaeology Digital Edition). 

Como Edmar e muitos usuários do gvSIG, tive dificuldades durante a instalação da versão BETA e resolvi saltar para essa espetacular versão do programa lançada no dia 15 de julho. Essa versão é simplesmente perfeita!  Foi amor à primeira vista!Essa versão é muito mais organizada que a versão original e possui ferramentas jamais vistas!
Novidades da versão 1.10 OADE

Além do programa padrão, os usuários do SIG poderão contar novamente com as extensões Remote Sensing, Network Analysis e NavTable. Não poderiam ficar de fora a poderosa extensão Sextante em sua versão 0.6 e os 179 algoritmos do GRASS 6.4!

Instalação do GRASS 6.4 no gvSIG 1.10 versão Windows

Até agora, o comportamento do GRASS que detectei no gvSIG possui a mesma estrutura da extensão Sextante. Os comando são lineares e, como não poderia deixar de ser, as ferramentas do GRASS encontram-se no mesmo local do Sextante. Ainda não tive tempo de testar os algoritmos do GRASS no gvSIG 1.10 mas farei isso em breve.

Acesse o conjunto de ferramentas Sextante clicando no ícone abaixo:

Para configurar o GRASS, clique no botão indicado na imagem abaixo:


No item GRASS, ajuste o local de instalação do programa no Windows XP que segue esse caminho:

C:\Arquivo de Programas\gvsig-oade-2010-1.0.0\grass

Nas opções seguintes, deixei marcada apenas a opção para criar um mapset temporário. Para ajustar o Shell interpreter, aponte para o seguinte diretório:

C:\Arquivo de Programas\gvsig-oade-2010-1.0.0\mysys\bin\sh.exe

Em breve vou especificar os diretórios de instalação do Linux, Vista e Seven. Veja as configurações do GRASS:


Para executar, clique no botão SETUP GRASS. Uma janela surgirá na sequência:


Agora é possível executar os algoritmos do GRASS dentro do gvSIG!


por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 24, 2010 01:35

Julho 23, 2010

Blog do gvSIG (ES)

Back from Latin American and Caribbean gvSIG conference

Last week part of the gvSIG Team attended the Second Latin American and Caribbean gvSIG Conference. It has held in Caracas, Venezuela at Alba Caracas Hotel, organized by the National Information and Technology Centre (CNTI) and the Geographical Institute of Venezuela Simón Bolívar (IGVSB).

First two days there were a pre-conference workshops about gvSIG and SDIs, Vector  features, 3D and Raster features and finally about gvSIG 2.0 development. I’m happy to say that the conference was a complete success, mainly because the organization was amazing. If you’ve managed a +700 people conference along 3 days you can imagine the huge effort is needed to assure that everything works smooth and they did it.

Registration desk

There were some demos and presentations from the gvSIG Team but the conference was mainly run by use cases, some projects developed with gvSIG and so on. I presented the OSGeo Spanish Language Local Chapter with Francisco Palm (Venezuela) and also I had the chance to present OpenStreetMap Project with César Medina (Chile). This presentation was not prepared but as one of the planned presentations failed, well, I was invited to present OSM and the opportunities this project has in South America.

Presenting OSM project

Presenting OSM project

Besides the conference we were able also to do some kind of tourism visiting CatiaTve, a complete community-driven television channel and the 23 de enero community, it’s a suburb of Caracas were they are organizing themselves to try to be as much independent as they can, they have for example their own fish farm and a quite successful radio channel (Radio Arsenal).

At CatiaTve transmission facilities

At CatiaTve transmission facilities

Free Software has so many opportunities to be applied in geomatic arena that it represents a real alternative to privative solutions. This maybe sounds obvious on this blog or this context but trying to convince of that topic public administrations and private companies is a huge effort. In my opinion we (not just the gvSIG Team but all the Conference presenters) did a good job showcasing the gvSIG and FOSS4G software to the Venezuelan and other Latin American people, let’s see if we have more and more use cases of succesful projects there.

Some gvSIG people with organization team and friends

https://gvsig.org/web/community/events/jornadas-lac/2010/

Filed under: community, english, events, opinion Tagged: gvSIG LAC, Venezuela

por Jorge em Julho 23, 2010 01:07

Círculos viciosos

Recuerdo que fue en las 3as Jornadas de gvSIG cuando finalizando una mesa redonda titulada “Software Libre y Universidad”, uno de los participantes del público que se presentó como profesor universitario lanzó una pregunta del tipo: ¿Por qué tengo que usar yo software libre si a mi me dan el software gratis?

Unos meses después en las II Jornadas SIG Libre de Girona hubo otra mesa redonda “Software libre y Proyectos de Cooperación”. Lorenzo Becchi, en papel de consultor de FAO comentó la importancia de usar software libre en este tipo de proyectos y como, en muchos casos, se utilizaba software privativo pirateado con lo que una de las enseñanzas inherentes al proyecto era la de robar. Una chica (disculparme pero no recuerdo el nombre) que participaba como representante de Ingeniera Sin Fronteras apuntó que gran parte del problema es que los ingenieros no conocían más que las herramientas privativas, que en la universidad nunca les habían formado en software libre. Y como es totalmente lógico, en proyectos de cooperación con tiempos limitados para aportar soluciones, no había tiempo para adquirir esa formación.

La Universidad forma a los trabajadores del futuro, en muchos casos en niveles de decisión relevantes en los más diversos sectores. Los universitarios de hoy serán, sin duda, decisivos en el rumbo del mañana. La Universidad, pues, tiene una gran responsabilidad en las herramientas de software que utiliza. La decisión de propagar dependencia tecnológica entre sus alumnos no es un asunto baladí, sino que tiene consecuencias de todo tipo en la sociedad que estamos construyendo.

Dos mesas redondas, dos jornadas, con una pregunta y respuesta enlazadas. O como cantaba Sabina en los años de La Mandrágora…círculos viciosos.


Filed under: opinion, spanish

por Alvaro em Julho 23, 2010 10:57

Julho 22, 2010

Edmar Moretti (BR)

gvSIG 1.10 por OADE, instalação mais fácil que a original

Quando saiu a versão beta 1.10 do gvSIG muitos usuários reclamaram de problemas na instalação em sistemas Windows (vista e 7). Eu tbm tentei instalar e tive problemas e mesmo qd consegui, o software apresentou problemas na adição de camadas raster (veja posts relacionados com a tag gvsig).

Mas existe uma alternativa: o pacote gvSIG 2010 OADE version 1.0 que foi lançada dia 15 de julho.


Instalei o pacote e o gvSIG funcionou perfeito, inclusive, sem o problema de adição de camadas raster ou WMS. A instalação é bastante simples mas não permite escolher a linguagem. Por default, vem em inglês, mas basta alterar isso nas preferências do gvSIG após a instalação.


Além do gvSIG normal, esse pacote vem também com o GRASS e uma extensão para conexão. Alíás, vem com várias funcionalidades diferentes do original.


por Edmar Moretti (edmar.moretti@terra.com.br) em Julho 22, 2010 07:47

Fotos das jornadas GvSig

Infelizmente eu não pude participar das 2nds Jornadas da América Latina e Caribe do GvSig, mas recebi algumas fotos por Valenty Gonzalez, segundo o qual, foram mais de 1.000 inscritos para o evento, com palestrantes vindos da Espanha, Argentina, Colômbia, Venezuela, Brasil, entre outros. Seguem algumas fotos.

por Edmar Moretti (edmar.moretti@terra.com.br) em Julho 22, 2010 02:58

Geoinformação on-line

Formação em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) (Escola de Verão - FCSH-UNL)

Escola de Verão (http://verao.fcsh.unl.pt/) . Entre os mais de 100 cursos disponíveis, nas mais variadas áreas do conhecimento, irão ser leccionados cursos de Sistemas de Informação Geográfica com software ArcGIS 9.3.1 da ESRI. Estes cursos destinam-se a públicos com formações variadas e diferentes níveis de experiência, indo de encontro às...

Julho 22, 2010 01:34

Blog IDEE (ES)

La comunidad


Micah Williamson es el responsable de SIG del Condado de Peoria, y escribe en un artículo titulado "OpenStreetMap is awesome":
Así que te estarás preguntando, "Todo esto de OSM es muy bonito y tal, pero
¿qué significa para nosotros, los profesionales del SIG?" Bueno, o no significa nada o lo significa todo. Elige.

Dicho eso, el participar es una elección mía. Puedo ignorar totalmente OSM.
Como un profesional que tiene al alcance de los dedos un SIG maduro de todo
el condado, OSM no tiene nada que yo no tenga ya. ¿Ejes de vía? Por supuesto.
¿Contornos de edificios? Hasta la última caseta del condado. ¿Uso del
terreno? ¿De qué año lo quieres?. Bueno, hay una cosa que yo no tengo. La
comunidad.

A principios de año comenzamos a permitir la distribución de la planimetría de
1997, puesto que había llegado al fin de su vida útil. Después de anunciar la disponibilidad en nuestro sitio web, recibí una petición FOIA [un tipo de solicitud de datos del sector público] de estos datos. Me explicaron que la intención era utilizar esos datos en OpenStreetMap, y que realmente todo lo que querían eran los contornos de edificios. Así que les envié un shapefile comprimido y... bueno, podéis ver el resultado vosotros mismos.

Todo en unas pocas semanas. Todo por alguien que ni siquiera vive en la zona, sólo cree en el proyecto. Impresionante. Definitivamete yo no tengo ese tipo de voluntarios. Por eso OSM tendrá éxito. Por eso es fantástico.

Publicado por Iván Sánchez Ortega
OpenSreetMap

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 22, 2010 07:28

Blog Geo.NET [BR]

Desenvolvendo um SIG para Suporte de Decisões Municipais

Atualmente temos no Brasil 5561 municípios, de diversos tamanhos. Gerenciar um município e todos os seus serviços é uma tarefa complicada, pela multiplicidade de usuários que devem ser atendidos (a população), e diversidade de serviços oferecidos (educação, saúde, segurança, lazer, moradia).

Como administrar tudo isso, de forma coesa e inteligente? Muito poucos municípios tem hoje a capacidade de construir um sistema de informações geográficas, por diversos motivos: preço do desenvolvimento de um sistema integrado, preço do software (licenças proprietárias), treinamento de mão-de-obra e manutenção deste centro de inteligência espacial.

Enfim, é muito caro coletar e organizar dados geográficos, mas é uma ação municipal que tem retorno imediato, não somente no caixa, mas em agilidade na prestação dos serviços e por conseguinte satisfação da população em geral.

Além disto, os custos para realizar diversas operações diminuem exponencialmente. Ordens de serviço são precisamente direcionadas ao problema, sem desperdícios ou prestando serviços desnecessários.

Iremos abordar em uma série de artigos a construção de um sistema de apoio de decisões para um prefeitura municipal fictícia. Serão utilizados softwares livres para o desenvolvimento desta solução, mas isto não lhe impede de desenvolver este tipo de sistema utilizando um software proprietário - os resultados práticos são os mesmos.

O tema será abordado em paralelo, mostrando tanto o esboço de uma arquitetura sistêmica, o desenho de um pequeno banco de dados espacial e a construção de um ambiente WEB para visualização das informações espaciais no navegador de internet comum.

Os primeiros artigos serão bastante simples e conforme caminharmos, iremos adicionar complexidade ao sistema, com consultas, relatórios e regras de negócio avançadas. Iremos adicionar inteligência ao sistema aos poucos.

Portanto leitor, seja bem vindo à esta série de artigos que estamos escrevendo com o intuito de mostrar o que Geoprocessamento realmente é. Esqueça os "mapinhas", pense em inteligência geográfica. Como sempre, você são encorajados à participarem ativamente deste processo, pelo blog ou via email. Aguardmos ansiosos pelo seu feedback.

1 - Arquitetura do sistema

Primeiramente precisamos pensar o que nosso sistema irá fazer, quem irá atender e como irá atender. Não é possível dentro de um prazo e custos razoáveis, atender todas as demandas de desenvolvimento que uma prefeitura municipal de médio porte terá. Mas é possível limitar este escopo e prever como o sistema deverá crescer. Por isso devemos ter em mente uma arquitetura que possa escalar e seja robusta.

Existem milhares de estudos sobre arquitetura que devemos fazer ANTES de iniciarmos um projeto desse porte. Mas não iremos realizar os estudos. Porque? Vamos construir um sistema pequeno para uma prefeitura pequena e não temos em mente muitos usuários simultâneos. O que quero deixar claro é que esta etapa deve existir e não pode ser descartada em qualquer projeto real e deve ser feito inclusive, por um profissional COMPETENTE.

Bem, o que nosso sistema irá fazer? Irá cartografar alguns temas de nossa cidade fictícia como lotes, quadras, praças, logradouros, bairros entre outros e disponibilizar a consulta destes temas via internet. Inicialmente, este será nosso objetivo. É uma missão bem simples, mas que já pode ajudar um administrador a entender seu espaço, seu município e seus habitantes.

O que precisamos para fazer isto? Logo de início, precisamos ter em mãos os dados espaciais a serem manipulados. Pelo fato de requerer custos elevados, muitas vezes nos deparamos com a falta de informação espacial para manipulação. Isso ocorre por, na maioria das vezes, o orçamento do lugar, cidade, estado, não cobrir a necessidade dos gastos totais local, o que redireciona os investimentos do lugar para problemas mais urgentes, ficando o planejamento do espaço em segundo plano.

Tendo em mãos estes dados, precisamos de uma forma confiável de armazena-los e lê-los, portanto precisamos de um banco de dados, geográfico! Só um banco de dados pode possibilitar multiplos usuários leitores, multiplos usuarios editores sem que haja quebra na consistência de informações. Para isto, a maioria dos bancos de dados relacionais, utiliza alguns princípios chamados de ACID (Atomicidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade) detalhar isto aqui, mas fica para um próximo artigo) e são eles que garantem que tudo o que tenho dentro daquele banco de dados é uma informação verdadeira, ou seja, consistente e íntegra.

Como iremos inserir os dados no banco? Utilizaremos um software SIG desktop para a tarefa. Este tipo de software suporta conversão de coordenadas, edição de geometrias, customização de simbologia, geração de mapas temáticas, consultas complexas, entre outras funções. O importante é que este software ficará a disposição, em nosso caso fictício, de uma pequena parcela de funcionários da prefeitura, treinados e compententes para operar um software com toda esta complexidade. Não que todos não pudessem aprender, mas é melhor dividir para conquistar. Com um número reduzido de usuários responsável pela inserção/deleção/atualização de registros, temos maior segurança e podemos prevenir desastres em nossas preciosas bases cartográficas.

Além disso precisaremos de um servidor de mapas. Precisamos publicar nossas informações na internet, através de mapas coloridos. Um servidor de mapas é o responsável por entender os pedidos do navegador de internet ("me dê aquela extensão geográfica ali, com as camadas de logradouros, quadras e hidrografia, para ontem!") e traduzir sua resposta em gráficos. Em alguns casos, o servidor de mapas entende o pedido e gera as imagens, em outros, manda as informações para o navegador interpretar e desenhar aquele lindo mapa em sua tela.

Figura 01 - Arquitetura simplificada do sistema

Figura 01 - Arquitetura simplificada do sistema

1.1 - Escolha de ferramentas

Bem, escolhemos como banco de dados o PostgreSQL 8.4 com sua extensão espacial PostGIS 1.5. Porquê? Bem, conforme mencionamos no começo do artigo, iremos trabalhar com ferramentas livres, ao invés de proprietárias, mas existem algumas razões técnicas para isto:

  • É o mais completo banco de dados (livre) da atualidade;
  • O PostgreSQL é o banco de dados que faz menos extrapolações do padrão SQL. Portanto, desenvolver para PostgreSQL, quase sempre é estar de acordo com o padrão.
  • O PostGIS, sua extensão espacial, é a mais madura do mercado. Tem o maior número de funções, funciona muito bem e com certeza dá uma lavada em outras implementações espaciais.
  • O PostGIS segue o padrão aberto OGC (Open Geospatial Consortium), ou seja, informação dentro do PostGIS se comunica com todos os softwares de SIG/GIS que implementam o padrão.
  • O PostGIS é livre e gratuito.

O PostgreSQL ainda nos permite interação com diversas linguagens de programação, para aumentar sua capacidade de análise espacial, como a pl/R e como a pl/python que nos irá ajudar a criar futuramente um ambiente web completo.

O software SIG desktop escolhido foi o QGIS. A resposta para esta escolha, é que antes de tudo, o Quantum GIS é um software livre! É um projeto que faz parte da OSGeo, e que roda em diferentes plataformas (Unix, Linux, MacOSX e Windows), além de suportar dados vetoriais, raster e formatos de banco de dados. Atrevés do QGIS, é possivel gerenciar, manipular e analisar os dados trabalhados, bem como compor mapas para impressão.

Para o servidor de mapas, iremos utilizar o GeoServer. O GeoServer é um projeto bastante maduro, é utilizado mundo afora e suporta os principais protocolos especificados pela OGC - Web Map Services, Web Feature Services, entre outros. Em conjunto com o GeoServer, usaremos o OpenLayers para trabalhar como cliente do GeoServer e construir nosso mapa - dentro do navegador.

2 - Temas e Feições

Em suma, um SIG armazena informações de forma relacional, da mesma forma que um banco de dados tradicional. A diferença é que o SIG permite e lhe dá
ferramentas para armazenar de forma eficiente informações espaciais: pontos, linhas, polígonos e outras geometrias mais complexas, como coleções de
geometrias, geometrias em três dimensões, etc..

As ferramentas que o sistema lhe fornece são composta basicamente de operações matemáticas sobre objetos dispostos em um plano euclidiano (existem ferramentas
avançadas que se dão em uma esfera, como a superfície da Terra), tais como: intersecção, união, disjunção, soma, subtração, distância, área, entre outras.

Existem diversas operações que podemos realizar com as geometrias dos objetos, e chamamos isto de análise espacial. É através da análise espacial e pesquisa relacional em um banco de dados que conseguimos os fantásticos resultados, que não seriam obtidos de nenhuma outra maneira.

Em nosso pequeno sistema, vamos armazenar algumas informações cruciais para a administração pública: sistema viário, quadras, lotes, bairros, linhas e pontos de ônibus e pontos de táxi. A administração de nossa prefeitura fictícia quer uma atualização cartográfica geral e um controle maior sobre o transporte neste município.

A prefeitura fictícia nos forneceu estas informações e nos mostrou como são armazenadas hoje. À partir daí podemos começar com a modelagem de dados e a construção de nosso banco de dados espacial.

2.1 - Sistema Viário

A prefeitura quer um levantamento e organização completa de seu sistema viário. Atualmente eles não tem nada armazenado em forma digital, mas querem uma solução que seja compatível com geocodificação, roteamento e sirva para construção dos itinerários de linhas de ônibus.

Bem, como temos requisitos funcionais (geocodificação e roteamento) precisamos pensar em uma forma de construir esta base de logradouros de uma forma que nos permite posteriormente, implantar estas funcionalidades para a prefeitura.

Uma estrutura relacional comumente aceita para representar este tipo de informações é criar uma linha por logradouro, de seu ponto inicial ao seu ponto final, indicando as seguintes informações: Código Logradouro,Tipo Logradouro, Nome Logradouro, CEP Logradouro. Mas temos nosso requisitos. Nosso sistema quase nunca teria uma linha de ônibus que segue um logradouro de seu início ao seu final, sem nenhuma virada, por exemplo. Temos ainda a questão de preparar o sistema para o roteamento e geocodificação. É muito mais prático, dividir este elemento "logradouro" em partes atômicas, que nunca irão se alterar (com exceção, claro, de uma alteração do traçado viário) ou ser divididos em pedaços menores por alguma necessidade (como um ônibus virar a esquina, por exemplo).

Definido isto, temos a seguinte estrutura: Código Logradouro, Código Trecho Logradouro, Tipo de Logradouro, Nome Logradouro, CEP Logradouro. Estamos apenas preparando a base para demandas futuras, então lembrem-se, não iremos implementar tudo de uma vez. Esta estrutura será suficiente. O importante é entender a divisão de informações que iremos realizar. Também vamos assumir que todo o traçado dos eixos serão realizados no sentido do tráfego, ou seja, o ponto inicial flui para o ponto final do logradouro ou trecho.

Neste esquema a tabela não está apropriadamente normalizada. Precisamos normalizá-la para um funcionamento eficiente de informações. Mas porque? Note que um logradouro terá um ou mais trechos, e estamos repetindo à cada trecho as informações Tipo de Logradouro e Nome de Logradouro. A normalização permitirá que entremos com esta informação apenas uma vez e referenciemos esta à uma outra tabela.

Em SQL, ficaria assim:

 	CREATE TABLE tp_logradouro
	(
		cd_tp_logradouro SERIAL NOT NULL, -- nossa chave primária
		dc_tp_logradouro VARCHAR(30) NOT NULL, -- a descrição do tipo de logradouro
		CONSTRAINT tp_logradouro_pk PRIMARY KEY (cd_tp_logradouro)
	);

        CREATE TABLE logradouro
	(
		cd_logradouro SERIAL NOT NULL, -- nossa chave primária
		tp_logradouro INTEGER NOT NULL REFERENCES tp_logradouro (cd_tp_logradouro),
		nm_logradouro VARCHAR(75) NOT NULL,
		CONSTRAINT logradouro_pk PRIMARY KEY (cd_logradouro)
	);

	CREATE TABLE trecho_logradouro
	(
		cd_trecho SERIAL NOT NULL, -- nossa chave primária
		cd_logradouro integer NOT NULL REFERENCES logradouro (cd_logradouro), -- aqui estamos referenciando a tabela logradouros.
		no_vias integer NOT NULL,
		no_faixas integer NOT NULL,
		cep_trecho VARCHAR(9) NOT NULL DEFAULT '00000-000',
		CONSTRAINT trecho_logradouro_pk PRIMARY KEY (cd_trecho)
	);

	CREATE TABLE numeracao_trecho_logradouro
	(
		cd_trecho INTEGER NOT NULL REFERENCES trecho_logradouro (cd_trecho),
		no_inicial_esq INTEGER NOT NULL DEFAULT 0,
		no_inicial_dir INTEGER NOT NULL DEFAULT 0,
		no_final_esq INTEGER NOT NULL DEFAULT 0,
		no_final_dir INTEGER NOT NULL DEFAULT 0,
		-- já estamos dizendo que só podemos ter um trecho com estas informações.
		-- não é possível repetir cd_trecho com numerações diferentes
		CONSTRAINT numeracao_trecho_logradouro PRIMARY KEY(cd_trecho)
	);

	CREATE TABLE sentido_trecho_logradouro
	(
		cd_trecho INTEGER NOT NULL REFERENCES trecho_logradouro (cd_trecho),
		dc_sentido VARCHAR(2) NOT NULL DEFAULT 'FT',
                -- os valores possíves de sentido são FT (From To), TF (To From) e FF (From From - duas mãos)
		CONSTRAINT sentido_trecho_logradouro_pk PRIMAKEY KEY (cd_trecho)
	);

	-- vamos adicionar uma coluna geométrica à trecho_logradouro

	SELECT * FROM AddGeometryColumn('public','trecho_logradouro','the_geom',-1,'LINESTRING',2);

Com estas tabelas, modelamos toda a parte de sistema viário para nossa prefeitura. Não foi complicado né? Com estas tabelas, temos informações suficientes para estabelecer rotinas de geocodificação e roteamento parcial. Para estabelecermos um roteamento completo temos ainda de ter tabelas sobre as "viradas" possíves, também chamadas de turn tables.

Modelo Entidade Relacionamento do Sistema Viário

Modelo Entidade Relacionamento do Sistema Viário

Ainda vamos adicionar suporte para as turn-tables e quem sabe mais para frente, adicionamos em nossa aplicação o pgRouting, extensão do PostGIS responsável para realizar roteamento.

Por que modelar o sistema viário em primeiro lugar? Bem, o sistema viário, é de vital importância para qualquer cidade média do mundo e com uma sólida representação do SV podemos apoiar outras partes de nosso sistema no mesmo. Uma parte que dependerá completamente do "módulo" sistema viário será o módulo de transporte público, pois utilizaremos muito geocoding para construir automáticamente as rotas de ônibus, entre outras coisinhas.

A explicação do código:

A tabela logradouro irá armazenar toda nossa informação estática sobre um conjunto de trechos de mesmo nome. A tabela trecho irá conter as informações que variam de trecho para trecho, mesmo que aqueles dois trechos distintos pertençam ao mesmo logradouro.

O relacionamento descrito pelo código na tabela trecho_logradouro "REFERENCES...", indica que um trecho deve pertencer a apenas um logradouro válido na tabela logradouro. Evitamos assim erros e duplicação de informação. Por enquanto, nossa cidade e base de dados é pequena, mas imagine daqui alguns anos? Seria uma complicação manter isto organizado, caso não utilizassemos este formato.

Por último, adicionamos uma coluna geométrica do tipo LINESTRING à tabela trecho_logradouro. Agora podemos começar inserir informações geográficas nesta tabela.

Nota: o SRID (Spatial Reference ID) -1 foi utilizado pois estamos trabalhando com um município fictício. Aqui deve aparecer o código do seu sistema de referência / datum. Lembre-se disto durante toda série de artigos ;) .

No próximo artigo iremos trabalhar com o transporte público. Iremos modelar toda a parte de linhas, pontos de parada, sentidos de transporte (bairro - centro; centro - bairro), táxis, etc.

O que acharam?

Abraços,

George R. C. Silva

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  2. History Tables – pt 1
  3. Criação de Templates para PostGIS

por George Rodrigues da Cunha Silva em Julho 22, 2010 12:38

Julho 21, 2010

ViaSIG

QGIS e CAD

Os ficheiros CAD são uma das principais fontes de dados para um SIG.  Este artigo analisa as possibilidades actuais de lidar com CAD no Quantum GIS.

CAD e SIG

Existe uma rivalidade antiga entre quem trabalha com software CAD e quem trabalha com software SIG – é comum ouvirmos dizer coisas como “o CAD é menos avançado”, ou “os tipos do SIG têm a mania de complicar as coisas”, entre outros mimos. Na realidade CAD e SIG são ferramentas usadas para fazer coisas diferentes, com métodos de trabalho diferentes, e que (infelizmente) têm de conviver de forma muito próxima, sem se compreenderem muito bem… (Aviso: tentei ser isento, mas acho que desisti a meio do texto…)

Simbologia é informação

No CAD esta afirmação é verdadeira. No SIG não.

No CAD eu desenho os meus elementos gráficos com o objectivo principal de obter uma visualização – para ver no monitor ou para imprimir. Quanto mais produtivo for a criar a minha visualização melhor técnico CAD serei. Os elementos que crio no ficheiro CAD representam exactamente o que preciso de ver: uma árvore é constituída por uma copa, um poste de iluminação tem um pé e uma lâmpada, uma área ajardinada tem vários pequenos arbustos. Eu posso seleccionar cada um destes elementos e alterá-los para obter a visualização exacta que pretendo. Quando gravo um DWG ou um DGN gravo tudo isto – uma linha com dada cor, espessura, tipo de tracejado – gravo no ficheiro as geometrias que são também a simbologia em simultâneo. A estrutura do meu desenho é constituída pela forma como eu organizo os meus elementos por camadas (layers ou levels), e como crio os meus elementos (blocos ou elementos simples).

No SIG a situação é muito, muito semelhante. Mas 2 ligeiras diferenças são suficientes para tornar o diálogo entre as equipas CAD e SIG difícil e por vezes até antagónico.

1) No SIG eu desenho apenas geometrias. Recolho vértices XY. E recolho características das geometrias, que armazeno em atributos. Todas as geometrias que recolho num ficheiro têm sempre os mesmos atributos, e por isso descrevo-as de forma sistemática, formando uma tabela. Não há simbologia envolvida no processo. Ao gravar o trabalho num ficheiro de dados, guardo apenas vértices XY e atributos, sendo uma das razões por que grande parte do trabalho é focada em organizar informação, em decidir que atributos cada ficheiro terá. Mas esta obsessão organizativa vai mais longe! Cada ficheiro tem apenas um tipo de geometria – ponto, linha ou polígono – que nunca se misturam no mesmo ficheiro.

2) No SIG a simbologia é aplicada por regras a um ficheiro – não se define a simbologia de um só elemento. Usam-se os atributos para seleccionar um conjunto de geometrias a que depois aplicamos uma certa simbologia. Por exemplo, podemos representar especificamente as cidades com população maior que 1 milhão de habitantes como círculos pretos, as restantes cidades com um quadrado.  Se todos os pontos que são as cidades tiverem um atributo com a sua população, o software SIG aplica esta simbologia facilmente. Uma consequência desta abordagem à simbologia é que passa a ser dinâmica. Se quisermos alterar a simbologia, não alteramos as geometrias – alteramos as regras da simbologia. Para guardar a simbologia usam-se ficheiros de projecto, que não têm dados, apenas regras e definições de como representar a informação e como a imprimir (formato da página, orientação, seta do norte, título, ou seja, o layout).

cad_carto_thumb[1] sig_carto_thumb[1]
CAD SIG

Exemplo de informação CAD original, e quando convertida para SIG.

Então qual é o problema?

Como dizem os políticos, ainda bem que fez essa pergunta…

Pois é, o problema é na conversão de CAD para SIG. Este é um assunto muito extenso e interessante, mas como é Verão apetece mais uma bejeca… :) Mas ainda consigo lembrar-me de 3 grandes problemas nesta conversão:

1) Seleccionar num ficheiro CAD elementos que têm o mesmo significado é geralmente difícil. Se todos pontos que são as cidades estiverem num único layer, e nesse layer não existir outro tipo de pontos, então a sua selecção é facílima. Mas isso raramente acontece… geralmente elementos gráficos com diferentes significados coexistem no mesmo layer.

2) Determinar a posição correcta de um elemento é muitas vezes difícil – a cidade está no ponto de inserção do bloco, ou é o ponto central do bloco? O ponto cotado é o ponto de inserção, ou é a virgula decimal do texto da cota? E aqui junta-se a dificuldade de evitar as tramas ou “hatches”. (As tramas são linhas que representam simbologia mas não representam uma entidade no terreno. Geralmente aplicadas a polígonos, servem de arranjo gráfico, e não devem ser convertidas para SIG.) Outro exemplo são marcas quilométricas em eixos de infra-estruturas… no CAD são importantes, no SIG são considerados erros de conversão. Outro grupo de problemas pode ser aqui incluído – questões como converter linhas fechadas do CAD para polígonos no SIG, reconhecer vazios, e outras questões semelhantes…

3) E finalmente, recolher atributos juntamente com as geometrias é muitas vezes… … … difícil (novamente)! e para o SIG os atributos são fundamentais. Por exemplo, qual é a cota de cada ponto cotado ou curva de nível? Ou qual é o nome de cada eixo de rua? A verdade é que já foi feito o trabalho de recolha e digitalização desta informação pela equipa CAD, mas mesmo assim não é possível muitas vezes usá-la num SIG (ou noutro sistema qualquer). No CAD, o texto que mostra o nome de uma rua é uma entidade gráfica  independente da linha, e por isso não existem métodos automáticos fiáveis para associar cada linha a cada texto. A não ser que se crie o ficheiro CAD já com a preocupação de permitir este tipo de interoperabilidade, e assim avançamos para tópicos de CAD avançados que (na minha experiência) escapam à maioria dos desenhadores.

Então e agora?

Pois é… agora estamos todos numa grande alhada. Ao fim de dias a tentar converter ficheiros CAD, o pessoal do SIG está pronto a abraçar uma vida de crime, começando por cometer uma série de homicídios lá para as bandas do CAD.

A única solução é conhecer bem o software que usamos. Com o tempo vamos aprendendo as técnicas que o software suporta para conseguir conversões cada vez mais automáticas. Mas tudo depende dos ficheiros originais CAD. E é muito importante poder contar com alguém no “lado” CAD que possa alterar os ficheiros CAD de forma a facilitar o processo de conversão.

Outra via de facilitar a vida a todos os técnicos envolvidos num processo que passe por CAD e SIG, é estabelecer regras para os ficheiros CAD que facilitem depois um processo menos manual de conversão. E isso novamente vai depender da informação em causa, e do tipo de AutoCAD em uso (“normal”, Map, Civil…). Por exemplo, no AutoCAD Map podemos criar Object Data, Object Class, ou até ligar os nossos elementos gráficos a tabelas de atributos externos, mas em AutoCAD “simples” isso já não é possível…

Portanto, não há regras infalíveis. Cada caso é um caso, como se diz. Mas há regras de bom senso que resultam sempre bem – agrupar elementos gráficos com o mesmo significado num só layer é uma dessas regras: só eixos de via num layer, e todos os eixos de via estão nesse layer (não há outros tantos eixos noutros tantos layers); cada layer tem um nome claro e intuitivo (nada de layers com nomes do tipo “ev_de” – que quereria dizer “eixos de via do distrito de évora”…); para layers de polígonos criar também o respectivo layer de anotação ou blocos de atributos (onde também marcamos os vazios), e outras regras deste género. Bom senso é muito subestimado hoje em dia…

QGIS

E finalmente chegamos à parte principal do artigo, que originou o seu nome…

O QGIS usa como leitor de dados as bibliotecas do GDAL (imagens) e OGR (vectores). Este facto não é muito visível para o utilizador, mas é importante para compreender as capacidades do QGIS. Estas bibliotecas têm drivers que são responsáveis por cada formato que o GDAL/OGR suporta. No caso de ficheiros CAD só 2 formatos são suportados – DXF e DGN. Está já pronto um novo driver para DXF e que lê também DWG, mas ainda não é incluído no QGIS (nem mesmo na versão 1.5 a lançar já em Julho).

O caso DXF

O OGR converte DXF para qualquer outro formato que suporte, como o shapefile. E mantém alguns atributos, como o layer, o que é muitas vezes suficiente para converter e organizar a informação CAD. Mas enquanto o QGIS não usar uma versão de OGR que inclua o driver DXF não vamos conseguir ler estes ficheiros directamente no QGIS. Temos assim de usar comandos de linha…

Assim, para evitar usar a linha de comandos do OGR, podemos fazer esta conversão no QGIS usando o plugin Dxf2Shapefile (incluído na instalação do QGIS). Mas surpreendentemente este plugin não mantém quaisquer atributos quando converte ficheiros DXF, e ficamos com pontos, linhas e polígonos sem sabermos o que representam. O que é muito desapontante.  A sua utilização é muito fácil, mas os resultados são pobres dada a flagrante ausência de atributos.

image

Conversão de DXF para Shapefile no QGIS – perdem-se os atributos.

O caso DGN

Há uma outra opção – o QGIS lê directamente ficheiros DGN, e carrega-os para o mapa sem ser necessário uma conversão prévia. E melhor ainda, vários atributos são visíveis, e assim, tendo o ficheiro CAD no nosso mapa, podemos aplicar selecções de acordo com o level (equivalente ao layer dos DXF), e gravar para ficheiros shapefile.

image

O QGIS consegue ler DGN directamente e mantém atributos como o level, permitindo fazer selecções e gravar para shapefile.

Uma surpresa é que o DGN é carregado com todas as geometrias misturadas num só tema. O que é invulgar. Temos de nos habituar a esta ideia e encontrar forma de filtrar cada tipo de geometria para as conseguirmos separar e exportar para shapefile. Isto é, vamos criar um filtro (Query) no QGIS para ficar apenas com pontos, e exportá-los para um shapefile. E fazemos o mesmo depois para isolarmos as linhas e os polígonos.

Como o QGIS usa o OGR para ler ficheiros DGN, basta uma consulta à página do driver DGN do OGR, para ficarmos a saber quais os atributos a que temos acesso com ficheiros DGN. E vemos que o atributo “Type” indica o tipo de geometria:
Line (3): Line geometry.
Line String (4): Multi segment line geometry.
Curve (11): Approximated as a line geometry.
B-Spline (21): Treated (inaccurately) as a line geometry.
Arc (16): Approximated as a line geometry.
Ellipse (15): Approximated as a line geometry.
Shape (6): Polygon geometry.
Text (17): Treated as a point geometry.

Ou seja, para no QGIS seleccionar todas as linhas num DGN, podemos usar a seguinte query (usando a opção “Query” no menu de contexto do tema DGN, acedido clicando com o botão direito sobre o tema DGN):

Type = 3 OR Type = 4 OR Type=11 OR Type = 21 OR Type = 16 OR Type = 15

image

No QGIS filtramos o DGN com uma query, para isolar um só tipo de geometria (ponto, linha ou polígono).

Depois de fazer a query todos os elementos que restam visíveis no QGIS serão linhas, e podem ser gravados para um shapefile usando a opção “Save as” do menu de contexto do tema.

Depois de termos a informação dividida por 3 shapefiles, um por tipo de geometria, podemos então fazer selecções por level para tentar isolar objectos com determinados significados.

Na verdade nem é preciso exportar para shapefile. Podemos simplesmente carregar o ficheiro DGN, filtrar as geometrias, e aplicar depois a simbologia que queremos. Será necessário converter quando, por exemplo, quisermos converter uma série de ficheiros DGN  num único shapefile com toda a informação (ou para outro formato como PostGIS ou SpatiaLite).

O caso DWG

Este é o pior formato de informação geográfica do mundo. Ponto.

Além de ser alterado a cada 3 anos, é completamente fechado, isto é, para poder ler e escrever este formato é necessário pagar a terceiros, como a Autodesk ou a Open Design Alliance. A propósito da ODA e da má fama do DWG, podem ler esta novela espantosa relatada pelo 1º presidente desta ilustre fundação. Mas pode ser que as coisas estejam a mudar. Recentemente, a ODA chegou a acordo com a Autodesk e lá resolveram as disputas sobre marcas comerciais, e por coincidência (ou não) em Junho publicaram as especificações actualizadas que desenvolveram para ler e escrever DWG. É melhor aproveitar e fazer o download, não vá a situação alterar-se… Estas especificações têm sido insuficientes para criar programas que consigam escrever ficheiros DWG válidos, mas pelo menos para ler estes ficheiros já foram suficientes. Esta nova actualização não sei se virá alterar esta situação, mas terá nova informação sobre o formato DWG 2010…

Não vou alongar-me mais sobre o formato, interessa apenas frisar que até agora o software Open Source teve de criar bibliotecas para ler (ou escrever) ficheiros DWG fazendo um enorme esforço de “reverse engineering”. Que além de ser um trabalho muito pouco interessante, tem de ser revisto a cada 3 anos.

Assim, o QGIS não lê DWG. É possível que o venha a fazer no futuro próximo, havendo avanços no OGR nesse sentido. A ver vamos…

Mesmo a terminar este assunto, tenho de referir que o gvSIG lê DWG até à versão 2004…

Conclusão

Dadas as dificuldades actuais de interoperabilidade do formato DWG, este não é viável de momento com QGIS.

A opção DGN é muitíssimo funcional, e até muito fácil de trabalhar no QGIS. Para utilizadores de Microstation é óptimo. Para utilizadores de AutoCAD há a possibilidade de exportar para DGN a partir do AutoCAD 2008. Para os outros produtos baseados em DWG/DXF já não se pode dizer o mesmo.

Finalmente, o formato DXF é de momento uma má opção, a não ser que façamos a conversão pela linha de comando do OGR para shapefile ou semelhante. Mas espera-se em breve ter no QGIS um suporte ao nível do DGN. Mesmo assim, também obriga à exportação para DXF (a partir do formato CAD nativo), sendo um passo extra que é mais uma pedra na engrenagem para os técnicos CAD.

Se souberem de outras possibilidades aproveitem a secção de comentários.

Até breve.

por duarte em Julho 21, 2010 01:47

Blog IDEE (ES)

IDE, astronomía y arqueología

Seguramente a los lectores de nuestro blog les interesará saber que del 17 al 19 de septiembre se va a celebrar en Madrid el XIX Congreso Estatal de Astronomía, un acto organizado por las Agrupaciones Astronómicas de España con el objetivo de poner en común las experiencias en divulgación e investigación que realizan tanto astrónomos aficionados como amateurs.

Es bueno saberlo, un Congreso más, pero nosotros nos dedicamos a las IDE y, al menos por ahora, nos preocupamos más en mirar al suelo que al cielo. ¿O no? La noticia nos la ha pasado José Gómez Castaño, un IDEadicto del mundo ferroviario que tiene facetas que desconociamos: es el autor de Meridi, un blog sobre Astronomía e Historia de la Astronomía, y en él nos cuenta que le han aprobado la presentación de una ponencia en el Congreso Estatal de Astronomía con el sugerente título de "La IDE como herramienta en Arqueoastronomía". Podeis leer el abstract aquí.

Un buen ejemplo de pluridisciplinariedad, habrá que pedirle que nos pase su trabajo.

Publicado por Joan Capdevila

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 21, 2010 04:34

Geo-Divagações

Consumindo json web services com Python (exemplos)


Há já bastante tempo que o JSON (JavaScript Object Notation) deixou de ser um exclusivo do javascript. Actualmente, a maioria das linguagens de programação têm suporte a este formato, seja nativamente, seja através de uma biblioteca qualquer. Isto torna-o ideal para intercâmbio de dados.

O Python tem suporte nativo a JSON, na sua Standard Library, desde a versão 2.6. Para versões anteriores será necessário utilizar bibliotecas externas, sendo a mais conhecida a simplejson.

Como os exemplos seguintes foram testados em Python 2.5, também irei utilizar a simplejson a qual terá que estar instalada no sistema. Note-se que o Python 2.5 é a versão suportada pelo Google App Engine, logo quem também quiser desenvolver nesta plataforma e em Python terá que utilizar esta versão, por enquanto.

Exemplos:

- Transformar coordenadas geográficas WGS84 em PTTM06.


import simplejson
import urllib

lat = 38

lng = -8

url = 'http://geodivagar.appspot.com/geogauss?lat=' + str(lat) + '&lng=' + str(lng)

response = simplejson.load(urllib.urlopen(url))

x = response['x']
y = response['y']

print x , y


- Na posse de coordenadas PTTM06 podemos calcular a altitude SRTM do ponto em metros.


url = 'http://geo-pt.appspot.com/srtmPT?x=' + str(x) + '&y=' + str(y) + '&interpol=bilinear'

response = simplejson.load(urllib.urlopen(url))

altitude = response['altitude']

print altitude


- Para as coordenadas geográficas podemos também calcular a ondulação do geóide em metros.


url = 'http://geodivagar.appspot.com/geoidePT?lat=' + str(lat) + '&lng=' + str(lng) + '&interpol=bilinear'

response = simplejson.load(urllib.urlopen(url))

n = response['N']

print n


Serviços disponíveis em http://geodivagar.appspot.com/

(Continua brevemente)

por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em Julho 21, 2010 02:35

Julho 20, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Mapa Interativo sobre Nascimentos, Mortes e Emissão de Dióxido de Carbono

WebMapping sobre Nascimentos, Mortes e Emissão de Dióxido de Carbono

Olá Pessoal!

Antes de passar a dica de hoje, quero informar que provavelmente irei diminuir o ritmo da quantidade de postagens, pois iniciei um novo projeto de minha vida profissional esta semana, o qual irá exigir ainda mais de meu tempo. Conto com a colaboração de todos.

Pois bem, a dica de hoje é bem breve e é sobre um mapa interativo que pode servir como excelente fonte de pesquisa e informação para diversas áreas.

A aplicação permite visualizar em tempo real o aumento da população mundial, nascimentos, mortes e emissões de dióxido de carbono (CO2). Também é possível acessar a estas informações por países.

Para acessar este Webmapping, clique aqui.


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 20, 2010 09:00

Geo para Linux (BR)

Instalar i³Geo no Ubuntu Linux

Estive em Natal-RN participando de reuniões técnicas e apresentações sobre o i³Geo com os amigos Eduardo e Joaquim do Idema. Iremos adotar o sistema no meu trabalho, portanto, nada melhor que buscar o know-how de pessoal com expertise no tema.

Durante as reuniões, foi-me apresentado como instalar e gerir o sistema. Garanto que preciso estudar um pouco mais, uma vez que nunca tive contato com WMS/WFS.

Como parte do meu aprendizado, disponibilizo aqui, na íntegra, um tutorial existente no Wiki do i³Geo, já que o acesso ao material exige cadastramento no portal.

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO I3GEO NO UBUNTU

1. INTRODUÇÃO
O Ubuntu é um sistema operacional baseado em Linux (Debian) e pode ser obtido na página http://www.ubuntu-br.org. Esta distribuição possui uma interface amigável e ferramentas para a montagem de ambientes de fácil manuseio, sendo recomendado para usuários com pouca experiência em sistemas operacionais Linux.
No Ubuntu, você pode configurar o servidor para a utilizar o I3Geo de 3 formas, sendo elas:
a.Gerenciador de Pacotes Synaptic – é uma feramenta de busca e instalação de pacotes disponíveis para o Ubuntu com interface gráfica, recomendada para usuários com pouca experiência em Linux.
b.Linha de Comando – o usuário pode instalar os pacotes digitando a linha de comando no terminal do Ubuntu a partir do comando apt-get.
c.Compilação dos Códigos Fonte – o usuário pode baixar os códigos fontes dos requisitos necessários para o funcionamento do I3Geo e compila-los no Ubuntu. Recomendado apenas para usuários com experiência em Linux.
Este documento tratará da instalação dos pacotes via Gerenciador de Pacotes Synaptic e pelo comando apt-get.

2. CONFIGURANDO O SERVIDOR
2.1 SERVIDOR WEB APACHE
O primeiro passo para fazer o I3Geo funcionar, é instalar o servidor web Apache (www.apache.org), para tanto basta o usuário acessar o Gerenciador de Pacotes Synaptic no menu Sistemas >> Administração e no campo procurar digitar apache2. De um duplo clique na opção apache2, o gerenciador de pacotes irá procurar todas as dependências do apache necessárias para a instalação, clique em marcar e depois em aplicar e o apache será instalado.
Outra forma de instalar o apache é abrir o terminal do Ubuntu e digitar:
sudo apt-get install apache2
2.2 PHP5 e PHP_MapScript
Da mesma forma que a instalação do apache abra o Gerenciador de Pacotes Synaptic e em procurar digite PHP5 (www.php.net). Certifique-se que o Ubuntu instale os seguintes componentes:
-php5
-php5-common
-php5-curl
-php5-dev
-php5-gd
-php5-mapscript
-php5-odbc
-php5-pgsql
-php5-ps
-php5-xmlrpc
-php5-xsl
-libapache2-mod-php5

Linha de comando para instalação via terminal:
sudo apt-get install php5

2.3 MAPSERVER CGI
O MapServer CGI é usado para a criação de webservices cartográficos no padrão WMS e WFS, por este motivo recomendamos sua instalação no servidor. Para instalar o MapServer basta digitar mapserver no Gerenciador, marcar o pacote cgi-mapserver e aplicar a instalação, ou digitar no terminal o comando a seguir:
sudo apt-get install cgi-mapserver

Na instalação do cgi-mapserver o Ubuntu instala as blibliotecas Proj, Geos e Gdal como dependência do mapserver, verifique se estas bibliotecas foram de fato instaladas no servidor, pois elas são necessárias para o funcionamento do I3Geo.

2.4 POSTGRESQL e POSTGIS
O postgreSQL (www.postgresql.org) é um banco de dados livre que possui uma extensão espacial, o PostGis, para armazenar dados geográficos. Se você pretende utilizar o I3Geo com arquivos vetoriais (Shapefile, GML, …) não é necessário instalar o postgresql, caso queira montar um banco de dados espacial, a instalação do postgresql pode ser feita a partir do Gerenciador de Pacotes Synaptic, digitando no campo procurar postgresql-8.1 e o pacote postgis, você pode instalar também o pgadmin para gerenciar os bancos criados. Pela linha de comando é só digitar no terminal:
sudo apt-get install postgresql-8.1 postgis

2.5 R
O R é um pacote estatístico utilizado pelo I3Geo para gerar gráficos e fazer algumas análises espaciais. A não instalação do R prejudica algumas funcionalidades do I3Geo, mas não impede o seu funcionamento. Para instala-lo procure no gerenciador synaptic os pacotes r-base e r-base-core marque-os e mande o gerenciador aplicar, ou digite no terminal:
sudo apt-get install r-base r-base-core

As novas versões da extensão SpatStat (1.12.3 ou mais recentes), necessitam da versão 2.6.0 do R. Se você for instalar estas versões siga os seguintes procedimentos:

a. Baixe o pacote r-base-core 2.6.1-1feisty0 i386.deb, se você usa a versão do Ubuntu Feisty, ou o pacote r-base-core 2.6.1-1gutsy0 i386.deb, se você usa a1. versão do Ubuntu Gutsy, na página http://www.r-project.org.
b1. Instale o programa a partir do seguinte comando dpkg  -i nome do pacote .deb
c1. Siga os procedimentos abaixo para a instalação do spatstat.

Após a instalação do R, você deve instalar a extensão spatstat, para isto baixe o arquivo spatstat_1.12-0.tar.gz da página www.spatstat.org/spatstat no menu download. Depois de baixar o arquivo entre no terminal do Ubuntu, no diretório onde o arquivo foi salvo (ex: /home/download) e digite o comando abaixo:
sudo R CMD INSTALL spatstat_1.12-0.tar.gz

Obs: para instalar o spatstat você precisa ter instalado no Ubuntu as bibliotecas gfortran e g++, que podem ser instaladas pelo gerenciador de pacotes ou pelo comando:
sudo apt-get install gfortran g++

2.6 GHOSTSCRIPT
Por fim instale o ghostscript, necessário para geração de imagens pelo R, a partir do Gerenciador de Pacotes Synaptic, buscando os pacotes gs-common, gs-esp, gs-esp-x, gsfonts e libgs-esp8, ou digitando o comando:
sudo apt-get install gs

3.  CONFIGURANDO O I3GEO
Copie a pasta I3geo (http://mapas.mma.gov.br/download ou do SVN do Portal) para um diretório do apache (padrão do Ubuntu /var/www/) e configure os endereços da aplicação conforme instrução abaixo:

3.1 MS_CONFIGURA.PHP
Abra o arquivo /i3geo/ms_configura.php em um editor e configure os caminhos da aplicação, note que a primeira variável é responsável pela mensagem inicial do I3Geo, você pode colocar uma mensagem personalizada alterando o texto da variável, conforme indica o exemplo abaixo:
$mensagemInicia = “minha aplicação”

O primeiro bloco de código diz respeito a instalação no windows, o segundo bloco é a configuração para o linux, você deve alterar as variáveis conforme indica o exemplo abaixo:

$editores = array(“meu IP”);

Obs: se você não for usar o editor de mapfile deixe o array vazio.

- Diretório temporário

$dir_tmp = “/var/tmp/ms_tmp”;

Obs: certifique-se que este diretório esteja visível pelo apache e que ele tenha permissão de escrita.

Obs: recomenda-se a criação de um link simbólico na pasta /var/www/ direcionado para este diretório, conforme exemplo abaixo:
/var/www/: sudo ln – s /var/tmp/ms_tmp ms_tmp

- Localização do diretório onde estão os arquivos .map

$temasdir = “/var/www/i3geo/temas”;

- Localização do diretório aplicmap

$temasaplic = “/var/www/i3geo/aplicmap”;

- Localização do mapserver cgi

$locmapserv = “/cgi-bin/mapserv”;

Obs: o mapserver cgi no Ubuntu fica no diretório /usr/lib/cgi-bin/mapserv, crie um link simbólico apontando para este diretório, conforme exemplo abaixo:

/var/www/: sudo ln -s  /usr/lib/cgi-bin/mapserv cgi-bin

- Localização da aplicação.

$locaplic = “/var/www/i3geo”;

- Localização do xml que registra os sistemas.

$locsistemas= “http://localhost/i3geo/menutemas/sistemas.xml”;

Obs: se você não for cadastrar nenhum sistema na aplicação deixe essa variável vazia, apenas com “”.

- Localização do xml que registra funções específicas na janela identifica do I3Geo.

$locidentifica = “http://localhost/i3geo/menutemas/identifica.xml”;

Obs: se você não for cadastrar nenhum sistema na aplicação deixe essa variável vazia, apenas com “”.

- Localização do xml que contém as pré configurações de mapas.

$locmapas = “http://localhost/i3geo/menutemas/mapas.xml”;

Obs: se você não for configurar nenhum mapa na aplicação deixe essa variável vazia, apenas com “”.

- Localização do programa R.

$R_path = “R”;

Obs: se vc não instalar o R, deixe essa variável vazia.

- Conexão com o banco PostGis.

$postgis_con = “user=meuusuario password=minhasenha dbname=meubanco host=localhost port=5432″;

Obs: o uso do Postgis nesse caso é opcional e não tem relação com o armazenamento dos dados para usar no I3Geo. O Postgis é utilizado pelo I3Geo em algumas funções de cálculo de geometrias, sendo que a não instalação do Postgis não afetará o restante.

- SRID

$srid_area = 1;

Obs: o uso do Postgis nesse caso é opcional e não tem relação com o armazenamento dos dados para usar no I3Geo. O Postgis é utilizado pelo I3Geo em algumas funções de cálculo de geometrias, sendo que a não instalação do Postgis não afetará o restante.

- Mascara de conexão com bando de dados no arquivo mapfile.

$postgis_mapa =”user=meuusuario password=minhasenha dbname=meubanco host=localhost port=5432″;

Obs: os mapfiles do diretório temas que tiverem CONNECTION ” “, terão a string de conexão substituída, se não for desejado a substituição, deixe essa variável em branco.

3.2 GERAL1.MAP
Abra o arquivo /i3geo/aplicmap/geral1.map em um editor e configure os caminhos no mapfile conforme mostra o exemplo abaixo:

- Caminho para o diretório onde estão as fontes

FONTSET “escreva aqui o caminho da pasta contendo as fontes que serão utilizadas pelo mapserver”

EX.: “/var/www/i3geo/symbols/fontes.txt”

- Caminho para o diretório onde estão os símbolos.

SYMBOLSET “escreva aqui o caminho da pasta contendo os símbolos que serão utilizadas pelo mapserver”

EX.: “/var/www/i3geo/symbols/simbolos.sym”

- Caminho da pasta onde ficam os arquivos ShapeFiles

SHAPEPATH “escreva aqui o caminho da pasta contendo os arquivos Shapefiles que serão utilizadas pelo mapserver”

EX.: “/var/www/geodados”

- Caminho da pasta onde está a imagem do mapa de referência

IMAGE “escreva aqui o caminho da pasta contendo a figura usada como mapa de referência”

EX.: “/var/www/i3geo/imagens/referencia1.png”

- Caminho da pasta onde ficam os arquivos temporários gerados pelo mapserver

IMAGEPATH “escreva aqui o caminho da pasta onde serão gerados os arquivos temporários”

EX.: “/var/tmp/ms_tmp/”

- Caminho da URL da pasta temporária

IMAGEURL “é recomendado que a imageurl seja um link simbólico para a imagepath”

EX.: “/ms_tmp/”

- Caminho da pasta onde esta o arquivo de template

TEMPLATE “escreva aqui o caminho da pasta onde esta o arquivo de template”

EX.: “/var/www/i3geo/aplicmap/geral.htm”

Você deve configurar a tag DATA de todas as LAYERS do arquivo geral1.map conforma o exemplo abaixo:

LAYER

DATA “/var/www/i3geo/aplicmap/dados/zee”

Obs: Você deve alterar a tag DATA do arquivo estadosl.map apontando para a localização correta dos dados.

3.3. GERAL.HTM
Se você alterou o nome da pasta I3Geo, abra o arquivo /Novo Nome/aplicmap/geral.htm em um editor e modifique as variáveis:

g_locaplic = “http://”+window.location.host+”/Novo Nome”;

g_localimg = “http://”+window.location.host+”/Novo Nome/imagens”;


por Esdras Andrade em Julho 20, 2010 08:08

Blog IDEE (ES)

Comisión Especializada de Normas Geográficas


Hace unos días nos enteramos de la existencia de esta interesante página de la Comisión Especializada de Normas Geográficas del Consejo Superior Geográfico.

Uno de los objetivos de esta comisión, y que tienen mucho que ver con las Infraestructuras de Datos Espaciales, es armonizar los datos geográficos producidos por las distintas organizaciones y facilitar el uso de la información geográfica.

En este contexto se ha elaborado un proyecto de armonización de las bases topográficas regionales a partir de la elaboración de la Base Topográfica Armonizada (BTA). La BTA es el modelo de datos consensuado por el IGN y las Comunidades Autónomas para representaciones a escala 1:10.000 y 1:5.000 y se pretende que sea la fuente de Información Geográfica para la producción del mapa topográfico a escala 1:25000.

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 20, 2010 11:17

Processamento Digital [BR]

Dica de Blog: Universidade de Wisconsin


Converta facilmente Coordenadas em Lat/Long para UTM através do MS Excel

A Universidade de Wisconsin disponibilizou informações de transformação entre coordenadas que desperta um certo interesse entre usuários de SIG.

O site fornece fórmulas matemáticas empregadas no processo de conversão de coordenadas.Uma dica útil para pessoas interessadas em criar programas. Há também uma planilha em Excel que realiza transformações entre coordenadas em graus decimais para UTM e vice versa.

  • Clique aqui para visitar o site institucional da Universidade de Wisconsin - Green Bay.
  • Clique aqui para ter acesso ao conteúdo explicativo  do processo de conversão.
  • Clique aqui para baixar a planilha de conversão no formato Excel.

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 20, 2010 01:57

Julho 19, 2010

Geoinformação on-line

Geolinks

Já visitou os Geolinks hoje? GeoBlogs (index.php?option=com_weblinks catid=13 Itemid=23) (99) GeoEmpregos (index.php?option=com_weblinks catid=31 Itemid=23) (42) Portais e Fóruns (index.php?option=com_weblinks catid=23 Itemid=23) (25) Associações Profissionais (index.php?option=com_weblinks catid=39 Itemid=23) (9) Listas e Grupos (index.php?option=com_weblinks catid=28 Itemid=23) (17) Downloads (index.php?option=com_weblinks catid=24 Itemid=23) (4)

Julho 19, 2010 10:40

Blog IDEE (ES)

Preparando la JIIDE

Ya está disponible la plantilla para la elaboración de los resúmenes para las JIIDE 2010 en esta página.

La plantilla se puede utilizar para mandar los resúmenes. Recordamos que la fecha límite es el 8 de setiembre. El Congreso tendrá lugar entre el 27 y el 29 de octubre en Lisboa.

También se han definido los temas de esta primera edición de la JIIDE:

Directiva INSPIRE
- Monitorización e informes
- Disposiciones de ejecución
- Armonización de datos y servicios en red

Infraestructuras de Datos Espaciales
- Proyectos temáticos
- Iniciativas transfronterizas
- Áreas emergentes
- Aspectos tecnológicos
- Tecnologías de código abierto (opensource)
- Proyectos de nivel municipal

Capacitación
- Formación y desarrollos
- Aspectos organizativos y de colaboración
- Planificación estratégica
- Análisis coste/beneficio y financiación

por editor (noreply@blogger.com) em Julho 19, 2010 09:54

Julho 18, 2010

Processamento Digital [BR]

Descubra qualquer código EPSG no site Prj2EPSG


Nova ferramenta online free!

Além do excelente Spatial Reference, agora ficou mais fácil descobrir e identificar códigos EPSG através do site Prj2EPSG. Para quem não sabe, os arquivos PRJ são responsáveis pelas informações de projeção nos arquivos shapefile. 

O site não faz cerimônia: digite a Projeção/Datum,  código EPSG ou faça upload do arquivo PRJ. Para executar, clique no botão Convert. O site retorna a conversão do formato WKT para EPSG:


Mais um acerto. Ponto para o pessoal da OpenGeo!

Fonte: Free Geography Tools

por Jorge Santos (jorgepsantos2002@gmail.com) em Julho 18, 2010 02:42

Julho 17, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Revista Espírito Livre

Revista Espírito Livre

Você já conhece a Revista Espírito Livre? A revista é distribuída gratuitamente no formato PDF.

O número mais recente (N° 15) deste importante periódico sobre tecnologias livres com o tema de capa: Sistemas Gerenciadores de Conteúdo. Os textos são distribuídos segundo os termos da Creative Commons.

Creio que esta é uma boa dica de leitura para os entusiastas do software livre. Você pode baixar a versão mais recente da publicação clicando aqui.

Dentre os artigos da edição N° 15, eis as matérias que mais chamaram minha atenção:

Pág. 14 – Portabilidade de Software
Pág. 73 – Use Software Livre, Não Use “Software Pirata”
Pág. 76 – Software Livre e suas origens

Você pode baixar as edições anteriores da revista acessando este link ou clicando nos títulos abaixo. Vale destacar que cada uma delas apresenta diversos outros assuntos.

N° 01Computação em Nuvem
N° 02Leveza, estabilidade e Performance
N° 03Wiki- E os novos modelos de construção de conhecimento
N° 04Games
N° 05Linux no Desktop
N° 06Edição de Vídeo
N° 07Software Livre na Educação
N° 08Comunidades e Movimentos Livres
N° 09Redes Sociais
N° 10Diversão Livre
N° 11Computação Gráfica e Software Livre
N° 12Liberdade na Internet
N° 13Projeto GNU
N° 14P2P

Fica ai a dica pessoal. Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 17, 2010 08:11

Julho 15, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Uma Breve Introdução ao Kosmo GIS

Uma Breve Introdução ao Kosmo GIS

O primeiro software livre de SIG com o qual tive contato foi o Kosmo, isso ainda na época em que ele estava na versão 0.83. Desde então vi o “crescimento” deste programa tanto no que se refere ao aumento de funcionalidades como no número de usuários.

Aproveito esta oportunidade para informar a comunidade que estou preparando uma boa novidade referente ao Kosmo GIS e que deve ser “lançada” antes do fim do ano. Em breve darei mais detalhes sobre este assunto.

Por hora, estou disponibilizando para vocês a apresentação de slides que preparei sobre o  software de SIG Kosmo por ocasião do lançamento da versão 2.0 RC-1.

Espero que gostem do material. No final desta postagem há um link para baixar a publicação no formato PDF.

Então pessoal, fiquem atentos as novidades do Portal ClickGeo e daqui do Blog Anderson Medeiros.

Claro que não é algo obrigatório, mas se for possível, gostaria de pedir que deixem seus comentários sobre esta apresentação para que ela seja aprimorada. O objetivo aqui é uma ajuda mútua.

Você pode baixar a versão em PDF da apresentação clicando aqui.

Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 15, 2010 09:10

Julho 14, 2010

Edmar Moretti (BR)

My City My Future - Rede Jovem faz parceria

A Rede Jovem, que desenvolve o projeto Wikimapa, estabeleceu uma parceria com o projeto "My City My Future" (MC,MF), um dos vencedores do 9th Annual MIT IDEAS Competition.

O MC,MF utiliza o software Cartagen, que permite a inclusão de dados no Open Street Map (OSM).

Minha Cidade, Meu Futuro (MC, MF) é um projeto de mapeamento virtual participativo que promove o empoderamento dos jovens, para que atuem como agentes de mudanças em comunidades com poucos recursos. MC, MF apresenta uma oportunidade para os jovens da comunidade para fazer “uma análise ao longo do tempo” em termos de população crescimento, recursos (água, eletricidade, saneamento), planejamento urbano, questões sociais e  representação política. Através do MC, MF, os jovens vão criar mapas que contenham uma narrativa do passado, presente e futuro das suas comunidades para: 1) desenvolver e promover um sentimento de orgulho da comunidade, legitimidade, e lugar na Cidade; 2) criar um arquivo sobre a comunidade na internet; 3) influenciar mudanças através da criação de visões de um futuro melhor, que a equipe MC, MF irá encaminhar aos formuladores de políticas públicas/tomadores de decisões na cidade.

A primeira fase do projeto consiste em um mini-curso de 3 semanas com jovens de 13-15 anos da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro. Nas oficinas, a equipe introduzirá noções de mapeamento e facilitará discussões com os jovens sobre como a juventude pode fazer planos de melhorias para a comunidade, no futuro. Na última semana, os jovens serão capazes de ver como seus mapas feitos à mão podem ser representados no site ao testarem o protótipo de uma ferramenta de mapeamento, desenvolvida no MIT.

MC, MF é uma colaboração entre Andrew Merkin, licenciado na Universidade MIT/Sloan, e as estudantes Alix Beranger e Katarzyna Balug da Faculdade de Desenho e Planejamento Urbano da Universidade Harvard. MC, MF recebeu o prêmio Concorrência ‘MIT IDEAS’ e a concessão de viagens internacionais da Universidade de Harvard. O Programa Rede Jovem atua como parceiro comunitário do projeto MC, MF. A Rede Jovem foi selecionada como responsável pela articulação de parcerias comunitárias  em função da experiência na execução de projetos sociais e de estímulo à participação de jovens através das novas tecnologias, há dez anos, e pela realização do projeto Wikimapa.
Informações fornecidas por Natália Santos e Patrícia Azevedo do Rede Jovem



por Edmar Moretti (edmar.moretti@terra.com.br) em Julho 14, 2010 07:15

Sandro Batista

Out for esri User Conference

collaborationEsta semana não haverá muita movimentação aqui pelo Blog uma vez que estou em San Diego na ESRI International User Conference. Podem acompanhar alguns detalhes pelo twitter filtrando por #esriuc. (http://twitter.com/sandrobatista)

Quando voltar, darei a conhecer algumas das novidades!

Algo que se ouve muito é Partilha e Colaboração!

Sandro

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por Sandro Batista em Julho 14, 2010 01:15

Julho 13, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

XI Simpósio Brasileiro de GeoInformática

Olá Pessoal! Hoje li uma notícia muito interessante no Blog Geo.NET e resolvi divulgar aqui neste espaço.

Trata-se do GeoINFO 2010! Será a décima primeira edição do Simpósio Brasileiro de Geoinformática.

O GeoINFO constitui uma série de conferências científicas no formato de fórum para exploração da pesquisa em andamento e do desenvolvimento das novas aplicações em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e áreas afins.

Os artigos devem descrever pesquisas originais, preferencialmente em andamento ou que foram recentemente publicadas. Um comitê internacional científico faz a revisão dos artigos que devem ser submetidos em Inglês em suas versões completas.

O evento proporciona aos participantes o conhecimento das novidades do ramo das Geotecnologias e prever quais serão os tópicos de ponta da pesquisa e desenvolvimento na área.

As temáticas para submissão de trabalhos são:

  • Bancos de dados espaciais e espaço-temporais;
  • Modelagem de dados espaciais e espaço-temporais;
  • Mineração de dados espaciais e espaço-temporais;
  • Data warehouses espacias e espaço-temporais;
  • Múltiplas representações em bancos de dados espaciais;
  • Análise de dados sobre objetos móveis;
  • Métodos de acesso espaciais, espaço-temporais e multidimensionais;
  • Processamento e otimização de consultas espaciais;
  • Estruturas de dados espaciais;
  • Geometria computacional aplicada;
  • Visualização de dados espaciais;
  • Ontologias para dados espaciais;
  • Interoperabilidade e padrões para SIG;
  • Metadados espaciais;
  • Propagação de erros e controle de qualidade;
  • Geoestatística;
  • Análise espacial e estatística espacial;
  • Modelagem dinâmica e aplicações em SIG de autômatas celulares;
  • Sistemas espaciais de apoio à decisão;
  • Bibliotecas digitais para SIG;
  • Projeto e implementação de SIG;
  • Novas aplicações de tecnologia de Geoprocessamento;
  • Fusão de dados;
  • Mapeamento e sensoriamento remoto;
  • Integração sensoriamento remoto e SIG;
  • Recuperação de imagens baseada em conteúdo;
  • Cartografia digital;
  • Interfaces Web para SIG;
  • Realidade virtual e SIG 3D;
  • Serviços de informação geográfica móveis e distribuídos.

Este ano o GeoINFO acontecerá de 28 de novembro a 1° de dezembro, na cidade de Campos do Jordão, São Paulo.

Com certeza este será um interessante evento, do qual vale a pena participar.

Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Tecnólogo em Geoprocessamento
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 13, 2010 01:11

Blog Geo.NET [BR]

GeoInfo 2010

Recebi recentemente uma email falando sobre o GeoInfo 2010 - o simpósio brasileiro de GeoInformática.

O GeoInfo é um congresso voltado para desenvolvimento e soluções em geotecnologias, abrangendo diversas áreas. Este ano será realizado em Campos do Jordão, entre 28 de novembro à 01 de dezembro.

Me parece que é um congresso que vale a pena comparecer e publicar. As áreas para publicação são as seguintes:

- Bancos de dados espaciais e espaço-temporais; - Modelagem de dados espaciais e espaço-temporais;
- Mineração de dados espaciais e espaço-temporais;
- Data warehouses espacias e espaço-temporais;
- Múltiplas representações em bancos de dados espaciais;
- Análise de dados sobre objetos móveis; - Métodos de acesso espaciais, espaço-temporais e multidimensionais;
- Processamento e otimização de consultas espaciais;
- Estruturas de dados espaciais;
- Geometria computacional aplicada;
- Visualização de dados espaciais;
- Ontologias para dados espaciais;
- Interoperabilidade e padrões para SIG;
- Metadados espaciais;
- Propagação de erros e controle de qualidade;
- Geoestatística;
- Análise espacial e estatística espacial;
- Modelagem dinâmica e aplicações em SIG de autômatas celulares;
- Sistemas espaciais de apoio à decisão;
- Bibliotecas digitais para SIG;
- Projeto e implementação de SIG;
- Novas aplicações de tecnologia de geoprocessamento;
- Fusão de dados;
- Mapeamento e sensoriamento remoto;
- Integração sensoriamento remoto e SIG;
- Recuperação de imagens baseada em conteúdo;
- Cartografia digital;
- Interfaces web para SIG;
- Realidade virtual e SIG 3D; - Serviços de informação geográfica móveis e distribuídos.
Bastante coisa não? Com certeza conseguiremos encaixar um projeto em algum dos temas.

Confiram o site. É uma boa oportunidade para conhecer mais o pessoal da área, conhecer Campos do Jordão e publicar um artigo!

Fica a dica.

Abraços

George

No related posts.

por George Rodrigues da Cunha Silva em Julho 13, 2010 02:34

Julho 12, 2010

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Coletânea de Referências Conceituais sobre Cartografia e Posicionamento por Satélite

Aprenda os conceitos ligados a Cartografia e Posicionamento por Satélite

Aqui no blog já disponibilizei duas coletâneas especiais, sendo uma com referências conceituais sobre Sensoriamento Remoto e outra sobre publicações relacionadas ao software Alov Map.

Dessa vez preparei para vocês uma breve coletânea de publicações, apostilas e outros materiais escritos em português que podem ajudá-los a ter uma boa base conceitual de duas áreas fundamentais para quem trabalha com Geotecnologias: Cartografia e Posicionamento por Satélite.

Vou indicar aqui os links para acesso e/ou downloads dos materiais. É importante destacar que os direitos autorais de cada publicação pertencem aos seus respectivos autores.

Todas as fontes de pesquisa listados abaixo são distribuidas gratuitamente. Então, vamos a lista:

Curso de GPS e Cartografia Básica (Download)

Cartografia para Geoprocessamento (Download)

Fundamentos de Cartografia para Geoprocessamento (Download)

Fundamentos de Cartografia (Download)

Conceitos Cartográficos (Download)

Conceitos e Divisão da Cartografia (Download)

Conceitos Fundamentais Usados no Posicionamento Terrestre (Download)

Fundamentos GPS (Download)

Elementos de Cartografia (Download)

Aplicação do GPS na Coleta de Dados (Download)

Introdução ao Sistema de Posicionamento Global (Download)

Sistema de Posicionamento Global (Download)

Posicionamento por Ponto Preciso: Implementação e Análise (Download)

Introdução ao GNSS (Download)

Integração de Redes GNSS Locais ao SIRGAS (Download)

Com o tempo pretendo adicionar novos links  a lista, então sugiro que sempre acessem esta postagem pra conferir as atualizações.

Você pode dar suas sugestões postando nos comentários. Lembre-se que o objetivo aqui é ajudar a compreender melhor os conceitos ligados a Cartografia e ao Posicionamento por Satélite.

Em uma postagem futura irei indicar alguns artigos que considero especialmente interessantes.

Acredito que essa coletânea será de grande ajuda para os que buscam uma boa base conceitual sobre Cartografia e Posicionamento por Satélite.

Um Abraço!

Anderson Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Julho 12, 2010 10:35

Julho 11, 2010

Geo para Linux (BR)

GPS Correlate: Etiquetar coordenadas geográficas em fotos

Para quem trabalha com dados espaciais nunca é demais conhecer novos programas e suas aplicações.

Pois bem aqui estou para compartilhar um programa open source que trabalha única e exclusivamente com Geotagging.

Este é um termo adotado para a função de etiquetar, ou seja, inserir coordenadas geográficas em fotos. Outras pessoas definem esta funcionalidade como o georreferenciamento de fotografias.

No mundo windows existem diversos aplicativos que realmente fazem este tipo de trabalho; mas como este blog é destinado exclusivamente ao mundo Linux; vamos conhecer, aqui, a alternativa que há tanto procurava: GPS Correlate. Existem outros aplicativos que também cumprem este papel, porém, este é o mais popular.

A geolocalização consiste em adquirir dados de posicionamento geográfico através de receptores GPS e inseri-los em fotos digitais dos lugares onde foram feitos tais registros fotográficos.

Este geotagging ocorre através da inserção de uma tag contendo os dados de latitude, longitude e altitude no cabeçalho EXIF (Exchangeable Image File Format) da foto.

Um exemplo básico para melhor compreendermos sua aplicabilidade é a despreocupação em ter que ir à atividades em campo, em dia de chuva, com uma prancheta na mão onde consta uma planilha para associar várias coordenadas geográficas de eventos identificados com as fotos registradas. Sem contar o trabalho depois, no escritório, para lembrar de uma foto sem a devida correlação, que terá de constar no relatório.

Outros exemplos de aplicabilidade profissional poderiam ser citados aqui ou meramente para usos de hobbie e lazer.

Então, vamos ao que interessa.

.

INSTALAÇÃO NO UBUNTU 10.04

Basta apenas ir a Central de Programa do Ubuntu (Aplicativos > Central de Programa do Ubuntu) e no campo de busca digitar: gpscorrelate.

Instale as duas opções que aparecem listadas.

.

RODANDO O PROGRAMA

Ao final da instalação basta apenas executar o seguinte comando no terminal: gpscorrelate-gui.


Em seguida o programa será aberto.

Caso você não queira executar o programa via terminal, basta apenas criar um lançador (ícone) na área de trabalho para chamar o programa (faça tal qual a figura abaixo).

TRABALHANDO COM O PROGRAMA

No campo 1. Add Photos, clique em Add… para adicionar uma ou mais fotos.

No campo 2. GPS Data, clique em Choose… para adicionar o Tracklog baixado do GPS.

ATENÇÃO: Os dados baixados do GPS tem de estar no formato .GPX

No campo 3. Set options, marque as seguintes caixas de seleção: Interpolate, Between Segments e Write DD MM SS.SS.

Ajuste o Time Zone para o seu fuso horário e em GPS Datum deixe-o como WGS-84.

ATENÇÃO: Para que o programa correlacione os dados do GPS às fotos, você terá de, previamente, antes de tirar as fotos, ajustar o horário de sua câmera ao horário do GPS.

Por fim, No campo 4. Correlate!, clique em Correlate Photos para executar a inserção dos dados.

Pronto. Você acabou de inserir as coordenadas às suas fotos. Parabéns.

Agora é só compartilhá-las no Panoramio ou Google Earth. Caso prifira utilizar este último, basta apenas ir em Arquivo>Abrir ou Ctrl+O para carregar suas fotos. Perceba que suas fotos cairão exatamente sobre o local onde elas foram registradas.

Então, é isso pessoal.


por Esdras Andrade em Julho 11, 2010 11:02

Julho 10, 2010

Edmar Moretti (BR)

ArcGis Editor for OpenStreetMap: software livre? Claro que não

Recebi a notícia que o a ESRI havia lançado um editor livre para dados do OSM (Open Street Map). De fato, o editor está no CodePlex, que hospeda projetos de código aberto. Caí no conto da carochinha.

Fiz o download para testar o editor, instalei e não funciona! Óbvio: vc tem de ter o ArcGis instalado! Pra mim isso não é software livre nunca!


The ArcGIS Editor for OpenStreetMap (OSM) is designed to help ArcGIS desktop users to become an active member in the growing community of users building an open and freely available database of geographic data.
The ArcGIS Editor for OpenStreetmap is an extension to the existing editor environment for the desktop.

por Edmar Moretti (edmar.moretti@terra.com.br) em Julho 10, 2010 03:00

Blog do gvSIG (ES)

gvSIG 1.10: New version and new way to report bugs.

gvSIG 1.10beta has been released with the aim that the gvSIG Community help us to debug it. Users test the software in multiple and variated scenarios, what let us find errors difficult to find in other way. That’s why we encourage you to test it and report any error you find and any suggestion you have to us.

But how? As you probably know on April gvSIG migrated part of its infrastructure to OSOR and one of the main changes was the new bug / feature request trackers. Now the trackers are public so our users and developers are able to open issues directly to these trackers.

What’s needed? The only requirement is to register in OSOR but, in order to get a really useful information, it’s very important that you follow some instructions and good practices, for example, write the exact steps to reproduce the error, check if the issue is already open (if so, you’ll be able to add more information to it) or, of course, fill in the issue fields correctly. Please, see related documentation.

Probably one of the main differences between privative and free projects is that, in the second ones, the Community is able to participate on them and we think testing is one of the areas on which users participation can be grater. Having public bug / feature request trackers is, with no doubt, a very important step to make Community participation easier. At least this is our aim.

Collaborative testing

So please, try gvSIG 1.10 and consider using the trackers instead of the lists for reporting issues from now on.

Thanks in advance.


Filed under: english, gvSIG Desktop, testing

por Manuel em Julho 10, 2010 11:32