Planeta SIG - Portugal

May 20, 2024

Fernando Quadro (BR)

Planejador de consultas do PostgreSQL

Quando você envia uma consulta SQL ao PostgreSQL, o banco de dados não começa a executá-la cegamente. Em vez disso, ele emprega um sistema sofisticado chamado planejador de consulta (ou otimizador) para tomar decisões inteligentes sobre como recuperar seus dados de forma mais eficiente.

Ao contrário da execução de consultas de maneira predeterminada, o PostgreSQL utiliza planejamento de consultas baseado em custos para determinar a maneira mais eficiente de recuperar dados. Este processo envolve o cálculo do “custo” de vários planos de execução, que representa os recursos estimados necessários, como E/S de disco e tempo de CPU.

Compreender como o PostgreSQL lida com a otimização de consultas é crucial para administradores de banco de dados e desenvolvedores que buscam otimizar o desempenho de suas consultas.

O conceito de “custo” no PostgreSQL é fundamental para seu processo de otimização de consultas. Custo não se refere a custos financeiros, mas sim a uma unidade arbitrária que representa os recursos estimados (E/S de disco, tempo de CPU, etc.) necessários para executar uma consulta.

O planejador de consultas analisa sua consulta e gera vários planos de execução potenciais. Em seguida, analisa vários planos de execução potenciais, cada um marcado com seu custo estimado, para identificar aquele que promete ser mais eficiente em termos de recursos.

O planejador de consultas depende de vários fatores para estimar o custo de diferentes planos de execução:

📍 Estatísticas sobre seus dados
📍 Parâmetros de configuração (seq_page_cost, random_page_cost, cpu_tuple_cost, cpu_operator_cost, effective_cache_size)
📍 Escolha do melhor plano

No entanto, o poder de ajustar estes parâmetros vem com a responsabilidade de compreender o seu impacto. A configuração incorreta desses parâmetros pode levar a um planejamento de consulta abaixo do ideal, degradando potencialmente o desempenho do seu banco de dados. É essencial abordar o ajuste de parâmetros com uma compreensão completa das características do seu sistema e da natureza das suas cargas de trabalho.

Concluindo, o planejamento de consultas baseado em custos é a base da abordagem do PostgreSQL para otimização de consultas. Ao compreender e aproveitar as complexidades da estimativa de custos e a função dos parâmetros de configuração, os usuários podem melhorar significativamente o desempenho de seus bancos de dados PostgreSQL. As práticas recomendadas para otimizar o desempenho da consulta incluem analisar e atualizar estatísticas regularmente, ajustar cuidadosamente os parâmetros de configuração para refletir as características do seu sistema e monitorar continuamente o desempenho da consulta para identificar possíveis áreas de melhoria.

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por Fernando Quadro em May 20, 2024 12:00 PM

MappingGIS [ES]

10 plugins para añadir mapas en tu blog de WordPress

¿Quieres insertar un mapa en tu blog rápidamente? ¿Sabias que WordPress está presente en el 43% de las webs?. En esta entrada te presentamos los 10 plugins más populares para añadir mapas en tu blog de WordPress. Con la ventaja de que no te harán falta ni claves API ni otro tipo de registro. ¡Empieza ...

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10 plugins para añadir mapas en tu blog de WordPress

por Aurelio Morales em May 20, 2024 08:00 AM

May 16, 2024

MappingGIS [ES]

Herramientas para crear un mapa web interactivo

En este artículo vamos a tratar de ver una panorámica general sobre cómo podemos interactuar con un servidor para construir un mapa web interactivo o dinámico. Las aplicaciones web de mapas se han convertido en una herramienta imprescindible para mostrar los datos geográficos. Ahora disponemos de mecanismos que permiten la interacción del usuario, de tal ...

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Herramientas para crear un mapa web interactivo

por Jose Luis García Grandes em May 16, 2024 12:32 PM

Fernando Quadro (BR)

O Poder da Consulta Geoespacial

A consulta geoespacial, ou SQL espacial, está revolucionando a maneira como conduzimos operações de Sistemas de Informações Geográficas (GIS). Ao aproveitar funções e recursos espaciais em bancos de dados SQL, podemos analisar e obter insights valiosos de dados espaciais de maneira transparente.

Uma das principais vantagens do SQL espacial é a sua capacidade de encontrar relações entre geometrias. Seja para determinar proximidade, sobreposição ou contenção, o SQL espacial nos permite desbloquear conexões significativas em conjuntos de dados espaciais. Esta funcionalidade é crucial para diversas aplicações, desde planejamento urbano até monitoramento ambiental e muito mais.

Além disso, a integração de SQL espacial em processos de back-end enriquece nosso código com poderosos recursos analíticos. Ao aplicar a análise espacial diretamente em nossas consultas de banco de dados, simplificamos os fluxos de trabalho e aumentamos a eficiência da tomada de decisões baseada em dados.

No mundo atual orientado por dados, dominar o SQL espacial abre portas para um mundo de possibilidades em GIS e muito mais. Você está pronto para aproveitar todo o potencial da análise de dados espaciais?

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por Fernando Quadro em May 16, 2024 12:00 PM

MappingGIS [ES]

Cálculo de rutas en un mapa web de Leaflet

El cálculo de rutas en un mapa web como Leaflet es muy sencillo haciendo uso de alguno de los complementos que posee esta librería open source. Dichos complementos usan servicios externos para calcular rutas para ir en coche, en bici, caminando o en transporte público. Actualmente hay disponibles cuatro complementos para incorporar a Leaflet y poder calcular rutas ...

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Cálculo de rutas en un mapa web de Leaflet

por Aurelio Morales em May 16, 2024 08:21 AM

May 15, 2024

Fernando Quadro (BR)

Otimizando o PostgreSQL com variáveis de ligação

No PostgreSQL, o uso de variáveis ​​de ligação, também conhecidas como consultas parametrizadas ou instruções preparadas, é uma prática comum para executar consultas SQL de forma mais eficiente e segura, separando a estrutura da consulta dos valores dos dados.

Essas variáveis ​​ajudam a prevenir ataques de injeção de SQL e podem melhorar o desempenho, permitindo que o PostgreSQL armazene em cache planos de consulta. Ao considerar a questão de “quantas variáveis ​​de ligação são demais?” no PostgreSQL, especialmente no contexto do PostgreSQL 16, é essencial entender que a resposta tem nuances e depende de vários fatores, incluindo a complexidade da consulta, a arquitetura do banco de dados, a configuração específica do PostgreSQL e os recursos de hardware disponíveis.

👉 Compreendendo o impacto das variáveis ​​vinculadas

As variáveis ​​de ligação são extremamente úteis para otimizar as interações com o banco de dados, mas seu uso excessivo pode apresentar alguns desafios:

📍Planejamento e otimização de consultas
📍Uso de recursos
📍Limites práticos

👉 Melhores práticas e recomendações

Dada a ausência de um limite rígido para o número de variáveis ​​vinculadas, os desenvolvedores devem usar o julgamento e as melhores práticas para determinar o número apropriado:

📍Teste de desempenho
📍Variáveis ​​de array
📍Monitoramento e ajuste do sistema
📍Design da consulta

👉 Conclusão

No PostgreSQL 16, embora não haja um limite superior explícito para o número de variáveis ​​de ligação que você pode usar, o limite prático é influenciado pelas especificidades da sua aplicação, do design do banco de dados e dos recursos do servidor.

A chave para o uso eficaz de variáveis ​​de ligação é equilibrar seus benefícios na otimização de segurança e desempenho com a sobrecarga potencial que elas introduzem quando usadas em grandes números.

Ao aderir às melhores práticas em design de consultas, configuração de sistema e testes de desempenho, os desenvolvedores podem tomar decisões informadas sobre o uso apropriado de variáveis ​​de ligação em suas aplicações PostgreSQL.

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por Fernando Quadro em May 15, 2024 12:00 PM

MappingGIS [ES]

15 Plugins de Leaflet para mejorar la interfaz de usuario

Una de las principales ventajas de Leaflet como herramienta para publicar mapas en la web es la gran cantidad de plugins de los que dispone. Los plugins generalmente son ligeros y fáciles de utilizar, permitiéndonos enriquecer los mapas con aplicaciones que de otro modo serían más costosas de implementar. De todo el catálogo de plugins ...

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15 Plugins de Leaflet para mejorar la interfaz de usuario

por Jose Luis García Grandes em May 15, 2024 10:07 AM

OpenLayers vs Leaflet ¿cuál es mejor?

Leaflet es una librería para crear mapas interactivos con un entorno amigable en dispositivos móviles. Como podemos ver en su página web, es la elección de GitHub, Foursquare, Facebook, Pinterest, Flickr, The Washington Post o USAToday. Según la web de OpenLayers, esta es una librería de alto rendimiento, repleta de funcionalidades para crear mapas interactivos en la ...

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OpenLayers vs Leaflet ¿cuál es mejor?

por Aurelio Morales em May 15, 2024 08:49 AM

May 14, 2024

Fernando Quadro (BR)

Geoprocessamento e IA no combate à dengue

Um software capaz de identificar, a partir de imagens aéreas, caixas d’água sobre telhados ou lajes e piscinas em áreas abertas foi desenvolvido por pesquisadores brasileiros com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A proposta é usar esse tipo de imagem como indicador de zonas especialmente vulneráveis a infestações do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Além disso, a estratégia desponta como potencial alternativa para um mapeamento socioeconômico dinâmico das cidades – um ganho para diferentes políticas públicas.

A pesquisa, apoiada pela Fapesp, foi conduzida por profissionais da USP, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Entre outras coisas, o grupo almeja incorporar outros elementos para serem detectados nas imagens e quantificar as taxas reais de infestação do Aedes aegypti em uma dada região para refinar e validar o modelo. “Nós esperamos criar um fluxograma que possa ser aplicado em diferentes cidades para encontrar áreas de risco sem a necessidade de visitas domiciliares, prática que gasta muito tempo e dinheiro público”.

Apesar de as fotos aéreas de Campinas terem sido obtidas com um drone, espera-se que, no futuro, a estratégia testada nessa pesquisa recorra apenas às imagens de satélite.

No estudo em Belo Horizonte, as imagens de satélite foram empregadas com sucesso – elas precisam de alta resolução para que o computador consiga identificar os padrões.

Embora esse tipo de metodologia pareça custoso, ele gera uma potencial economia ao dispensar a necessidade de visitas presenciais para mapear, casa por casa, áreas suscetíveis à dengue. Em vez disso, os agentes de saúde aproveitariam as informações obtidas remotamente – e processadas com a Inteligência Artificial – para se dirigir aos locais prioritários com mais assertividade.

Fonte: webgis.tech
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por Fernando Quadro em May 14, 2024 12:00 PM

Blog IDEE (ES)

OpenAerialMap: imágenes aéreas de alta resolución

OpenAerialMap (OAM) es un proyecto colaborativo en el que una comunidad de usuarios y creadores desarrolla un repositorio que recopila imágenes de satélite y de vuelos de drones de todo el mundo, con el objetivo de facilitar el acceso libre a datos geoespaciales, incentivando así la colaboración y el intercambio de imágenes aéreas de alta calidad.

OpenAerialMap (OAM) ofrece una plataforma accesible desde cualquier navegador web: el visualizador OAM, que, de un modo muy simple e intuitivo, permite buscar, compartir y utilizar estas imágenes.

El visualizador OAM, de forma predeterminada, mostrará una capa de mosaico de todas las imágenes disponibles y un conjunto de filtros que posibilitan refinar aún más la búsqueda: por fechas y resolución. También se puede buscar por localidad y por coordenadas, y tiene múltiples opciones de navegación. Además, se ofrece información específica de cada imagen, como fecha, productor, resolución espacial y tipo de sensor. 

Asimismo, la imágenes aéreas aquí alojadas pueden ser descargadas de manera directa, abrirlas en un entorno OSM (OpenStreetMap) o incluso, copiando su URL, podrán ser gestionadas a través de geoservicios WMTS desde QGIS u otros SIG.  Así se posibilita su integración con otros recursos cartográficos del usuario.



Este repositorio de licencia abierta puede ser de gran utilidad en una amplísima variedad de aplicaciones y proyectos, tanto públicos como privados, como por ejemplo: la investigación en estudios territoriales, la planificación y toma de decisiones en la gestión pública, la agricultura de precisión, la gestión de desastres, la investigación científica, etc.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em May 14, 2024 08:16 AM

May 13, 2024

Fernando Quadro (BR)

A importância do Vacuum no PostgreSQL

Embora seja uma ferramenta opcional, é fortemente recomendado que esse processo nunca seja desativado em seu banco de dados. Essa funcionalidade, executada automaticamente pelo sistema gerenciador do PostgreSQL, realiza as operações de VACUUM e ANALYZE em segundo plano. O controle desse processo é realizado através dos valores definidos nos parâmetros de configuração.

O Autovacuum é nativo do PostgreSQL, permitindo a configuração para que o próprio banco execute o VACUUM simples (sem o FULL). É indicado para monitorar picos inesperados nas tabelas, devido às suas regras de verificação que determinam em quais tabelas as ações de limpeza devem ser executadas. Dessa forma se garante que todas as tabelas (em todos os bancos de dados) que excedam estes valores sejam marcadas para o VACUUM. Esse processo conta com outros procedimentos integrados para seu funcionamento eficaz.

👉 Tipo de Vacuum:

📍 VACUUM (simples): De maneira simplificada, o VACUUM é uma ferramenta muito útil para identificar registros não utilizados no banco de dados, permitindo a recuperação de espaço em disco e melhorando o desempenho das consultas;
📍 VACUUM FULL: Faz uma recriação de toda a tabela (objeto), deixando-a somente com registros válidos, pois ele grava uma nova cópia da tabela e não libera a tabela antiga até concluir a operação;
📍 VACUUM FREEZE: Realiza um “congelamento” agressivo das linhas, essencialmente congelando o ID da transação para todas as páginas, independentemente de terem sido modificadas ou não. Isto faz com que todas as linhas atuais sejam vistas como antigas para todas as novas transações;
📍 VACUUM VERBOSE: Permite um acompanhamento de todas as ações que ocorrem durante o processo;
📍 VACUUM ANALYZE: Esta opção é responsável por atualizar as estatísticas usadas pelo planejador do plano de consultas.

E você tem usado o Vacuum no seu banco de dados? Nos conte nos comentários 👇

Fonte: webgis.tech
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por Fernando Quadro em May 13, 2024 12:00 PM

Blog IDEE (ES)

Nueva cartografía de Aragón a escala 1:5000


Utilizando como base el vuelo fotogramétrico PNOA de los años 2018 y 2021, el Instituto Geográfico de Aragón (IGEAR) ha producido la Base Cartográfica de Aragón 1:5000 (BCA5) completa y continua para todo el territorio.

Esta base cartográfica contiene 23 capas de información geográfica que abarcan datos topográficos y temáticos de los elementos generales que se encuentran en el territorio, y que están orientadas para su explotación por sistemas de información geográfica, así como, para la elaboración de salidas cartográficas.

Este producto, de carácter horizontal, sirve de referencia a cuantos proyectos, análisis, estudios, etc. requieran de la posición geográfica de los elementos que conforman el territorio (por ejemplo: labores de planeamiento; ordenación del territorio; estudios previos de ingeniería; base geométrica para la determinación de parcelas agrarias, usos del suelo, definición de red de carreteras, de caminos, de hidrografía, etc.)

La información de esta cartografía se estructura internamente en un conjunto de tablas relacionadas en una base de datos donde se recogen los fenómenos, atributos y dominios. Esta organización permite, por un lado, la visualización y consulta agrupada por temáticas: infraestructuras geodésicas, toponimia, relieve, sistema urbano, servicios, red hidrográfica, red viaria, infraestructuras energéticas y telecomunicaciones, infraestructuras de transporte, infraestructuras medioambientales y cubierta terrestre; y, por otro, la descarga gratuita por hojas 50k para todo Aragón.


La Base Cartográfica de Aragón 1:5000 puede consultarse en el Visualizador 2D  y descargarse en el apartado de descargas de la Infraestructura de Conocimiento Espacial de Aragón (ICEARAGON).

Publicado por María Luisa García Pellicer. 

por editor (noreply@blogger.com) em May 13, 2024 07:27 AM

May 11, 2024

SIG sem grilhetas

Adeus WordPress, adeus SIG Sem Grilhetas

Olá a todos,

Há algum tempo, tornei-me trabalhador independente. Por essa razão, decidi afastar-me do wordpress.com e deste meu blog semi-amador e criar um site um pouco mais profissional. Levou algum tempo, mas já está pronto!

www.aneto.pt

Transferi todo o conteúdo do blog para o novo site. Sempre que se justifique, vou tentar atualizá-lo para versões mais recentes do QGIS e criar novo conteúdo regularmente. Por favor, sigam-me lá. Se me seguiam por via de RSS Feed, podem passar a usar o seguinte URL.

Como presente de despedida (e de boas vindas), aqui está o meu novo artigo:
Criar um Ambiente de Desenvolvimento PyQGIS Usando Conda e VScode

Obrigado por me terem acompanhado,

Alexandre Neto

por Alexandre Neto em May 11, 2024 10:30 PM

May 10, 2024

MappingGIS [ES]

Mapa global de la altura de los árboles con resolución de 1 metro

Los bosques albergan la mayor parte de la biodiversidad terrestre de la Tierra y desempeñan un papel fundamental en la absorción de dióxido de carbono de la atmósfera. Los servicios ecosistémicos proporcionados por los bosques sustentan una defensa esencial contra las crisis climática y de biodiversidad. Sin embargo, persisten lagunas críticas en la comprensión científica ...

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Mapa global de la altura de los árboles con resolución de 1 metro

por Aurelio Morales em May 10, 2024 08:40 AM

May 09, 2024

Blog gvSIG (ES)

Participación ciudadana para contribuir a visibilizar la percepción de inseguridad y el acoso callejero en Valencia.

Hoy vamos a hablar acerca de un proyecto que aborda una de las temáticas que actualmente, requiere de los esfuerzos conjuntos entre autoridades, la academia y la sociedad: la violencia en contra de las mujeres y niñas.

Al ser considerada como unas de las violaciones a los derechos humanos más extendidas en el mundo ha llevado a la generación de múltiples propuestas, cuyo propósito es generar alternativas (desde diversos enfoques) para brindar soluciones en este tema. Tal es el caso del proyecto Criteria Taronja, desarrollado por la Universidad Politécnica de Valencia (UPV) por el Grupo de Investigación en Tecnologías Geoespaciales (GITG) de dicha Universidad, que a través de un modelo de datos específico realiza el geoprocesamiento de diversas variables socioeconómicas sobre una unidad territorial homogénea, identificando y visualizando aquellos espacios públicos o zonas potencialmente inseguras para las mujeres. Este modelo se ha complementado con un módulo de cartografía participativa, que con un enfoque de ciencia ciudadana geográfica integra fuentes no tradicionales de información para la generación de conjuntos de datos con una escala de desagregación y análisis con mayor detalle. En este punto es importante resaltar la importancia de la participación de las ciudadanas usuarias del espacio público, ya que sus aportaciones permitirán enriquecer el modelo a través de cada sitio que reporten.

El módulo de cartografía de cartografía participativa se presenta como un aplicativo web el cual puede usarse desde el ordenador o computadora, incluso también desde dispositivos móviles. Al momento de ingresar, un formulario permite especificar nuestro perfil como participantes, proporcionando la garantía del uso de los datos a través de la política de privacidad. Una vez hecho lo anterior, a través de un marcador de posición, podemos especificar los puntos sobre la ciudad en donde tenemos percepción de inseguridad, o bien hayamos tenido o presenciado situaciones de acoso callejero.

En el siguiente videotutorial podemos ver la funcionalidad del aplicativo.

Actualmente el proyecto de cartografía participativa se desarrolla en dos ciudades: Toluca (México) y Valencia (España). En el caso de Toluca, la convocatoria a ciudadanos para el levantamiento de datos ha finalizado. En Valencia, se están llevando acciones para la colaboración de los habitantes de esta municipalidad, a través de redes sociales y otros medios de contacto.

Hacemos una cordial invitación para participar y compartir este proyecto, que nos plantea la posibilidad de contribuir en actividades de investigación y la implementación de soluciones a problemas específicos, mejorando las interacciones entre la sociedad y la ciencia.

Enlace a la plataforma de cartografía participativa: https://geoinformatica.mx/criteriaTaronja/valencia

Fdo. Sandra Lucía Hernández Zetina

Facultad de Geografía
Universidad Autónoma del Estado de México

por Alvaro em May 09, 2024 03:24 PM

Fernando Quadro (BR)

O Poder do Pandas

Você sabe quais são os 3 conceitos e casos de uso essenciais do Geopandas?

Imagine que você está trabalhando em um projeto GIS e deseja obter insights e trabalhar com seus dados GIS e não existem funções específicas que você precisaria em um software GIS conhecido.

Geopandas é extremamente útil para criar suas próprias funcionalidades GIS com sua excelente documentação e funções simples de usar.

👉 Aqui estão os três conceitos/casos de uso mais importantes no GeoPandas:

📍 Operações de dados geoespaciais: Permite realizar operações espaciais como merge, buffer e análise de sobreposição de camadas.
📍 Visualização de dados espaciais: Você pode traçar e personalizar mapas, adicionar camadas, cores e rótulos para tornar seus dados compreensíveis.
📍 Cálculos Geoespaciais: Você pode fazer cálculos para obter cada vez mais insights de seus dados geoespaciais.

👉 Veja um exemplo de cada conceito/caso de uso:

📍 Crie um GeoDataFrame, por exemplo, representando cidades com dados populacionais e suas localizações – use geopandas.read_file(“path/to/your/file.extension”) para permitir que o GeoPandas crie essa estrutura automaticamente para você.
📍 Visualize as cidades num mapa e pinte-as com base na população.
📍 Execute uma operação espacial por buffer – o código irá armazenar em buffer a geometria de cada cidade e armazená-la em ‘Buffered_Geometry’.
📍 Calcule a densidade populacional de cada cidade dividindo a população pela área aproximada da cidade.

Essas operações mostram um pouco do poder do GeoPandas na visualização e análise de dados geoespaciais.

Você sabia desse potencial todo do GeoPandas? Nos conte nos comentários 👇

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por Fernando Quadro em May 09, 2024 12:00 PM

May 08, 2024

Fernando Quadro (BR)

Geoprocessamento na Área Jurídica

Tem algumas áreas que é difícil, no primeiro momento, visualizar como o geoprocessamento pode ajudar. E hoje falaremos de uma dessas áreas, que é a jurídica.

👉 Mas como o geoprocesssamento pode fazer a diferença e agregar valor nessa área? Separamos alguns pontos interessantes, que iremos comentar abaixo:

📍 Através de uma plataforma WebGIS, por exemplo, onde você pode ter a representação visual de dados complexos trazendo assim uma melhor compreensão em casos legais.

📍 Apoio na idenficação de padrões e tendências geográficas em investigações e processos judiciais.

📍 Apoio na identificação da localização de cenas, propriedades e outros elementos.

📍 Em processos imobiliários, fornecendo uma visão clara da topografia e distribuição geográfica no gerenciamento de terras, e disputa de limites, por exemplo.

Você já sabia disso? Sabe de mais alguma aplicação que não citamos, deixe nos comentários 👇

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por Fernando Quadro em May 08, 2024 12:00 PM

May 07, 2024

Fernando Quadro (BR)

O que é o GeoJSON?

Se você trabalha com geoprocessamento, certamente está acostumado a lidar com a informação em diversos formatos, como KML, Shapefile, GeoPackage, entre outros.

Nesse post vamos falar um pouco sobre um outros formato que é o GeoJSON, ele se baseia no JSON (JavaScript Object Notation), muito usado como formato de troca de dados entre sistemas e APIs.

O GeoJSON é, portanto, um JSON que traz dados que representam recursos geográficos simples, como pontos, multipontos, linhas, multilinhas, polígonos, multipolígonos, geometrycollections e seus atributos não espaciais.

Por convenção, o GeoJSON sempre deve se basear no datum WGS84, com unidades de latitude e longitude em graus decimais. Ou seja, não se deve utilizar coordenadas em graus minutos e segundos.

Para finalizar vamos falar da precisão, que pode ser definida em 8, 10 ou até mesmo 15 casas decimais, mas na prática pode ser um desperdício de bytes, pois em linhas gerais uma precisão de 6 casas decimais equivale a cerca de 10cm, o que é mais do que suficiente para 99% dos casos.

Você já conhecia o GeoJSON? Deixe nos comentários 👇

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por Fernando Quadro em May 07, 2024 12:00 PM

Blog IDEE (ES)

HERMES: El visualizador de la Red de Transporte


El proyecto HERMES,
del que ya hablamos hace tiempo en este blog, nació en 2017 con una doble vocación: monitorizar la Red Transeuropea de Transportes en España y servir de soporte a la toma de decisiones con una visión georreferenciada y multimodal. Recientemente, el Ministerio de Transportes y Movilidad Sostenible ha lanzado de manera oficial el visualizador HERMES, que ofrece información oficial de toda la Red de Transporte de Interés General en una única plataforma, permitiendo la consulta de datos de la red de puertos, aeropuertos, terminales ferroviarias, carreteras y líneas ferroviarias.

La ingente cantidad de información, que proporcionan periódicamente las diferentes unidades y centros responsables, se concreta en más de 300 parámetros, como intensidad media de tráfico, capacidad, actuaciones planificadas, titularidad de la vía, longitudes, accidentalidad, velocidades, modo de acceso aeroportuario… y más de 150 mapas temáticos, que son puestos a disposición de los usuarios para su consulta. Además permite el seguimiento de las actuaciones en proyectos cofinanciados con recursos del Mecanismo Conectar Europa, incluye la ficha informativa de cada proyecto y su mapa detallado.

HERMES permite a cualquier usuario, de una forma sencilla e intuitiva, buscar datos, descargar información, crear sus propios mapas, superponer información de diferentes fuentes, medir parámetros, etc. Resulta una valiosa ayuda para cualquier usuario particular y sobre todo, para administraciones públicas, centros docentes y empresas; por ejemplo para la planificación de estrategias relacionadas con el transporte, la movilidad, la logística o para para llevar a cabo estudios e investigaciones específicas.


Todos los datos son descargables en formato abierto CSV (comma-separated values) y están georreferenciados. Se gestionan siguiendo los principios básicos de transparencia, datos abiertos y reutilización de la información.

HERMES se ha financiado con fondos europeos FEDER (Fondo Europeo de Desarrollo Regional) y fondos del Mecanismo Conectar Europa. Con su publicación se da cumplimiento a una de las medidas propuestas en la Estrategia de Movilidad Segura, Sostenible y Conectada 2030 que constituye la hoja de ruta del Ministerio para los próximos años en materia de transportes y movilidad.

Puede acceder a HERMES desde aquí.

Publicada por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em May 07, 2024 06:19 AM

May 06, 2024

Fernando Quadro (BR)

O que é o EPSG?

O EPSG é um registro público de datums geodésicos, sistemas de referência espacial, elipsóides terrestres, transformações de coordenadas e unidades de medida relacionadas. A cada entidade é atribuído um código EPSG entre 1024 e 32767, junto com uma representação padrão de texto no formato WKT.

Foi criado por Jean-Patrick Girbig membro do European Petroleum Survey Group (EPSG) em 1985 para padronizar, melhorar e compartilhar dados espaciais entre os membros do grupo, tornando-se público em 1993.

A maioria dos sistemas de informação geográfica (GIS) e bibliotecas GIS usam códigos EPSG como identificadores de sistema de referência espacial (SRIDs) e dados de definição EPSG para identificar sistemas de referência de coordenadas, projeções e realizar transformações entre esses sistemas.

👉 Códigos EPSG comuns:

📍 EPSG:4326 – WGS 84, sistema de coordenadas de latitude/longitude baseado no centro de massa da Terra, utilizado pelo Sistema de Posicionamento Global entre outros;
📍 EPSG:3857 – Projeção Web Mercator, usada para exibição por muitas ferramentas de mapeamento baseadas na web, incluindo Google Maps e OpenStreetMap;
📍 EPSG:4674 – SIRGAS 2000, sistema de coordenadas de latitude/longitude utilizando oficialmente no Brasil.

Você sabia essas informações sobre o EPSG? Conte nos comentários 👇

Fonte: webgis.tech
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por Fernando Quadro em May 06, 2024 12:00 PM

Blog IDEE (ES)

JIIDE 2024 y III. geoEuskadi Kongresua

 

Este año las Jornadas Ibéricas de Infraestructuras de Datos Espaciales (JIIDE 24) se celebran conjuntamente con el III geoEuskadi Kongresua para aprovechar, impulsar y promover las actividades relacionadas con la información geográfica en todos los sectores, tanto los temas relacionados con la publicación o accesibilidad normalizada de los datos geográficos como aquellos asociados con la producción, procesamiento y su explotación.

Los dos eventos se celebrarán simultáneamente de forma presencial en Vitoria-Gasteiz en modalidad presencial y telemática del 13 al 15 de noviembre.

El plazo para enviar resúmenes, artículos y talleres ya está abierto y os animamos a que utilices este evento para mostrar vuestros trabajos, proyectos, iniciativas o cualquier actividad que creáis que es interesante para la comunidad. En la página web podéis encontrar las normas para el envío de comunicaciones y talleres, cuyo plazo termina el 15 de junio.

Durante los tres días que duren las Jornadas se presentarán comunicaciones y talleres, se compartirán experiencias y conocimientos acerca de todas las áreas relacionadas con la temática de la Información Geográfica y cuyo lema en estas jornadas es sobre «El valor del dato geoespacial» con el objetivo de dar más importancia a los usuarios y compartir experiencias de casos de usos.

Fechas importantes:

15 de junio Fecha límite para la entrega de las comunicaciones (resúmenes y talleres)
5 de julio Comunicación de la aceptación de los resúmenes y talleres
31 de julio Publicación del programa
15 de septiembre Apertura del registro
13-15 noviembre JIIDE 2024 y III. geoEuskadi Kongresua

¡Os esperamos en el III. geoEuskadi Kongresua & JIIDE 2024!

Publicado por Paloma Abad.

por editor (noreply@blogger.com) em May 06, 2024 08:42 AM

May 02, 2024

MappingGIS [ES]

Cómo trabajar con el snapping o autoensamblado en QGIS

En este tutorial, vamos a mostrarte cómo trabajar con el autoensamblado, también conocido como snapping, en QGIS, un concepto que es de vital importancia a la hora de crear y editar información geográfica en cualquier software GIS.   El autoensamblado está muy relacionado con la topología, un aspecto muy útil de las capas vectoriales que permite ...

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Cómo trabajar con el snapping o autoensamblado en QGIS

por Diego Alonso em May 02, 2024 10:22 PM

Blog IDEE (ES)

La Red Atlántica de Estaciones Geodinámicas y Espaciales (RAEGE) estrena un nuevo portal web


El Gobierno de España, a través del Instituto Geográfico Nacional, junto con el Gobierno Regional de Azores (Portugal), emprendieron en 2010 el proyecto de la Red Atlántica de Estaciones Geodinámicas y Espaciales (RAEGE). Red formada por cuatro estaciones de geodesia espacial, que están integradas en las redes globales de observación geodésica. Estas cuatro estaciones se sitúan dos en España (Yebes y Gran Canaria) y dos en Azores (Santa Maria y Flores).

La situación estratégica de las cuatro estaciones de la red RAEGE, en tres placas tectónicas diferentes: Americana, Euroasiática y Africana, permite la realización de estudios geodinámicos y espaciales, a escala regional, centrados en la región del Atlantico Norte, y a escala global, al estar integrada en Global Geodetic Observing System (GGOS), una red global de Estaciones Geodésicas Fundamentales.

Cada estación RAEGE está equipada con un radiotelescopio VGOS (VLBI Global Observing System), estaciónes permanentes GNSS (Global Navigation Satellite System), un gravímetro superconductor, un reloj atómico (máser de hidrógeno) y un sismógrafo/acelerógrafo. El Observatorio de Yebes también cuenta con una estación de telemetría láser por satélite (SLR).

Todos estos instrumentos proporcionan la infraestructura geodésica necesaria para monitorear el planeta Tierra: su forma, rotación, orientación en el espacio, campo gravitatorio, así como las variaciones temporales que experimentan estos parámetros. Y precisamente, es el estudio de estas pequeñas variaciones lo que proporciona una valiosa información para comprender los cambios que afectan a nuestro planeta, algunos tan importantes como el cambio climático, y sus causas.


Con el propósito de dar a conocer los objetivos del proyecto RAEGE, sus infraestructuras y equipamientos, sus actividades e información sobre proyectos de investigación, publicaciones y recursos relacionados con la geodinámica en la región del Atlántico, se ha puesto en marcha este nuevo portal web.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em May 02, 2024 12:27 PM

May 01, 2024

TYC GIS Formacion

Errores de topología en capas vectoriales

Muchas veces nuestros datos vectoriales pueden tener errores de topología en sus atributos, algunos de ellos son, datos duplicados, geometrías multiparte, geometrías no validas o por atributos que pueden estar solapados entre sí.

En este blog aprenderemos a utilizar el complemento Comprobador de topología para realizar el análisis a geometrías duplicadas de una capa vectorial.

Abre el archivo Shapefile que deseas realizarle la comprobación y prosigue a abrir el panel del plugin.

Para realizar en análisis debes entrar a la configuración de reglas de topología y realizar la comprobación en este caso lo configuraremos para elementos que superponen en la capa para no tener solapes entre atributos.

Al aceptar la regla se debe seleccionar el botón de habilitar y enseguida se seleccionarán todos aquellos elementos que se superponen entre si.

Finalmente se prosigue a corregir ya sea manualmente o por medio de algún plugin la geometría de los atributos que resultaron erróneos, una vez terminada la corrección debemos seleccionar la opción de validar extensión para comprobar que la capa vectorial ya no cuenta con errores.

Con este plugin puedes hacer un análisis de comprobación para evitar errores en el procesamiento de tus datos GIS.

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por Jocelin Palomeque em May 01, 2024 11:44 AM

April 30, 2024

TYC GIS Formacion

Trabaja con formularios en QGIS

Existen ventajas al trabajar con formularios en GIS, al crear datos espaciales el proceso puede volverse algo crítico y largo pues de ellos depende la calidad en los resultados.

En los atributos de introducción manual para entidades geográficas se pueden tener muchos errores, estos errores de forma involuntaria puede ser como errores ortográficos, intercalado de letras, números y signos, entre otras cosas que al finalizar nuestro proyecto provoque consecuencias como un mal análisis de datos.

Para esto es importante conocer que son los formularios de atributos, los cuales son un conjunto de campos que almacena un dato especifico solicitados por un software como por ejemplo ArcGIS, QGIS entre otros y estos son almacenados para posterior uso y procesamiento.

Una herramienta que nos proporciona QGIS, que quizás muchos desconocen es la posibilidad de incorporar formularios los cuales se pueden personalizar para la entrada de datos, ajustando todos los campos y guardar los valores nuevos en la capa.

Para explicar cómo trabajar con formulario nos imaginaremos que vamos a digitalizar zonas verdes en el municipio de Cáceres en España.

Para comenzar a configurar formularios en QGIS debemos de acceder a las propiedades de la capa en cuestión y situarnos en la pestaña “Formulario de atributos”.

En esta sección se muestra el listado de columnas o campos que presenta la tabla de atributos de la capa vectorial, además de su nombre, el tipo de campo (número entero, numero decimal, texto).

Una vez localizado el panel de formularios de subtipos mediante mapas de valores, debemos seleccionar en el listado el campo que va a almacenar los subtipos y, en el parámetro Tipo de control seleccionaremos Mapa de valor.

Para cargar los valores tenemos 3 opciones:

Carga datos desde capa, si tenemos una capa que contiene los valores que deseamos en un campo ya almacenados, esto sucede cuando ya hemos trabajado en un proyecto similar, esta opción nos sirve para ahorrar tiempo.

Cargar datos de archivo CSV, si tenemos una hoja de cálculo en este formato en la que tengamos almacenado los subtipos.

Agregar manualmente los subtipos en la columna de valor, aparecerá columna de descripción, este apartado es opcional sirve para aclarar los valores agregados.

Una vez guardados los cambios, al digitalizar una nueva entidad, aparecerá un desplegable con los valores agregados y una vez seleccionado y guardado cambios, se guardará en subtipo en la tabla de atributos.

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por Jocelin Palomeque em April 30, 2024 09:35 AM

Geofumadas [HN]

3 Recientes publicaciones sobre Modelos de Valuación Masiva y Tributación Catastral Municipal

Con mucho agrado hacemos difusión recientes publicaciones relacionadas con la función valor del Sistema de Administración del Territorio.  En definitiva, son valiosos documentos que vienen a aportar experiencias y propuestas frescas en una etapa cuando el rescate metodológico de los esquemas tradicionales, el uso de tecnologías y el enfoque de sostenibilidad apuestan por resolver las …

por Golgi Alvarez em April 30, 2024 02:10 AM

April 29, 2024

Geofumadas [HN]

El Catastro Minero de Chile – la importancia legal de las coordenadas

Este lunes 6 de mayo de 2024, la CCASAT y la USACH desarrollarán un importante webinar en el marco de la adopción de técnicas y tecnologías para la gestión del territorio aplicado a la temática de minería. El objetivo principal del webinar es explicar el contexto del Catastro Minero de Chile y su valor agregado …

por Golgi Alvarez em April 29, 2024 11:24 PM

April 28, 2024

Geofumadas [HN]

El Foro Mundial Geoespacial 2024 YA ESTÁ AQUÍ, ¡MÁS GRANDE Y MEJOR!

(Róterdam, Mayo de 2024) La cuenta regresiva ha comenzado para la 15ª edición del Foro Mundial Geoespacial, programado para llevarse a cabo del 13 al 16 de mayo en la vibrante ciudad de Róterdam, Países Bajos. A lo largo de los años, el Foro Mundial Geoespacial ha evolucionado hasta convertirse en una plataforma de primer …

por Golgi Alvarez em April 28, 2024 07:52 PM

April 26, 2024

Geofumadas [HN]

Diagnóstico sobre la situación del Sistema de Administración del Territorio en Iberoamérica (DISATI)

Actualmente, la Universidad Politécnica de Valencia está desarrollando un diagnóstico de la situación actual existente en Iberoamérica en torno al sistema de administración del territorio (SAT). A partir del mismo se pretende identificar necesidades y plantear avances en aspectos cartográficos que permitan fortalecer los distintos sistemas de administración del territorio en Iberoamérica. Todo ello, con la …

por Golgi Alvarez em April 26, 2024 09:30 PM

Blog IDEE (ES)

San Isidoro de Sevilla, patrón de topógrafos y geodestas


San Isidoro de Sevilla, nacido en 560 d.C, fue un destacado erudito, teólogo y obispo venerado como santo por la Iglesia Católica, celebrando su festividad el 26 de abril.

A lo largo de su vida, Isidoro realizó contribuciones significativas en varios campos del conocimiento, desde la teología hasta la filosofía, pasando por la historia y la geografía. Su obra «Etymologiae» es un tratado que recoge todo el conocimiento de su tiempo (teología, historia, literatura, arte, derecho, gramática, cosmología, ciencias naturales…). Esta obra hizo posible la conservación de la cultura romana y su transmisión a la España visigoda y fue la base de la educación universitaria durante la Edad Media y el Renacimiento.

San Isidoro es considerado el patrón de los geodestas y topógrafos debido a su interés y contribuciones a la geografía y la cartografía en la Edad Media. Aunque su obra no se centra exclusivamente en estos temas, contiene numerosas referencias geográficas y cartográficas que reflejan su comprensión del mundo conocido en su época.


Una de las contribuciones más famosas de Isidoro es su influencia en el diseño de mapas, especialmente el «mapa T en O» 
también conocido como Orbis Terrarum, caracterizado por su gran contenido teológico. Este tipo de mapa, utilizado en la Edad Media, representaba el mundo conocido como un círculo (O), dividido en tres continentes: Asia, Europa y África, formando una T, cuyo eje vertical corresponde al Mar Mediterráneo (que separa Europa y África) y su eje horizontal, de derecha a izquierda, el Río Nilo, el Mar Negro y el río Don (que separan Europa y África). En el centro se ubicaba Jerusalén, simbolizando la importancia espiritual y geográfica de la ciudad en ese período. Además cada continente aparece marcado por cada uno de los descendientes de Noé: Sem (Asia), Jafet (Europa) y Cam (África)Este diseño, influenciado por las ideas de San Isidoro, tuvo un impacto duradero en la cartografía medieval y sigue siendo un ejemplo emblemático de la representación del mundo en esa época.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em April 26, 2024 09:56 AM

Jornadas de SIG Libre, Geotech & Spatial Data Science


Los próximos días 12 y 13 de junio se celebrarán las Jornadas de SIG Libre, Geotech & Spatial Data Science, que este año, tendrán lugar en la Facultad de Letras y Turismo de la Universidad de Girona, situada en pleno casco antiguo de la ciudad.

Las jornadas son un evento anual que reúne a profesionales, investigadores y entusiastas del mundo de las geotecnologías libres y la ciencia de datos espaciales que, durante dos días, comparten e intercambian conocimientos, experiencias y mejores prácticas en su ámbito de conocimiento.

El programa consta de comunicaciones y «lightning talks» sobre temáticas diversas, como la visualización de datos, el análisis espacial, la observación de la Tierra, la ciencia de datos, el aprendizaje automático, la cartografía en la Web, los datos abiertos, entre otras temáticas relacionadas.

Las jornadas contarán con la ponencia plenaria de Carmen Torrecillas, experta en visualización de datos de Civio, quien hablará sobre cómo utilizamos el periodismo de investigación en torno a datos públicos y especialmente el análisis y visualización de datos. Seguidamente, varios expertos debatirán sobre la viabilidad económica y la ética de los proyectos geoespaciales de software libre. Participarán en la charla debate Angelos Tzotsos, presidente de OSGeo; Jorge Sanz; tecnólogo geospacial en Elastic; Josep Ll. Sala, socio director de BGEO Open GIS y Oscar Fonts, socio y desarrollador en Geomatic.

El programa se completa con 8 talleres que abarcan, desde el procesamiento de imágenes satelitales, el desarrollo de mapas web, el análisis espacial con python, hasta la visualización de datos, entre otros.

Además, también habrá tiempo para el «networking» y los eventos sociales, como la cena en la magnífica terraza del Hotel Palau de Bellavista que ofrece unas fantásticas vistas sobre la ciudad de Girona.

La inscripción ya está abierta y tiene como fecha límite el 3 de junio.

Las Jornadas de SIG Libre, Geotech & Spatial Data Science, son una iniciativa del SIGTE- Universitat de Girona gracias al patrocinio de Geoinnova, Infraplan, Instituto Geográfico Nacional de España (IGN-CNIG), Elastic, Nexus Geographics i Institut Cartogràfic i Geològic de Catalunya (ICGC).



Para obtener más información, visita: www.jornadassiglibre.org o envía un correo a infosiglibre@udg.edu

Publicada por Laura Olivas.

por editor (noreply@blogger.com) em April 26, 2024 06:09 AM

April 25, 2024

MappingGIS [ES]

Quickmaptools: conversor de formatos GIS

El equipo de Mapscaping acaba de lanzar un conversor de formatos GIS online muy útil. Quickmaptools es un conversor online muy sencillo de utilizar. Proporciona varias herramientas de conversión, creación y edición de datos de mapas. Quickmaptools se centra en los formatos modernos y heredados más populares utilizados en la industria SIG (tanto formatos web ...

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Quickmaptools: conversor de formatos GIS

por Aurelio Morales em April 25, 2024 11:27 AM

April 24, 2024

Blog IDEE (ES)

Ampliación del Código Geoespacial al «Espacio Ultraterrestre»


El Código Geoespacial es un compendio de las principales normas legales y reglamentarias, nacionales, internacionales y europeas, de interés para los sectores de la Cartografía e Información Geográfica, la Topografía, la Abogacía, el Notariado, el Catastro Inmobiliario, el Registro de la Propiedad y, ahora también, el  «Espacio Ultraterrestre”. Se incluye en la Biblioteca de Códigos electrónicos del Boletín Oficial del Estado.

La creación en marzo de 2023 de la Agencia Espacial Española mediante el Real Decreto 158/2023, de 7 de marzo ha motivado la necesidad de establecer  «un marco regulatorio adecuado para la actividad espacial en su conjunto», según el mandato recogido en el artículo 5.x de su Estatuto. Por lo tanto, con la intención de dar a conocer la normativa espacial existente en España y facilitar su acceso, se ha resuelto ampliar el Código Geoespacial con una séptima dimensión referida al «Espacio Ultraterrestre». En ella se han analizado, sistematizado y consolidado por el BOE todas las disposiciones con carácter normativo vigentes en España.

Las claves de esta ampliación al «Espacio Ultraterrestre» han sido:
  1. El estudio de las normas vigentes en Derecho Espacial para lograr una sistematización normativa de la regulación espacial que se encuentra recogida en Tratados internacionales aprobados en el ámbito de las Naciones Unidas, así como en leyes o disposiciones españolas.
  2. El esfuerzo de consolidación por el BOE, lo que implica dotar a la norma de un índice hiperenlazado. También se incluye la metodología de las diversas versiones oficiales del texto legal, así como las pestañas de texto completo, sólo texto, índice y análisis.
  3. La determinación del carácter normativo de cada disposición, que ha permitido consolidar diversos tratados internacionales, lo cual ha supuesto atender a normas que trascienden nuestras fronteras pero son aplicables en España y publicadas en el BOE.
  4. La preparación del marco legal para futuras regulaciones espaciales

El marcado carácter internacional del  «Espacio Ultraterrestre» ha sido plasmado en el Código Geoespacial mediante la consolidación de los Tratados Internacionales más relevantes, como el Tratado sobre los principios que deben regir las actividades de los Estados en la exploración y utilización del espacio ultraterrestre, incluso la Luna y otros cuerpos celestes, de 27 de enero de 1967; el Acuerdo sobre el salvamento, la devolución de astronautas y la restitución de objetos lanzados al espacio ultraterrestre, de 22 de abril de 1968, y el Convenio sobre el registro de objetos lanzados al espacio ultraterrestre, adoptado por la Asamblea General de las Naciones Unidas el 12 de noviembre de 1974.

La estructura de la regulación del  «Espacio Ultraterrestre» en el Código Geoespacial se ha concretado en:
  1. La actividad espacial, como el Registro de Objetos Espaciales, las alertas espaciales o las servidumbres de infraestructuras espaciales,
  2. La defensa nacional, como el nuevo Ejército del Aire y del Espacio
  3. La Agencia Espacial Española.
El Código Geoespacial se mantiene permanentemente actualizado con la continua incorporación de las nuevas normativas publicadas en el BOE o las modificaciones de las leyes que contiene.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em April 24, 2024 08:17 AM

April 19, 2024

MappingGIS [ES]

Configuración de Visual Studio Code para trabajar con PyQGIS

En este tutorial veremos cómo configurar la aplicación Visual Studio Code para trabajar con PyQGIS fuera de QGIS. Es decir, trabajar con PyQGIS de forma independiente sin tener que abrir QGIS y su consola de Python. De esta forma podremos depurar y ejecutar scripts directamente desde el IDE Visual Studio Code. Este artículo ha sido ...

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Configuración de Visual Studio Code para trabajar con PyQGIS

por Aurelio Morales em April 19, 2024 11:09 AM

Blog IDEE (ES)

Nuevo producto: MTN25 histórico vectorial


El pasado mes de febrero finalizaron los trabajos de producción del MTN25 histórico vectorial que incluye todas las ediciones históricas digitales del MTN25 en formato GeoPdf  y se encuentra ya disponible para su difusión a través de la sección de Mapas vectoriales y Bases Cartográficas y Topográficas del Centro de descargas del CNIG. El acceso a las distintas ediciones de los mapas históricos, en formato vectorial del MTN25, constituye una herramienta excepcional para observar la evolución de un territorio a lo largo del tiempo.

El proceso previo a la generación de los archivos vectoriales «GeoPdf» ha sido el almacenamiento en Bases de Datos Espaciales tipo PostgreSQL+PostGIS de las hojas históricas digitales2, en formato dgn, del MTN25 (Mapa Topográfico Nacional a escala 1:25.000) producido en el Instituto Geográfico Nacional.

Este proyecto surgió de la necesidad de asegurar la preservación de la información geográfica histórica en formato digital del MTN25, con la intención de que pudiera ser consultable dentro de unos años (ya que los formatos y soportes van cambiando con el tiempo) mediante una base de datos donde se almacenen los elementos geográficos con la codificación establecida por las normas de edición del MTN25, asignando a cada elemento un código referido al estilo de visualización, permitiendo así su posterior simbolización automática y su transformación a cualquier formato espacial SHP, DXF… así como otras explotaciones y consultas dentro de la propia institución.

La información se estructura en 34 tablas, 1 tabla donde se almacena la información no geométrica de cada hoja tipo DGN (número de hoja, nombre, sistema de referencia, huso, edición, fecha de edición) y otras 33 correspondientes a las geometrías contenidas en las hojas, que se clasifican por tipo (Puntual, Lineal, Superficial) según los 10 temas utilizados por BTN y por último otra tabla para los cultivos procedentes de SIOSE.

A fecha de marzo de 2024, el producto consta de 6777 ficheros, datados entre 1994 y 2018.

El fichero para descargar es un fichero con extensión «pdf» georreferenciado: Fichero GeoPdf, 2D, a escala 1:25.000, que contiene toda la información del mapa incluidos los recintos de los cultivos. No llevan exteriores, es decir, no contienen información de la Portada, Contraportada, Leyenda ni datos para el centro de la hoja.

La nomenclatura del fichero nos indica el Sistema de Referencia Geodésico: ED50 (los nombrados con «h» y «m») o ETRS89 (los nombrados con «w» o «a», siendo «a» para hojas de mapa automático con edición simplificada) y en Canarias REGCAN95, compatible con ETRS89; también indica el número del cuarto de la hoja, el sistema de proyección: UTM en los husos 28, 29, 30 o 31, según corresponda; el número de edición y el año de ésta.

Por ejemplo: h0288c3_31_01_1997.pdf, sería el cuarto 3 de la hoja 0288 en ED50. A continuación figura el huso en el que se encuentra la hoja (31), el número de edición (01) y el año de edición (1997). Los ficheros sobre los que se han resuelto incidencias, sin modificar la edición impresa, se nombran añadiendo el número de incidencia. Por ej. w0288- 3_31_0201_2017 se corresponde con la 1º incidencia de la 2º edición de la hoja 0288, cuarto 3 y dicha incidencia fue resuelta en el año 2017 en ETRS89.

Publicado por la editora.

por editor (noreply@blogger.com) em April 19, 2024 09:39 AM

April 18, 2024

TYC GIS Formacion

Cómo conectar Tableau y R

Tableau, este software de visualización de datos, permite integrar en sus proyectos diferentes lenguajes de programación como Python, ya se comentó en una anterior entrada cómo realizar dicha integración.

En esta ocasión se va a mostrar cómo realizar dicha conexión entre Tableay y R, antes que nada, en RStudio debes instalar y lanzar la librería “RServe”.

Una vez lanzado en RStudio, nos dirigimos a la aplicación Tableau, y desde la pestaña “Ayuda”, en “Configuración y rendimiento” nos dirigimos a la opción “Administrar la conexión de la extensión de análisis”.

Nos aparecerá la siguiente ventana , elegimos la opción “RServe”:

Y ello nos llevará al siguiente paso que será la de completar el nombre del host, en nuestro caso “localhost” y el del puerto “6311” , probamos la conexión y si todo va bien, nos aparecerá un mensaje que nos indicará que la conexión ha sido exitosa.

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por Beatriz Ramos López em April 18, 2024 01:53 PM

April 17, 2024

MappingGIS [ES]

Los mejores canales de información y blogs sobre GIS

En esta entrada vamos a listar en orden alfabético los mejores canales de información y blogs de GIS y geotecnologías. Se trata de blogs que recomendamos visitar con cierta regularidad.  Además, si quieres mejorar tu perfil geo-profesional un punto clave es mantenerte informado. Hay decenas de blogs de GIS en castellano y cientos en otros idiomas, ...

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Los mejores canales de información y blogs sobre GIS

por Aurelio Morales em April 17, 2024 03:40 PM

April 16, 2024

Blog IDEE (ES)

Jornadas del IACS Data Sharing

 


Los pasados días 8, 9 y 10 de abril se celebraron en Madrid y telemáticamente las Jornadas del IACS Data Sharing, organizadas de forma conjunta entre el FEGA, el JRC y la DG AGRI, con el objetivo de exponer la situación actual y debatir sobre cómo compartir los datos generados en la gestión de las ayudas de la PAC, siguiendo los principios de una política de datos abiertos (datos localizables, accesibles, interoperables y reutilizables) y las regulaciones establecidas por los reglamentos de la Directiva INSPIRE.

En las jornadas participaron organismos de la AGE (MAPA, MITECO, Catastro, IGN, CNIG…) y los representantes agrarios y cartográficos de las 17 CC. AA. donde, entre otros temas, se mostró la situación actual sobre las obligaciones reglamentarias para la publicación y reutilización a cargo del EC-AGRI A4, las unidades T1 y D3 del JRC, FEGA y el CODIIGE. Además, se presentaron varios casos de éxito y se debatió ampliamente sobre como las políticas de digitalización e innovación impulsadas por el MAPA y la UE pueden contribuir a un mejor uso de estos datos y a la sostenibilidad del sector agrario.

España ha sido seleccionada por la Comisión Europea para celebrar estas jornadas por ser uno de los Estados miembro en los que más impulso se ha dado a las políticas de apertura de datos de la PAC. Como resultado de estas jornadas se espera que los intereses de España, de sus administraciones y agricultores, sean tenidos en cuenta en la definición de futuras políticas comunitarias en este ámbito, haciendo a nuestro país protagonista en el impulso de la transición digital y del mercado único de datos de la Unión Europea en el ámbito agrario.

Publicado por Pablo Barreira González.

por editor (noreply@blogger.com) em April 16, 2024 06:56 AM

April 11, 2024

TYC GIS Formacion

El complemento “Aino” para QGIS

Últimamente se está desarrollando la Inteligencia Artificial (IA) en muchos campos, uno de ellos es en el ámbito geoespacial, y aquí os traigo un ejemplo, el complemento AINO para QGIS que permite descargar datos de OpenStreetmap (OSM) en QGIS o desarrollar proyectos con dichos datos en su página web. Os comento.

Antes que nada nos damos de alta como usuario en su web.

En ella podemos descargar datos de tipo OSM simplemente incluyendo sentencias como “Trees in Madrid” o “Monuments Madrid”, para ello damos a “New Project”:

Y se nos incluye una nueva “Layer”, en este caso sobre los monumentos de Madrid, puedes cambiar la simbología, y utilizar diferentes herramientas del visor, en este caso considero que está muy conseguido.

Puedes compartir el archivo mediante su enlace, embeberlo en tu sitio web o exportarlo como GeoJSON, realizar una captura de pantalla o como DXF. Incluso cambiar el Sistema de Referencia de Coordenadas (SRC).

A continuación, podemos abrir QGIS y buscar el complemento y proceder a instalarlo:

Una vez instalado te aparecerá el icono del “plugin” directamente entre las herramientas del menú, lo lanzamos:

Se nos abrirá una nueva ventana en la que aparecen dos pestañas, en la primera , al igual que hicimos en su web se podría , escribiendo una frase tipo “Trees in Madrid” descargar datos OSM relacionados. Ojo para ello tendríamos que loguearnos como usuarios.

En la pestaña “Upload” podemos incluir el enlace del proyecto anteriormente creado y se adjuntarían las capas descargadas:

Este complemento está en desarrollo, y o puede que no haya tenido paciencia, pero no se me ha descargado información y tampoco he conseguido incluir el proyecto, espero que tú tengas más suerte, de todas formas esperemos que en los próximos lanzamientos tenga una mejor aplicación.

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por Beatriz Ramos López em April 11, 2024 08:39 AM

April 03, 2024

TYC GIS Formacion

Qué es QFieldCloud

QField es una aplicación que permite la toma de datos geoespaciales en campo directamente desde tu dispositivo (móvil, Tablet, etc.) y en diferentes tipos de sistemas operativos. Esos datos posteriormente puedes sincronizarlos en QGIS. Esto supone grandes ventajas, aparte de que todo es gratuito, se evitan muchos problemas de compatibilidad.

Una nueva herramienta, y muy útil a la hora de conectar las diferentes estaciones de trabajo es “QField Cloud”.

Para utilizarla vamos a darnos de alta como usuario “Register now”, nos dirigirá a otra página web dónde procederemos a darnos de alta.

Una vez hecho, podrás visualizar tus proyectos creados en QGIS gracias al complemento que hemos visto anteriormente.

O crear directamente un nuevo proyecto en la nube:

Existe un límite de 100 MB, por lo que tienes que tenerlo en cuenta a la hora de alojar aquí tus datos y el número de proyectos.

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por Beatriz Ramos López em April 03, 2024 09:33 AM

March 21, 2024

TYC GIS Formacion

Cómo incluir iconos en la simbología en un “Map Viewer” de ArcGIS online

La simbología es uno de los pilares del desarrollo de un visor web, es muy importante incluir unos símbolos que de manera rápida e intuitiva permitan al usuario reconocer la información que se muestra. En esta ocasión os voy a mostrar cómo incluir imágenes en datos de tipo punto en un visor de ArcGIS online.

Se va a trabajar con datos de “Centros Educativos” de Madrid, obtenidos de manera gratuita del Geoportal del Ayuntamiento de Madrid. Para ello en la aplicación nos dirigimos a “Añadir” y se opta por la opción “Agregar capa desde un archivo” tal y como se muestra en la siguiente imagen:

Y se incorporarían inmediatamente los datos al visor mostrándose de la siguiente manera:

Pero la simbología es muy simple y directamente, no nos indica nada, entonces nos podemos descargar en una página web como “Flaticon” un icono relacionado con el tema en cuestión:

En formato .png o .svg, como nos interese.

Entonces vamos al apartado dedicado a los estilos , y comenzamos la edición en “Estilo de símbolo”, en el desplegable nos dirigimos a “Estilos agregados” y se elige la opción “Símbolos cargados” para subir la imagen correspondiente.

Entonces se sube el icono correspondiente:

Y ya lo visualizaríamos, se puede modificar el tamaño, etc. según nuestra conveniencia.

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por Beatriz Ramos López em March 21, 2024 11:50 AM

March 18, 2024

Fernando Quadro (BR)

Geoprocessamento no Agronegócio

O geoprocessamento na agricultura reúne tecnologias e métodos essenciais para coletar, tratar e analisar diversos dados sobre a produção agropecuária.

Com isso o produtor pode ter acesso a imagens e mapas precisos, além de poder traçar planejamentos mais eficientes. Assim consegue aumentar a produtividade e se tornar mais competitivo.

Por isso, o investimento em tecnologias de geoprocessamento na agricultura é considerado fundamental para o produtor que quer melhorar seus resultados.

Mas, como isso pode ajudar o agricultor na prática? Vamos citar abaixo alguns benefícios:

📍 Acesso a informações mais detalhadas sobre cada talhão
📍 Identificação de tendências de produtividade
📍 Permitir o trabalho com parceiros de negócio
📍 Identificação de pragas e doenças
📍 Controle de plantas daninhas

O uso do WebGIS vem sendo uma tendência que cresce a cada dia nesse setor. Sua possibilidade de interação e disponibilização de informações para o usuário é um elemento fundamental que faz com que este tipo de sistema de informação geográfica conectado à internet seja uma importante vertente para o futuro das geotecnologias.

Fonte: webgis.tech
Instagram: https://instagram.com/webgis.tech
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/webgis-tech

por Fernando Quadro em March 18, 2024 12:00 PM

March 12, 2024

TYC GIS Formacion

La gran evolución del lenguaje de programación R: nuevas librerías a destacar

R es un lenguaje de programación para trabajar en diferentes campos científicos que está evolucionando en los últimos años y por qué no decirlo, se ha puesto “de moda”. Existen numerosas páginas que muestran las diferentes librerías con las que puedes trabajar en dicho entorno.

Por ejemplo, si quieres encontrar los últimos paquetes desarrollados de R, puedes dirigirte a esta web y puedes estar al día de los nuevos que se van desarrollando.

También los podemos encontrar en esta web rOpenSci con acceso y descarga totalmente gratuita. A continuación se destacan algunas de las librerías que existen:

La librería denominada mapscanner permite convertir líneas dibujadas a mano en mapas en objetos espaciales.

Por otro lado , el paquete memer te permite desarrollar memes a partir de simples líneas de código.

En relación a datos geoespaciales, R permite obtener de manera sencilla información de diferentes fuentes de datos, en este caso con mregions podemos visualizar las regiones marinas.

Este paquete, osmextract, permite acceder y descargar datos de OpenStreetMap (OSM).

Y, por último, sin olvidar aquellas que permiten analizar los movimientos de animales como movegroup.

Si quieres aprender a utilizar este tipo de herramientas en r, desde TYC GIS te ofertamos diversos cursos dedicados a la ciencia de datos.

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por Beatriz Ramos López em March 12, 2024 02:39 PM

March 08, 2024

Geofumadas [HN]

March 05, 2024

Blog gvSIG (ES)

Coordinación CArtográfica en el Sistema de Administración del Territorio (CCASAT)

Compartimos información sobre CCASAT un grupo de trabajo de expertos en administración del territorio del cual la Asociación gvSIG formamos parte.

Coordinación CArtográfica en el Sistema de Administración del Territorio (CCASAT) es un grupo con sede en la Universitat Politécnica de València, España; en el Departamento de Ingeniería Cartográfica, Geodesia y Fotogrametría (DICGF) y en la Escuela Técnica Superior de Ingeniería Geodésica, Cartográfica y Topográfica (ETSIGCT), cuyos objetivos principales son:

Apoyo, colaboración e investigación en todos aquellos ámbitos relacionados con la información cartográfica que permita una administración efectiva del territorio (como la información catastral, y/o la información registral, o similar), y fundamentalmente en aspectos que sirvan de apoyo para conseguir seguridad en la tenencia de la tierra, y valoración con efecto administrativo. Fomentando la difusión, transferencia de conocimientos, investigación, coordinación, consultoría y optimización de recursos.

CCASAT está enfocado principalmente a España y Latinoamérica, siendo el idioma principal el español.

http://www.ccasat.upv.es

por Alvaro em March 05, 2024 08:47 AM

February 29, 2024

TYC GIS Formacion

Qué son las “Important Marine Mammal Areas”(IMMAs) y cómo visualizarlas en QGIS

Existen muchas figuras de protección que delimitan áreas para la conservación de hábitats y especies, en el caso del medio marino es muy importante que se designen a nivel global, este es el caso de las “Áreas Importantes para los Mamíferos Marinos” identificadas por el grupo de trabajo “Marine Mammal Protected Areas Task Force” (MMPATF).

Es un grupo muy activo, hace poco (febrero de 2024) se han designado 33 nuevas áreas englobando un total de 280 desde su andadura oficial en el año 2016 dando apoyo a la red de Áreas Marinas Protegidas existente. Esta información la puedes consultar en su página web en un visor (IMMA E-ATLAS) y además descargar la información como datos geoespaciales en diferentes formatos como shapefile o KML, o de tipo tabla (.csv).

Para proceder a descargar dicha información, puedes dirigirte a este enlace y completar los diferentes datos que te solicitan en el formulario.

A continuación, te llegará un mensaje al correo electrónico que has incluido con la siguiente información y en breve te llegarán dichos datos. Te dicen que te lo envían en tres días como máximo, pero en mi caso no tardó ni medio día.

Y por supuesto, esa capa la puedes subir a un Sistema de Información Geográfica como QGIS y podrás visualizar todos los detalles y tener una idea general del alcance de esta categoría de protección.

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por Beatriz Ramos López em February 29, 2024 11:53 AM

February 26, 2024

TYC GIS Formacion

QGPT Agent el revolucionario complemento de QGIS

QGPT Agent es un poderoso complemento para QGIS que utiliza las capacidades avanzadas de procesamiento del lenguaje natural del modelo OpenAI GPT para automatizar varios procesos en QGIS. Con este complemento, los usuarios pueden interactuar con el software QGIS utilizando comandos de lenguaje natural, lo que reduce significativamente el tiempo y el esfuerzo necesarios para completar diversas tareas.

Ahora gracias a este complemento podemos optimizar el flujo de trabajo y haremos que esto hará sea más fácil que nunca completar tareas SIG.

A continuación, veremos como instalar y usar esta herramienta.

Lo primero que debemos hacer es instalar el complemento. Abrimos QGIS y no dirigimos el menú de complementos > Administrar e instalar complementos…

Una vez en la pestaña “Todos”, buscamos QGPT e instalamos el complemento.

Una vez instalado podemos comenzar a usarlo. Para esto lo hacemos de la siguiente manera.

En el menú de complementos nos aparecerá la opción para ingresar a la aplicación de QGPT Agent y nos abrirá un panel donde podremos

Una vez nos aparezca el panel de este complemento, podemos escribir (por el momento solo funciona en inglés) en un lenguaje simple un mensaje de comando, como, por ejemplo: “Download the World country polygon and open it”. Es necesario que, a la hora de ingresar el comando, seamos muy específicos para que nos arroje el resultado correcto.

Lamentablemente esta aplicación por el momento solo funciona mediante pago. Pero no dudemos que muy pronto tendremos acceso de manera gratuita.

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por Gladys Toribio em February 26, 2024 09:32 AM

February 22, 2024

TYC GIS Formacion

Cómo crear una capa de isóbatas a partir de un ráster de batimetría con Python en ArcGIS Pro

En este caso vamos a trabajar con una capa ráster de batimetría obtenida de GEBCO. En ArcGIS Pro ve a la pestaña “Insert” y crea un nuevo “Notebook” vamos a escribir el código en él.

A continuación, escribe el siguiente código para importar el módulo arcpy y da a “Run”, así se lanzará el código en cada celda:

Vamos a nombrar el proyecto de mapa actual:

Con la siguiente línea de código agregaremos el ráster al proyecto:

Y el siguiente código para definir el nombre de la capa que se creará con la herramienta “Contour” y la ruta de salida donde se guardará:

Escribe el código para ejecutar la herramienta “Contour” con los parámetros de entrada de tu interés. Puedes especificar el intervalo de contorno, la curva base, el tipo de contorno y el máximo de vértices por entidad según tus necesidades. En este caso vamos a crear líneas con un intervalo de 1000 , puedes usar el siguiente código:

Y se crearían las isóbatas como se ve en la siguiente imagen agregándose al proyecto:

Puedes aplicar una simbología de color a las líneas isóbatas según la profundidad:

Y así quedaría:

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por Beatriz Ramos López em February 22, 2024 07:51 AM

February 01, 2024

Blog gvSIG (ES)

Video on the Spatial Data Infrastructure of Albacete

We share an institutional video about the Spatial Data Infrastructure of Albacete, developed with the gvSIG Suite, and that is having a significant impact both at the management level and in public service. A video that, in just over a minute, allows you to understand the scope that projects of this kind have.

por Alvaro em February 01, 2024 05:45 PM

Vídeo sobre la Infraestructura de Datos Espaciales de Albacete

Compartimos un vídeo institucional sobre la la Infraestructura de Datos Espaciales de Albacete, desarrollada con la Suite gvSIG y que está teniendo un gran impacto tanto a nivel de gestión como a nivel de servicio público.

Un vídeo que en poco más de un minuto permite entender el alcance que tienen este tipo de proyectos:

por Alvaro em February 01, 2024 05:41 PM

January 30, 2024

Blog gvSIG (ES)

Manual gvSIG Desktop 2.6

La última versión de gvSIG Desktop además de considerables mejoras ha traído un cambio en la interfaz del programa, modernizando el aspecto de los iconos utilizados.

Hoy os compartimos el manual completo en PDF de gvSIG Desktop 2.6, que es una guía estupenda para los nuevos usuarios y a los que lleváis tiempo trabajando con gvSIG Desktop os puede ser útil para familiarizaros con los nuevos iconos.

Y aunque seréis los menos, para los que queráis seguir utilizando el juego de iconos «clásico» podéis instalarlo desde el Administrador de Complementos.

El manual de gvSIG Desktop 2.6 se puede descargar en este enlace.

por Alvaro em January 30, 2024 10:23 AM

January 18, 2024

Blog gvSIG (ES)

IDE del Ayuntamiento de Albacete, optimizando la gestión de la información

Os traemos una presentación de la Infraestructura de Datos Espaciales (IDE) de Albacete, proyecto estratégico destinado a proporcionar un marco tecnológico y organizativo para la gestión, acceso y uso de la información geoespacial en el ámbito del municipio de Albacete. Este proyecto ha tenido como objetivo principal mejorar la toma de decisiones, impulsar el desarrollo urbano sostenible y fomentar la colaboración entre los diferentes actores involucrados en la planificación y gestión del territorio.

La ponencia presenta los trabajos principales y avances de la implantación de la IDE de Albacete. Durante el proyecto se ha llevado a cabo tanto la recopilación, integración y homogeneización de una amplia variedad de datos geoespaciales como el desarrollo de herramientas orientadas a ampliar la funcionalidad de la IDE y a fomentar la participación de los distintos departamentos municipales.

En cuanto a los avances logrados, se ha implementado una plataforma tecnológica robusta y escalable, con base tecnológica en la Suite gvSIG, que permite la gestión eficiente de la información geoespacial y su difusión a través de un conjunto de geoportales y servicios web interoperables. Además de los geoportales de uso interno,se ha publicado un visor cartográfico principal y un número creciente de geoportales temáticos (turismo, urbanismo, movilidad, etc.).

Además, se han desarrollado herramientas específicas que facilitan el acceso y uso de los datos geoespaciales por parte de los diferentes usuarios del Ayuntamiento de Albacete, destacando integraciones con otros sistemas informáticos como el gestor de expedientes SEDIPUALBA / SEGEX, el Catastro con acceso a datos protegidos o el Padrón. Integrada con la IDE desarrollada con gvSIG Online, también se cuenta con la app móvil gvSIG Mapps para la toma de datos en campo, tanto en modo online como offline, y un catálogo de metadatos basado en Geonetwork.

Por último, hay que reseñar que el proyecto también ha implicado un esfuerzo en formación y divulgación entre el personal técnico del Ayuntamiento de Albacete.

En conclusión, la implantación de la Infraestructura de Datos Espaciales de Albacete representa un paso significativo hacia una gestión territorial más eficiente y sostenible. Un proyecto que puede servir de referencia para otros municipios con necesidades similares.

por Alvaro em January 18, 2024 02:04 PM

January 17, 2024

Blog gvSIG (ES)

Automatización de transformaciones de datos en gvSIG Online con GeoETL

GvSIG Online es probablemente la solución en software libre para Infraestructuras de Datos Espaciales y geoportales más potente de la actualidad. Más allá de sus capacidades para generar geoportales y las numerosas herramientas que incorpora, tanto de administración que permiten configurar la publicación de servicios de mapas como a nivel de usuario para consultar la información en los visores de mapas, se caracteriza por disponer de un catálogo de plugins o complementos cada vez más numeroso. Alguno de estos complementos es una aplicación en sí misma, como es el caso de gvSIG Mapps. Es el caso de GeoETL, el plugin de gvSIG Online que permite diseñar procesos para integrar, transformar y cargar datos en nuestra IDE.

En este vídeo podéis conocer más del potencial de esta herramienta:

por Alvaro em January 17, 2024 04:18 PM

January 16, 2024

Blog gvSIG (ES)

gvSIG en las aulas: Proyecto Camalotes. Análisis del humedal “La Curtiembre”

Sobre el proyecto gvSIG Batoví hemos hablado muchas veces, una iniciativa ejemplar que inició en Uruguay y a la que en 2023 se ha sumado Colombia para llevar los SIG a las aulas.

En las pasadas Jornadas Internacionales de gvSIG se presentó el proyecto ganador en 2022: “Camalotes”, del Liceo N° 4, Manuel Oribe de Paysandú (Uruguay). En este proyecto se llevó a cabo un estudio las consecuencias que el cambio climático está teniendo a la zona en que viven los estudiantes. Un proyecto de altísima calidad que sirve de ejemplo de la utilidad que los SIG pueden tener en la formación preuniversitaria, ayudando a los estudiantes a conocer y entender su entorno. No os perdáis el vídeo…

por Alvaro em January 16, 2024 08:48 AM

January 15, 2024

Blog gvSIG (ES)

Aplicación de cementerio en la IDE de Albacete: búsqueda de fallecidos y ruteo

Como parte de la Infraestructura de Datos de Albacete se ha desarrollado un módulo destinado a dar servicio a los visitantes del cementerio principal del municipio de Albacete. Esta aplicación no es un geoportal al uso, sino que permite buscar fallecidos e informar de la ruta para su localización. Además se ha optimizado para su uso desde dispositivos móviles.

Como el resto de la IDE, ha sido desarrollada con gvSIG Online. Es interesante reseñar que el trabajo de actualización de la cartografía del cementerio se realizó con gvSIG Mapps.

Sin duda una utilidad más, de las múltiples que tiene la IDE de Albacete, que puede ser de interés para otras administraciones locales que quieran dar este servicio a sus ciudadanos. Os dejamos con una presentación de la aplicación.

por Alvaro em January 15, 2024 08:54 AM

January 13, 2024

Geofumadas [HN]

OpenFlows – 11 soluciones para ingeniería hidrológica, hidráulica y sanitaria

Disponer de soluciones para resolver problemas relacionados con el agua no es nuevo.  Por supuesto, a la antigua el ingeniero debía hacerlo con métodos iterativos que eran tediosos y desligados del entorno CAD/GIS.  Hoy el gemelo digital cada día se conecta procesos de análisis,  y diseño de infraestructuras, incluido no solo el modelado para su …

por Golgi Alvarez em January 13, 2024 05:31 AM

January 12, 2024

Blog gvSIG (ES)

Herramientas de topología y corrección de capas con errores en gvSIG Desktop 2.6

Una de las funcionalidades más avanzadas que se requieren para tareas de edición de datos vectoriales son las herramientas de topología. En este vídeo te enseñamos a usarlas en gvSIG Desktop 2.6. ¡Ya no tienes excusa para tener errores en tus datos espaciales!

por Alvaro em January 12, 2024 08:48 AM

December 11, 2023

Geofumadas [HN]

SIG Promoviendo el desarrollo digital del mundo

SuperMap GIS suscitó un acalorado debate en varios países El 22 de noviembre se celebró en Kenia el Taller de Innovación y Aplicación de SIG de SuperMap, que marcó el final de la  gira internacional de SuperMap International en 2023. SuperMap es uno de los principales fabricantes de software que se centra en SIG e …

por Golgi Alvarez em December 11, 2023 09:59 PM

November 01, 2023

Mapas online da EEA [EN]

Up-to-date air quality data

Latest measurements from Europe's air quality monitoring network

por Marie Jaegly em November 01, 2023 04:15 PM

October 27, 2023

Geofumadas [HN]

¡El Congreso PLM 2023 está a la vuelta de la esquina!

Nos complace saber lo que planea Ingeniería Asistida por Computador (IAC), quienes han anunciado el próximo Congreso PLM 2023, un evento online que reunirá a expertos y profesionales de la industria de la gestión del ciclo de vida del producto. Esta actividad se llevará a cabo del 15 al 16 de noviembre y ofrecerá una …

por Golgi Alvarez em October 27, 2023 08:59 PM