Planeta SIG - Portugal

January 18, 2018

Blog do gvSIG (ES)

gvSIG como herramienta de innovación educativa para la mejora de los procesos de enseñanza

El uso de gvSIG como herramienta educativa no es una novedad y de hecho hay experiencias exitosas como el conocido proyecto ‘gvSIG Batoví’ en Uruguay. Sin embargo todavía queda mucho trabajo por hacer para normalizar el uso en las aulas de los Sistemas de Información Geográfica. Y, en este punto, quiero resaltar la importancia de utilizar software libre y no iniciar, desde instituciones educativas, la dependencia tecnológica de los estudiantes desde edades tempranas. Esto último bien lo saben las transnacionales de software privativo que en el mundo de la Geomática no dudan en promover iniciativas que pongan en marcha esa dependencia.

Por eso mismo es importante divulgar trabajos como el realizado por Gisela Boixadera-Duran, y denominado ‘Propuesta de innovación para la Unidad Didáctica de Ecología y Ecosistemas de 4º de ESO: Introducción de los Sistemas de Información Geográfica en Secundaria como herramienta didáctica’.

El resumen nos dice:

Uno de los nuevos retos de la sociedad actual, a la que se enfrenta la escuela, es el uso de las Tecnologías de la Información y la comunicación (TIC’s) en gran parte de las acciones y ámbitos de nuestra vida cuotidiana. El uso de las TIC’s como prácticas pedagógicas innovadoras ha dado lugar a un gran número de proyectos que fomentan el aprendizaje significativo del alumnado. En este sentido, el presente trabajo de fin de máster, aborda el uso de los Sistemas de Información Geográfica (SIG) como herramienta didáctica innovadora para llevar a cabo la unidad didáctica de Ecología y Ecosistemas ubicada en el Bloque 4 de la asignatura Biología y Ecología de 4º de ESO, según el Real Decreto 1105/2014.”

En este enlace podéis acceder al PDF integro:

https://reunir.unir.net/handle/123456789/6167

por Alvaro em January 18, 2018 05:53 PM

GIS applied to Municipality Management: Module 6 ‘Add-ons manager’

The video of the sixth module is now available, in which we are going to talk about the Add-ons manager.

Each version of gvSIG carries a large number of extensions and symbol libraries that are not installed by default in order to avoid overloading the application. The user can choose when to install them, and the Add-ons Manager can be used for that.

Besides, if a new gvSIG extension or symbol library is published after the final version release, it is not necessary to wait for the next version to be able to use them. With the Add-ons Manager we have the possibility to connect to the server and install them.

Also, if an error has been fixed after releasing a final version, the plugin can be updated without having to release a full version.

The Add-ons Manager offers us three options:

  • Standard installation: Plugins included in the installation package that has been downloaded but not installed by default.
  • Installation from file: When we download the extension package, script or symbol library on our disk. It’s very useful when we create a symbol library and we want to share it with the rest of users of our organization.
  • Installation from URL: Available plugins on the server. It is normally used for packages published after a final version, either new functionalities or to fix an error detected after publishing the final version.

In this module it won’t be necessary to download any cartography previously.

Here you have the third videotutorial of this sixth module:

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por Mario em January 18, 2018 10:44 AM

Fernando Quadro (BR)

Testando softwares para Big Data Spatial – Parte 4

Neste post iremos falar um pouco sobre o GeoServer e sua integração com o GeoWave. Apesar de quem acompanha o Blog já conhecer bastante o GeoServer, farei um breve descritivo.

1. GeoServer

O GeoServer é um servidor de código aberto para compartilhar dados geoespaciais. Projetado para interoperabilidade, ele publica dados de qualquer fonte de dados espaciais usando padrões abertos. O GeoServer é uma implementação compatível com o Consórcio Geoespacial Aberto (OGC) de uma série de padrões abertos, tais como WFS (Web Feature Service), WMS (Web Map Service) e Web Coverage Service (WCS).

Formatos adicionais e opções de publicação estão disponíveis, incluindo Web Map Tile Service (WMTS) e extensões para Service Catalog (CSW) e Web Processing Service (WPS).

Usamos o GeoServer para ler Layers carregados com o GeoWave, o plugin que acabamos de adicionar ao nosso GeoServer nos permitirá nos conectar a esses dados. Podemos usá-lo como qualquer outro tipo de Layer! 🙂

Para configurar o acesso a store de dados distribuídos, podemos usar duas opções:

– Usando o painel de administração do GeoServer como de costume:

– Usando o comando “gs” do GeoWave para registrar as stores e camadas em uma instância do GeoServer.

Como estamos testando coisas, vamos usar a segunda opção. O primeiro passo requer indicar ao GeoWave a instância do GeoServer que queremos configurar.

> %geowave% config geoserver 
  -ws geowave -u admin -p geoserver http://localhost:8080/geoserver

Semelhante ao que faríamos na interface administrativa do GeoServer, nós executamos dois comandos para adicionar, respectivamente, o Store e o Layer desejado.

> %geowave% gs addds -ds geowave_eea -ws geowave eea-store
> %geowave% gs addfl -ds geowave_eea -ws geowave NO2-measures

Como você pode notar, o sistema de referência espacial da camada é o EPSG:4326. Se visualizarmos o mapa com o cliente OpenLayers do GeoServer…

A performance é quety decent (Clique na imagem acima para ver o vídeo), tendo em conta que estou executando um PC “não muito poderoso”, com o Hadoop trabalhando em “modo único” e desenhando todas as medições de NO2 de todos as datas disponíveis (~ 5 milhões de registros). O índice espacial funciona direito, como o zoom inferior como resposta mais rápida. Além disso, se nós executamos um filtro WFS com um critério temporal, verificamos que o índice temporal executa corretamente, porém o GeoServer não verifica todos os registros da camada.

O guia do usuário do GeoWave nos fala sobre um estilo especial chamado “subsamplepoints” (Ele usa um processo WPS chamado “geowave:Subsample” e que o plugin GeoWave implementa). Ao desenhar um mapa, esse estilo realiza subamostras espaciais para acelerar o processo de renderização. Com ele é verificado um ótimo ganho de desempenho, eu recomendo que você utilize ele para camadas do tipo ponto.

Testei também para carregar uma camada de tipo de polígono de um Shapefile, sem problemas, as requisições WMS GetMap e WFS GetFeature foram bem executadas. Apenas uma nota, a ferramenta de carregamento GeoWave transforma automaticamente geometrias do sistema de referência espacial original ( EPSG:25830 no meu caso) para EPSG:4326 em coordenadas geográficas.

Neste ponto, verificamos que tudo se encaixa, podemos parar por aqui, já que a exploração desses dados já pode ser feita com bibliotecas de Mapeamento Web ( Leaflet, OpenLayers, i3Geo… ) ou quaisquer aplicativo de desktop GIS (QGIS, gvSIG, etc…).

Você gostaria de continuar? Então não perca a última parte deste artigo, onde falaremos sobre WebMaps.

por Fernando Quadro em January 18, 2018 10:30 AM

Blog IDEE (ES)

Colabora en la detección de biota exótico invasora en IDERioja

https://www.iderioja.larioja.org/vct/index.php?c=386a6f784b555770494e307a4f7062685579366f56513d3d
Mapa de fauna exótica invasora

Participa en los mapas de fauna y flora exótica invasora en La Rioja a través de los visualizadores que ha publicado la Consejería de Agricultura, Ganadería y Medio Ambiente de esa comunidad, en colaboración con la IDE de Rioja a través del botón «Colabora»:
 botonColabora 
La aplicación está preparada para recoger, que alguien supervise y finalmente publicar las citas y fotos de los usuarios, que formarán parte del Banco de Datos de Biodiversidad (BDB).

El Catálogo Español de Especies Exóticas Invasoras está regulado por el Real Decreto 630/2013, de 2 de agosto, incluye especies de las que todos hemos oído hablar, como el mejillón cebra o el galápago americano, muy dañinas para los ecosistemas autóctonos..

Los enlaces a los dos visualizadores son: 



Para más información, véase este enlace
  
https://www.iderioja.larioja.org/vct/index.php?c=7a496e44693343774e4c734f4e5177746566594639413d3d
Mapa de flora exótico invasora

Una bonita manera de aunar la Neocartografía, las IDE y la defensa del medio ambiente con una aplicación usable y atractiva, que esperamos que de mucho juego.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 18, 2018 05:17 AM

January 17, 2018

Fernando Quadro (BR)

Testando softwares para Big Data Spatial – Parte 3

Prezados leitores, hoje daremos continuidade ao post anterior falando um pouco sobre o GeoWave.

1. LocationTech GeoWave

O GeoWave é uma biblioteca que conecta a escalabilidade de estruturas de computação distribuídas de key-value stores (Hadoop + HBase neste caso) com software geoespacial para armazenar, recuperar e analisar conjuntos de dados geoespaciais maciços. Essa é uma ótima ferramenta 🙂

Falando do ponto de vista do desenvolvedor, esta biblioteca implementa um provedor de dados vetoriais do kit de ferramentas GeoTools para ler recursos (geometria e atributos) de um ambiente distribuído. Quando adicionamos o plugin correspondente ao GeoServer, o usuário verá novas stores para configurar novos tipos de conjuntos de dados distribuídos suportados.

Hoje em dia, o GeoWave suporta três tipos de armazenamento de dados distribuídos; Apache Accumulo, Google BigTable e HBase, usaremos o último deles.

Deixemos o GeoServer para mais tarde. De acordo com os guias de usuários e desenvolvedores do GeoWave, temos que definir índices primários e secundários que as camadas devem usar, então podemos carregar informações para o nosso local de armazenamento de dados.

Conforme consta no guia do desenvolvedor, vamos construir com o Maven o kit de ferramentas GeoWave para salvar dados geográficos no HBase:

> mvn package -P geowave-tools-singlejar

E incluir o plugin no GeoServer:

> mvn package -P geotools-container-singlejar

Defini minha própria variável de ambiente com um comando para executar os processos GeoWave o mais confortável possível:

> set GEOWAVE=
  java -cp "%GEOWAVE_HOME%/geowave-deploy-0.9.6-SNAPSHOT-tools.jar" 
  mil.nga.giat.geowave.core.cli.GeoWaveMain

Agora, podemos executar facilmente comandos digitando % geowave% […]. Verificamos a versão GeoWave:

> %geowave% --version

Ok, vamos registrar os índices espaciais e temporais necessários da nossa camada. O aplicativo cliente irá filtrar dados usando um filtro espacial (BBOX) e um filtro temporal para buscar apenas medições de NO2 de uma data específica.

Agora, registre ambos os índices:

> %geowave% config addindex 
  -t spatial eea-spindex --partitionStrategy ROUND_ROBIN

> %geowave% config addindex 
  -t spatial_temporal eea-hrindex --partitionStrategy ROUND_ROBIN 
  --period HOUR

E adicione uma “loja”, na terminologia do GeoWave, para nossa nova camada:

> %geowave% config addstore eea-store 
  --gwNamespace geowave.eea -t hbase --zookeeper localhost:2222

Aviso, no último comando, 2222 é o número da porta onde foi publicado o Zookeeper.

Agora, podemos carregar os dados. Nossa entrada são arquivos CSV, então eu usarei a opção “-f geotools-vector” para indicar que o GeoTools inspeciona o provider de vetores que deve usar para ler os dados. Existem outros formatos suportados e, claro, podemos desenvolver um novo provider para ler nossos próprios tipos de dados específicos.

Para carregar um arquivo CSV, faça:

> %geowave% ingest localtogw 
  -f geotools-vector 
  ./mydatapath/eea/NO2-measures.csv eea-store eea-spindex,eea-hrindex

Ok, dados carregados, até agora sem problemas, certo? Porém, a GeoTools CSVDataStore tem algumas limitações ao ler arquivos. O código atual não suporta atributos de data/hora (nem atributos booleanos). O código gera todos eles como strings (texto). Isso é inaceitável para nossos próprios requisitos, a data da medição deve ser um atributo preciso para o índice, então foi alterado no código java original. Além disso, para calcular o tipo de valor apropriado de cada atributo, o leitor lê todas as linhas no arquivo, é a maneira mais segura, mas pode ser muito lento ao ler grandes arquivos com milhares e milhares de linhas. Se o arquivo tiver um esquema congruente, podemos ler um pequeno conjunto de linhas para calcular os tipos. Então também foi alterado. Temos que reconstruir GeoTools e GeoWave. Você pode baixar as alterações deste fork do GeoTools.

Após esta pausa, vamos voltar ao caminho principal do guia, onde nós carregamos recursos em nossa camada com o comando “ingest”. Nós incluímos o plugin em uma instância do GeoGerver implantada também (é fácil, basta copiar a biblioteca “geowave-deploy-xxx-geoserver.jar” para a pasta “..\WEB-INF\lib” e reiniciar).

No próximo post iremos abordar o GeoServer, não perca!

por Fernando Quadro em January 17, 2018 12:34 PM

Blog IDEE (ES)

Disponible el nuevo Mapa de Usos del Suelo de México

http://www.beta.inegi.org.mx/temas/mapas/usosuelo/

Hemos visto en NosoloSIG que el INEGI ha publicado recientemente la versión VI del Mapa de Usos del Suelo y Vegetación de México a escala 1:250 000, elaborado en el periodo 2015-2017. Muestra 52 clases estructuradas en 15 capas obtenidas por fotointerpretación de imágenes Landsat TM8 del año 2014 apoyadas con trabajos de campo.

Los datos están disponibles:
En cualquier caso, un conjunto de datos fundamentales muy interesante, con un enorme abanico de aplicaciones, que está disponible tanto para su visualización como para se descarga. Enhorabuena.
                
Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 17, 2018 03:56 AM

January 16, 2018

Anderson Medeiros [BR]

Para Crianças: Quebra Cabeça com Mapa dos Estados Brasil

Quebra Cabeça com Mapa dos Estados do Brasil

Uma dica para quem dá aulas de geografia, em especial para o ensino fundamental. Em nossas pesquisas na internet encontramos um quebra cabeças online onde o objetivo é montar a divisão estadual do Brasil sem errar as posições dos estados.

COMO FUNCIONA O QUEBRA CABEÇAS DO MAPA DO BRASIL

Esta é uma ótima ferramenta para ensinar crianças a geografia do Brasil. O jogo é bem simples e roda totalmente no navegador web.

O jogo tem pontuação máxima de 26 pontos. Se o jogador erra a localização de um ou mais estados durante o processo de montagem do mapa, ele vai perdendo pontos. Se conseguir posicionar todos os estados sem errar em nenhum, o jogador atinge os 26 pontos.

Quebra Cabeça com Mapa do Brasil

O jogador pode escolher a ordem em que os estados serão posicionados. Basta clicar sobre o mapa do estado e arrastar para a posição devida.

A imagem abaixo ilustra o resultado quando todas as peças são posicionadas no devido local.

Para Crianças: Quebra Cabeça com Mapa do Brasil

É necessário uma observação: Embora sejam 27 unidades da federação, o Distrito Federal não foi incluído como peça, mas a marcação de Brasília pode ser vista dentro do polígono de Goiás.

COMO ACESSAR O QUEBRA CABEÇAS

Se interessou em usar essa opção para ensinar seus alunos ou quem sabe seus filhos? Para acessar o jogo, acesse o link abaixo:




O que achou desta dica? É verdade que não é diretamente ligado às Geotecnologias da maneira como estamos acostumados (SIG, Banco de Dados Geográficos, Sensoriamento Remoto, Drones, etc), mas considerei que seria interessante trazer esta dica aqui para o blog.

Aproveite para conferir os seguintes conteúdos de nosso portal:

Se você gostou desta dica e gostaria de outros conteúdos similares aqui em nosso site, deixe seu comentário. Isso vai ser o termômetro. Ok?

Cadastre-se Gratuitamente em nossa Lista VIP e receba nossas novidades por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Canal no Youtube para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias

por Anderson Medeiros em January 16, 2018 08:40 PM

Fernando Quadro (BR)

Testando softwares para Big Data Spatial – Parte 2

Neste post iremos falar um pouco dos software que iremos utilizar no nosso teste, iniciando pelo Hadoop e passando por HBase.

1. Apache Hadoop

O Apache Hadoop é, quando buscamos um pouco no Google… uma estrutura que permite o processamento distribuído de grandes conjuntos de dados em clusters de computadores usando modelos de programação simples. Ele é projetado para ampliar de servidores individuais para milhares de máquinas, cada uma oferecendo processamento e armazenamento local. Ao invés de confiar no hardware para oferecer alta disponibilidade, a própria biblioteca é projetada para detectar e lidar com falhas na camada do aplicativo, oferecendo assim um serviço altamente disponível em um cluster de computadores, cada um dos quais podendo ser propenso a falhas.

O HDFS é um sistema de arquivos distribuídos que fornece acesso de alto desempenho aos dados em todos os clusters Hadoop. Como o HDFS normalmente é implantado em hardware de baixo custo, as falhas do servidor são comuns. O sistema de arquivos foi projetado para ser altamente tolerante a falhas, no entanto, facilitando a transferência rápida de dados entre os nós e permitindo que os sistemas Hadoop continuem sendo executados se um nó falhar. Isso diminui o risco de falha catastrófica, mesmo no caso de falhas em inúmeros nós.

Nosso teste usará o Hadoop e seu HDFS como repositório de dados onde vamos salvar e, finalmente, publicar para o aplicativo do usuário final. Você pode ler os recursos do projeto aqui, ou mergulhar na Internet para aprender profundamente sobre isso.

Utilizei o Windows para os meus testes. Os lançamentos oficiais do Apache Hadoop não incluem binários do Windows, mas você pode facilmente criá-los com este ótimo guia (Ele usa o Maven) e configurar os arquivos necessários pelo menos para executar um único cluster de nós. Claro, um ambiente de produção exigirá que configuremos um cluster multi-nó distribuído ou use uma distribuição “apenas para uso” (Hortonworks) ou salte para a Nuvem ( Amazon S3 , Azure, etc…).

Continuamos com este guia; Depois que o Hadoop foi construído com Maven, os arquivos de configuração foram editados e as variáveis ​​de ambiente foram definidas, podemos testar se tudo está bem executando no console …

> hadoop version

Em seguida, começamos os “daemons” dos objetos namenode e datanode, e o gerenciador de recursos “yarn”.

> call ".\hadoop-2.8.1\etc\hadoop\hadoop-env.cmd"
> call ".\hadoop-2.8.1\sbin\start-dfs.cmd"
> call ".\hadoop-2.8.1\sbin\start-yarn.cmd" 

Podemos ver o aplicativo de administração Hadoop rodando na porta HTTP configurada, 50070 no meu caso:

2. Apache HBase

O Apache HBase é, procurando novamente no Google… um banco de dados NoSQL que é executado no topo do Hadoop como um grande armazenamento de dados distribuído e escalável. Isso significa que o HBase pode alavancar o paradigma de processamento distribuído do sistema de arquivos distribuídos Hadoop (HDFS) e se beneficiar do modelo de programação MapReduce do Hadoop. Ele destina-se a hospedar tabelas grandes com bilhões de linhas com potencialmente milhões de colunas e executados em um cluster de hardware de commodities.

Você pode ler aqui para iniciar e instalar o HBase. Mais uma vez, verificamos a versão do produto executando:

> hbase version

Inicie o HBase:

> call ".\hbase-1.3.1\conf\hbase-env.cmd"
> call ".\hbase-1.3.1\bin\start-hbase.cmd"

Veja o aplicativo de administração HBase na porta 16010, no meu caso:

Ok, neste momento, temos o grande ambiente de dados funcionando, é hora de preparar algumas ferramentas que acrescentam capacidades geoespaciais; GeoWave e GeoServer, vamos em frente no próximo post

por Fernando Quadro em January 16, 2018 10:59 AM

Blog IDEE (ES)

El visualizador de la Asociación Forestal de Galicia

http://trial.imatia.com/demosrd/afg-web/#/forestfirebalance/map/

La Asociación Forestal de Galicia (AFG) mantiene un visualizador desarrollado sobre Leaflet para mostrar información geográfica relacionada con la getión de su patrimonio forestal, como mapas de absorción de CO2 y balances de incendios forestales, de varios años y por provincias, distritos forestales y municipios.

Una información muy interesante que complementa otros contenidos (Guías, Metodología de indicadores, estadísticas de árboles plantados y datos de bosque certificado) y es que no hay como la cartografía para describir adecuadamente una realidad territorial en cualquier campo de aplicación.

Los mapas de fondo se visualizan mediante servicios estándar WMS, pero ¡ay! los datos cartográficos de la AFG se publican medianteuna interfaz no estándar. Una de cal y otra de arena. Bueno, no se puede tener todo, esperemos que en el futuro esos datos están disponibes de manera interoperable.

La Asociación Forestal de Galicia  es una asociación privada sin ánimo de lucro, creada en 1986, que agrupa a propietarios forestales de montes y a comunidades de montes vecinales de Galicia. Sus fines son proporcionar apoyo técnico a sus miembros, representarlos ante las Administraciones públicas, la industria forestal y las entidades relacionadas con el sector forestal, así como realizar todas aquellas actividades que mejoren la selvicultura y la gestión sostenible de los montes y que contribuyan a aumentar la rentabilidad y calidad de los recursos forestales gallegos. Agrupa entre socios y asociados a unas 30 000 personas repartidas en el 70 % de los municipios gallegos, los más forestales. Tiene su sede central en Santiago de Compostela

http://trial.imatia.com/demosrd/afg-web/#/home

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 16, 2018 07:53 AM

January 15, 2018

Fernando Quadro (BR)

Testando softwares para Big Data Spatial – Parte 1

O objetivo deste artigo é mostrar os resultados testando a integração de uma plataforma Big Data com outras ferramentas geoespaciais. É necessário salientar que a integração de componentes usados, todos eles de código aberto, nos permite publicar serviços WEB compatíveis com padrões OGC (WMS, WFS, WPS).

Este artigo descreve as etapas de instalação, as configurações e o desenvolvimento feito para obter um aplicativo de mapeamento que mostre medidas de NO2 de aproximadamente 4k estações européias durante quatro meses (Observações foram registradas por hora), resultado em torno de 5 milhões de registros. Sim, eu sei, esses dados não parecem um armazenamento “Big Data”, mas parece grande o suficiente para verificar o desempenho quando as aplicações o lêem usando filtros espaciais e / ou temporais (clique na imagem acima para ver o vídeo).

O artigo não se concentra em ensinar um conhecimento mais profundo dos softwares usados, todos eles já tem publicado boa documentação do ponto de vista do usuário ou do desenvolvedor, simplesmente quero oferecer experiências e um guia simples para coletar recursos de componentes de software. Por exemplo, comentários sobre o GeoWave e sua integração com o GeoServer são uma cópia do conteúdo do guia do produto em seu site.

1. Esquema de dados

Os dados de teste foram baixados da European Environment Agency (EEA). Você pode pesquisar aqui informações ou visualizadores de mapas desta ou de outras fontes, ou melhor, você pode usar seus próprios dados. GDELT é outro projeto interessante que oferece dados maciços.

O esquema dos dados do teste é simples, a entrada é um grupo de arquivos CSV (arquivos de texto com seus atributos separados com vírgulas) com coordenadas geográficas do tipo ponto (Latitude / Longitude) que georreferenciam o sensor, a data da medida e a concentração de NO2 no ar. Existem outros atributos secundários, mas não são importantes para o nosso teste.

2. Arquitetura de software

O teste consiste na cadeia de um conjunto de ferramentas, todos eles oferecem dados e funcionalidade ao próximo componente de software na arquitetura do aplicativo. O fluxo de trabalho do aplicativo começa com o Hadoop e seu HDFS, HBase para mapeá-lo como um banco de dados, o ótimo GeoWave trabalhando como um conector entre ele e o popular GeoServer que implementa vários padrões OGC e, finalmente, um aplicativo de cliente web que busca dados para mostrar mapas como usual (por exemplo, usando Leaflet e Heatmap.js biblioteca).

No próximo post iremos falar detalhadamente de cada um dos softwares apresentados na imagem acima! Não Perca!

por Fernando Quadro em January 15, 2018 05:37 PM

Blog do gvSIG (ES)

GIS applied to Municipality Management: Module 5.3 ‘Web services (Non-standard services)’

The third video of the fifth module is now available, in which we will talk about how to work with web services that don’t follow the OGC standards in gvSIG Desktop. These web services can be used to complement our maps with different layers.

Among these services we have OpenStreetMap, with which we have access to several layers. for example streets, nautical cartography, railroads, or cartography with different tonalities that can be used as reference cartography on our map.

Other available services are Google Maps and Bing Maps, where we can load different layers.

The requirement to load these layers in gvSIG (until 2.4 version) is that we must have the View in EPSG:3857 reference system, a proprietary system used by these services.

Besides, in order to load the Bing Maps layers, we will need to obtain a key previously, from the Bing Maps Dev Center.

Once we have these services, we can add our layers, reprojecting them to the view reference system. In addition, many OGC web services, such as WMS, WFS …, offer their layers in this reference system, so we can overlap them on our Bing Maps, Google Maps or OpenStreetMap layers.

Here you have the third videotutorial of this fifth module:

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por Mario em January 15, 2018 01:51 PM

Blog IDEE (ES)

The Malaria Atlas Project

https://es.wikipedia.org/wiki/Web_Map_Service
Tasa de infección en niños de 2 a 10 años en África del 2000 al 2015

El Malaria Atlas Project es una iniciativa de la Universidad de Oxford, liderada por Peter Gething (Big Data Institute), cuyo objetivo es publicar información abierta, precisa y actualizada sobre la malaria en el mundo y otros temas relacionados. Tiene una red mundial de expertos en epidemiología, salud, matemáticas, geografía, cartografía y disciplinas afines que trabajan para relacionar bases de datos mundiales sobre el riesgo de malaria y la enfermedad en general, desarrollando métodos innovadores de análisis para analizar aspectos clave del problema.

Todo el proyecto está comprometido con una política de Datos abiertos y uno de los canales de publicación de resultados más importante es la publicación de Servicios Web de Mapas que pueden verse en el visualizador del proyecto.

La dirección del WMS es:  
https://map.ox.ac.uk/geoserver/Explorer/wms?SERVICE=WMS&REQUEST=getCapabilities

Recientemente han publicado un interesante mapa de accesibilidad a ciudades en el año 2015, realizado después de tres años de colaboración con el JRC y la Universidad de Twente (Países Bajos), que describe el tiempo de viaje a la ciudad más cercana desde cada punto del planeta, una variable importante a tener en cuenta la accesibilidad a recursos que no existen en las zonas rurales, como trabajo, asistencia hospitalaria, educación, etcétera.

https://map.ox.ac.uk/explorer/#/explorer
Mapa de accesibilidad a ciudades en el 2015

Publicado por el editor

por editor (noreply@blogger.com) em January 15, 2018 06:57 AM

Anderson Medeiros [BR]

Últimas Vagas: Cursos de QGIS em Porto Alegre/RS

Últimas Vagas: Cursos de Geoprocessamento com QGIS em Porto Alegre/RS

Últimas Vagas: Cursos de Geoprocessamento com QGIS em Porto Alegre/RS: Restam poucas vagas para a V Semana de QGIS em Porto Alegre/RS. O evento acontecerá entre os dias 29 de janeiro e 1° de fevereiro.

INSCREVA-SE AGORA PARA I SEMANA DE QGIS EM PORTO ALEGRE/RS

Comece 2018 se capacitando. Torne-se independente na produção de mapas e em operações de Geoprocessamento. As vagas são realmente limitadas!

Durante este evento serão realizados dois cursos de Geoprocessamento com Práticas no Software QGIS (Básico e Avançado).

Cursos de QGIS em Porto Alegre/RS

No Curso de Introdução ao Software QGIS consideramos que todos os alunos estão tendo seus primeiros contatos com o programa. Ao participar deste curso o aluno dominará como inicializar projetos envolvendo mapeamento temático e Sistemas de Informações Geográficas (SIG), passando pela integração com banco de dados geoespacial até a produção de um layout completo do mapa para impressão.

No Curso de Uso Avançado do Software QGIS o participante aprenderá sobre recursos mais complexos do programa para aplicações variadas como processamento digital de imagens de satélite (PDI), delimitação de bacias hidrográficas, publicação de mapas na internet, entre vários outros tópicos.

EMENTA, LOCAL E VALOR DO CURSO

Quer saber detalhes sobre local de realização do curso, ementa, carga horária, investimento e assim por diante? Para ver todas as informações sobre o curso, acesse nosso hot site:

Não fique de fora, não perca esta oportunidade. Outro curso no Rio Grande do Sul, só em 2019!

Em caso de dúvidas, entre em contato:
E-mail: cursos@clickgeo.com.br | WhatsApp: (83) 9.8885.5525

Um detalhe importante: Para participar do Curso de nível Avançado, o aluno deve ter participado do Curso de Introdução ao QGIS ou realmente dominar todos os tópicos abordados no curso básico.

por Anderson Medeiros em January 15, 2018 03:08 AM

January 12, 2018

Blog IDEE (ES)

El estado de OSM en el 2017

https://wiki.openstreetmap.org/wiki/File:SotM-Asia-2017.jpg
Foto del State of the Map de Asia 2017 (fuente)

Hemos visto en el blog de OpenStreetMap una entrada sobre los principales eventos celebrados sobre ese proyecto durante el 2017 y la lista es impresionante:
Ésta es una muestra de la vitalidad y dinámica del proyecto, extendido a los cinco continentes y en continua expansión y mejora. Actualmente trabajan en esta iniciativa 4,3 millones de usuarios (aquí usuarios son los que capturan y suben información, no los que la consultan), de los que unos 45 000 contribuyen todos los meses.

El State of the Map (Estado del mapa) es la conferencia anual e internacional del proyecto OpenStreetMap organizada por la Fundación OpenStreetMap cada año desde el 2007, salvo el 2015. Puede haber también conferencias regionales o locales organizadas exclusivamente por la comunidad local. En la lista de más arriba se han incluido también algunos congresos organizados por OpenStreetMap. El objetivo principal de esos eventos es el intercambio de experiencias e información entre usuarios 
 
Esta iniciativa se ha convertido en el proyecto de Neocartografía o Información Geográfica Voluntaria por excelencia, se utiliza como fondo cartográfico de referencia en cada vez más visualizadores IDE, por tener cobertura mundial y homogénea, y aunque utiliza su propio servicio de mapas, tambien está disponible como WMS desde el 2009 y actualizado cada semana gracias a la Universidad de Heidelberg:


Nuestra enhorabuena a todos los que colaboran de manera altruista en OpenStreetMap.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 12, 2018 05:51 AM

January 11, 2018

Geofumadas [HN]

Diez razones principales para dar a conocer los datos territoriales

En un interesante artículo de Cadasta, Noel nos comenta que mientras más de 1,000 líderes mundiales en derechos territoriales nos reuníamos en Washington DC a mediados del año pasado para la Conferencia Anual Territorio y Pobreza del Banco Mundial, la expectativa que existe respecto a las políticas en cuanto a recopilación de datos para […]

por geofumadas em January 11, 2018 08:00 PM

Luís Sadeck (BR)

Mestrado publicado! Redes neurais e Ordenamento territorial

Os estudos voltados ao ordenamento territorial em geral representam o emprego de uma grande quantidade de informações o que torna o processo de interpretação bastante complexo, em consequência disso o processo de tomada de decisão torna-se mais lento. Além disso há a necessidade de ajuste espacial (escala) e temporal (mesmo período de aquisição) dos dados […]

por sadeckgeo em January 11, 2018 07:00 PM

Blog do gvSIG (ES)

GIS applied to Municipality Management: Module 5.2 ‘Web services (Loading web services from gvSIG)’

The second video of the fifth module is now available, in which we will see how to load web services from gvSIG Desktop. In the first video of this module we saw an introduction on the Spatial Data Infrastructures (SDI), which helped us to understand this new video in a better way.

Many administrations have a large amount of cartography available for users, being in many cases web services that are accessible from desktop applications or web browsers, which allow us to access this cartography without having to download anything on our disk.

The cartography to follow this video is available at this link.

Here you have the second videotutorial of this fifth module:

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por Mario em January 11, 2018 12:46 PM

Blog IDEE (ES)

Visualizando la bicicletabilidad

https://urbandatacyclist.wordpress.com/2017/12/12/visualizing-the-bikeability-of-san-franciscos-roads/
Mapa de la bicicletabilidad de San Francisco (EE. UU.)

Los avances de la Geomática permiten aplicaciones que en casiones resultan tan útiles como estéticas. Ése es el caso de los mapas de bicicletabilidad (bikeability)  de ciudades, un concepto establecido en este artículo, que describe la demanda de circular en bicicleta por una zona determinada en función de la pendiente, la seguridadvial, las infraestructuras, la conectividad y otros factores.

Daniel I. Patterson ha realizado un estudio completo para San Francisco (EE. UU.) cuyo resultado se puede ver más arriba en una vista que gracias a los colores proporciona una visión inmediata de la situación en todo el centro de la ciudad. Una estupenda visualización, mucha mejor que la del estudio original en que se basa la metodología, esta vez hecho sobre Vancouver (Canadá) y que podeis ver aquí abajo:
 
http://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1068/b38185

Y es que, también para publicar un mapa en la web, no hay como consultar a un buen cartógrafo de los de la vieja escuela.

Más ejemplos de trabajos similares yrelcionados pueden encontrarse aquí:


Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 11, 2018 07:27 AM

January 10, 2018

Fernando Quadro (BR)

A transformação da França através do Open Data

Se um entusiasta de Open Data tentar inspirar outros, ele logo será confrontado com uma pergunta difícil: qual é o impacto? Alguns podem convencer com longos monólogos sobre transparência e potencial de inovação, mas, muitas vezes, todas as necessidades são alguns exemplos inspiradores de dados abertos do mundo real.

Antes de saltar para o impacto da Open Data, vamos dar uma olhada em alguns dos conjuntos de dados mais interessantes. Um dos conjuntos de dados abertos visualmente mais atraentes ao redor do mundo é o Archives of the Planet do Museu Albert Kahn. O departamento francês decidiu publicar o arquivo de mais de 60 mil fotos de lugares do mundo todo há mais de um século. No portal Open Data do departamento, os usuários podem navegar em uma galeria e clicar em um mapa para descobrir as imagens. Graças à API, o museu foi capaz de construir facilmente um novo site para expor este tesouro de forma fácil e aumentar significativamente o número de visitantes no seu site em dez vezes.

Enquanto muitos portais apresentam a posição de lugares de estacionamento nas ruas ou em lotes, apenas alguns indicam sua disponibilidade em tempo real. A cidade francesa de Issy-Les-Moulineaux, no entanto, consegue fazer isso onde outros ficam aquém; produziu um conjunto de dados de sensores em tempo real sobre a disponibilidade de lugares de estacionamento em algumas de suas ruas e foi ainda mais longe para criar um mapa que exibisse disponibilidade de espaço de estacionamento. A cada minuto, a plataforma tira os dados provenientes de sensores que foram instalados na superfície das ruas.

Um fato que sabemos é que quanto mais fácil for para os desenvolvedores reutilizarem dados, mais provável é que eles o façam. Um exemplo é Rennes, uma cidade francesa de cerca de 200.000 habitantes, cujo operador de transporte público (STAR), operado pela Keolis, publicou a localização dos ônibus em tempo real no seu portal Open Data. Você pode aprender muito mais sobre este estudo de caso, mas para dar uma pista sobre os resultados, a empresa atualmente lista um total de sete aplicativos de transporte construído por desenvolvedores provenientes da comunidade.

Embora o impacto seja frequentemente o objetivo desejado, ele não necessariamente motiva todos os funcionários que são solicitados a publicar conjuntos de dados. Afinal, o Open Data é considerado um trabalho adicional cujo valor agregado é difícil de projetar. Surpreendentemente, no entanto, quando concluído, o Open Data também pode ter benefícios importantes para uma organização.

Como um dos primeiros adotantes de dados abertos na França, a cidade acima mencionada de Issy-Les-Moulineaux decidiu publicar seu orçamento financeiro em 2011 para aumentar a transparência. Eles empurraram os dados para o portal e pediram a uma agência web que criasse um site dedicado para apresentar os dados de forma fácil de usar simplesmente incorporando os gráficos provenientes do portal. Desta forma, eles foram livres para fornecer um excelente contexto descritivo aos seus dados orçamentários. Seu truque: os gráficos são sincronizados com cada conjunto de dados, portanto, quando os dados são atualizados a cada ano, os gráficos também mudam. Assim, a cidade investiu apenas uma vez no desenvolvimento, que são capazes de replicar todos os anos com os dados mais atualizados.

Da mesma forma, o fornecedor francês de eletricidade ENEDIS está fazendo uso do portal Open Data para comunicação aberta externa. As visualizações interativas apresentadas em seu principal site corporativo foram desenvolvidas através do conjunto de APIs de geradas pelo portal, economizando os principais custos de desenvolvimento da empresa.

Quando o Ministério da Agricultura francês procurou uma ferramenta de busca simples para exibir empresas que vendem produtos de agricultura química para agricultores e consumidores, eles tiveram a opção de trabalhar com uma empresa de consultoria ou de contar com seu portal. Graças ao uso fácil de widgets, o Ministério criou um painel que listaria todas as empresas, pontos de varejo e informações relacionadas em um mapa. O projeto levou três dias para configurar – e também está sendo usado como um ponto de referência interno.

Os dados de publicação exigem que as organizações repensem sua estratégia interna de gerenciamento de dados. Hoje, Open Data ainda é muitas vezes considerado como “trabalho extra” que deve ser feito para marcar uma caixa. Muitos imaginam portais volumosos com arquivos para download em vez de dados dinâmicos que se pode explorar em visualizações interativas e acesso em diferentes formatos e através de APIs de conjunto de dados. Indexar os próprios registros de dados (em oposição aos arquivos) e transformá-los em APIs permite que as organizações trabalhem com seus próprios dados de uma maneira totalmente nova. Em vez de enviar arquivos de um funcionário para outro (ou carregá-los para uma unidade virtual), os dados em si podem ser compartilhados. Do ponto de vista técnico, é possível criar um ponto de acesso central para uma organização, ao mesmo tempo em que dá aos diferentes usuários diferentes níveis de acesso, dividindo os silos de dados. Isso assegura não só o acesso à versão de dados mais recentes em uma organização, mas também a sua fácil reutilização através de APIs em painéis ou outros serviços da Web. Portanto, são as próprias organizações que se beneficiam mais de uma estratégia otimizada de gerenciamento de dados. E, finalmente, abrir esses dados para o resto do mundo, pois Open Data muitas vezes não exige muito mais do que um simples clique do mouse.

É muito bom ver o quanto o Open Data está fazendo na França, em pensar que esses são apenas alguns exemplos, mas sabemos que as possibilidades são infinitas. Espero que um dia cheguemos nessa maturidade aqui no Brasil, de ter dados de verdade disponibilizados para que possamos explorá-los e criar produtos que ajudem a população.

Esta é uma tradução livre do artigo original escrito por Christina Schönfeld no site OpenDataSoft.

Fonte: OpenDataSoft

por Fernando Quadro em January 10, 2018 07:43 PM

Blog IDEE (ES)

Todo Donostia al centímetro y en 3D

http://www.donostia.eus/DonostiaOinez/Donostia/index.html

El Ayuntamiento de Donostia/San Sebastián ha publicado en su página web la aplicación Donostia Oinez (Donostia a pie), que permite recorrer la ciudad mediante un visualizador y un Servicio Web de Mapas mientras se exploran imágenes métricas del entorno visible en cada punto.

Más 115 000 fotos esféricas y 3500 millones de puntos con coordenadas constituyen los datos capturados mediante mobile mapping (mapeo móvil) y estructurados para recorrer virtualmente y en línea más de 400 km de calles de la capital guipuzcoana. Las aplicaciones que abre la posibilidad de moverse interactivamente y tomar medidas sobre una descripción de alta resolución del entorno urbano de una gran ciudad son enormes: inventario de infraestructuras, conservación de fachadas y patrimonio artístico, elaboración de presupuestos, documentación turística, estudios de urbanismo, planificación de actuaciones urbanas, operaciones de emergencia y salvamento, y muchas otras que irán apareciendo en los próximos meses.

Este proyecto arrancó en el año 2012 con las primeras pruebas que realizó el Ayuntamiento donostiarra con la tecnología de mobile mapping y constituye un paso más para la optimización de la gestión de la ciudad en su camino hacia convertirse en una ciudad realmente inteligente. Os recomiendo daros un paseo virtual por San Sebastián ahora mismo:


Para acabar, aquí os dejo un vídeo informativo y un tutorial.




                   
Con este proyecto, el Ayuntamiento de Donostia/San Sebastián, sigue trabajando para optimizar la gestión de la ciudad en su camino hacia la ciudad inteligente. Ya lo sabéis: Donostia Oinez.
                  
Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 10, 2018 04:36 AM

January 09, 2018

Blog IDEE (ES)

Ventajas de tener una IDE

 

Según informa la agencia Europa Press, el Centro de Información Cartográfica y Territorial de Extremadura (CICTEX) ha generado en los útimos años un conjunto de Servicios Web de Mapas y un Centro de Descargas, dentro de la iniciativa de la IDE de Extremadura (IDEEX), que han servido para simplificar la gestión de la información geográfica y han permitido que los usuarios se descarguen enormes volúmenes de datos para su explotación.

Entre los años 2012 y 2016, los productos cartográficos más solicitados en Extremadura fueron ortofotos y modelos digitales del terreno (17 195 ficheros al año), cartografía topográfica (6690 ficheros al año), publicaciones variadas (5634 ficheros al por año) y cartografía temática (1002 ficheros al año). 

Antes de la apertura del Centro de Descargas en febrero 2007, ese volumen de solicitudes se tramitaba manualmente, con el coste en tiempo y recursos humanos consiguiente. Actualmente, la descarga de ficheros digitales ha hecho disminuir drásticamente esas peticiones no informatizadas y hay productos cuya distribución se ha multiplicado por más de siete respecto al año anterior sólo en diez meses. Por ejemplo, la cifra total de ficheros descargados de febrero a diciembre del 2017 de cartografía topográfica ha sido de 44 651 y de cartografía temática, 9488.

En muchos casos, incluso no se han descargado los datos porque las necesidades de información de los usuarios se han satisfecho con la visualización de los Servicios Web de Mapas, con más de 109 millones de peticiones en el mismo periodo de tiempo.

Los datos están disponibles bajo una licencia Creative Commons Reconocimiento (CC BY) 4.0 que permite a todo tipo de usuarios cualquier uso, sin ninguna limitación, con la única condición de reconocer la autoría y propiedad de la información con la expresión: Producto año CC-BY 4.0 CICTEX, Junta de Extremadura.

Que la Junta de Extremadura compruebe en tan poco tiempo las ventajas de tener servicios interoperables y abiertos es una excelente noticia, más aún si la da una agencia de noticias de propósito general como Europa Press.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 09, 2018 06:35 AM

Anderson Medeiros [BR]

QGIS: Como converter Dados Textuais em Valores Numéricos

QGIS: Como converter String em Valores Numéricos

Frequentemente recebemos e-mails com dúvidas de usuários do QGIS que estão tendo problemas ao gerar seus mapas temáticos quantitativos pois o programa não reconhece os números da tabela de atributos. Neste tutorial vamos ensinar como fazer a conversão de dados do tipo string (texto) para dados numéricos.

COMO SABER SE UM CAMPO TEM DADOS DE TEXTO OU NÚMERO

Entendamos o seguinte: Quando vamos tentar gerar um mapa temático no QGIS (do tipo graduado) e o campo onde os dados dos números estão armazenados não aparece na lista de campos disponíveis, em geral o motivo é que aquela coluna não está sendo lida como campo numérico, mas sim textual.

DICA: É bem fácil de identificar se um campo está sendo interpretado como texto (string) ou numérico. Colunas com dados textuais ficam com o conteúdo alinhado à esquerda e colunas com dados numéricos, ficam alinhadas à direita.

Na imagem abaixo (clique nela para ampliá-la) temos 1 (um) campo alinhado à direita, o campo ID. Ou seja, ele é numérico. Os demais campos são do tipo textual e por isso estão alinhados à esquerda.

Mas você percebeu como está o campo TAXA_2018? Embora ela represente um dado numérico (decimal) ele está sendo lido como sendo texto. Veja que ele está alinhado à esquerda. Nesta condição ele não pode ser usado para criar mapas temáticos quantitativos.

QGIS: Como converter Dados Textuais

Entendeu o problema que temos que resolver? Há mais de uma forma de corrigir isso. Aqui vamos ensinar uma das maneiras mais simples. Este método envolve o uso da calculadora de campos.

CONVERSÃO DE STRING PARA NÚMEROS NO QGIS

Para começar: Coloque a camada em modo de edição. Você pode fazer isso, por exemplo, clicando sobre ela com o botão direito do mouse e escolhendo a opção “Alternar edição”.

Depois, abra a tabela de atributos e acione a Calculadora de campo. A imagem abaixo ilustra o ícone, que pode ser encontrado tanto dentro da própria tabela e também na barra de ferramentas do QGIS.

Abrindo a Calculadora de Campos no QGIS

Quando a calculadora for aberta, vamos seguir os seguintes passos simples:

  • Passo A: Crie um novo campo, com um nome diferente (neste exemplo usei TAXA_18). Ele deve ser do tipo numérico (inteiro ou decimal, dependendo dos seus dados) e com o comprimento de campo e precisão adequados para seus dados representados no campo que está como texto.
  • PASSO B: Na lista de funções, navegue para Campos e Valores e procure a coluna com os dados originais. Neste caso é o campo TAXA_2018. Dê um duplo clique.
  • PASSO C: O nome da coluna selecionada aparecerá no quadro de expressões. Para finalizar, clique em OK.

Calculadora de Campos: Como converter Dados Textuais em Valores Numéricos

O resultado da operação está exemplificado na imagem abaixo (clique nela para ampliá-la).

Note que agora temos um campo com os dados sendo lidos em formato de números decimais, que poderão ser usados no mapeamento quantitativo dessa variável.

QGIS: Como converter Dados Textuais em Valores Numéricos

Logicamente, caso o usuário ache interessante, poderá excluir o campo original que está com dados textuais.

Simples, não é? Mas muito útil. O que você achou desta dica? Deixe seus comentários.

Confira também as seguintes dicas de uso do QGIS:

Depois eu vou preparar alguns materiais ensinando outras formas de realizar a mesma atividade que vimos neste tutorial. Ok?

Muitas novidades estão sendo preparadas para este ano aqui no nosso site. Aguarde e confie!

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por Anderson Medeiros em January 09, 2018 01:46 AM

January 08, 2018

Anderson Medeiros [BR]

E-Book: Geoprocessamento – Análise de Geodados

Geoprocessamento: Análise de Geodados

Compreender as principais características dos dados geográficos e das atividades relacionadas ao seu uso em Geoprocessamento é fundamental para que um profissional possa atuar de forma adequada em um projeto envolvendo Geotecnologias. O e-book que estamos divulgando aqui será útil neste contexto.

MATERIAL SOBRE ANÁLISE DE DADOS GEOGRÁFICOS

O material Geoprocessamento – Análise de Geodados foi publicado em 2010 como parte do conteúdo da disciplina de métodos de levantamento e análise de dados do programa de pós-graduação da UCI.

ClickGeo: Cursos de Geotecnologias

Embora se tenham passado alguns anos desde sua publicação, os conceitos apresentados no e-book continuam plenamente válidos. Assim, recomendamos o download do material.

E-Book: Geoprocessamento - Análise de Geodados

Entre os conteúdos apresentados no material estão: Representação dos dados, dimensão espacial dos dados em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), vantagens e desvantagens dos modelos raster e vetorial, dados não espaciais (atributos), projeções, sistemas de coordenadas e reprojeção.

Além disso, há tópicos sobre modelo topológico, redes, superposição de mapas, geoestatística, cartografia automatizada, linguagem de consulta espacial, etc. Logicamente, estes itens são explicações breves e introdutórias.

DOWNLOAD DO E-BOOK SOBRE GEOPROCESSAMENTO

Para fazer o download do material, clique no link abaixo. O material está disponível em formato PDF:



Aproveite para ver também as seguintes dicas em nosso portal:

Não esqueça de deixar seus comentários sobre o que achou desta dica de leitura e download.

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por Anderson Medeiros em January 08, 2018 11:59 PM

Blog Geoprocessamento [BR]

SETOR DE ENERGIA E GEOPROCESSAMENTO

Algum tempo, trabalho com geoprocessamento no setor elétrico, neste tempo, fiz inúmeros amigos na área, alguns conheci por aqui. Em ritmo de privatização a Eletrobrás acaba de mandar embora por incentivo uma centena de profissionais das mais diversas áreas, inclusive o geoprocessamento. Enxugar para vender , eu já vivi isso no passado e graças ao Sr. Itamar Franco e outras lideranças, bem como os funcionários, isso não ocorreu.
Mas vivemos em outra época que os motivos e os ideias de quem nos governa são próximos, eu não sou a favor da privatização, o setor já não é o mesmo, temos que buscar a liberação da energia limpa não como crédito, mas como dinheiro na sua conta. Sem o temor de que a liberação, irá acabar com o que chamo setor das hidros( Lê-se Hidroelétricas). Cada vez menos teremos oportunidade de construir grandes hidrelétricas. e novas alternativas serão a bola da vez.
O meio Ambiente hoje também corre perigo, com o auto-licenciamento, não achei as leis ruins, mas o marasmo do setor público em soluções é geral, falta gente e recursos nestas instituições. O que acontece no final dessa ponte?

Para saber +:

PDV Eletrobrás.
https://oglobo.globo.com/economia/pdv-da-eletrobras-sera-maior-que-do-governo-diz-ministro-de-minas-energia-21690505

Autolicencimento
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2016/03/governo-quer-deixar-que-empresas-facam-autolicenciamento-ambiental.html

por Marcanti (noreply@blogger.com) em January 08, 2018 04:57 PM

Blog do gvSIG (ES)

GIS applied to Municipality Management: Module 5.1 ‘Web services (Introduction to SDI)’

The fifth module of this course deals with access to web services from gvSIG. At this first part we will introduce you to a fundamental concept when we talk about the efficient management of geographic information: Spatial Data Infrastructures (SDI). SDI are very important, and countries and regions of the world are legislating them more and more to make effective their implementation in all the administrations that generate digital geographic information.

The SDI is considered the ideal system to manage the geographic information of an organization and, of course, of a municipality completely. In future modules of this course we will speak about gvSIG Online, the free solution to start them up. In the current module we will see how to work with the web map services that SDI can generate from the desktop GIS.

Currently, a large number of administrations offer their cartography in a public way to be loaded through web services. Thanks to the use of this device it is possible to access these services from gvSIG Desktop, which allows us to load the cartography in our project without having to download anything on disk.

In order to understand this part in gvSIG in a better way we will start with a video about the introduction to the Spatial Data Infrastructures, where we will explain what a web service is, and some links where these available services are collected.

In this module it is not necessary to download any cartography, since it is a totally theoretical video.

Here you have the first videotutorial of this fifth module:

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por Mario em January 08, 2018 10:50 AM

Grabación del Taller de Geoestadística con gvSIG realizado en la UMH de Elche

Ya está disponible la grabación del taller de Geoestadística con gvSIG impartido durante la Jornada realizada en la Universidad Miguel Hernández de Elche, España, el día 13 de diciembre de 2017, englobada dentro de la Cátedra gvSIG.

En esta jornada, aparte de los talleres sobre la aplicación y la ponencia sobre la Suite gvSIG se hizo entrega de los premios a los proyectos ganadores de la Cátedra gvSIG 2017.

En el vídeo se explica una breve introducción de cómo ejecutar código de R desde el Módulo de Scripting de gvSIG. El lenguaje de programación R orientado a la estadística y el análisis de datos permite un amplío abanico de posibilidades para el tratamiento de datos espaciales que complementan los ya existentes en gvSIG o los desarrollados también desde Scripting con Python.

El ejemplo mostrado realiza una lectura masiva de ficheros csv correspondientes a crímenes en la ciudad de Londres, sacados del portal de open data UK Data Police, los cuales transformamos a una capa shapefile para poder ser explorados desde gvSIG.

Cualquier duda puedes preguntar aquí o en las Listas de Correo.

por Óscar Martínez em January 08, 2018 07:21 AM

Blog IDEE (ES)

El HUB virtual europeo


El proyecto europeo ENERGIC ODfinalizó su andadura el pasado 2017. Entre sus resultados más destacado se encuentran el desarrollo y puesta en marcha de un Hub Virtual Europeo: una potente interfaz fácil de usar y gratuita, que permite la búsqueda, acceso, explotación y reutilización de datos geográficos abiertos e incluye además una interfaz web de programación de aplicaciones (API). 

Aglutina conjuntos de datos procedentes de distintas fuentes, como GEOSS, INSPIRE, Copernicus y la IDEE, que pueden ser encontrados y accedidos en distintos formatos y a través de distintas interfaces. El Hub Virtual Europeo está accesible en http://www.vh.energic-od.eu/inicio
El proyecto ENERGIC OD (European NEtwork for Redistributing Geospatial Information to user Communities - Open Data), financiado por la Unión Europea dentro del Programa Marco para la Competitividad y la Innovación (CIP), ha tenido como objetivo general facilitar el uso de datos geográficos abiertos procedentes de fuentes diversas a través de la creación de hubs (concentradores o intermediarios) virtuales de datos y la creación de servicios y aplicaciones innovadores que los utilicen. Más información en https://www.energic-od.eu/about-project

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 08, 2018 06:18 AM

January 07, 2018

Blog IDEE (ES)

Sismicidad regstrada en España en el 2017


Aquí tenéis un vídeo que muestra los terremotos registrado en España durante el 2017 y como las Islas Canarias no salen en la imagen, este es el vídeo sobre la sismicidad en ese archipiélago durante el año pasado:


En Canarias y durante el 2017 se han localizado 1100 terremotos, de los cuales:
  • 800 han sido en Tenerife y alrededores (a menos de 60 km del Teide).
  • 140 en la isla de La Palma (principalmente durante la crisis de Octubre) 
  • 70 en la isla de El Hierro y alrededores

Sí, lo que se ve como fondo es un WMS.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em January 07, 2018 05:43 AM

January 04, 2018

Blog do gvSIG (ES)

GIS applied to Municipality Management: Module 4.2 ‘Attribute tables (joining tables)’

At this second video of the fourth module we will continue speaking about the attribute tables, where we will show how to join the the alphanumeric information of a vector layer and an external table.

In our city council we can have external information in a table, and it would be interesting to georeference it, that means, to join the information of that table with the alphanumeric information of a vector layer.

For example, if we have a table with the population of each neighbourhood in our municipality, and we also have a vector layer with the neighbourhoods in our GIS, we can add the population of the first table to the graphic layer. For that we would need a field in both tables with common values. If we use the name of the neighbourhoods there can be different names (with or without the article…), so we can get an error. Then it will be recommendable to use a numeric field, where the numbers will be the same in both tables (we can use the neighbourhood code).

Here you have the second videotutorial of this fourth module:

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por Mario em January 04, 2018 01:15 PM

January 03, 2018

Geofumadas [HN]

Mejores Cursos de QGIS en Español

Tomar un curso de QGIS seguramente está en la meta de muchos para el presente año.  De los programas de código libre, QGIS ha llegado a ser la solución de mayor demanda, tanto por las empresas privadas como las organizaciones gubernamentales. De modo, que aunque domines ArcGIS u otra herramienta, incluir en tu hoja de […]

por geofumadas em January 03, 2018 04:02 AM

January 01, 2018

Blog do gvSIG (ES)

GIS applied to Municipality Management: Module 4.1 ‘Attribute tables (alphanumeric information)’

At this first video of the fourth module we will speak about the attribute tables of a GIS, and we will show how to manage the alphanumeric information of a vector layer.

As we told at the first module, about differences between GIS and CAD, at the Geographic Information Systems we can manage different types of alphanumeric information. For example, for a parcel we can add information about the owner, area, coordinates, date of the buildings… And we can make a query to get the elements with a concrete values (for example the parcels with an area higer than X squared meters).

That information will be very useful for our city council, to manage the information in an easy way.

At this module we will see hot to manage that information.

At the first module of the course you can find a frequent questions section about the course, and if you have any doubt or error using gvSIG you can consult this post:  https://blog.gvsig.org/2015/06/17/what-to-do-when-we-get-an-error-in-gvsig/

At the third module you can see how to install gvSIG to follow this new module, and you can find the cartography to use for this video at this link.

Here you have the first videotutorial of this fourth module:

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por Mario em January 01, 2018 06:41 PM

December 31, 2017

Fernando Quadro (BR)

Feliz 2018

Caros leitores,

Hoje mais um ano termina. Hoje 2017 nos dá adeus. Apesar dos tempos difíceis que estamos passando no Brasil, da crise que já nos acompanha desde 2015, não posso reclamar de 2017, pois Graças a Deus pra mim foi um ano bom!

Um ano com bastante trabalho e de realizações pessoais. Por isso, neste ano de 2017 só tenho a agradecer tudo que aconteceu, e torcer que 2018 seja ainda melhor.

Aproveito pra agradecer a todos que acompanharam meus relatos no blog esse ano, e pra desejar a todos vocês um ótimo ano de 2018, e independente de como tenha sido o seu 2017, que este novo ano seja muito melhor!

Um grande abraço a todos e Feliz 2018.

por Fernando Quadro em December 31, 2017 10:30 AM

Geofumadas [HN]

Este terreno NO está a la venta

Este es un interesante artículo de Frank Pichel, en el que analiza el valor agregado de la seguridad jurídica aplicada a los bienes inmobiliarios.  La pregunta inicial es interesante y muy cierta; me recuerda mi reciente visita a la zona viva de Granada en Nicaragua, donde una preciosa casa colonial literalmente tiene el grafiti “propiedad en […]

por geofumadas em December 31, 2017 02:34 AM

December 26, 2017

Geofumadas [HN]

TopView – Aplicación para levantamiento y replanteo topográfico

Cada día vemos que nuestras necesidades van cambiando y que por distintas razones nos vemos obligados a adquirir distintos Software de PC, GPS, y Estaciones Totales, cada una con un programa distinto, con la necesidad de un aprendizaje para cada sistema, y en el que tenemos incompatibilidad de datos siendo a menudo imposible pasar los […]

por geofumadas em December 26, 2017 04:04 AM

December 22, 2017

Fernando Quadro (BR)

Feliz Natal

Caros leitores,

Gostaria de aproveitar a oportunidade desta data tão especial, e desejar a todos que tenham um ótimo Natal.

Nesta data tão importante e tão cheia de significados, que esqueçamos um pouco deste Natal que o comércio tanto fala, e lembremos do verdadeiro significado do Natal, Jesus. Que neste dia, paremos para refletir um pouco mais sobre isso, sobre este que nasceu e depois morreu por amor de nós.

Um Feliz Natal a todos!

por Fernando Quadro em December 22, 2017 10:30 AM

December 21, 2017

Geofumadas [HN]

Colocar Bing Map como mapa de fondo en Microstation

Microstation en su edición CONNECT Edition, en su actualización 7 ha activado la posibilidad de usar Bing Map como una capa de servicio de imágenes.  Si bien ya era posible desde antes, ocupaba una clave de actualización de Microsoft Bing; pero como recordarán, Microsoft es ahora el socio principal de Bentley en la Alianza Pavilion, […]

por geofumadas em December 21, 2017 01:44 AM

December 20, 2017

Anderson Medeiros [BR]

Como Gerar um Modelo em 3D no QGIS

Como Gerar um Modelo em 3D no QGIS

A modelagem em 3D tem múltiplas aplicações em nichos como estudos ambientais, planejamento urbano, entre vários outros. Neste tutorial nós ensinaremos como o plugin Qgis2threejs pode ser usado para gerar um modelo em 3D no QGIS.

MODELAGEM EM 3D NO SOFTWARE QGIS

O complemento Qgis2threejs serve para modelagem em 3D. A ferramenta permite a visualização de um modelo em três dimensões em navegadores de internet que suportem a tecnologia WebGL.

Cursos de Geoprocessamento com QGIS (Básico e Avançado) em Porto Alegre/RS

Para realizar este procedimento usando dados raster precisamos estar atento a três necessidades específicas:

Para ilustrar este procedimento vamos utilizar um MDE com 1 metro de resolução espacial. Trata-se de um raster de parte de Porto Alegre/RS, no Sul do Brasil.

Faça a instalação do plugin Qgis2threejs e siga os passos abaixo.

MDE no QGIS

Para obter um melhor resultado (estético) do modelo 3D adicionamos uma imagem de satélite de mesma resolução espacial. Ela está sobreposta ao MDE.

MDE com Imagem de Satélite no QGIS

Apenas para passar para você uma ideia da qualidade da resolução espacial da imagem de satélite usada aqui, apliquei um zoom em uma área onde há vegetação e regiões urbanizadas.

Para continuar seguindo os passos, recomendo que volte o zoom da imagem para extensão máxima (como na imagem anterior).

Imagem de Stélite de alta resolução no QGIS

 

Acesse o menu Web → Qgis2threejs → Qgis2threejs.

QGIS: Plugin Qgis2threejs

Na janela que será aberta, neste primeiro momento apenas verifique se na aba DEM, em DEM Layer aparece o nome da camada do seu MDE (neste caso MDE_1m).




Neste caso específico, vamos gerar um modelo 3D em arquivo temporário (não vamos gravar o arquivo definitivo). Então, clique em Run.

Plugin Qgis2threejs: QGIS

Será aberto o seu navegador padrão de internet com um modelo em 3D. Caso queira visualizar em outro navegador, copie a URL e abra em outro browser. A imagem abaixo ilustra este resultado inicial.

Construindo 3D no QGIS

Vamos refinar este resultado? Podemos destacar melhor as nuances de relevo do terreno representado. Note que na aba World há um parâmetro dentro de Scale and shift que é chamado de Vertical Exaggeration (Exagero Vertical).

Construindo um Modelo em 3D no QGIS

O padrão do Exagero Vertical é 1.5. A título de teste, altere ele para 3.0, clique em Run e veja o resultado.

Construindo um Modelo em 3D no QGIS: Aumentando o Exagero Vertical

Como poderá ver,  o resultado agora acentua as diferenças de relevo. Como já falamos, isso possui um largo leque de aplicações nas diversas áreas.

Construindo um Modelo em 3D no QGIS: Qgis2threejs

Um detalhe interessante é que você pode mover o modelo 3D, observando-o por diferentes ângulos. Alguns usuários até capturam a tela do computador para gerar vídeos e usar em apresentações.

Como Gerar um Modelo em 3D no QGIS

O que achou desta possibilidade oferecida pelo QGIS? Nas próximas versões os recursos de modelagem em 3D serão aperfeiçoados em vários sentidos. Estamos ansiosos para ver.

Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário. Não deixe de ver também as seguintes dicas que publicamos sobre o QGIS:

Logo traremos muitas novidades para vocês sobre uso do QGIS das aplicações ambientais. Aguardem!

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por Anderson Medeiros em December 20, 2017 01:36 PM

December 19, 2017

Blog do gvSIG (ES)

gvSIG 2017, a year of success, 12 months of progress

This year is finishing, and it’s time to evaluate it. If we review everything that has happened during 2017 we can classify it positively. It has been the year in which gvSIG has received an outstanding international recognition – the awards indicate it – and its brand has been consolidated around a catalog of open source software products for geographic information management – gvSIG Suite -.

A brief review about 2017:

  • 1st prize in “Cross-border category” at “Sharing & Reuse Awards” of European Commission.
  • “Europa Challenge” at Helsinki awarded by NASA to the gvSIG Suite in the “Professional” category.
  • Excellence “Internationalization” Award given by the Professional Union of Valencia.
  • “ITC Promoter organization” prize awarded by the Valencian Telecommunications.
  • gvSIG Online 2.0 publishing, with important improvements. SDI solution success that starts to be a reference. Implementation in local, regional, national administrations, supra-national organizations and in private companies.
  • Releasing of the new gvSIG Mobile, available on Google Play.
  • Towards gvSIG Desktop 2.4. The (imminent) release of the next version of the desktop GIS is being prepared with dozens and dozens of improvements. It will be the version with more external contributions, another important data.
  • gvSIG Crime arrives. This product is added to the sector solutions of the gvSIG Suite, oriented to crime management and the improvement of citizen safety and coexistence.
  •  gvSIG Suite consolidation. The ‘gvSIG brand’ is recognized as a complete catalog of geomatics solutions and in the professional field, beyond the desktop GIS.
  • The gvSIG Association multiplies the number of projects that have been carried out. It becomes one of the references as geomatics services provider, with clients in more than 30 countries.
  • Participation in multiple events around the world, many of them organized by gvSIG Communities.
  • Publishing of dozens of video-tutorials, courses, etc. with an excellent international reception.
  • Increasing of gvSIG software downloads from more than 160 countries.
  • Exponential growth of the number of university jobs carried out with gvSIG: final projects, master’s degree, thesis, research articles …
  • Growth of visits to the gvSIG Blog (more than 250,000 visits per year).

All the indicators are very positive. Everything indicates that 2018 is going to be an even better year.

And all of this would not make any sense without you, the gvSIG Community. Thanks for being there.

por Mario em December 19, 2017 06:56 AM

December 18, 2017

Blog do gvSIG (ES)

Grabación del taller de introducción a gvSIG realizado en la UMH de Elche

Ya está disponible la grabación del taller de introducción a gvSIG impartido durante la Jornada realizada en la Universidad Miguel Hernández de Elche, España, el día 13 de diciembre de 2017, englobada dentro de la Cátedra gvSIG.

En esta jornada, aparte de los talleres sobre la aplicación y la ponencia sobre la Suite gvSIG se hizo entrega de los premios a los proyectos ganadores de la Cátedra gvSIG 2017.

Si no has manejado previamente gvSIG, en este taller puedes aprender a trabajar con esta herramienta totalmente gratuita, que puedes descargar desde la web del proyecto como se indica en el vídeo.

Para comenzar este taller se mostrará cómo crear vistas e insertar en ellas tanto capas locales como remotas, tanto vectoriales como ráster. Cada vez son más las administraciones públicas que ponen a disposición de los ciudadanos tanto cartografía para descargar como servicios web, para consulta, sin necesidad de tener que descargar nada en disco, por lo que podemos trabajar en una gran cantidad de sectores (agricultura, sanidad, infraestructuras, medio ambiente…) sin tener que hacer un desembolso ni por aplicaciones ni por cartografía.

Una vez tengamos las capas vectoriales sobre una vista se podrá ver cómo aplicar simbología y etiquetado sobre ellas, o cómo gestionar los distintos sistemas de referencia en los que se puede trabajar. Entre las funcionalidades algo más avanzadas se verán las principales herramientas de edición (gráfica y alfanumérica) y de geoprocesamiento.

Para finalizar se creará un mapa, que será la salida gráfica de la información geográfica insertada en las vistas, con su norte, leyenda, escala…, y que podrá exportarse a PDF o PS, o imprimir directamente a papel.

Los datos para poder seguir este taller pueden descargarse desde el siguiente enlace.

El vídeo es el siguiente:

 

por Mario em December 18, 2017 08:26 PM

December 17, 2017

Geofumadas [HN]

Nueva publicación BIM: BIM en lenguaje sencillo

El Instituto de Prensa Bentley, editor de una amplia gama de libros de texto y trabajos de consulta profesional dedicado a los avances de BIM aplicados a diversas áreas como son la  arquitectura, ingeniería, construcción, operaciones, geoespaciales y las educativas, anunció hoy la disponibilidad de su nuevo título, BIM en lenguaje sencillo, ahora disponible tanto […]

por geofumadas em December 17, 2017 06:58 AM

December 16, 2017

Geofumadas [HN]

Descargar mapas y planear una ruta usando BBBike

BBBike es una aplicación cuyo principal objetivo es proporcionar un planeador de ruta para viajar, usando bicicleta, por una ciudad y sus alrededores. ¿Cómo creamos nuestro planeador de ruta? En efecto, si entramos a su sitio web, lo primero que se nos muestra es una lista con los nombres de diversas ciudades, de entre las […]

por geofumadas em December 16, 2017 09:07 PM

December 15, 2017

Fernando Quadro (BR)

Big Data e Data Science

Neste mês foi abordado no Hipsters.tech um assunto que está bastante em alta, que é o Big Data. Para conversar com os hosts Paulo Silveira e Maurício Linhares foi convidada Fabiane Nardon.

Pra que não conhece a Fabiane, ela foi eleita uma das mulheres mais influentes no Mundo Java em 2016, sendo a única brasileira a aparecer na lista, além de ter longa experiência em desenvolvimento de software (+20 anos) e passado por grandes empresas como IBM.

O papo foi muito interessante, e vale muito a pena escutar este podcast (você pode escutar diretamente deste site, basta clicar abaixo no Play), principalmente quem quer entender um pouco mais sobre Big Data.

por Fernando Quadro em December 15, 2017 11:37 AM

December 14, 2017

Geofumadas [HN]

¿Deberíamos reemplazar la palabra “Geomática”?

Teniendo en cuenta los resultados de una encuesta reciente, realizada por la Junta del grupo de profesionales de Geomática (GPGB) del RICS, Brian Coutts hace un seguimiento a la evolución de la palabra “Geomática” y argumenta que ha llegado el momento de considerar un cambio. Esta palabra ha vuelto a asomar su cabeza “fea”. La […]

por geofumadas em December 14, 2017 04:12 AM

December 05, 2017

Fernando Quadro (BR)

PGConf 2018 foi lançada!

Nos últimos dias foi lançaça a PGConf.Brasil 2018 acontecerá nos dias 3 e 4 de agosto, em São Paulo.

Este é um evento presencial, com palestrantes nacionais e internacionais e conteúdo de alto nível! Serão 16 Palestras, 2 Keynotes, 2 Tutoriais, Fishbowl, Lightning Talks, Coach Clinic e muito mais.

Já foi lançado o Ingresso Early Bird, que tem um presente exclusivo (que será revelado em breve). Mas eles não pararam por aí: os 20 primeiros têm 10% OFF usando o código SUPEREARLYBIRD!

Aproveite a oportunidade e garanta sua vaga nesse mega evento!

Fonte: PGConf

por Fernando Quadro em December 05, 2017 06:25 PM

December 03, 2017

Geofumadas [HN]

Mi experiencia al utilizar Google Earth para Catastro

Con frecuencia veo las mismas preguntas en las palabras claves por las que los usuarios llegan a Geofumadas desde el buscador de Google. ¿Puedo hacer catastro usando Google Earth? ¿Qué tan precisas son las imágenes de Google Earth? ¿Porqué mi levantamiento está desplazado con respecto a Google Earth? Antes que me penalicen por lo que […]

por geofumadas em December 03, 2017 10:21 PM

November 27, 2017

Geofumadas [HN]

Ver coordenadas de Google Earth en Excel – y convertirlas a UTM

Tengo datos en Google Earth, y quiero visualizar las coordenadas en Excel.  Como se puede ver, es un terreno con 7 vértices y una vivienda con cuatro vértices. Guardar los datos de Google Earth. Para descargar estos datos, se hace botón derecho sobre “Mis lugares”, y se selecciona “Guardar lugar como…” Por ser un archivo […]

por geofumadas em November 27, 2017 05:27 AM

November 21, 2017

Anderson Medeiros [BR]

Uso do QGIS associado a Tablets e Navegação Offline no Licenciamento Ambiental

QGIS associado a Tablets e Navegação Offline no Licenciamento Ambiental

O uso de dispositivos móveis tem crescido de forma exponencial. Programas como o QGIS e o Avenza Maps têm um enorme potencial de aplicação no uso de Geotecnologias, inclusive na área ambiental, como será exemplificado no artigo que vamos divulgar aqui.

SIG E LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Este artigo foi preparado por um de meus alunos do nosso Curso Online de Geoprocessamento com Práticas no Software QGISMichel Tesch Simon, junto com outros autores que atuam no Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Espírito Santo.

O título é Utilização de Sistema de Informação Geográfica associado ao Uso de Tablets e Navegação Off-line no Licenciamento Ambiental de Silvicultura.

ClickGeo: Cursos de Geoprocessamento

A realização de levantamentos de campo em áreas com grandes extensões territoriais normalmente demanda significativa quantidade de tempo e recursos, portanto, é constante a busca por métodos mais precisos e ágeis que permitam otimizar o procedimento.

Uso do QGIS associado a Tablets e Navegação Offline no Licenciamento Ambiental

É neste cenário que o artigo desenvolvido pelos autores teve como meta descrever de forma detalhada uma metodologia de integração entre os SIG e o uso de dispositivos móveis (tablets), envolvendo a geração de mapas digitais georreferenciados no software QGIS e sua utilização com o aplicativo Avenza Maps Pro.

O método permite uma navegação em tempo real de maneira offline, a gravação de trilhas percorridas e o registro de fotos e anotações integradas e georreferenciadas, resultando em expressivo aumento da produtividade dos trabalhos de levantamento de campo, além de ganho na qualidade nos dados registrados.

Utilização do QGIS associado a Tablets e Navegação Offline no Licenciamento Ambiental

DOWNLOAD DO ARTIGO: SIG E TABLETS

O artigo foi apresentado oralmente em 08/11/2017 durante o XXVII Congresso Brasileiro de Cartografia, realizado no Rio de Janeiro/RJ.

O artigo tem um total de 5 páginas, que detalham o processo. Para baixar o arquivo em PDF, clique no link abaixo:




Aproveitamos para parabenizar todos os autores, M. T. Simon, L. T. da Costa, F. C. Grazziotti, R. D. Cuzzuol, T. M. Steffen e F. G. Giori pelo excelente trabalho.

Aproveite para ver também as seguintes dicas sobre QGIS e SIG portátil:

Não esqueça de deixar seus comentários sobre o que achou desta dica de leitura.

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por Anderson Medeiros em November 21, 2017 06:08 PM

Fernando Quadro (BR)

GeoServer Beginner’s Guide

Você está interessado em aprender sobre GeoServer?

Stefano Iacovella acaba de lançar sua nova edição do best-seller GeoServer Beginner’s Guide.

A segunda edição foi completamente revista e o conteúdo foi atualizado para a versão mais recente do software.

Eu tenho a versão impressa e o e-Book da primeira versão, e recomendo o livro a todos que queiram aprender um pouco mais sobre o GeoServer.

Saiba mais sobre como adquirir o livro no site da Packt:

https://www.packtpub.com/application-development/geoserver-beginner%E2%80%99s-guide-second-edition

por Fernando Quadro em November 21, 2017 11:06 AM

November 17, 2017

Luís Sadeck (BR)

DETER-B | Análise de dados

O projeto DETER-B surge para melhorar a qualidade de identificação do desmatamentos e demais alterações na cobertura florestal com área mínima próxima a 1 há e quase em tempo real. Um esforço do CRA no intuito de poder subsidiar as ações de fiscalização com dados mais precisos. Veja o novo portal! Como eu disse no […]

por sadeckgeo em November 17, 2017 02:46 PM

November 14, 2017

Anderson Medeiros [BR]

Download: Análise de Dados de Satélite com QGIS

Download: Análise de Dados de Satélite com QGIS

Foi disponibilizado pelo projeto Sophia um e-book gratuito com exercícios práticos de análise de dados de raster no software QGIS. Sem dúvida, este material merece estar em sua biblioteca digital sobre Geotecnologias.

E-BOOK SOBRE ANÁLISE MATRICIAL NO QGIS

O livro digital Análise de dados de satélite em QGIS foi elaborado por membros da equipe do Projeto Sophia, que trabalha com conhecimento para gestão do ambiente marinho.

ClickGeo: Cursos de Geotecnologias

Ao longo dos oito exercícios propostos são abordados temas como a Análise de imagens em ambiente SIG, correções geométricas em imagens óticas, correção radiométrica, plumas túrbidas, mapeamento de fundos marinhos, de manchas de óleo (imagens SAR) e dados multidimensionais.

E-book: Análise de Dados de Satélite em QGIS

Os autores Cristina Ponte Lira, Alexandra Amorim e Rui Taborda fizeram um excelente trabalho. O conteúdo do material é muito bem ilustrado e que ensina desde o processo de download dos dados.

DOWNLOAD DO E-BOOK SOBRE ANÁLISE RASTER

O e-book está disponível no formato de arquivo PDF com 81 páginas no total. Para fazer o download, acesse o link abaixo e depois em Download full-text PDF:




Este material sem dúvida vai ser útil no seu estudo do uso do QGIS e Processamento Digital de Imagens. Por sinal, recomendo que veja também os seguintes conteúdos em nosso site:

Não esqueça de deixar seus comentários sobre o que achou desta dica.

OBS: Fiquei sabendo deste material gratuito através de uma dica publicada pelo pesquisador Artur Gil no grupo LusoGEO no Facebook.

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por Anderson Medeiros em November 14, 2017 11:57 PM

November 10, 2017

Processamento Digital [BR]

Comando GDAL para compactação de Raster em JPG Alta Qualidade

Cansado de lidar com arquivos pesados? Neste vídeo, você vai aprender a trabalhar com arquivos TIF modificados pela compressão JPG com taxa de compactação de 75%, ou seja, uma imperceptível perda de qualidade. Esta dica é muito útil para os projetos que demandam o compartilhamento de um raster via Internet, por exemplo. Copie ou faça […]

por Leonardo Barros em November 10, 2017 01:06 PM

November 07, 2017

Anderson Medeiros [BR]

[Eu vou!] Simpósio Capixaba de Geoprocessamento

Simpósio Capixaba de Geoprocessamento

Entre os dias 9 e 11 de novembro a equipe da ClickGeo estará participando do Simpósio Capixaba de Geoprocessamento. Eu, Anderson Medeiros, irei ministrar a palestra de abertura e iremos realizar um ministrar um minicurso sobre mapeamento temático com QGIS. O evento é totalmente aberto ao público e gratuito.

PARTICIPE DO SCG

O evento ocorrerá no teatro do IFES, localizado na Avenida Vitória, 1729 – Jucutuquara, Vitória, ES. Estaremos presentes em todos os dias do evento.

Depois da cerimônia de abertura, eu (Anderson Medeiros), vou palestrar sobre o tema (Re)descobrindo as Geotecnologias com Software Livre.  A palestra está agendada para a quinta-feira, dia 9 de novembro às 10h da manhã.

Minha sócia, a instrutora Julie Eugênio, irá ministrar o minicurso Uso do QGIS no Mapeamento Temático, que ocorrerá na tarde dos dias 9 e 10 de novembro.

Acompanhe o evento através de nossos Instagram Stories. Siga: @clickgeo.cursos

Como já mencionamos em nossa introdução, este é um evento totalmente aberto ao público e com inscrições gratuitas. Não fique de fora!

Para ver a programação completa do evento e fazer sua inscrição, acesse:

Todas as atividades terão certificado. Convidem todos os interessados, estudantes, profissionais, empresas. Todo mundo pode participar.

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por Anderson Medeiros em November 07, 2017 02:14 AM

November 06, 2017

Processamento Digital [BR]

QGIS 2.18: Delimitação de Bacias Hidrográficas com o TauDEM versão 2017

Vez por outra, é necessário revisar todo o material do site e adaptar as técnicas para os dias atuais. Atualizar o site é tão importante quanto apresentar um material novo e, por este motivo, eu devo publicar alguns documentos que são referência para a comunidade de Geotecnologias sem esquecer de incluir dicas úteis e atuais. […]

por Leonardo Barros em November 06, 2017 12:51 PM

November 01, 2017

GeoTux Blog [CO]

Generación de metadatos con QSphere en QGIS

QSphere es un complemento de QGIS que de acuerdo a la documentación oficial "es una extensión que se llevó a cabo en el marco de jornadas de información en la atención a ADL (Administradores de Datos) de la Secretaría de Desarrollo Sustentable del Estado francés para la implementación de catálogos, que permite la documentación de metadatos". Desarrollo por Christophe MASSE, del Centro de servicios informáticos e ingeniería del Ministerio de Ambiente de Francia.

Básicamente QSphere permite generar la documentación de metadatos conforme a la norma ISO 19139 de recursos geográficos en QGIS Desktop, así como la exploración de metadatos a través de los servicios de catálogos.

QSphere presenta una interfaz gráfica amigable para generar la documentación de metadatos de acuerdo a la iniciativa INSPIRE, usando ayudantes, formularios, editor y salidas en XML y presentación en HTML para la salida en un Servicio Web de Catálogos.

Para mayor información consulte el sitio Web del proyecto: https://qgis.projets.developpement-durable.gouv.fr/projects/qsphere

 

 

Nota: Este documento hace parte del material de guías de talleres del curso de Servicios Web Geográficos de la Maestría en Geomática de la Universidad Nacional de Colombia Sede Bogotá, mayor información en http://www.aulageo.cloud/course/unal-ogc-2017/

INSTALACIÓN DE QSPHERE

Para la instalación del complemento se requiere agregar el repositorio de QGIS del Ministerio de Ambiente de Francia:

http://piece-jointe-carto.developpement-durable.gouv.fr/NAT002/QGIS/plugins/plugins.xml

Repositorio QSpehre

Luego de sincronizar el repositorio de complementos, se puede realizar la instalación del módulo de QSphere.

La versión instalada a la fecha, corresponde a la versión 4.3.8 en QGIS 2.18.x. Las versiones más actuales del complemento está orientada a las versión de desarrollo de QGIS 3.

Nota 1:…


Read more...

November 01, 2017 03:13 PM

iDea Plus Geo (BR)

Aprendendo SIG com Game of Thrones (VI): Hyperlinks e outras ferramentas de informação

Hoje veremos as ferramentas de informação, focando principalmente em aprender a manejar a ferramenta de “Hyperlinks”.

São 4 as principais ferramentas de informação: informação por ponto, consultar área, consultar distância e hyperlink. A essas poderíamos adicionar outras, como o “Google Street View”, que nos permite consultar as imagens deste serviço do Google… muito embora neste caso não haja carros do Google passeando pelas paisagens de Game of Thrones.

Essas 4 ferramentas estão acessíveis na barra de ícones:

figura06_01

As 3 primeiras são muito intuitivas e basta comentar o seu funcionamento para que possam ser usadas.

Informação por ponto: fornece informações sobre o elemento no qual tenhamos clicado, estando sua camada ativa. Abrirá uma janela com os valores desse elemento em sua tabela de atributos. Por exemplo, se ativarmos a camada “Locations” e clicarmos sobre o ponto que representa “King’s Landing” (Porto Real) será aberta a seguinte janela:

figura06_02

As ferramentas de consultar área e distância possuem um funcionamento similar. Após selecionarmos a ferramenta vamos clicando na Vista e serão apresentadas, em um caso informações sobre o perímetro e a área, e em outro, distância parcial e total. Esta informação aparece na parte inferior da tela, na barra de status (também aparecem outras informações como escala, unidades ou coordenadas).

figura06_03

A ferramenta de hyperlink é mais complexa, já que requer definir previamente nas “Propriedades” da camada a configuração dos hyperlinks. Vamos ver seu funcionamento com um exemplo prático.

Repassando o artigo anterior de “Edição de Tabelas” vamos adicionar ao campo “Web” da tabela de atributos da camada “Political” uma série de links para páginas web com informações sobre as Casas de Game of Thrones:

O resultado será semelhante a esse:

figura06_04

Agora vamos a informar à Camada que temos um campo (“Web”) que é um hyperlink para uma página web.

Para abrir a janela de Propriedades de uma camada clicamos com o botão secundário sobre o nome da camada na Tabela de Conteúdos ou ativamos a camada e vamos ao menu “Camada/Propriedades”.

figura06_05
Na janela que abre acessamos a aba “Hyperlinks”, que é a que nos interessa neste momento.

Clicamos em “Ativar hyperlink”, selecionamos o campo “Web” e a ação “Vincular com arquivos de texto e HTML”.

figura06_06

Agora já podemos fechar esta janela, clicando em “Aceitar” e começamos a utilizar o botão de hyperlink sobre a camada “Political”.

O que acontece cada vez que clicamos sobre um elemento? É aberto um navegador (que certamente será melhorado na próxima versão do gvSIG) com informações da página web indicada na Tabela de atributos. E que, neste caso, nos fornece toda a informação sobre cada uma da Casas. Por exemplo, ao clicarmos no reino do Norte (“The North”) nos apresenta a informação da casa Stark:

figura06_07

Agora vamos criar outro tipo de hyperlink, que abrirá uma imagem que tenhamos em nosso computador. Nesse caso, os escudos de cada uma das casas, que podem se baixados em um arquivo comprimido aqui.

Para isto primeiro colocamos a Tabela de atributos da camada “Political” em edição e adicionamos a informação do caminho onde salvamos as imagens do campo “Shield”. Algo do tipo:

  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Arryn.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Baratheon.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Greyjoy.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Martell.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/NightsWatch.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Stark.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Tully.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Lannister.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Targaryen.PNG
  • /home/user/Área de Trabalho/Shields/Tyrell.PNG

A Tabela ficará do seguinte modo:

figura06_08

Da mesma forma que fizemos anteriormente, redefinimos o hyperlink indicando que o campo é “Shield” e a ação “Vincular com arquivos de imagem”:

figura06_08

Ao utilizarmos a ferramenta “Hyperlinks”, cada vez que clicarmos sobre um elemento da camada “Political” será aberta uma imagem com o escudo da Casa correspondente. Assim, se clicarmos em “The Westerlands” (Terras do Oeste) aparecerá o escudo dos Lannister:

figura06_10

E como nós também pagamos nossas dívidas, convidamos você para não perder o próximo artigo deste curso de SIG tão peculiar.

por admin em November 01, 2017 09:33 AM

October 31, 2017

Luís Sadeck (BR)

Sentinel5P monitorando a atmosfera

Uma missão de satélite precursor, a Sentinel-5P visa preencher a lacuna de dados e fornecer continuidade de dados entre a aposentadoria do satélite Envisat e a missão Aura da NASA e o lançamento do Sentinel-5. A missão realizará monitoramento atmosférico e foi lançada em outubro de 2017 (ESA, 2017 (https://goo.gl/QcYuEk)). Inscreva-se no nosso canal para receber […]

por sadeckgeo em October 31, 2017 02:08 PM

October 30, 2017

Processamento Digital [BR]

Geomarcação no QGIS: Aplicando o Efeito OnMouseOver nas fotografias

Geotagging ou Geomarcação de Fotos é uma técnica que reproduz informação espacial nos metadados presentes no cabeçalho dos arquivos de imagem. Na prática, a Geotagging é útil para exibição da fotografia completa quando posicionamos o cursor sobre uma miniatura. O recurso de Geomarcação foi planejado para visualização das fotografias no aplicativo Google Earth. Nos artigos anteriores, nós utilizamos o […]

por Leonardo Barros em October 30, 2017 10:23 AM

October 26, 2017

Processamento Digital [BR]

ESA promove curso gratuito de Sensoriamento Remoto com Radar

As inscrições encerram-se em 12/11/2017 Recentemente foi criado e disponibilizado um curso online aberto e massivo (MOOC) sobre Sensoriamento Remoto com RADAR, “ECHOES IN SPACE”, pela iniciativa da Agência Espacial Europeia (ESA) em conjunto com a Iniciativa de Educação em Sensoriamento Remoto (SAR-EDU). Trata-se de um curso base de 5 semanas que necessita do investimento […]

por Leonardo Barros em October 26, 2017 05:35 PM

October 25, 2017

Anderson Medeiros [BR]

QGIS Resource Sharing: Compartilhe Simbologias de Mapas

Complemento QGIS Resource Sharing

Você gostaria de saber como fazer para introduzir novas simbologias no QGIS ou mesmo como compartilhar símbolos que você criou e está usando no QGIS afim de que outros usuários se beneficiem? O plugin QGIS Resource Sharing serve para isso e ensinaremos sobre o uso dele neste tutorial.

1. PLUGIN QGIS RESOURCE SHARING

Imagine a situação onde você deseja alterar a simbologia de uma camada do QGIS usando símbolos além dos que estão disponíveis de forma nativa no programa, por exemplo, de uma camada pontual.




No exemplo abaixo temos um layer indicando a localização de uma determinada espécie animal no estado de Minas Gerais. Veja como podemos ampliar as possibilidades de simbologia do QGIS.

Dados Geográficos no Software QGIS

Conforme explicado na página oficial do complemento, o plugin QGIS Resource Sharing tem como objetivo facilitar o compartilhamento de recursos/simbologias para o QGIS. Aqui vamos destacar o compartilhamento de simbologias.

2. INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PLUGIN

Instale o plugin e depois acesse pelo menu Complementos → Resource Sharing → Resource Sharing.

Plugin QGIS Resource Sharing

Na janela que será aberta, acesse a aba Settings. Depois clique no botão Reload Repositories, para que sejam recarregados os repositórios.

QGIS Resource Sharing

Depois, na aba All você vai encontrar uma lista crescente de vários recursos/conjuntos de simbologias disponíveis.

Selecione um ou mais deles e clique em Install. Aqui neste tutorial, apenas por puro exemplo, eu instalei o Animal silhouettes e o Animal tracks and signs.

QGIS Resource Sharing: Compartilhe Simbologias

Os recursos são baixados, como ilustrado na imagem abaixo.

QGIS Resource Sharing: Novas Simbologias para seus Produtos

Depois de instalar as coleções de símbolos aparecerá a mensagem de confirmação da execução do processo com sucesso (imagem abaixo).

QGIS Resource Sharing: Simbologias para seus Produtos Cartográficos

Na figura abaixo você pode ver ilustrada uma das coleções que instalamos, onde há vários  arquivos SVG com representações de animais. Agora vejamos como usá-las no seu mapa no QGIS.

QGIS Resource Sharing

3. USO PRÁTICO DO PLUGIN NO QGIS

Acesse as propriedades da camada na qual você deseja aplicar a simbologia. Vá na aba Estilo e em Tipo de camada símbolo escolha Marcador SVG.

Propriedades da Camada aberta no QGIS

Em grupos SVG perceba que foi criada uma “pasta” chamada Resouce Sharing. Lá serão listados todos os recursos de simbologia que você instalou. Na imagem abaixo você já pode visualizar alguns exemplos.

Compartilhe Simbologias de Mapas com QGIS Resource Sharing

Clique sobre um dos ícones e formate como faria com qualquer simbologia nativa do QGIS, definindo tamanho, cor, etc. Depois clique em Aplicar para ver como ficou a formatação do símbolo e se gostar do resultado, conclua clicando em OK.

Compartilhe Simbologias de Mapas com Plugin QGIS Resource Sharing

A imagem a seguir exemplifica o resultado da aplicação de um dos símbolos carregados sobre o mapa.

Simbologias Adicionadas ao QGIS

Logicamente, você poderá continuar aplicando outros recursos nas feições, como a rotulação, por exemplo.

QGIS Resource Sharing: Compartilhe Simbologias de Mapas

Este tutorial não visa esgotar a explicação sobre todas as possibilidades de uso deste complemento do QGIS. Você pode obter mais detalhes em sua página oficial.

O que você achou desta dica? Já conhecia este plugin? Deixe seu comentário e não esqueça de conferir também as seguintes dicas sobre QGIS:

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por Anderson Medeiros em October 25, 2017 02:58 AM

October 24, 2017

Luís Sadeck (BR)

Sensoriamento remoto com o Google Earth Engine

O Earth Engine é uma plataforma para análise e visualização de dados geoespaciais de escala global, tanto para benefício público quanto para usuários de empresas e governos. (Google, 2017). O Earth Engine armazena imagens de satélite, organiza-as e disponibiliza-as pela primeira vez para mineração de dados em escala global. O arquivo de dados públicos inclui imagens históricas de terra que remontam a mais de quarenta anos, e novas imagens são coletadas todos os dias. O Earth Engine também fornece APIs em JavaScript e Python, assim como outras ferramentas, para permitir a análise de grandes conjuntos de dados. (Google, 2017). http://www.youtube.com/playlist?list=PLNFvG6bTA4NReWtgC93Mh9Tw1RNG4EBMP

por sadeckgeo em October 24, 2017 07:16 PM