Planeta SIG - Portugal

November 15, 2019

Blog IDEE (ES)

Mapa de riesgo de incendio de ciudades

 https://gis.ucla.edu/blog/fire-hazard-every-building-in-california-interactive-map

La Universidad de California en Los Ángeles (UCLA) ha elaborado y publicado este mapa interactivo de riesgo de incendios en las localidades de ese estado detallado edificio a edificio.
 
El visualizador permite buscar una dirección postal cualquiera, en la caja de arriba a la izquierda, y al posar el ratón encima de un edificio muestra el riesgo de incendio clasificado en cuatro categorías y qué administración (local, estatal o federal) es responsable del servicio de bomberos.

Ha sido desarrollado utilizando solo software de código abierto, qie incluye QGIS, Mapbox GL, Tileserver GL y un servidor web sobre una versión de Linux.

Un caso de uso interesantísimo, que permite a los ciudadanos tomar precauciones y mejorar las condiciones de sus casas ante una clasede eentos que está devastando esa región.

Publicado por el editor.   

por editor (noreply@blogger.com) em November 15, 2019 05:59 AM

November 14, 2019

MappingGIS [ES]

Cómo instalar QGIS de forma avanzada desde OSGeo4W

En esta entrada os mostraremos cómo instalar QGIS de forma avanzada desde el instalador OSGeo4W (Open Source Geospatial Foundation for Windows). OSGeo4W es una distribución binaria que contiene un gran número programas geoespaciales de código abierto para entornos Windows (desde Windows 10 hasta XP). OSGeo4W incluye QGIS, GDAL/OGR, GRASS, SAGA así como muchos otros paquetes ...

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Cómo instalar QGIS de forma avanzada desde OSGeo4W

por Aurelio Morales em November 14, 2019 04:21 PM

Mapas online da EEA [EN]

Urban adaptation map viewer

The aim of this map viewer is to provide an overview of the current and future climate hazards facing the European cities, the vulnerability of the cities to these hazards and their adaptive capacity.

por Marie Jaegly em November 14, 2019 02:55 PM

Geo innova

¡Webinar informativo 5ª Edición de Máster GIS Online!

sesión informativa máster GIS online Geoinnova

Ya son 4 las ediciones celebradas del Máster GIS Online de Geoinnova con éxito y vamos a por la 5ª. El próximo miércoles día 20 se cierra el periodo de pre-inscripciones y pasaremos al periodo de matriculación, con las plazas que no han sido cubiertas en este primer periodo. ¡Si quieres conocer cuáles son las […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 14, 2019 12:00 PM

Blog IDEE (ES)

Taller de EuroSDR sobre IGV

 http://www.eurosdr.net/workshops/eurosdr-workshop-crowdsourcing-national-mapping

EuroSDR organiza un taller sobre Información Geográfica Voluntaria en los productores de cartografía oficial los próximos días 16 y 17 de enero de 2020 en Leuven (Bélgica), con dos objetivos principales:
  • Crear el Mapa IGV de Europa, recopilando información y ejemplos sobre proyectos e iniciativas europeas en Agencias Cartográficas y Catastrales y PYMES del continente en los que la IGV se haya implementado con éxito.
  • Planificar un Hackathon IGV en el segundo semestre de 2020. Para ello se invita a desarrolladores, universidades, empresas y centros de investigación a presentar sus aplicaciones y desarrollos en este campo.
El taller reunirá a todo tipo de actores de la industria geomática y la cartografía oficial durante un día y medio para tratar de entender las cuestiones más importantes del mundo de la IGV  para empezar a preparar ese inventario de proyectos.

Se invita a los participantes a enviar un breve informe resumido, como máximo de una página A4, sobre su experiencia de IGV en la producción de cartografía oficial, aplicaciones, desarrollos o cualquier otro tema directamente relacionado. El plazo de recepción finaliza el 9 de diciembre.

Para más información, véase:


Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 14, 2019 04:45 AM

November 13, 2019

Geo-Divagações

Espeta a faca no parceiro antes que ele espete em ti

Nota: é o parceiro SIG. E a faca é em sentido figurado. Esta postagem não tem nada a ver com idealogia de género. É ver o nome do Blogue.

Toda aquela conversa de "clientes", "parceiros", "ecosistema", "casa-mãe", "o representante", "revendedor", "evangelizador técnico", "conferência de parceiros de negócio", "account manager", "application engineer" ... utilizada pelos "players", ... todo esse arrozoado não caiu do céu.

Pessoalmente prefiro falar em "técnico pré-venda", "técnico pós-venda", "ser ou não ser staff no fórum xpto", "cidadãos de segunda"!!, "a ralé do SIG"!!!

E até pode levar à pergunta: mas afinal de contas, de entre todos os intervenientes na cadeia alimentar do SIG, qual é o interveniente mais propenso a espetar a faca? E o sucker?

Convém saber. É que se não souberem, por exclusão de partes, só resta uma possibilidade. Vocês!

Normalmente o cliente final (o das Administrações Públicas) é que leva com a má fama (com a bomboca!). Mas não é. Não pode ser. O dinheiro nem é dele!!! Vem de Bruxelas. Mesmo que só seja comparticipado a 50%, e tenham de pagar IVA, não interessa. Diz-se sempre que é de fundos comunitários. Ademais, ninguém paga do próprio salário. 

E para o gestor de projecto SIG aí de uma xafarica qualquer quanto mais melhor. Andar a gerir projectos de 20k EUR?!! Isso nem é digno de um especialista da OE. Por mais formações em QGIS que a OE faça! Por acaso o coordenador da especialidade também andou a perguntar na respectiva comunidade se o suporte a Bing Maps no Geomedia já estava pronto! Mas isso são outros quinhentos!

O limite de 20k EUR nos Ajustes Directos é só para enfeitar, e bem! Carrega no pedal!! Pelo menos 75k, como era antes de 2018. Por ano. Porque estão sempre a sair novas versões. E, a base.gov é só para entreter gajos como eu que não gostam de PlayStation!

Como é que vão explicar a um autarca, com o 9º ano mal feito, que o Google Earth Pro, apesar de gratuito, não é bem a mesma coisa? Quanto mais caro, mais credível....e ninguém quer andar a exportar camadas para KML só para democratizar o acesso à IG dentro das organizações.

Apesar de haver por aí teses de mestrado sobre isso:

"A disponibilização da informação gráfica e alfanumérica implementada no SIG em ambiente WEB, era um objetivo importante para a empresa SIMLIS pois permitia a qualquer colaborador aceder a qualquer atributo das caixas de visitas ou dos emissários. A empresa optou por recorrer ao Google Earth"

Estágio Curricular em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e Gestão da Manutenção das Infraestruturas da empresa SIMLIS, S.A. (2015)

Continuando,

Para mim, o sucker típico é a empresa que é parceira, mas também é cliente, e que ainda por cima, tem a casa-mãe a fazer-lhe concorrência, e mais, a empresa está trancada à tecnologia de que é cliente.

Não foi o caso da AppGeo, 

Em Maio deste ano (2019), foi publicada uma postagem muito interessante da AppGeo, a qual, de entre os service providers registrados na OSGeo, está como core contributor,

Five Years Later: Life After Retirement from the Esri BP Program

Desde que deixaram de ser parceiros da ESRI, há 5 anos, duplicaram o volume de negócios, crescimento a cima do mercado SIG, no mesmo período.

É bom. Deixaram de ser parceiros e passaram "só" a ser clientes. Mas como quando eram parceiros também tinham de ser clientes. Aliás, pelo que dizem ser parceiro só servia para dizer que eram parceiros. E a ESRI não gostava que também fossem parceiros da Google. E a ESRI fazia concorrência nos mesmo contratos. E a ESRI queria que só utilizassem o seu software. E...

É ler a postagem original de 2014,

Breaking up is hard to do…The story of how AppGeo left the Esri BP Program and what it means for our industry and customers
“Jack wants to talk with you, one-on-one”

Nós por cá não sei bem. Sei que da Intergraph quando são contratos importantes vem um espanhol de Madrid, para assinar. Se leva o cheque já não sei. Quanto à ESRI, mesmo que tenha lá uma percentagem certamente que as licenças não são de borla, ante pelo contrário!

por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 13, 2019 04:51 PM

Geo innova

Desechos de ropa, lo que provoca la fast moda

La economía circular en el sector textil generaría menos desechos de ropa

Los desechos de ropa son consecuencia de la fast moda. En particular, España es el que más crece en las exportaciones de ropa usada en la Unión Europea. La Economía circular en el sector textil pretende un cambio de paradigma.  Desechos de ropa A finales de la década de los ‘80 empezó un proceso, con […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 13, 2019 07:19 AM

Blog IDEE (ES)

Se inaugura el iSTAR, un visualizador de la frontera México - Estados Unidos

http://www.istar.igg.unam.mx/gits-geoportal-v3/home
La Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) y la Universidad Estatal de California Northridge (CSUN) han creado el Laboratorio Internacional de Tecnología e Investigación Espacial (iSTAR), ubicado en el Instituto de Geografía mexicano. Se trata del primer laboratorio binacional especializado en información geoespacial, como migración, gestión del agua, educación, salud, energía, movimientos, seguridad pública, transporte, cambio climático, riesgos y sustentabilidad.

Uno de los primeros resultados de iSTAR ha sido la publicación de este visualizador dedicado al estudio de la frontera mexico-estadounidense, con multiud de capas y datos geográficos publicados mediante servicios WMS.


Para más información, véase la web del laboratorio iSTAR

Un buen ejemplo de colaboración internacional y un loable esfuerzo por describir con profusión de detalles y datos una región muy conflictiva, lo que permite tener en cuenta a dimensión geográfica de los problemas para diseñar las soluciones.

http://www.istar.igg.unam.mx/lab/

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 13, 2019 12:50 AM

November 12, 2019

MappingGIS [ES]

Cómo crear un GeoPDF con QGIS

Un GeoPDF es un documento PDF con capacidades geográficas. Crear un GeoPDF es especialmente útil para compartir los mapas con personas que no tengan conocimientos de SIG y quieran disponer de herramientas propias de un SIG sin necesidad de instalar ningún SIG. Gracias al esfuerzo realizado por el equipo de North Road, ahora podemos crear un GeoPDF ...

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Cómo crear un GeoPDF con QGIS

por Aurelio Morales em November 12, 2019 09:16 AM

Geo innova

El GIS Day 2019 ya esta aquí!

El GIS Day 2019 se llevará a cabo el 13 de noviembre

El GIS Day 2019 es una oportunidad para descubrir y entender los beneficios de los Sistemas de Información Geográfica. Aunque se celebra el 13 de noviembre, desde la organización incitan a aprovechar la Semana de Conciencia Geográfica para difundir el entusiasmo para usuarios y no usuarios. Sistemas de Información Geográfica Más conocidos como SIG o […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 12, 2019 06:14 AM

Blog IDEE (ES)

EUMETSAT, el geoportal meteorológico europeo

https://eumetview.eumetsat.int/mapviewer/

En EUMETSAT se pueden encontrar muchos datos meteorológicos, la mayoría en forma de imágenes, que antes el usuario tenía que consultar en diferentes sitios, con distintas interfaces y formatos.

Proporciona imágenes  en tiempo real, imágenes antiguas desde 1981, un abanico de productos impresionante accesible a través de un potente buscador, un visualizador que está muy bien, imágenes de los satélites actualmente operativos (Meteosat-8, 9, 10 y 11, Metop-A, B y C, Jason-3 y Sentinel-3A & 3B). y de los antiguos (Meteosat-1 a 7 y Jason-2), documentación y muchas cosas más.

Los datos se están ofreciendo progresivamente en a través de servicios estándar WMS, WCS y están descritos con metadatos ISO 19115-1

EUMETSAT es la Organización Europea para la Explotación de Satélites Meteorológicos, una organización gubernamental integrada por 30 países europeos, fundada en 1986 con el propósito de proporcionar productos, imágenes y datos de satélite meteorológicos,24 horas al día y 365 días al año, a los servicios meteorológicos nacionales y a todo tio de usuarios.

Un proyecto de colaboración internacioal fantástico dedicado a compartir datos y publicarlos de manera estándar, siguiendo la filosofía y pincipios INSPIRE y de las IDE. Formidable.

Así estaban las cosas hoy 12 de noviembre a las 05:00

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 12, 2019 05:37 AM

Conferenicia Big Things 2019 en Madrid

 https://www.bigthingsconference.com/

La 8ª Conferencia Big Things 2019, sobre Big Data e Inteligencia Artificial, se celebrará en Madrid,los días 20 y 21 de noviembre en Kinépolis (calle Edgar Neville s/n).

Está organizada por Big Data Spain y toca todo un abanico de tecnlogías relacionadas como Machine Learning, Internet de las Cosas, Blockchain y en general, las tendencias disruptivas que pueden modificar profundamente las TIC tal y como las conocemos hoy en día. La mayoría de los temas que se van a tratar tienen una fuerte relación los datos geoespaciales y los servicios web.

Una oportunidad para ponerse al día en las últimas tendencias. A ver si luego están disponibes las presentaciones y si hay vídeos de las presentaciones.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 12, 2019 05:00 AM

Geofumadas [HN]

Plex.Earth Timeviews dispone a los profesionales de AEC las últimas imágenes satelitales dentro de AutoCAD

Plexscape, desarrolladores de Plex.Earth®, una de las herramientas más populares para AutoCAD para la aceleración de proyectos de arquitectura, ingeniería y construcción (AEC), lanzó Timeviews ™, un servicio único en el mercado global de AEC, que hace que la mayoría imágenes satelitales actualizadas asequibles y de fácil acceso dentro de AutoCAD. Tras una asociación estratégica

por geofumadas em November 12, 2019 02:00 AM

November 11, 2019

Blog gvSIG (ES)

II Congresso da Rede JUST-Side “SISTEMAS SOCIAIS COMPLEXOS e INTEGRAÇÃO DE GEODADOS NO DIREITO E NAS POLÍTICAS”

Cartaz, programa e ficha de inscrição, para o II Congresso da Rede JUST-Side sobre “SISTEMAS SOCIAIS COMPLEXOS e INTEGRAÇÃO DE GEODADOS NO DIREITO E NAS POLÍTICAS” que decorrerá na FDUC já nos próximos dias 25 e 26 de novembro.

por Alvaro em November 11, 2019 03:36 PM

Luís Sadeck (BR)

Convolutional Random Forest no Google Earth Engine

As redes neurais convolucionais profundas (CNNs) têm sido amplamente usadas hoje e tem alcançado um desempenho de ponta em muitas tarefas de processamento e análise de imagem de complexidade mais simples dentro do PDI. É por conta disso que o uso da U-Net entra em cena, como diz o amigo Cesar Diniz, quando tudo que é simples falha, tem que recorrer pra o complexo. Não esquece de se inscrever no canal da Solved e deixar um comentário e/ou seu LIKE. Ele é muito importante pra gente!

por sadeckgeo em November 11, 2019 03:04 PM

Blog IDEE (ES)

Resúmenes para la Conferencia INSPIRE 2020

https://inspire.ec.europa.eu/conference2020

El próximo 15 de diciembre finaliza el plazo para enviar resúmenes para la Conferencia INSPIRE 2020, que se celebrarça en Dubrovnik (Croacia), del 12 al 15 de mayo. Este año se quierere resaltar la sostenibilidad, tanto la sostenibilidad de la transición digital como la sostenibilidad económica de los proyectos.

Los resúmenes deben presentarse en inglés, deben ser de menos de 400 palabras y parece que este año se quieren tener presentaciondes rápidas de 5 minutos cada una, con un debate posterior y 5 minutos más para conclusiones. Aquí tenéis las instrucciones.

Tambien pueden proponerse sesiones monográficas y talleres (workshops).

Una oportunidad única para compartir experiencias, problemas, buenas prácticas y perspectivas en este momento en el que el periodo de implementacion de la Directiva INSPIRE se acerca a su finalización, y es el momento de las aplicaciones prácticas y los resultados

https://inspire.ec.europa.eu/conference2020

Publicado por el editor. 

por editor (noreply@blogger.com) em November 11, 2019 06:16 AM

Geo innova

Plant for the Planet, app para ayudar a plantar árboles

Plant for the Planet es una app impulsada por jóvenes

Plant for the Planet es una aplicación impulsada por niños para reforestar en todo el mundo. A través de esta iniciativa y en pocos clics, pueden apoyarse diversos proyectos de restauración y educación ambiental. Sobre el proyecto de plantar árboles Felix Finkbeiner, con 9 años, fundó en 2007 Plant for the Planet. Esta iniciativa comenzó […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 11, 2019 04:19 AM

November 09, 2019

Geo-Divagações

RECART - uma visão inovadora

Aviso desde já que a temática do RECART dava só por si para um blogue só dedicado ao assunto. 

Vou tentar acompanhar a situação na medida do possível. É só que enquanto falo do RECART, não estou a falar de assuntos mais interessantes como, PROJ4 no Android, visualizar ATOM do INE no Street View, ou a dissecação das licenças de software de código aberto utilizadas, por exemplo, pelo Arc Pro, ou pelo Smart Client.


Foi barato: 3.800 EUR. Até a minha colecção de discos de vinilo vale mais!

Continuando,

Não vou falar de exactidão posicional, ou de Erro Médio Quadrático. Isso é mais do mesmo,

Fica apenas a ideia de que estas especificações obviamente se adequam a aquisição de dados em ambiente SIG. É bom para o Summit Evolution. O polígono sai logo fechado! Poupa-se na posterior edição de dados. E isso é mau para a venda das ImageStation!

E não há monos! No dicionário de objectos do RECART existe um Tema:

mas não há nenhuma referência a pontos de recolha de monos. É o futuro hoje! Só Ecoponto. Tem o valor 5:

"Área onde se encontram localizados um ou vários contentores para recolha de substâncias diversas, como lixo orgânico, vidros, plásticos ou produtos químicos bem identificados."

Mas nas "substâncias diversas" não há referência a electrodomésticos. Acho que seria uma adição interessante.

O que é estranho até porque mantiveram a Alminha. É logo o valor 1 (os valores, a nova nomenclatura, estão por ordem alfabética) do Tema Construções [06.04] Ponto de interesse:

"Pequeno monumento na berma dos caminhos ou das estradas assinalando à[s]pessoas que passam as almas do purgatório ou lembrando a memória de pessoas que ali tenham falecido.

Um reparo. Não é às pessoas que passam. É aos Católicos que passam. Só nós é que acreditamos na existência do purgatório.

Falta um pouco de inspiração ecuménica nestas novas, e também nas anteriores, Especificações Técnicas.

Para ganhar um pouco de perspectiva vamos dar uma vista de olhos pelo Open Data do Ordnance Survey (UK), o qual está quase a fazer 10 anos,


Por exemplo, OS Open Zoomstack, mas poderia escolher outro,






As especificações técncicas têm 17 páginas, incluindo a definição de QUATRO estilos cartográficos e o Dicionário de Objectos.


Ou seja. Primeiro fazem para o Reino Unido inteiro. Depois disponibilizam gratuitamente. E depois logo pensam nas especificações técncicas a disponibilizar ao público.

Há 10 anos a comparação até poderia parecer injusta, mas agora já não há desculpa. Já tiveram tempo. E não é a aprimorar o modelo de dados em PostGIS que a cartografia aparece feita.

De qualquer forma, depois vamos ter coisinhas deste nível? Gratuitas já sei que não. Mas pelo menos, cobertura nacional, e com bom aspecto?

Ou é para continuar a utilizar mapas de base HERE, Bing, Google, ESRI, ou OSM? Que é o que tenho andado aqui neste blogue a demonstrar que tem sido feito  pelas APs, e que continua a ser feito?

















 

por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 09, 2019 02:03 AM

10.2.8 - a versão maldita do ArcGIS Runtime para Android


Então, tinha sido lançada a versão 10.2.8 a qual actualizava o SDK OpenSSL para resolver vulnerabilidades de segurança as quais impediam que apps novas fossem publicadas na Google Play, assim como impedia a actualização de apps já publicadas, e que tinha como consequência última a remoção da Google Play, não que estivessem lá muitas apps publicadas com o Runtime, em Julho de 2016,

Teve logo que ser lançada uma actualização 10.2.8-1, a qual actualizava a dependência de API libpng, a qual continha também uma vulnerabilidade de segurança com as consequências da anterior, mas um pouco mais grave pois punha em causa a Malicious Behavior Policy, da Google Play,

Vulnerabilidade essa descrita aqui,


Versão 10.2.8

Perceberam?!

por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 09, 2019 01:13 AM

November 08, 2019

Geofumadas [HN]

15as Jornadas Internacionales de gvSIG – Día 2

Geofumadas cubrió presencialmente los tres días de las 15as Jornadas Internacionales de gvSIG en Valencia. En el segundo día las sesiones se dividieron en 4 bloques temáticos al igual que el día anterior, iniciando con gvSIG Desktop, aquí se expuso todo lo relacionado con las novedades e integraciones al sistema. Los ponentes del primer bloque,

por geofumadas em November 08, 2019 07:26 PM

TYC GIS Formacion

Instalación de la nueva versión de PostGIS 3.0.

Ya tenemos una nueva versión de PostgreSQL que se puede descargar, si nos vamos a la página web de descargas, nos vamos al link del sistema operativo que corresponda, en este caso Windows.

Nos aparecerá una ventana nueva, hay que tener en cuenta que ya no se desarrolla este programa más para Linux a partir de la versión 10.

Así, una vez descargado, se puede lanzar el ejecutable y se procederá a la instalación,  da a siguiente a cada ventana que te aparece en el proceso.

Deja activadas las pestañas de los programas que te aparecerán en la siguiente ventana:

Incluye el directorio de almacén de datos que te interese:

Y la contraseña que consideres:

Mantén el puerto que viene por defecto, y la configuración regional:

Una vez instalado el programa, vete a “Application Stack Builder” y sigue los pasos que se te detallan:

En esta versión pgAdmin 4 se lanza en el navegador, no como un programa independiente:

Si tienes interés en alguno de los cursos de TYC GIS, escribe a formacion@tycgis.com

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

     

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por Beatriz Ramos López em November 08, 2019 12:57 PM

¿Cómo conectar R con ArcGIS Pro para trabajar con tus datos geoespaciales?

En este pequeño tutorial vamos a aprender a construir un puente entre ArcGIS Pro y R con R ArcGIS Bridge. Por supuesto contando que ya hayas instalado previamente dichos programas. Además, hay que tener en cuenta que debes tener una versión de R 3.2.2 o posterior. En nuestro caso tenemos la versión R 3.5.1.

Una vez hecho esto, la manera de activar  RBridge, es dirigiéndonos a el programa ArcGIS Pro en la ventana “Options”. El siguiente paso es  elegir “Geoprocessing” dónde te aparece la opción desde dónde puedes conectar con R, así, introduce la ruta donde tienes instalado el programa. En ese punto te solicitará que instales el paquete de integración de R y ArcGIS Pro denominado arcgisbinding.

Se le indica que lo instale vía online , te mostrará la versión y lo apruebas:

Y así, se procederá a la instalación:

Y te aparecerá el siguiente mensaje como que el paquete se ha instalado:

Si abrimos la interfaz de RStudio, podemos llamar a la librería arcgisbinding y chequear la conexión. De esta manera ya se pueden cargar datasets, convertir y exportar layers y datasets de ArcGIS en R.

Aún estás a tiempo de matricularte en la nueva convocatoria del CURSO ONLINE SOBRE DATA SCIENCE APLICADO A LOS SIG, si necesitas más información escribe a formacion@tycgis.com.

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Formación de calidad impartida por profesionales

 

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por Beatriz Ramos López em November 08, 2019 11:12 AM

Blog IDEE (ES)

OGC publica su primer estándar API de nueva generación

https://www.opengeospatial.org/pressroom/pressreleases/3106?utm_source=phplist706&utm_medium=email&utm_content=HTML&utm_campaign=First+of+new+OGC+APIs+approved+as+an+OGC+standard%3A+OGC+API+-+Features

Los estándares API de OGC de esta generación marcan el comienzo de una nueva era para la información geoespacial en la web, que permitirá compartir y acceder a información de localización de manera mucho más sencilla, usable y coherente con la arquitectura de la web. Esta especificación API, la primera de toda una serie, especifica los bloques fundamentales para implementar servicios geoespaciales con una nueva concepción.

El OGC está muy contento de anunciar que se ha aprobado el primer estándar «OGC API - Features - Part 1: Core» de su nueva generación de estándares API, basados en OpenAPI, un estándar general TIC que permite que el mundo de los datos geoespaciales no se gestione como un caso aparte y pueda beneficiarse de las mejoras, posibilidades, recursos y ventajas que ofrece la evolución de las TIC

OpenAPI es muy modular y se organiza por tipos de recurso. En este estándar OGC se definen los bloques básicos para definir servicios API geográficos que interactúen con objetos geográficos (features) de manera consistente. Esta parte inicial especifica las capacidades esencial (core) en un servcio para API de este estilo y está restringida al Sistema de Referencia de Coordenadas (SRC) EPSG:4326 (WGS84 con latitud y longitud).

En futuras partes del estándar se definirán funcionalidades adicionales, como poder trabajar en otros SRC, crear y modificar objetos geográficos, consultas complejas, acceder a varios conjuntos de datos, recuperar jerarquías...

Este estándar ha seguido las recomendaciones de ese documento del que todo el mundo habla, «OGC/W3C Spatial Data on the Web Best Practices» y se ha desarrollado en coordinación con ISO/TC 211 (Geographic Information / Geomatics), que está siguiendo el procedimiento para aprobarlo como norma ISO.

El estándar está disponible en este enlace y  los desarrolladores podrán validar la conformidad de sus aplicaciones utilizando el test de conformidad que estará disponible en tres meses en OGC GitHub Repository

Se abre una nueva etapa enormemente prometedora para la información geográfica.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 08, 2019 10:11 AM

Geo innova

¿Cómo se diseñó la automatización para generar el Mapa Topográfico Nacional 1:25.000 del IGN mediante FME Desktop?

El uso de las TIC junto con el incremento de necesidades de los usuarios de información geográfica hace necesaria una mayor efectividad y rapidez a la hora de automatizar procesos de producción de cartografía de forma masiva. De este modo, el IGN desarrolló una metodología para la producción automatizada del Mapa Topográfico Nacional a escala […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 08, 2019 03:56 AM

November 07, 2019

TYC GIS Formacion

Modificar la simbología de una capa en QGIS

Para realizar el cambio de simbología de una capa en QGIS es suficiente con acceder a las propiedades de la capa, y desde la pestaña “Simbología” seleccionar un nuevo símbolo del estilo que hemos especificado.

Podemos definir las propiedades generales del símbolo indicando el tamaño, las unidades en las cuales se expresa dicho tamaño, el grado de rotación e incluso el grado de opacidad del símbolo.

Los símbolos pueden ser sencillos, cuando están constituidos por una sola capa o elemento, pero también pueden estar constituidos por dos o más capas. A su vez, cada capa también puede constituirse por otros sub-elementos, que al seleccionarlos nos permite definir sus propiedades particulares.

Si pretendemos, por ejemplo, representar las bocas de metro de Madrid por medio de su logotipo, buscaremos el logo en la web, cuidando que el símbolo muestre el fondo transparente (formato *.png).

Descargado el logo, seleccionamos el elemento o capa que pretendemos sustituir por el logo del metro de Madrid (1), y de los tipos de capa del símbolo seleccionamos “Marcador de imagen Raster”, ya que el logo lo hemos descargado en formato *.png (Raster).

Seleccionamos el logo (*.png), accediendo al navegador de Windows. Especificamos el resto de parámetros propios del símbolo (tamaño, unidades, rotación,…).

Finalmente, obtenemos la representación de las bocas de metro, por medio del logotipo.

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Formación de calidad impartida por profesionales

    

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por Alfonso Noriega em November 07, 2019 04:49 PM

Obtener acumulación y dirección de flujo (Flow Direction) en ArcGIS

A lo largo de esta entrada se desarrollará un mini tutorial en el que explicaré cómo obtener la dirección y acumulación de flujo.

Lo primero que realizaremos será cargar nuestro Ráster en ArcGIS ya corregido.

Una vez cargado, calcularemos en primer lugar la dirección de flujo, esto lo haremos de la siguiente manera:

Dirección de flujo

Para localizar la herramienta de una manera más rápida, nos dirigimos a la pestaña de “Search” e ingresamos “Flow direction”, ingresamos a la herramienta.

Seleccionamos el DEM y el nombre y directorio donde estamos trabajando y damos clic en ok.

Este es el resultado que obtendremos ⇓.

Acumulación de Flujo

Ahora realizaremos el cálculo de acumulación de flujo.

Buscamos en el directorio la herramienta como se muestra en la imagen.

Ingresamos el raster que dirección de flujo que acabamos de obtener.

Obtendremos el siguiente resultado:

Podemos realizar ajustes en el estilo para una mejor visualización.

Podemos jugar con los valores de clasificación para una mejor visualización.

Listo hemos obtenido la dirección de flujo y la acumulación a partir de un Modelo de Elevación de un Terrero.

Este tipo de cálculos nos ayudarán en la toma de decisiones en proyecto y estudios relacionados con la geología, hidrogeología y minería.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

 

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por Gladys Toribio em November 07, 2019 09:38 AM

Geofumadas [HN]

15as Jornadas Internacionales de gvSIG – día 1

Las 15as Jornadas Internacionales de gvSIG comenzaron a desarrollarse este 6 de noviembre, en la Escuela Técnica Superior de Ingeniería Geodésica, Cartográfica y Topográfica – ETSIGCT. La apertura del evento fue llevada a cabo por autoridades de la Universidad Politécnica de Valencia, la Generalitat Valenciana y el Sr Director General de la Asociación gvSIG Alvaro

por geofumadas em November 07, 2019 02:21 AM

November 06, 2019

Geo-Divagações

As geo-apps da Intergraph(?) na PlayStore


Em termos de apps mais geo, a Intergraph tem na PlayStore, desde 2016, a app Geospatial Portal. Também lá está o Mobile MapWorks (juntamente com o MapWorks Essentials, e Advantage, seguindo aparentemente a nomenclatura do Geomedia).

Ainda não mudaram o nome na PlayStore para Hexagon. Poderiam tê-lo feito. Na App Store da Apple também ainda não mudaram. Realmente, se calhar, se actualmente, pessoas familiarizadas com a marca Intergraph já são poucas, então, Hexagon, muito menos.

Não sei se o pessoal mais ligado à produção cartográfica ainda utiliza o OrthoPro , ou a ImageStation (sempre associei o Geomedia mais à aquisição de dados).  E sinceramente, já não tenho paciência para ir confirmar, por exemplo, nos Boletins anuais do ex-IGEoE.

Talvez a aquisição da Luciad pela Hexagon, em 2017, tenha modificado a situação (estou a pensar na adopção do Geopackage como default data warehouse). Afinal de contas, a Luciad sempre  foi uma das implementações de referência do Geopackage, tendo já desde 2014, ano da publicação do standard, a biblioteca libgpkg disponível no BitBucket. 

...biblioteca que pode ser utilizada pelo OpenJump, também. Desde 2014. O Open em OpenJump é uma referência a... Open Source!! Para não falar do suporte a Geopackage introduzido na GDAL/OGR 1.11, e consequentemente também no QGIS , em ambos os caso em 2014. 

Por outro lado, a possibilidade de ligar o Geomedia ao PostGIS disponibilizada em 2014 através de repositório no CodePlex, pareceu mais uma atitude desesperada de lançar umas migalhas ao open source. Aqui, basta referir apenas que o QGIS foi desenvolvido originalmente como um cliente para PostGIS, e que o OpenJump teve no seu desenvolvimento original não só um do pioneiros do PostGIS, como também o criador da Java Topology Suite(JTS).

Não que os "parceiros" estejam minimamente preocupados com isso, até porque continuam até hoje a vender Geomedia acompanhado de licenças Oracle ASFU, as quais têm de ser renovadas anualmente. 

"There's a sucker born every minute"!
   
Mas voltemos ao mobile,



"Skip and go to demo", e assim vamos para a demo.


Apesar de já publicada há 3 anos (2016), continua na banda dos 100+ downloads (o mesmo para o MapWorks Essentials e Advantage). Numa empresa com milhares (4000?) de funcionários, fica um pouco a ideia que não acreditam muito nos produtos que andam a vender, ou que nem sequer se deram ao trabalho de descarregar a app.




Tratar-se de uma app híbrida que utiliza Openlayers e Cordova também não ajuda nada. Isso nota-se logo pelo tempo de arranque inicial, e também ao carregar o projecto demo. E é uma versão  de debug do OL!



Tem o hardwareAccelerated="true" no AndroidManifest.xml. Não sei se o Cordova anda a definir isto por defeito, mas com a excepção de jogos ou outras aplicações mais intensivas, a aceleração de hardware deve ficar ao critério do utilizador.




As apps MapWorks Essentials e Advantage também têm demo, praticamente o mesmo em termos de performance e de APK Analyzer.

Confirmado pelas licenças de terceiros:
















 




por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 06, 2019 09:51 PM

ArcGIS: Bing Maps e Google Maps?

Não há nada como um player SIG ter os seus próprios mapas de base, de forma a evitar situações patológicas, como estar dependente de terceiros, ou pior, da concorrência. Ou mesmo dos parceiros.

Situações como quebras de API, problemas de licenceamento, ou mensagens como "introduza a chave", ou "For Development purposes Only".

E por isso temos uma oferta bastante variada.

Quem tem conta do ArcGIS Online, ou conta de developer, para utilizar nos ArcGIS Runtime, já está familiarizado com o modelo Freemium. Serve perfeitamente.

Quem acede directamente aos tiles, fora dos produtos da marca, por exemplo no QGIS, aí já não tenho opinião sobre o assunto.

ArcGIS Online Basemaps


Ou para quem preferir o Catálogo dos Serviços:

https://services.arcgisonline.com/ArcGIS/rest/services/


Particularmente interessantes são as recentes camadas de OpenStreetMap em vector tiles




O ArcGISOnline até tem um sub-domínio especifíco onde expõe serviços OSM.

https://osm.arcgisonline.com/arcgis/rest/services/

Acaba por retirar carga dos servidores do OSM, os quais como sabemos não são para ser submetidos a utilização intensiva,
https://operations.osmfoundation.org/policies/tiles/

E a ESRI até é Corporate Member da OSM Foundation:
https://wiki.osmfoundation.org/wiki/Corporate_Members

Não vejo lá é uma empresa que utiliza OSM nos seus produtos. Os supeitos do costume!

Enfim, para quem tem Mapas de Base, ter Bing Maps,... ou Google Maps, deixa de ser uma funcionalidade must have e passa a ser nice-to-have.

Ou não. Imaginem um técnico pré-venda que ande a percorrer o País de Norte a Sul, a fazer apresentações no Portugal profundo sem ter Bing Maps para mostrar aos potenciais clientes.

Como é que vai vender a democratização no acesso à informação geográfica dentro das organizações? E fora?!

A malta quer é Bing ou Google, do contabilista ao especialista!

Relativamente a Google,

Google & Esri

Google Earth Enterprise & Google Maps Engine Alternatives from Esri


O "&" para dar aquela ideia de parceiros de longa data!

"In coordination with Google, Esri has prepared a special offer..."

https://www.esri.com/library/brochures/pdfs/from-google-to-arcgis.pdf


Se é alterativa não sei. O que sei é que não são parceiros ao ponto de haver suporte nativo no Map ou no Pro, ou nos Runtime, a Google Maps.

Até porque o aparecimento do Pro tem de ser visto numa lógica interaccção com o AOL e os Runtime. A competição não são os Desktop GIS tradicionais, por mais que estes permitam publicar geoportais carregando em botões. É mais facilmente competição a MapBox e a Google, a qual nunca abandonou os GIS, por exemplo,

BigQuery GIS
https://cloud.google.com/bigquery/docs/gis-intro

Ou, Earth Engine,
https://developers.google.com/earth-engine

Cloud PostGIS
https://cloud.google.com/sql/docs/postgres/extensions

Só que o target agora é outro. Por isso Personal Geodatabase no Pro, dúvido!!
https://community.esri.com/ideas/12662-enable-arcgis-pro-to-access-esri-personal-geodatabases

Enfim,

Havia a extensão Arc2Earth mas o ano passado fechou portas:
http://www.arc2earth.com/

Existiam outras soluções também de terceiros:

Open Web Maps (Bing/ArcGIS/Google)
https://www.arcgis.com/home/item.html?id=7cca7c34d6ac4ca4a61387dcf4f14e57
Bing and Google Maps Python Add-in for ArcMap 


Mas com a introdução da chave de API não sei como isso ficou.

Bing Maps 

...mas a grande parceira é mesmo a Microsoft.

Para além do Map e do Pro, o suporte nos Runtime,

Em todos, mas dando como exemplo o IOS

Na anterior série 10.2.x
https://developers.arcgis.com/ios/10-2/swift/guide/bing-maps-layer.htm

E, na actual 100.x,
https://developers.arcgis.com/ios/latest/api-reference/interface_a_g_s_bing_maps_layer.html













por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 06, 2019 08:55 PM

Blog gvSIG (ES)

gvSIG Desktop 2.5 has arrived: Downloads are available now!

The new gvSIG Desktop version, gvSIG 2.5, is available to download with a lot of new features and improvements. Some of these developments imply, by themselves, improvements of great relevance. All of them multiply the potential of gvSIG Desktop as we haven’t seen until now. Some new functionalities can also be used in previous versions.

Below is a brief summary of the main novelties.

Quick Drawing

Sometimes we need a tool that will allow to take quick notes over the map. The objective of this notes can be explicatory of certain characteristics of the map, reminders of certain work that we need to do, etc.

This tool allow to draw over the with points, lines, geometric figures or hand free drawing. In the tool we can see the attributes of this geometries. You will be able to choose some characteristics like label, size, color, font, etc.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/04/towards-gvsig-2-5-quick-drawing/

Quick access to Snapping tools

The window that allows you to configure the type of snapping (end point, medium point, near point …), and the tolerance in pixels, was inside the “Configuration” window in previous versions. In addition, if we wanted to activate or deactivate snapping we had to use a quick access key or use the command available at the “Edit” menu.

Thanks to the “Quick access to Snapping Tool” plugin we will be able to access the snapping options at any time and we can leave the floating window while editing. In this waywe can change the available options at any time.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/03/28/towards-gvsig-2-5-quick-access-to-snapping-tools/

Capture coordinates

It allows to capture the coordinates of a point indicated by the user, both in the view reference system … and in any other. It also allows us to copy the point coordinates to the ‘Clipboard‘, and then paste them into other applications.

It can be used from different gvSIG 2.5 tools such as geoprocesses, field calculator, attribute selection or editing tools.

More info: https://blog.gvsig.org/2018/04/24/new-plugin-available-to-capture-coordinates/

Listing layers at the Table of Contents

Through this new plugin we add a series of new options to the Table of Contents to list or group the layers of our View.

Besides the main list, now we can list the layers according to the source, if they are visible or not, and if they have selected elements or not. The procedure is very simple, you have to click on the icon on the top of the TOC and it allows to access to any of the grouping methods.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/28/towards-gvsig-2-5-listing-layers-at-the-table-of-contents/

New image viewer

The previous viewer simply showed the image in its original size. With this new viewer users will be able to see the image scaled to the size of the window, enlarge or reduce it and even rotate it.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/07/towards-gvsig-2-5-new-improved-image-viewer/

Hiperlink on KMZ files

It allows to consult the images included in KMZ files.

Saving export parameters and new functionalities

In the new gvSIG Desktop 2.5 we will have the option to save the export parameters of our exportations.

For certain types of projects we’ll usually make the same exportations: certain layer export to one folder, with certain name, certain projection, certain fields, etc. With this new functionality you’ll be able to save this parameters.

Two new functionalities:

  • History: save all the exportations that we made

  • Bookmarks: save the exportations that we want.

During the exportation, in the select file panel, pressing right click, you will be able to choose the option “Temporal layer path”. This will generate a formula that will save the layer in a unique temporal path. This is very useful for a quick exportations where you don’t worry about the path. If later you want to save the layer, you can repeat the exportation but choose a no temporal file path.

The exportation process also has a new Attribute selection panel. You will be able to change field name, choose if you want to export them, change its type or size.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/04/towards-gvsig-2-5-saving-export-parameters-and-new-functionalities/#more-9719

Saving and loading labelling

Any GIS user knows that sometimes it can take a considerable time to define the characteristics of a labelling; a labelling configuration that can’t be recovered for other projects. And sometimes we may be interested in applying different types of labelling in a same project to the same layer.

This type of needs are covered with this new functionality that allows to save labelling configuration and recovering it whenever we need it.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/13/towards-gvsig-2-5-saving-and-loading-labelling/

Report by point

The operation is very simple, you only have to click on a specific point on the View and a report will be shown in a new window on that point with all the attributes of all visible layers. In that report you can select and copy data to the clipboard, being able to paste them in other applications.

In addition, a new tab has been added to the layer “Properties”, that allows to define which fields you want to see in the report, and even you can modify the field name to be shown.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/15/towards-gvsig-2-5-report-by-point/

Integration with Jaspersoft for Reports

Jaspersoft is an open source tool for the creation of reports. It’s very powerful and widespread use. In this tool you can create a report template that later will be fill by gvSIG.

Jaspersoft includes some default template but we can create a new ones from cero.

We have created an integration with this software. gvSIG Desktop will be use as a server of alphanumeric data and for maps images for our designed reports.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/towards-gvsig-2-5-integration-with-jaspersoft-for-reports/

Topology framework

The topology term refers to the spatial relationships between the different entities of a GIS. These special relationships turn into a set of rules (topological rules) that we can apply to our data. The topological rules that can be applied depend mainly on the types of data that we have. There are rules that are applied to polygon layers, point layers, line layers, to the relationship between a polygon layer and a point layer, etc.

With this topology framework, gvSIG Desktop possibilities to edit and manage cartographic information are greatly increased.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/12/towards-gvsig-2-5-topology/

New rules for the Topology Framework

The developed rules are:

  • Must be coincident with
  • Must be covered by endpoint of
  • Points must be covered by line
  • Must be properly inside polygons
  • Contains a point
  • Must be disjoint
  • Must not have dangles
  • Must be larger than cluster tolerance

More info:

https://blog.gvsig.org/2019/11/04/gsoc-project-2019-new-rules-for-the-topology-framework-1/

https://blog.gvsig.org/2019/10/19/9610/

Project backup

Many of the gvSIG Desktop users usually work saving their projects. These projects, for different reasons, may have errors and they are not saved or loaded correctly. To avoid this as much as possible, gvSIG Desktop 2.5 will automatically create backup of our projects.

Its operating way is very simple. Every time we save a project in a satisfactory way, gvSIG will create a copy of the same project join together with the original one with the same name but with different extension (.bak).

In case we have an error when saving a project, gvSIG will load the last backup of that project when detecting the error, and it will modify its name indicating the date on which the error was happened, marking that backup as the last valid copy of that project.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/05/28/towards-gvsig-2-5-project-backup/

Fields importer

Thanks to it you can import the fields that you want from one table to another, through a field that allows to establish a relationship.

This tool allows you to optimize this type of tasks, which otherwise would have to be done by establishing a series of steps: creating a link, exporting to new layer, editing the table if we want to make changes in the configuration of fields … With the fields importer all these actions are reduced to the use of a single tool, where you can define the fields to be imported and even define how to name them once imported. This is another extremely useful novelty.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/25/towards-gvsig-2-5-fields-importer/

New Search tool

The new version of gvSIG Desktop 2.5 has a new interesting tool to explore and visualize our data and this is the Search tool.

The tool has two main parts:

  • Upper part: use it to create filters for our data. It has the simple and advanced search. The simple search can be used just by clicking in the components. The advanced search is ready to use an expression on it.

  • Lower part: for visualization purposes of the filtered data in a table. It also contains new tools to execute over the filtered data.

This tool has another associated tools. We can create an elaborate seleccion adding values to the existing selection o creating a new one. We can make a zoom to the filter. We also can use this filter in the exportation process framework or use this filter using the gvSIG forms.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/towards-gvsig-2-5-new-search-tool/

Virtual fields

This fields contain values ​​that are calculated when executing a certain formula that the user has defined. And, therefore, their values ​​are automatically updated each time there is a change that affects that formula.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/11/towards-gvsig-2-5-virtual-fields/

Expressions

An expression is a formula used for calculations. For example, if we want to create a selection or calculate new values, those can be done by an expression.

We have created a window to create these expressions and you will find it in different places in gvSIG Desktop. This windows could present modifications depending of the purpose of the tool in that moment.

We have introduce support for simple and really advanced calculations using this expressions. Now it will be possible to operate between different types of fields (text, numbers, dates..), new type of classes more common in programming (color, images,…) and very important, calculations with geometries, to get information (get vertex, perimeter, area,..) or to create/modify the geometry (buffer,…)

And the power of the expressions doesn’t end there, it can be use for more powerful calculations. In this operations can be use different layers, we can create joins between tables or introduce programming code directly in the expression and much more.

Also, we can access easily to others parts of gvSIG. For example, we can access to point saved in the plugin “Coordinate Capture” to create expressions with this points.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/05/08/towards-gvsig-2-5-expressions/

New Column Manager

For the new gvSIG 2.5 version several parts have had to be redone to take advantage of the full potential of the gvSIG novelties right now. One of these parts that we have redone is the Column Manager.

The Column Manager is used for managing the layer scheme. We can add new fields, modify or delete them, as well as consult the characteristics associated with these fields.

In the previous version, to modify characteristics of a field it was necessary to delete it and create it again. This will no longer be necessary. It will greatly facilitate the creation of complicated schemes because of being everything at the same window where it will be possible to add, modify and delete what we need.

The advantage of this new manager, is that there are a lot of advanced options also integrated into it. For certain fields we can indicate several options such as not allowing nulls, a typical option in databases, but thanks to this new manager and other improvements made on gvSIG we can apply it in normal shapefiles.

Another example is the “Data profile” field. It is an advanced option that allows to indicate that certain fields behave like another type of data. For example, fields with ByteArray type images are embedded in some SQLite layers. If we set that we want this ByteArray field to be recognized as an image in gvSIG, it will do it at that way and it will be shown as an image in different parts of the application, such as in the forms.

We also see that it includes the option to indicate that the field is a virtual field and its value corresponds according to an expression.

In the date type fields we will see that the Time tab is enabled. In this tab it will be possible to set time ranges. These time ranges can be used to create animations of our data by time.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/05/14/towards-gvsig-2-5-new-column-manager/

Data profiles

The data profiles will allow gvSIG to treat certain types of fields in an special way. This profiles are set in the column manager.

For example, if we have a field that it is a ByteArray type like in some data bases (the data is saved directly in the field), and we know this data is an image, we can apply an Image profile. This will allow gvSIG to work with this field as if it was an image. In the forms tool we could visualize the image instead of just a string.

In the same way, if we have a String field that contains a path to an image, absolute or relative path, we can select that this type of field is a File and the profile is an Image.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/towards-gvsig-2-5-data-profiles/

Relationships between tables and its functionalities

One of the new functionalities of gvSIG is that you will be able to create relationships between tables through a common field or foreign key. You can configure all this new functionalities in the new Column manager.

We can create relations 1 to 1. In the field of one feature in one table you create a relation to other one feature in other table. In this example you can se how the field Conductor makes reference to other table where you see all the features related to this field.

The relations 1 to many means that for each feature in one table, a multiple features from other table are assigned to that feature. It will be a list of features.

It’s also posible to configure a list of possible values for a field. This will be a closed list.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/towards-gvsig-2-5-relationships-between-tables-and-its-functionalities/

Forms configuration

The possibility to configure forms to visualize data takes big importance when the data has a hundred of fields with abbreviate field names. This data is hard to comprehend for the user. gvSIG has the capability to visualize the data in two types of forms.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/towards-gvsig-2-5-forms-configuration/

Geoprocessing framework

Now when opening the geoprocessing toolbox, you can see that extra information about the layers and fields appears at the interface.

At layer type parameters, you will be able to see the layer name, the name of the View in which it is, if it has an active selection and how many entities are selected. An icon will also appear indicating the type of geometry of the layer, or if it has a selection (with a background yellow circle).

At field type parameters, you can also see information about the type of field. and in the future you will be able to see an icon identifying that field.

Integration with the new plugin to capture coordinates

As we have told about gvSIG has a new expression generator. In the geoprocessing framework this functionality has been added, so that new geoprocesses can have a new type of parameter that is expression type.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/21/towards-gvsig-2-5-improvements-at-geoprocessing-framework/

Select and count duplicate values in gvSIG

Two new plugins have been published for the management of duplicate values ​​in a field of the attribute table of a vector layer.

The first plugin is an improvement of the already existing duplicate selection tool, where all the elements with duplicate values ​​were selected in a field of the table. With the new functionality the first one won’t be selected now. With this the user has both options available.

The second plugin allows us to count different values in a field of the attribute table. This new tool is added as a geoprocess in the Toolbox, and selecting the table and the field, we would obtain a new table (available in Project Manager-> Table) with the different values ​​of the selected field, and the number of times that each one is repeated.

More info: https://blog.gvsig.org/2018/07/03/new-plugins-to-select-and-count-duplicate-values-in-gvsig/

Aoristic Clock

The main objective of this geoprocess is to visualize the distribution of the temporal component in a graphical way. Its distribution within the hours of the same day, and within the day of the week will be shown.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/03/13/towards-gvsig-2-5-new-geoprocess-aoristic-clock/

Aoristic Clock by grid

The main objective of this geoprocess is to visualize the distribution of the temporal component in a graphical way. Its distribution within the hours of the same day, and within the day of the week will be shown.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/03/14/towards-gvsig-2-5-new-geoprocess-aoristic-clock-by-grid/

Grid by point density

The main objective of this geoprocess is to perform a fast and efficient count of points contained in a grid, that also is created by the geoprocess.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/27/towards-gvsig-2-5-new-geoprocess-grid-by-point-density/

Convert a 2D vector layer to 3D from a DEM

This new functionality allows to convert a 2D vector layer into a 3D layer, taking Z coordinates from a Digital Terrain Model on the same area, and assigning them as Z coordinate to the elements of the vector layer. The vector layer has to be a shapefile (it works on points, lines and polygons).

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/06/towards-gvsig-2-5-plugin-to-convert-a-2d-vector-layer-to-3d-from-a-dem/

Lateral buffer

It allows to create a buffer on one side of the selected geometries.

The Horton Machine

This plugin has a new toolbox with hundreds of different geoprocesses, added to the more than 350 geoprocesses included in gvSIG Desktop.

With The Horton Machine in gvSIG we will have new and interesting tools: geomorphology analysis (drainage direction, network and watershed extraction, rescaled distances and hydrologic attributes, slope, curvatures, hydrologic indexes, geomorphologic attributes, statistics, peakflow, Saint Venant, tools to prepare data for HECRAS, Shalstab, debrisflow…), LESTO (LiDAR Empowered Sciences Toolbox Opensource), raster map calculator, mobile tools…

More info: https://blog.gvsig.org/2018/03/15/the-horton-machine-new-geoprocesses-available-for-gvsig-2-4/

Taxonomy symbol library

In biology, taxonomy is the science of naming, defining (circumscribing) and classifying groups of biological organisms on the basis of shared characteristics.. The new symbol library includes more than 200 icons of species.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/11/04/towards-gvsig-2-5-taxonomy-symbol-library/

“Indigenous mapping” symbol library

We added a new symbol library called “Indigenous mapping” that contains an interesting set of point symbols developed by “The Ethnographic Mapping Lab” of the University of Victoria and designed by the graphic artist James Gray.

The objective of these icons is to represent the set of activities, resources and locations commonly associated with indigenous mapping projects.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/13/towards-gvsig-2-5-indigenous-mapping-symbol-library/

gvSIG Black: New icon set

A new icon theme ready to be used in the application, that you can already find in the add-ons manager. The name of this plugin is ‘gvSIG Black‘ and the icon resolution is 24×24 pixels.

More info: https://blog.gvsig.org/2018/08/02/gvsig-black-new-icon-and-information-set-to-customize-gvsig-desktop/

Icons scale

The option to scale the icons has been included at gvSIG preferences, independetly of the icons set that we are using.

New OSM map servers

Now we have added three new servers to the great number of OSM servers that were already available in gvSIG, that we think that will be interesting for certain uses:

  • OSM France. Oriented to show the OSM data with the toponymy in French and the most representative symbols of French culture (for example, bakeries are represented with the symbol of a baguette). Surely it will be useful for the growing French-speaking gvSIG Desktop users community.
  • Hillshading. It shows the relief of the ground through a representation using grey tones.
  • OSM B&W. In this case it shows the OSM cartography, as represented by Mapnik, but without using colours, only using grey tones.

More info: https://blog.gvsig.org/2019/02/28/towards-gvsig-2-5-new-osm-map-servers/

gvSIG Desktop and gvSIG Mobile integration

This plugin includes a new functionality that allows to generate the base cartography for gvSIG Mobile from a gvSIG Desktop View. In addition, we will be able to load a project made in gvSIG Mobile directly in gvSIG Desktop, including the elements created with a customized form, images, etc.

More information: https://blog.gvsig.org/2018/03/20/plugin-for-gvsig-desktop-and-gvsig-mobile-integration-is-now-available/

Create forms for field data gathering with gvSIG Mobile

Through this plugin we can create custom forms for censuses, surveys, inventories, inspections …, with the different type of fields that we want (drop-down, multi-selection, date, true-false …).

The main advantage of working with these forms is that we can create different sections, which cover different topics, and each of them with their customized forms.

More info: https://blog.gvsig.org/2018/05/08/gvsig-desktop-plugin-to-create-forms-for-field-data-gathering-with-gvsig-mobile/

Analysis of drinking water distribution systems

Plugin to connect with the software called “Epanet”, that allows the analysis of drinking water distribution systems.

More info: https://blog.gvsig.org/2018/03/16/new-plugin-for-analysis-of-drinking-water-distribution-systems-in-gvsig-2-4/

Images on SpatialLite

Spatialite images support. It allows to be consulted from forms, its use from hyperlink and export images to folders.

Statistics Viewer

The statistical process are oriented to error detection in the alphanumeric values. This errors are difficult to find if there are no specified tools for it. Also, they will help us to learn about the meaning of our data.

More info: https://blog.gvsig.org/2018/03/01/new-plugin-for-gvsig-2-4-statistics-viewer/

por Alvaro em November 06, 2019 08:28 PM

gvSIG Desktop 2.5 está aquí: ¡Descargas ya disponibles!

Lista para descarga la nueva versión de gvSIG Desktop. gvSIG 2.5 viene plagada de novedades y mejoras. Algunas de estas novedades implican, por si solas, mejoras de gran relevancia. El conjunto de todas ellas multiplica el potencial de gvSIG Desktop como hasta ahora no habíamos visto. Algunas novedades también pueden utilizarse en versiones anteriores.

A continuación un breve resumen de las novedades principales.

Dibujo rápido

En ciertos casos viene muy bien tener una opción para realizar anotaciones rápidas sobre las Vistas que tenemos preparadas en gvSIG para destacar ciertas características del mismo, ya sea con el objetivo de resaltarlas con un objetivo explicativo o como un recordatorio para nosotros mismos sobre acciones que tengamos que tomar.

Las herramientas que tiene las podemos ver en los iconos para dibujado de puntos, lineas, formas geométricas o dibujo libre. Solo tenemos que seleccionar una de las herramientas y dibujar sobre la vista. Las características de colores, etiquetado, etc que aparecen las herramientas son las que se utilizarán para el pintado de esa herramienta.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/04/camino-a-gvsig-2-5-herramienta-de-dibujo-rapido/

Acceso rápido a Snapping (referencia a objetos)

La ventana que permite configurar el tipo de snapping (punto final, punto medio, punto cercano…), y la tolerancia en píxeles, en versiones anteriores se encontraba dentro de la ventana de “Configuración”. Por otro lado, para activar o desactivar el snapping debíamos usar una tecla rápida o bien utilizar la orden del menú “Editar”.

Gracias al plugin de “Quick access to Snapping Tool” podremos acceder en cualquier momento y de forma muy rápida a las opciones de snapping, pudiendo dejar la ventana flotante mientras editamos y de este modo cambiar en cualquier momento las opciones disponibles.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/03/21/camino-a-gvsig-2-5-acceso-rapido-a-snapping-referencia-a-objetos/

Capturador de coordenadas

Permite capturar las coordenadas de un punto indicado por el usuario, tanto en el sistema de proyección de la Vista…como en cualquier otro. Además nos permite copiar al ‘Portapapeles’ las coordenadas del punto, pudiendo luego pegarlas en otras aplicaciones.

Puede utilizarse desde distintas herramientas de gvSIG 2.5 como los geoprocesos, la calculadora de campos, la selección por atributos o las herramientas de edición.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/04/24/nuevo-plugin-capturador-de-coordenadas/

Enumeración de capas en la Tabla de Contenidos

Mediante este nuevo plugin añadimos a la Tabla de Contenidos una serie de nuevas opciones para enumerar o agrupar las capas de nuestra Vista.

Además de la enumeración principal podremos listar las capas según la fuente, si son o no visibles y si tienen o no elementos seleccionados. El procedimiento es muy sencillo, hacer clic en el icono de la parte superior del TOC que permite acceder a alguno de los métodos de agrupación.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/28/camino-a-gvsig-2-5-enumeracion-de-capas-en-la-tabla-de-contenidos/

Nuevo visor de imágenes

El anterior visor simplemente mostraba la imagen enlazada a su tamaño real. Con este nuevo visor podemos visualizar la imagen escalada al tamaño de la ventana, agrandarla o reducirla e incluso girarla.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/07/camino-a-gvsig-2-5-nuevo-visor-de-imagenes-mejorado/

Hiperenlace con KMZ

Permite consultar las imágenes asociadas a un KMZ.

Guardado de parámetros de exportación y otras mejoras

Una de las funcionalidades que se han añadido a la nueva version de gvSIG Desktop 2.5 es la posibilidad de guardar los parámetros de exportación de las exportaciones que solamos hacer.

Para cierto tipos de proyectos solemos hacer siempre las mismas exportaciones: que cierta capa se exporte a una carpeta concreta con un nombre especificado, con cierta proyección, ciertos campos, etc. Con esta funcionalidad nos permitirá facilitar estas exportaciones. Podrás dejar preparadas las que más a menudo suelas utilizar y luego cargarlas desde el exportador.

Tendremos acceso a dos nuevas funcionalidades:

  • Histórico: almacena los parámetros de las últimas exportaciones realizadas automáticamente
  • Marcadores o favoritos: almacena con un nombre especifico los parámetros de exportación que hayamos utilizado.

Durante la exportación, en el panel de seleccionar fichero de salida, podremos presionar con el click derecho y seleccionar la opción de “Ruta de capa temporal”. Esto nos insertará automáticamente una formula a una ruta temporal para la exportación, muy útil para cuando queremos hacer una exportación rápida y no necesitamos guardar las capas en una ruta fija.

La exportación también dispone de paneles nuevos como el de selección de campos, que incluye renombrado y cambio de tipo. Te permitirá que para una exportación solo coja unos campos determinados y no todos los de la capa.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/04/camino-a-gvsig-2-5-guardado-de-parametros-de-exportacion-y-otras-mejoras/

Guardar y cargar un etiquetado

Cualquier usuario de un SIG sabe que en ocasiones puede conllevar un tiempo considerable definir las características de un etiquetado; una configuración de etiquetado que no es recuperable para otros proyectos. Y también puede ocurrir que en un mismo proyecto, a una misma capa, nos pueda interesar aplicarle distintos tipos de etiquetado.

Este tipo de necesidades se cubren con esta nueva funcionalidad que permite guardar la configuración del etiquetado y recuperarla siempre que lo necesitemos.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/13/camino-a-gvsig-2-5-guardar-y-cargar-un-etiquetado/

Informe por punto

El funcionamiento es muy sencillo, pulsamos en un punto determinado de la Vista y se nos mostrará en una nueva ventana un informe sobre ese punto con todos los atributos de todas las capas visibles. En este informe podemos seleccionar y copiar los datos al portapapeles, pudiendo así luego pegarlos en otras aplicaciones.

Además se ha añadido una nueva pestaña a las “Propiedades” de la capa que permite definir que campos queremos que se visualicen en el informe, e incluso modificar el nombre con que aparece el campo.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/15/camino-a-gvsig-2-5-informe-por-punto/

Integración con Jaspersoft para generación de informes

Jaspersoft es una herramienta de software libre para la generación de informes muy potente y de uso muy expandido. En ella se pueden crear plantillas las cuales se acabaran rellenando con datos para obtener un informe final a nuestro gusto.

El propio programa ya incluye unas plantillas por defecto que se pueden cargar con nuestros datos o podemos crear diseñados nuevos arrastrando campos y creando su configuración.

Desde gvSIG hemos realizado la integración con este software haciendo que gvSIG Desktop pueda hacer de servidor de datos para estos informes, tanto para datos alfanuméricos como para imágenes de mapas.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/camino-a-gvsig-2-5-integracion-con-jaspersoft-para-generacion-de-informes/

Marco de topología

El término topología se refiere a las relaciones espaciales entre las distintas entidades de un SIG. Estas relaciones especiales se traducen en un conjunto de reglas (reglas topológicas) que podremos aplicar sobre nuestros datos. La reglas topológicas que se pueden aplicar dependen principalmente de los tipos de datos que dispongamos. Hay reglas que se aplican a capas de polígonos, otras a capas de puntos, otras a capas de líneas, otras a la relación entre una capa de polígonos y otra de puntos, etc.

Con la incorporación de este marco de topología se amplían enormemente las capacidades de gvSIG Desktop para editar y gestionar la información cartográfica.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/12/camino-a-gvsig-2-5-topologia/

Nuevas reglas para el marco de Topología

Se han desarrollado un conjunto de reglas:

  • Debe coincidir con
  • Debe estar cubierto por el extremo de
  • El punto debe estar cubierto por la línea
  • Debe estar incluida correctamente dentro de los polígonos
  • Contiene punto
  • Debe estar separado
  • No debe tener nodos colgados (dangles)
  • Debe ser mayor que la tolerancia

Más información:

https://blog.gvsig.org/2019/11/04/proyecto-gsoc-2019-nuevas-reglas-para-el-marco-de-topologia-1/

https://blog.gvsig.org/2019/10/19/9610/

Copia de seguridad del proyecto

Muchos de los usuarios de gvSIG Desktop trabajan habitualmente utilizando proyectos de gvSIG. Estos proyectos, por diferentes causas, pueden tener errores y no guardarse o cargarse correctamente. Para evitar esto en lo máximo posible ahora gvSIG Desktop 2.5 realizará una copia de seguridad automáticamente de nuestros proyectos.

La forma de funcionar es muy sencilla. Cada vez que guardemos un proyecto de forma satisfactoria, gvSIG creará una copia del mismo proyecto al lado del nuestro con el mismo nombre pero diferente extensión (.bak).

En caso de que tengamos un error a la hora de guardar un proyecto, gvSIG al detectar el error, irá a la última copia de seguridad de ese proyecto y modificará el nombre indicando la fecha en la que se cometió el error, marcando así que esa copia de seguridad es la última copia válida de ese proyecto.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/05/28/camino-a-gvsig-2-5-copia-de-seguridad-del-proyecto/

Importador de campos

Gracias a ella podemos importar los campos que deseemos de una tabla a otra, mediante un campo que permita establecer una relación.

Esta herramienta permite optimizar este tipo de tareas, que de otro modo se tendrían que hacer estableciendo una serie de pasos: crear un enlace, exportar a nueva capa, editar la tabla si queremos realizar cambios en la configuración de campos…

Con el importador de campos todas estas acciones se reducen al uso de una única herramienta, donde podemos definir los campos a importar e incluso definir el nombre con el que queremos que aparezcan una vez importados. Otra novedad extremadamente útil.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/24/camino-a-gvsig-2-5-importador-de-campos/

Nueva herramienta de búsqueda

En gvSIG 2.5 se ha introducido una nueva herramienta para el filtrado de tablas de datos y es la de Búsqueda. Esta herramienta facilitará la exploración y visualización de los atributos las tablas.

La herramienta tiene dos partes principales.

  • Parte superior: orientada a crear los filtros deseados para aplicar a los datos. Existen tanto la búsqueda simplificada como la búsqueda avanzada. La búsqueda simple está preparada para poder manejarse solamente con clicks de ratón. La búsqueda avanzada permitirá establecer una expresión de filtrado.
  • Parte inferior: orientada a la visualización de los datos filtrados en una tabla. También contiene una serie de herramientas para ejecutar sobre el resultado del filtrado.

Esta herramienta tiene otras herramientas asociadas. Podemos ir creando selecciones avanzando añadiendo entidades o creando nuevas. También otra para hacer zoom a la Vista de estas entidades. Otra opción interesante es abrir el panel de exportación con este filtro aplicado, para poder exportar este filtro como otra capa por ejemplo o por último, usar ese filtro para exportarlo en un informe que esté asociado a esta capa.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/camino-a-gvsig-2-5-nueva-herramienta-de-busqueda/

Campos virtuales

Este tipo de campos contienen valores que se calculan al ejecutarse una determinada fórmula que hayamos definido. Y, por tanto, sus valores se actualizan automáticamente cada vez que hay algún cambio que afecta a esa fórmula.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/11/camino-a-gvsig-2-5-campos-virtuales/

Expresiones

Una expresión es una fórmula que se puede utilizar para realizar un cálculo. Por ejemplo, si deseamos realizar una selección o filtrado de entidades de una capa, podríamos hacerlo mediante una expresión.

Para ello hemos creado una ventana que incluye toda esta funcionalidad para crear expresiones y es la que podremos encontrar en diferentes lugares de gvSIG. Estas ventanas incluirán modificaciones según el uso que se haga de las expresiones en ese lugar.

En gvSIG hemos introducido el soporte para realizar este tipo de cálculos que pueden ser simples o pueden ser cálculos muy complicados en los que intervengan funciones muy diversas para trabajar con campos de todo tipo (texto, numéricos, fecha,..), trabajar con clases nuevas que antes no se podía (objetos de tipo color, imagen,..) y muy importante, realizar cálculos sobre geometrías, tanto sacar información de ellas (centroide, área, primer vértice,..) como modificarlas (aplicara un área de influencia,..).

Y la potencia de las expresiones no acaba aquí, se pueden utilizar para realizar cálculos mucho más avanzados. En estas formulas pueden participar diferentes capas que tengamos cargadas en gvSIG, podríamos realizar uniones entre tablas, introducir código de programación para crear nuestras propias funciones y un largo etcétera.

También incluye funciones en las que podemos introducir puntos que hemos capturado, por ejemplo, con la herramienta de “Coordinate Capture” o capturarlos en el mismo momento de la creación de la expresión.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/05/07/camino-a-gvsig-2-5-expresiones/

Nuevo gestor de columnas

Para la nueva versión de gvSIG 2.5 se han tenido que rehacer varias partes para poder aprovechar todo el potencial de las novedades que tiene gvSIG ahora mismo. Una de estas partes que hemos rehecho es el Gestor de columnas.

El Gestor de columnas es el encargado de gestionar el esquema de las capas. Podremos añadir campos nuevos, modificarlos o borrarlos, así como consultar las características asociadas a dichos campos.

En la versión anterior, para modificar características de un campo era necesario eliminarlo y volverlo a crear. Esto ya no será necesario. Facilitará mucho la creación de esquemas complicados al estar todo en una misma ventana con la capacidad de añadir, modificar y borrar lo que necesitemos.

La ventaja de este nuevo gestor, es que vienen una gran cantidad de opciones avanzadas también integradas en el mismo. Para ciertos campos podemos indicarle opciones como que no permite nulos, una opción típica en bases de datos, pero que gracias a este nuevo gestor y otras mejoras realizadas en gvSIG podemos hacer uso de ella en capas shape normales.

Otro ejemplo es el campo de “Perfil de dato”. Es una opción avanzada que permite indicar que ciertos campos se comporten como otro tipo de datos. Por ejemplo, en algunas capas SQLite vienen incrustados campos con imágenes de tipo ByteArray. Si estableciéramos en gvSIG que queremos que ese campo ByteArray se lea como una imagen, gvSIG así lo hará y la mostrará como imagen en diferentes partes del programa como por ejemplo en los formularios.

También vemos que incluye la opción de indicarle que el campo sea un campo virtual y su valor corresponda en función de una expresión.

En los campos de tipo fecha veremos que se activa la pestaña de Tiempo. En esta pestaña será posible establecer rangos de tiempo. Estos rangos de tiempo podrán ser utilizados para la creación de animaciones de nuestros datos por tiempo.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/05/14/camino-a-gvsig-2-5-nuevo-gestor-de-columnas/

Perfiles de datos

Los perfiles permiten a gvSIG tratar de una forma especial ciertos tipos de campos. La configuración de los perfiles se hará desde el Gestor de columnas.

Por ejemplo, si tenemos un campo de tipo ByteArray como ocurre en algunas bases de datos (los datos se encuentra incrustados en el campo mismo), y sabemos que ese campo es una imagen, podemos aplicarle el perfil de Imagen. Esto permitiría visualizar la imagen, por ejemplo, directamente en la herramienta de Formularios en vez de una cadena de caracteres.

De la misma manera, si tenemos un campo de tipo String que contiene una ruta a una imagen, ya sea relativa o absoluta, podemos cambiarle el tipo del campo a Fichero y que su perfil es una Imagen.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/camino-a-gvsig-2-5-perfiles-de-datos/

Relación entre tablas y sus funcionalidades

Una de las nuevas funcionalidades de gvSIG es la capacidad de crear relaciones entre tablas a través de un campo común o clave ajena. Todas estas funcionalidades se configuran desde el nuevo Gestor de columnas.

Podemos tener relaciones de uno a uno. En un campo de una tabla se hace referencia a un registro de otra tabla.

Las relaciones 1 a muchos significan que por cada registro de una tabla, van asociados muchos de otra tabla.

También se pueden tener valores asociados a un determinado campo, una lista cerrada solo con los valores posibles.

También le podemos aplicar etiquetas a los campos. Estas etiquetas se encuentran en otra tabla diferente a la original.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/camino-a-gvsig-2-5-relacion-entre-tablas-y-sus-funcionalidades/

Configuración de Formularios

La posibilidad de configurar la visualización de los datos es de gran importancia sobretodo cuando tenemos una gran cantidad de datos con múltiples campos que tienen nombres abreviados de difícil comprensión. Para esto en gvSIG existen dos opciones de visualización en forma de formularios. Además de contar con las herramientas asociadas a estos formularios como las de selección, exportación o edición.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/05/camino-a-gvsig-2-5-configuracion-de-formularios/

Marco de geoprocesos

Ahora al abrir los geoprocesos, podremos notar que en la interfaz nos aparece información extra sobre las capas y los campos que antes no teníamos.

En los parámetros de tipo capa, podremos ver rápidamente el nombre de la capa, el nombre de la Vista en la que se encuentra, si tiene una selección activa y de cuantas entidades es esa selección. También aparecerá un icono que nos indica el tipo de geometría de la capa o si tiene una selección (con un circulo amarillo de fondo).

En los parámetros de tipo campo, también podremos ver información sobre el tipo de campo que es y a futuro veremos un icono identificativo de dicho campo.

Integración con el nuevo capturador de coordenadas.

Como hemos comentado gvSIG tiene un nuevo generador de expresiones. En el marco de geoprocesos hemos añadido esta funcionalidad para que nuevos geoprocesos puedan tener un nuevo tipo de parámetro que sea de tipo expresión.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/20/camino-a-gvsig-2-5-mejoras-en-el-marco-de-geoprocesos/

Selección y conteo de duplicados

Se han publicado dos nuevos plugins para la gestión de valores duplicados en un campo de la tabla de atributos de una capa vectorial.

El primero sería una mejora del ya existente de selección de duplicados, donde se seleccionaban todos los elementos con valores duplicados en un campo de la tabla. Con la nueva funcionalidad ahora nos dejaría el primero de ellos sin seleccionar. Con ello el usuario tiene ambas opciones disponibles.

El segundo plugin es el de conteo de valores en un campo de la tabla de atributos. Esta nueva herramienta se añade como un geoproceso más en la Caja de herramientas, y con él, seleccionando la tabla y el campo deseados, obtendríamos una nueva tabla (disponible en el Gestor de proyectos->Tabla) con los distintos valores del campo seleccionado, y el número de veces que se repite cada uno.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/07/03/nuevos-plugins-para-seleccion-y-conteo-de-valores-duplicados-en-gvsig/

Reloj aorístico

El objetivo principal de este geoproceso es el de visualizar de una forma gráfica la distribución de la componente temporal. Se mostrará su distribución dentro de las horas de un mismo día, y su distribución dentro del día de la semana.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/03/12/camino-a-gvsig-2-5-nuevo-geoproceso-reloj-aoristico/

Reloj aorístico por rejilla

El objetivo principal de este geoproceso es el de visualizar de una forma gráfica la distribución de la componente temporal. Se mostrará su distribución dentro de las horas de un mismo día, y su distribución dentro del día de la semana.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/03/14/camino-a-gvsig-2-5-nuevo-geoproceso-reloj-aoristico-por-rejilla/

Rejilla por densidad de puntos

El objetivo principal de este geoproceso es el de realizar de una forma rápida y eficiente un conteo de puntos contenidos en una rejilla que también crea el geoproceso.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/26/camino-a-gvsig-2-5-rejilla-por-densidad-de-puntos/

Geoproceso para convertir una capa vectorial 3D en una capa 2D

Se ha publicado un nuevo geoproceso en gvSIG que permite convertir una capa 3D o 3DM a una capa 2D. Este geoproceso eliminará las coordenadas Z y/o M, dejando únicamente las coordenadas X e Y, y se puede ejecutar sobre cualquier tipo de geometría. Gracias a este nuevo plugin se podrán utilizar ciertos geoprocesos que únicamente funcionaban sobre capas 2D.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/06/05/nuevo-geoproceso-para-convertir-una-capa-vectorial-3d-en-una-capa-2d/

Buffer lateral

Permite crear una zona de influencia a un lado de las geometrías seleccionadas.

The Horton Machine

El plugin “The Horton Machine”, anteriormente conocido como JGRASS, que incluye una nueva caja de herramientas con cientos de geoprocesos de todo tipo, y que se suman a los más de 350 geoprocesos ya existentes en gvSIG Desktop.

Con The Horton Machine se tendrá acceso a herramientas para análisis geomorfológico (dirección de drenaje, cálculo de redes y cuencas, re-escalado de distancias y atributos hidrológicos, pendiente, curvaturas, índices hidrológicos, atributos geomorfológicos, estadísticas, flujo máximo, Saint Venant, herramientas de preparación de datos para HECRAS, Shalstab, flujo de escombros…), LESTO (LiDAR Empowered Sciences Toolbox Opensource), calculadora de mapas para capas ráster…

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/03/15/horton-machine-nuevos-geoprocesos-disponibles-para-gvsig-2-4/

Biblioteca de símbolos de Taxonomía

La taxonomía biológica es la «teoría y práctica de clasificar organismos». La nueva biblioteca de símbolos contiene más de 200 iconos de especies biológicas.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/11/04/camino-a-gvsig-2-5-biblioteca-de-simbolos-de-taxonomia/

Biblioteca de símbolos de mapeo indígena

Añadimos una nueva biblioteca de símbolos denominada “ Indigenous mapping” que contiene un interesante conjunto de símbolos puntuales desarrollados por “The Ethnographic Mapping Lab” de la Universidad de Victoria y diseñados por el artista gráfico James Gray.

El objetivo de estos iconos es representar el conjunto de actividades, recursos y localizaciones comúnmente asociadas a los proyectos de mapeo indígena.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/13/camino-a-gvsig-2-5-biblioteca-de-simbolos-indigenous-mapping/

gvSIG Black: nuevo juego de iconos

Un nuevo tema de iconos listo para utilizarse en la aplicación y que desde ya podéis encontrar en el administrador de complementos. Su nombre ‘gvSIG Black’ y su resolución 24×24 píxeles.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/08/02/gvsig-black-nuevo-juego-de-iconos-e-informacion-para-personalizar-gvsig-desktop/

Escalar iconos

En las preferencias de gvSIG Desktop se ha incorporado la opción de escalar los iconos, independientemente del tema de iconos que estemos utilizando.

Nuevos servicios de mapas de OSM

Al buen número de servidores de OSM que ya estaban disponibles en gvSIG hemos añadido tres nuevos que consideramos que pueden ser interesantes para determinados usos:

  • OSM France. Orientado a mostrar los datos de OSM con la toponimia en francés y simbología más representativa de la cultura francesa (por ejemplo las panaderías ser representan con el símbolo de una baguette). Seguramente será de utilidad para la cada vez mayor comunidad francófona de usuarios de gvSIG Desktop.

  • Hillshading. Muestra el relieve del terreno mediante una representación del mismo utilizando tonos de gris.

  • OSM B&W. En este caso muestra la cartografía de OSM, tal y como la representa Mapnik, pero sin uso del color, utilizando unicamente tonos de grises.

Más información: https://blog.gvsig.org/2019/02/27/camino-a-gvsig-2-5-nuevos-servicios-de-mapas-de-osm/

Integración entre gvSIG Mobile y gvSIG Desktop

Este plugin incluye una nueva funcionalidad que nos permite generar la base cartográfica para gvSIG Mobile desde Vistas de gvSIG Deskop. Por otro lado nos permite también cargar directamente en gvSIG Desktop un proyecto realizado en gvSIG Mobile, incluyendo los creados con un formulario personalizado, imágenes, etc.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/03/20/plugin-para-la-integracion-entre-gvsig-mobile-y-gvsig-desktop-disponible/

Crear formularios para toma de datos en campo en gvSIG Mobile

Mediante esta extensión podemos crear formularios personalizados para censos, encuestas, inventarios, inspecciones…, con los campos que deseemos de diferentes tipos (desplegables, multiselección, fecha, verdadero-falso…).

La principal ventaja de trabajar con estos formularios es que podemos crear diferentes secciones, que abarquen temáticas diferentes, y cada una de ellas con sus formularios personalizados.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/05/08/extension-que-permite-crear-formularios-facilmente-para-toma-de-datos-en-campo-en-gvsig-mobile/

Análisis de sistemas de distribución de agua potable

Plugin para conectar con el software denominado “Epanet” y que permite el análisis de sistemas de distribución de agua potable.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/03/16/nuevo-plugin-para-analisis-de-sistemas-de-distribucion-de-agua-potable-en-gvsig-2-4/

Carga de ficheros XML de SIGPAC

Permite cargar los ficheros XML de SIGPAC, el Sistema de Información Geográfica de Parcelas Agrícolas de España.

Si la capa XML es de líneas o puntos, se cargará como un fichero CSV, y si es de polígonos se cargará directamente como SHP.

Más información: https://blog.gvsig.org/2018/06/28/nueva-extension-de-gvsig-para-cargar-ficheros-xml-de-sigpac-en-espana/

Imágenes en SpatialLite

Soporte a imágenes en SpatiaLite. Permite su consulta desde formularios, su uso en el hiperenlace o la exportación a una carpeta de las imágenes.

Visor estadístico

En esta herramienta se incluyen diferentes herramientas de análisis y de visualización. Los procesos estadísticos están orientados a la detección de errores en los campos alfanuméricos que de otra forma serían difíciles de localizar. A su vez, estos procesos nos ayudarán a extraer conocimiento de las diferentes columnas de datos en las capas cargadas.

por Alvaro em November 06, 2019 08:28 PM

Apertura 15as Jornadas Internacionales de gvSIG

Como en años anteriores os compartimos las palabras de la Asociación gvSIG en el acto de apertura de las 15as Jornadas Internacionales de gvSIG:

Quiero empezar por saludar a todos los asistentes, los que aquí nos acompañan y todos aquellos que nos verán en diferido en tantos países y desde tantos rincones. Y saludar a la mesa presidencial, donde se encuentra tan bien representada la universidad y la administración más directamente relacionada con la geomática y el proyecto gvSIG. No en vano una parte importante del equipo de gvSIG se formó en esta Escuela y, como todos y todas sabéis, gvSIG es un hijo de la Generalitat Valenciana.

Me alegra enormemente contar en la mesa con los responsables del ICV y de la DGTIC. Su presencia muestra muchas cosas: una apuesta por la innovación, por la tecnología y la industria valenciana, y una comprensión de una realidad de la que llevamos años oyendo hablar desde la Academia: la importancia de la componente geográfica y su carácter multidisciplinar. Y de que los dos componentes de la Geomática, la Geo y la Informática, han de ir de la mano. Gracias por estar aquí.

Y no está de más recordar donde estamos. A veces damos por asumidos logros que han supuesto el esfuerzo de muchas personas que han materializado una propuesta: la puesta en marcha de un nuevo modelo de producción basado en el conocimiento compartido, la solidaridad y la colaboración. Era preciso soñar, y creyendo en esos sueños hemos llegado a las decimoquintas Jornadas Internacionales de gvSIG. 15 años. De un proyecto nacido en la periferia de Europa, no anglosajón. Un proyecto que ha generado tecnología que hoy día se utiliza en más de 160 países, que ha recibido reconocimientos como los premios de la NASA o la Unión Europea, en este último caso al proyecto de software libre más importante desarrollado en Europa. Se dice pronto.

Hoy día gvSIG se utiliza en ayuntamientos, ministerios, ONGs, empresas privadas -pymes y grandes multinacionales-, y en entidades supranacionales como Naciones Unidas. Y que, como no podía ser de otra forma, es utilizado de forma extensiva en la Generalitat, cuya apuesta por la Suite gvSIG es más fuerte que nunca. Lo que hace 15 años era imposible hoy es una realidad que sitúa a la tecnología valenciana como un referente mundial en geomática. Ahora debemos soñar lo que podemos celebrar dentro de otros 15 años. Y trabajar para construirlo.

La Asociación gvSIG es en gran parte la materialización de esas ideas y valores que guían al proyecto. Otra forma de entender la economía, aunando esfuerzos, reduciendo asimetrías entre países, desarrollando tejido industrial altamente cualificado. Cambiando la competencia por la colaboración, la especulación por el conocimiento compartido. No es casualidad que haya reunido y desarrollado a especialistas en geomática, en toda su amplitud, que hoy día son reconocidos internacionalmente. No sólo por gvSIG, sino por sus competencias y conocimiento en todas las tecnologías geo.

Las TIC son un sector estratégico, nadie debería dudarlo en la era de la tecnología. ¿Qué relación debemos mantener con la tecnología? Hay una tendencia que es clara, los usuarios quieren cada vez más garantías y menos dependencias. Un ejemplo son estas jornadas. Vamos a conocer proyectos que utilizan todo el catálogo de soluciones de la suite gvSIG: Infraestructuras de Datos Espaciales, aplicaciones de escritorio y móviles. Excelentes proyectos que no son más que una pequeña representación de una realidad global.

Creamos, juntos, tecnología. Cada día, en cada proyecto. Y la suma de todos esos aportes hace más fuerte a gvSIG, nos hace más fuertes a todos nosotros.

Decía Obama, el ex-presidente, que la geografía era mucho más que poner nombres en un mapa, que se trataba de entender la realidad. Proyectos como gvSIG ponen los medios tecnológicos para ello, con la esperanza no sólo de comprenderla, sino también de transformarla. De trabajar para construir un futuro mejor. Sigamos soñando y creando tecnología.

Bienvenidos a las 15as Jornadas Internacionales de gvSIG.

por Alvaro em November 06, 2019 05:08 PM

Geo innova

Estrategia de adaptación al Cambio Climático en Europa y España

La Comisión Europea adoptó la Estrategia de Adaptación al Cambio climático en 2013

La Estrategia de adaptación al cambio climático fue adoptada por la Comisión Europea en 2013. Con un enfoque coherente y renovado en la coordinación, se propone mejorar en todos los niveles de gobernanza. Así, se podrá responder de forma adecuada al impacto del cambio climático. Foco de la Estrategia de adaptación al cambio climático Tres […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 06, 2019 03:45 AM

Blog IDEE (ES)

Nuevo mapa de usos del suelo 2019 en IDECOR

https://gn-idecor.mapascordoba.gob.ar/maps/22/view

Dentro del proyecto de la IDE de la provincia de Córdoba (IDECOR) de Argentina y para la actualización de la primera versión del WMS de Mapa de Usos del Suelo 2017-2018, se ha formado una mesa de trabajo conjunto entre IDECOR, CONICET, INTA Regional Córdoba, Secretaría de Ambiente y Secretaría de Agricultura, con la finalidad elaborar una nueva versión del Mapa de Cobertura de Suelo 2019.

Se pasará de 2,5 ha a 1 ha de superficie mínima representable, lo que es un verdadero reto,se utilizaran aplicaciones de código abierto y se establecerá un banco único de almacenamiento de observaciones de campo. 

https://gn-idecor.mapascordoba.gob.ar/maps/22/view

El resultado podrá verse en IDECOR y en el geoportal Mapas de Córdoba.

Una iniciativa espléndida que constituye todo un ejemplo de cooperación interinstitucional y trabajo en equipo. Enhorabuena a todos los que han hecho posible este proyecto.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 06, 2019 03:00 AM

November 05, 2019

Blog gvSIG (ES)

Towards gvSIG 2.5: Forms configuration

The possibility to configure forms to visualize data takes big importance when the data has a hundred of fields with abbreviate field names. This data is hard to comprehend for the user. gvSIG has the capability to visualize the data in two types of forms.

Default forms

This forms are the usual forms that we use in gvSIG, just that the new version of gvSIG 2.5 has bring new capabilities to improve the visualization of them. It will be possible to configure the label of the fields, create groups of fields in tabs and set different profiles to the fields to improve the visualizacion like Image or long strings.

Abeille forms

Abeille is a tool to create graphical interfaces very easy to use. You can create a template for form that will use your layers. If you let this template form next to the shape file, automatically gvSIG will use it in the forms of this layer. Each component is related to a field in the table data.

Here you can see an example of a complex form.

And this is other tab of the same form.
As you can se, it’s a very useful way to make the data understandable.

por Óscar Martínez em November 05, 2019 09:51 PM

Camino a gvSIG 2.5: Configuración de Formularios

La posibilidad de configurar la visualización de los datos es de gran importancia sobretodo cuando tenemos una gran cantidad de datos con múltiples campos que tienen nombres abreviados de difícil comprensión. Para esto en gvSIG existen dos opciones de visualización en forma de formularios. Además de contar con las herramientas asociadas a estos formularios como las de selección, exportación o edición.

Formularios por defecto

Estos formularios son los ya habituales en gvSIG, solamente que con la última versión ha mejorado considerablemente la capacidad de configuración de ellos, así como otras funcionalidades asociadas a ellos. Podremos configurar las etiquetas con las que aparecen los campos, crear grupos para agrupar ciertos campos en diferentes tabs, configurar la visualización de ciertos campos como los de Imagen o los de Texto largo, etc

Formularios con Abeille

Abeille es una herramienta para crear interfaces gráficas muy sencilla de utilizar. Con ella podemos crear la plantilla que tendrá nuestro formulario. Estos formularios una vez creados, y solo dejándolos, por ejemplo, al lado de nuestras capas, automáticamente cuando vayamos a visualizarlos aparecerán usando esa interfaz. Cada componente hace referencia a un campo de la tabla.

Aquí podemos ver una interfaz compleja utilizando este tipo de visualización.

Y otro tab de esa misma interfaz.Como puedes comprobar, puede ser una forma muy útil de presentar los datos de una manera entendible para el usuario en tablas con gran cantidad de campos.

por Óscar Martínez em November 05, 2019 09:37 PM

Towards gvSIG 2.5: Relationships between tables and its functionalities

One of the new functionalities of gvSIG is that you will be able to create relationships between tables through a common field or foreign key. You can configure all this new functionalities in the new Column manager.

Relation 1 to 1

We can create relations 1 to 1. In the field of one feature in one table you create a relation to other one feature in other table. In this example you can se how the field Conductor makes reference to other table where you see all the features related to this field.

Relation 1 to many

The relations 1 to many means that for each feature in one table, a multiple features from other table are assigned to that feature. It will be a list of features.

If you also configure its visualization:

You will create an specific tab where it will show the list of features:

List of values for a field

It’s also posible to configure a list of possible values for a field. This will be a closed list. In this case you can configure the label of how this possible values will be show.

Labels

Like in the closed list explain it before, you can set an expression of how the fields will be show in the form.

 

por Óscar Martínez em November 05, 2019 09:19 PM

Camino a gvSIG 2.5: Relación entre tablas y sus funcionalidades

Una de las nuevas funcionalidades de gvSIG es la capacidad de crear relaciones entre tablas a través de un campo común o clave ajena. Todas estas funcionalidades se configuran desde el nuevo Gestor de columnas.

Relaciones 1 a 1

Podemos tener relaciones de uno a uno. En un campo de una tabla se hace referencia a un registro de otra tabla. Por ejemplo, en la imagen se puede ver que el campo Conductor hace referencia a otra tabla donde se encuentran los posibles valores/conductores a elegir.

Relaciones 1 a muchos

Las relaciones 1 a muchos significan que por cada registro de una tabla, van asociados muchos de otra tabla. Se pueden configurar de manera similar tal y como se ve en la imagen del gestor.

Y si además le configuramos bien la visualización:

Haremos que en el formulario habrá un tab específico para mostrar el listado de registros que forman parte de esta relación uno a muchos:

Listas de valores para un campo

También se pueden tener valores asociados a un determinado campo, una lista cerrada solo con los valores posibles. En este caso también se configura la etiqueta asociada a ese campo.

Etiquetas

También le podemos aplicar etiquetas a los campos. Estas etiquetas se encuentran en otra tabla diferente a la original. En el ejemplo aparece la etiqueta que se usará en el TIPO_VEHICULO como una expresión, además de indicarle que es una lista cerrada de valores como hemos explicado antes.

 

por Óscar Martínez em November 05, 2019 08:59 PM

Towards gvSIG 2.5: Integration with Jaspersoft for Reports

Jaspersoft is an open source tool for the creation of reports. It’s very powerful and widespread use. In this tool you can create a report template that later will be fill by gvSIG.

Jaspersoft includes some default template but we can create a new ones from cero.

We have created an integration with this software. gvSIG Desktop will be use as a server of alphanumeric data and for maps images for our designed reports.

This reports could be associated with a specific layer or table. For example, if this is the case, it will appear in different tools like in the search panel or in the forms where you can find an icon to export to a report.

Once the templates are designed, you will need to make just a few clicks to make them work and create the final report. It will be not necessary that you have installed Jaspersoft, gvSIG include all what it needs to use that template and filled with data.

With this new integration, gvSIG becomes a tool able for capture data, process data and export the data in maps or reports, all without going out of gvSIG.

 

 

por Óscar Martínez em November 05, 2019 12:18 PM

Camino a gvSIG 2.5: Integración con JasperSoft para generación de informes

Jaspersoft es una herramienta de software libre para la generación de informes muy potente y de uso muy expandido. En ella se pueden crear plantillas las cuales se acabaran rellenando con datos para obtener un informe final a nuestro gusto.

El propio programa ya incluye unas plantillas por defecto que se pueden cargar con nuestros datos o podemos crear diseñados nuevos arrastrando campos y creando su configuración.

Desde gvSIG hemos realizado la integración con este software haciendo que gvSIG Desktop pueda hacer de servidor de datos para estos informes, tanto para datos alfanuméricos como para imágenes de mapas.

Estos informes son recursos que podrán ir asociados a nuestras capas o tablas. Por ejemplo en  los formularios o en las  búsquedas aparece un botón para poder exportar directamente los resultados a un informe.

Una vez hechas las plantillas, solo habría que realizar un par de clicks para cargar los datos en ellas y generar el informe. No sería necesario ni disponer del software de Jaspersoft ya que gvSIG tiene todo lo necesario para la generación del informe una vez la plantilla está hecha. El informe puede guardarse como pdf o imprimirse directamente. Puedes llegar a realizarse informes muy complejos con Jaspersoft.

De esta forma tenemos en gvSIG una herramienta que incluye desde la captura de datos, a su procesamiento y a su publicación en un informe personalizado, todo sin salir de gvSIG.

 

 

por Óscar Martínez em November 05, 2019 11:52 AM

Geo-Divagações

Intergraph: Google Maps e Bing Maps?


Para quem precisa de consultar um PDM em "Modo Avançado"




Como os geoportais desta "marca" demoram uma eternidade a carregar, até dá para capturar o arranque...

A questão "menor" de não ter suporte a https, secure http ,  mas nem a demo oficial ainda tem:

http://demo.hexagongeospatial.com/webgis/ (consultado em 4 de Novembro de 2019, versão 16.5.0205)

Mas, voltando ao SNIT



A questão da chave do Google Maps que impossibilita a utilização do geoportal (tentei com os ortofotos de 2010, e com a 500K, e não deu).

Questão relacionada com as "mudanças de tarifário" e obrigatoriedade de utilização de chave de API, ocorridas em Junho de 2018.

Ver, por exemplo,

Curiosamente até foi o representante local, cá do burgo, o primeiro a abordar a questão na respectiva comunidade, e a desenrascar um workaround.


...e um staff da casa-mãe até lhe solicitou a solução para o problema, até porque alguém nos Estados Unidos estava numa situação semelhante! 

Ena! Isto dá direito a licenças de software perpétuas...nesta Vida e no Além!! 

Portanto, Google Maps no Geospatial Portal (ou onde quer que seja) só com chave... e cartão de crédito. Acabou-se o tempo em que se vendiam geoportais com Google Maps, e depois quando se atingia o limite de pedidos logo se via o que se fazia... mas como o limite (25.000/dia) nunca era atingido...!!!

Por falar em Google Maps, em 2017, ainda antes desta questão da chave,

A remoção do plugin do Street View para Geomedia Smart Client, devido a questões de licenceamento.

"due to licensing issues we had to remove the Google Streetview Plugin sample"

"We were informed by Google that we are not allowed to use offer the plugin"


Ok. A Google pelos vistos anda em cima do acontecimento.


Bing Maps

Relativamente a Bing Maps,

O Geomedia Desktop tem uma janela com Bing Maps,...mas não é mapa de base. É flutuante:

(a captura de ecrã não é minha!)

Ainda relativamente ao Bing Maps também aqui houve novidades, neste caso em 2017, com o aparecimento do  Bing Maps V8 Web Control, e consequente descontinuação do Bing Maps V7 depois de Junho de 2017,

https://social.technet.microsoft.com/wiki/contents/articles/34563.bing-maps-v7-to-v8-migration-guide.aspx

O que levou a quebras de API,

... no Geomedia Desktop  2016 (ainda?) não foi resolvido e no 2018 (16.5) só passado um ano, na primeira actualização.

https://community.hexagongeospatial.com/t5/GeoMedia-Discussions/Geomedia-desktop-2016-2-doesn-t-show-the-map-from-Bing-maps/td-p/16270

O Technical Evangelist da casa-mãe!!!

"We have spent considerable time on the problem, but do not yet have a solution.  The Bing Maps API changes were apparently substantial, and the work required to become compatible with the latest API from that platform has been large for us and is still not complete.  At this time it appears that with the 16.5 release in March we will likely still not be compatible, but I hope to make it available in a minor release after 16.5." -  Janeiro de 2018

"There is no change in status.  The changes did not make the 2018 release, and our energy has been primarily directed to that release since my previous update to this thread.  I remain hopeful that we will be able to resolve the issue in a post-release Update, hopefully one we plan for the May/June timeframe, but that remains tentative until we can go deeper into the problem" - Abril de 2018

"It is resolved with GeoMedia 2018 Update 1, already available for download." - Julho de 2018

...e normalmente a conclusão é que quem não compra, ou actualiza para, a versão mais recente fica pendurado!  

É bom!!! Um ano a penar!!!

Relativamente ao Geospatial Portal, mais uma vez o representante local se antecipou vindo inclusive a mencionar que tinha alertado para a situação 5 meses antes! Grande novela!

Nota: também recebi o mail da Microsoft referente ao Bing Maps bastante atempadamente até porque o anúncio da descontinuação foi feito ainda em 2016.

https://community.hexagongeospatial.com/t5/WebGIS-Discussions/Bing-Maps-V7-control-and-SOAP-Web-Services-deprecation-on-June/td-p/13889

Representante local (ou parceiro, se preferirem!):

"I have alerted for this situation 5 months ago, so I hope something has been done since then to resolve this."

"I have all customers with Geospatial Portal in Portugal complaining about this... (Bing Maps is popular around here due to their satellite imagery)"

Sério? Todos? Pensava que só utilizavam cartografia homologada!!!

Ainda relativamente ao Geospacial Portal, e voltando à questão do https

https://community.hexagongeospatial.com/t5/WebGIS-Discussions/Bing-in-Geospatial-Portal-do-not-support-HTTPS/m-p/27127

"Now we have the requirement of providing Portal with HTTPS but we have the following error related with Bing, that prevents Bing Maps from being displayed."

Estará relacionado com o RNID?!

Para finalizar o episódio Intergraph, o Geoportal de Setúbal disponibilizado em Março de 2018


https://sig.mun-setubal.pt/websigsetubal/ 
(já foi actualizado para https)

"This license may not be used on a production system" ??

Sério? Nem com estes valores na base.gov ? Pior só Almada

Parece que na magem Sul existe uma propensão para suckers da Intergraph!


Conclusão. Relativamente a Google e Bing Maps, agora utilizam OpenStreetMap e já gozam!
































por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 05, 2019 08:14 AM

Blog IDEE (ES)

El IGEAR liderará el Atlas Climático de las Américas del IPGH

 https://www.aragon.es/-/el-instituto-geografico-de-aragon-dirigira-y-liderara-la-creacion-del-atlas-del-cambio-climatico-de-las-americas-para-el-instituto-panamericano-de-geografia-e-historia
Equipo coordinador del Atlas del Cambio Climático de las Américas. 
En el centro, Fernando López (Dirrector del IGEAR)

El Instituto Geográfico de Aragón (IGEAR), liderado por su Director Fernando López, dirigirá y coordinará la creación del Atlas del Cambio Climático de las Américas (ACCA) para el Instituto Panamericano de Geografía e Historia (IPGH).

El IGEAR firmó en el 2016 una carta de intención con el IPGH para la colaboración en proyectos de gestión de información geográfica. Desde ha habido contactos y del 13 al 16 de octubre de 2019, el Director del IGEAR ha impartido en Santiago de Chile un ciclo de charlas y talleres con propuestas concretas para realizar el proyecto.

En el número 159 (2018) de la Revista Geográfica del IPGH, se ha publicado un artículo firmado por el equipo coordinador del ACCA en el que se describen las líneas maestras metodológicas del proyecto, en cuanto a los ojetivos del proyecto, el marco teórico, a quién va dirigido, el ámbito espacial, la escala espacial y temporal, los principales temas, el entorno tecnológico y la planificación.

Lo  que hace el proyecto muy relevante para el mundo de las IDE es que, desde un principio, el resultado final del proyecto se concibe como un recurso digital basado en la arquitectura cliente-servidor, conforme a los estándares OGC, consistente en un cliente ligero HTML que mostrará los datos explotando servicios WMS, WMTS, WFS, WCS y CSW, implementados con software libre y conforme a los estándares y normas internacionales aplicables. 

Un proyecto interesantísimo, modelo de colaboración interinstitucional e internacional, que se inicia con un planteamiento impecable en cuanto a estándares e interoperabilidad, que aborda uno de los mayores problemas a los que se enfrenta actualmente la humanidad.
            
Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 05, 2019 05:23 AM

November 04, 2019

MappingGIS [ES]

¿Qué productos y servicios ofrece Mapbox?

Mapbox es una startup creada en 2010, que en menos de 10 años se ha convertido en una de las plataformas de mapas de código abierto más importantes del mundo. En 2015 logró en una ronda de financiación la nada despreciable cifra de 52,55 millones de dólares. Su éxito radica en la gran cantidad de ...

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¿Qué productos y servicios ofrece Mapbox?

por Paulino Vallejo Climent em November 04, 2019 05:01 PM

Luís Sadeck (BR)

Fundamentos da teoria de Erros

Esse livro, segundo seu autor, Prof. Voulo, é um guia que fornece um esquema de trabalho para atribuir incerteza, ele não pode substituir pensamentos críticos, honestidade intelectual e habilidade profissional. A avaliação de incerteza não é uma tarefa de rotina, nem um trabalho puramente matemático; depende de conhecimento detalhado da natureza do mensurado e da medição.

por sadeckgeo em November 04, 2019 02:36 PM

Geo-Divagações

Google Earth: uma pérola da jurisprudência nacional


"5. Visualizando o prédio no site “Google Earth” ou similar, a parte do tecto da fracção destinada a parqueamento e arrecadações, (na qual foi aplicado o tapete de relva), parece tratar-se de um jardim, o que poderia ter sido verificado se a comissão de avaliação se tivesse deslocado ao local."
 



Pelos vistos, alguém confundiu um tecto com um jardim, no site “Google Earth” ou similar!

por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 04, 2019 12:35 PM

Geo innova

Representación gráfica alternativa de la finca registral en el registro de la propiedad.

propiedad

Quizás, como propietario o persona jurídica, hayas tenido o te encuentres en la siguiente situación: “La descripción gráfica de catastro no tiene nada que ver con la realidad física de mi finca; ¿Debo aportar una Representación Gráfica Alternativa (RGA) en un procedimiento de alteración de finca (segregación, reparcelación, deslinde, etc.) ?; ¿Y para la inmatriculación […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 04, 2019 04:14 AM

Blog IDEE (ES)

Concurso Sentinel Hub de scripts de personalización

https://sentinel-hub.com/contest

¿Tienes una nueva idea sobre cómo generar nuevos algoritmos para procesar datos de Observación del Territorio? Si es así, ¡el Concurso Sentinel Hub Custom Script está pensado para tí!

El Hub Sentinel, junto con sus socios. el Programa de Observación del Territorio Copermicus y la Agencia Espacial Europea, está buscando nuevas ideas y algoritmos el procesado de datos. El EO Browser ofrece data de las misiones ESA y Copernicus Sentinel, junto a herramientas para visualizar y procesar esos datos.

El éxito del Primer Concurso Sentinel Hub de scripts de personalización, celebrado en primavera de este año, ha motivado al personal del Hub Sentinel para repetirlo en otoño. Desde el 15 de octubre de 2019 hasta el 15 de enero de 2020 podéis enviar hasta tres scripts diferentes.

Esta especie de hackathon en remoto quiere involucrar a científicos de datos, especialistas en Teledetección, estudiantes y al público en general, con el fin último de compartir los datos de Observación del Territorio con cualquier usuario.

Todos los scripts enviados competirán en un única categoría, independientemente de la fuente de datos utilizada (Sentinel, Landsart, etc.) y hay tres premios: 1000 euros y un año de Enterprise Sentinel Hub account; 300 euros y un año de Commercial Sentinel Hub account, y un año de Commercial  Sentinel Hub account.

Para más infrmación, véase este enlace.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 04, 2019 04:04 AM

November 03, 2019

Geo-Divagações

Implementação de referência de GeoPackage para Android e IOS nas Store...passados 5 anos

Foi publicada recentemente (Outubro de 2019) a app MapCache tanto para...

IOS


como para Android

Get it on Google Play





Vamos ver como se comporta agora que se encontra "oficialmente" publicada!

Já tinham repositório no GitHub desde 2014,




e são ambas, e os respectivos SDK, implementações de referência do OGC para GeoPackage.

Tomando como exemplo a versão para Android (para a qual a versão 1 é de Setembro de 2015),

temos como dependências, entre outras:

 (SDK o qual serve de interface entre o anterior e o Google Maps SDK for Android

(utilizada pela versão Android, mas não pela versão IOS)

(para leitura e escrita em GeoJson de geometrias segundo o standard  OGC Simple Feature Access)

(um wrapper para a Proj4j)

...entre outras dependências as quais podem ser encontradas por exemplo no build.gradle da  GeoPackage Android Library.


Tendo em conta a elevada qualidade desta App e das respectivas dependências é de estranhar o reduzido numero de estrelas e de seguidores no GitHub.

 Pode ser que o comportamento na Google Play e na App Store seja diferente, 

Exemplos de ficheiros Geopackage para testar a App






 





 



 

 


por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em November 03, 2019 01:07 PM

Geo innova

¿A qué se denomina Productos Cool?

El informe sobre los productos cool forma parte de una campaña de la EEB

Los “productos cool” son aquellos que tienen un menor impacto en el planeta. A través de una campaña promovida por European Environmental Bureau (EEB), se aboga por la mayor durabilidad de los productos. Así, sería beneficioso para las personas y para nuestra Tierra. European Environmental Bureau La Oficina Europea del Medio Ambiente o European Environmental […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 03, 2019 04:14 AM

November 01, 2019

Inteligência Geográfica [BR]

Campos no QGIS - Edição de Texto

Olá,

algumas vezes existem funcionalidades que passam despercebidas e poderiam nos ajudar demais, não é verdade?
Esse é o caso deste vídeo, assite até o final e nos diga se te ajudou.











Abraços

Hebert Guilherme de Azevedo - Consultor em Geotecnologias

Veja nossos cursos na plataforma Udemy: https://www.udemy.com/user/hebert-azevedo-2/
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por Hebert Azevedo - Consultor em Geotecnlogias (noreply@blogger.com) em November 01, 2019 08:42 PM

October 31, 2019

Geo innova

Presas y azudes en los ríos españoles

Las presas y azudes intervienen en el normal funcionamiento de los ríos

Las presas y azudes son estructuras que contienen el cauce de un río. Es decir, son obstáculos fluviales que intervienen el funcionamiento de los ríos y, en consecuencia, a la biodiversidad asociada. Por eso, una gran cantidad de organizaciones plantean su demolición. Obstáculos en los ríos Las funciones de las infraestructuras hidráulicas son diversas. Pueden […]

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por Blog Territorio Geoinnova em October 31, 2019 03:14 AM

October 30, 2019

TYC GIS Formacion

¿Cómo crear tus propios mapas base con el editor “Vector Tile Style” de Esri?

Una herramienta muy útil y que te presento en esta entrada es el “ArcGIS Vector Tile Style Editor” creada por Esri para que los desarrolladores puedan crear mapas base originales de manera que enriquezcan sus aplicaciones y visores cartográficos y consiga salirse de la norma establecida aplicando originalidad a sus proyectos. Así, vamos a aprender a utilizarla, es muy sencilla, haz clic en “Get Started”:

Te aparecerá una ventana dónde podrás elegir un amplio abanico de posibilidades relacionados con los mapas base, en este caso vamos a navegar a la pestaña “Creative” a ver que basemaps nos pueden sorprender, y nos quedamos con “Modern Antique”:

Dentro de las paletas de colores diferentes a las que podemos optar, y de dichos colores, a la vez, puedo configurarlos.

Elijo “Custom Color Theme” y voy variando los colores hasta obtener la composición que nos parezca más adecuada, incluso se pueden editar el tipo de fuente de letra para las etiquetas:

A un nivel mucho más fino, se puede elegir la herramienta   para editar los colores a  un mayor  nivel de detalle.

Con podemos hacer clic sobre un color determinado y directamente nos aparecerá el mecanismo para cambiar dicho color por otro:

Incluso con la herramienta   se puede señalar un color determinado en el mapa, el que queramos cambiar, y nos aparecerán diferentes posibilidades para cambiar el estilo:

Una vez estemos content@s con nuestro nuevo mapa base podremos guardarlo en nuestra cuenta de ArcGIS online:

E incluso guardarlo como un archivo en tu ordenador con formato .json

Y se podrá visualizar en dicha plataforma en la nube, incluso en ArcGIS Pro:

Si quieres aprender más sobre cómo usar este tipo de archivos e incluirlos en tus proyectos Web GIS, apúntate en uno de nuestros cursos. Para más información escribe a formacion@tycgis.com

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

   

    

La entrada ¿Cómo crear tus propios mapas base con el editor “Vector Tile Style” de Esri? se publicó primero en Cursos GIS | TYC GIS Formación.

por Beatriz Ramos López em October 30, 2019 04:25 PM

Geo-Divagações

Então, e o ecosistema Microsoft, Mapas, UWP, plubicações na Store, e até desktop?

Com o Windows 10 a chegar aos 800 milhões de instalações no primeiro trimestre de 2019, aproximando-se da meta dos 1000 milhões de instalações ainda este ano, como é que é?

Primeira consideração: Mesmo que só 1% de utilizadores do Windows 10 utilizassem a Microsoft Store,... mesmo assim seria muito. Ou não? Justificaria que o Spotify, Facebook, Badoo, ESRI (o blog é geo!),..e outras, estejam lá em força há já bastante tempo. Primeiro para Mobile, e Tablet, e mais recentemente para Desktop.

Segunda consideração: houve quem há uns 5 anos também tenha pensado na assimetria entre o déficite de apps publicadas na Store, somado ao déficite de programadores interessados no ecosistema "Apps da Microsoft" (não era catita, não era cool), e consequente desproporção entre a oferta e a procura de programadores mesmo por parte dos grandes da Internet! Um nicho de mercado, portanto. Contrastar com os ecosistemas Android/IOS onde o número de programadores julgo já ter ultrapassado os 15 milhões a nível global (programadores generalistas, nada de GeoPackage no Android/IOS). 


No que me diz respeito, o desenvolvimento para WinRT, seja Store Apps 8.1, seja Windows Phone 8.1/Mobile 10 apps, sempre girou, e continua ainda a girar (já explico), em torno do Visual Studio Express 2013 for Windows.

WinRT - Windows Runtime (nomenclatura vs Versão do Windows):

Não confundir com o Visual Studio Express 2013 for Windows Desktop para desenvolvimento de aplicativos win32, e não de Windows Store 8.1 apps, e muito menos de UWP. Este VS tabém corre em Windows 7, ao contrário do Visual Studio Express 2013 for Windows, que requer pelo menos o Windows 8.x.

E, não esquecer que Windows Store 8.x apps e Windows Phone 8.x apps podem ser descarregadas da Store via Windows 10 e Windows 10 Mobile, respectivamente. Já não podem é ser submetidas para publicação. E a partir de 1 de Julho de 2019 não vão poder ser actualizadas para dispositivos 8.x (mas sim apenas para dispositivos Windows 10). Está tudo muito bem explicadinho nesta Cronologia dos acontecimentos

Motivo pelo qual uns meses antes de 31 de Outubro de 2018, fartei-me de submeter apps 8.1 para publicação em modo de "reserva estratégica". É a vantagem de ter uma Developer Account,



Não serve só para poder submeter para publicação, mas também recebemos notificações destes anúncios com antecedência suficiente.


Tamém tenho a minha Cronologia:


Junho de 2015 - aquisição de Tablet Windows 8.1 (nunca actualizado para Windows 10) o qual continua a correr Visual Studio Express 2013 for Windows na perfeição apesar de só ter um disco interno de 16 GB.

Como? Se o VS requer montes de espaço livre na drive C: independentemente de termos um disco externo ligado por USB, ou mesmo um cartão SD?    

Nada de grave. Limpando periodicamente a WinSxS, e movendo pelo menos a C:\ProgramData\Package Cache\ para uma drive externa e,  utilizar, por exemplo, junctions.  


Adquirido inicialmente com o propósito de dispositivo de testes de apps em Tablet, tornou-se rapidamente dispositivo de desenvolvimento.


Nota: O projecto Siena para 8.1 já não está na Store apesar de o ter ainda instalado no Tablet.



Outubro de 2016 - Este livro da Microsoft Press revelou-se uma vantagem competitiva inestimável. Apesar de direcionado ao VS 2013, e a Store Apps 8.1, continua a ser válido. As tais apps 8.1 que funcionam em Windows 10:



Novembro de 2016: aquisição de dispositivo Windows 10 Mobile






Adquirido com o propósito de testar apps Windows 10 Mobile, ou melhor, apps desenvolvidas para Windows Phone 8.1 que correm em Windows 10 Mobile...

...acabou por dar jeito também para testar apps desenvolvidas com o Windows App Studio as quais podiam ser testadas no dispositivo com o Windows App Studio Installer.

Para não falar da Windows App Studio Samples.

Como só utilizava o Windows App Studio para gera um .Appx de um link para uma página web, ou seja, para publicar web-apps, que nem sequer eram híbridas (e aquilo nem gerava ficheiro para Android, ou IOS), o seu desaparecimento não me provocou grande transtorno.



 ...mas o Windows 10 Mobile continua a permitir fazer umas brincadeiras interessantes, apesar de o suporte terminar no final de 2019.

É o DOS!



 
É o Windows 3.1!



Havia mesmo este bug, depois corrigido, que permitia percorrer a estrutura de ficheiros e constatar que estava lá mesmo muita coisa do Windows, Tudo compilado para ARM, claro!




E onde entra o GIS, geospatial, mapas no meio deste arrozoado todo?

Através de 3 projectos arquivados no CodePlex para Store Apps 8.1 que continuo a utilizar, pois funcionam em dispositivos com Windows 10 instalado:




Ou o BA3 Altus Mapping Engine SDK for Windows 8.1...alojado no GitHub ...do Bruce Shankle (trabalhou na Microsoft)!


Tudo  Visual Studio 2013 for Windows  que acaba por funcionar em dispositivo Windows 10!



E para que serve esse Windows 10 Pro instalado no teu Desktop?





É só utilizar o MapWinGIS.ocx (o nosso controlo ActiveX preferido).

Ou desenvolver uma DLL no VB6 em Windows 10!

Tudo justificado por este esquema. Desde que não fiquem ancorados ao "Windows 8" do título, claro está!



por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em October 30, 2019 11:46 AM

GISWATER: paciente zero por cá

Plugin do GISWATER no GitHub:

Com o projecto da Quinta do Lago, que julgo ser pioneiro em Portugal, ou se não foi, pelo menos foi o primeiro a ser divulgado de forma consistente na comunidade SIG, ficando provado ser perfeitamente exequível ter uma solução de distribuição de água em baixa, assente em software de código aberto.


Como, não há muito tempo, dei por endpoints ArcGIS/rest/services no domínio da InfraQuinta, é um bom indicador de que soluções híbridas não são uma quimera!

http://naviamapsws.infraquinta.pt/arcgis/rest/services/Navia

Soluções híbridas (fechado bem integrado com aberto) devem ser incentivadas. Mas não impostas ao cliente como: "este software desktop de 15k integra muito bem com PostGIS"!!. 


por Luís Tavares (noreply@blogger.com) em October 30, 2019 11:43 AM

Geo innova

Los metadatos y su importancia en la generación cartográfica

Panel de búsqueda de datos del catálogo de Geonetwork

Los metadatos podrían describirse de una manera sencilla como “los datos de los datos”. Un archivo de metadatos nos describe, hablando de datos de carácter geográfico, la información de las capas con las que estamos trabajando. Generación y uso de los metadatos A menudo nos encontramos con capas de información geográfica que no sabemos de […]

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por Blog Territorio Geoinnova em October 30, 2019 03:00 AM

October 29, 2019

Geofumadas [HN]

Revista Geo-Ingeniería & TwinGeo – Segunda Edición

Nos ha correspondido vivir un momento interesante de transformación digital. En toda disciplina, los cambios están yendo más allá del simple abandono del papel a la simplificación de los procesos en busca de eficiencia y mejores resultados.  El sector de la construcción es un interesante ejemplo, que movido por alicientes de futuro inmediato como Internet

por geofumadas em October 29, 2019 02:23 AM

October 28, 2019

MappingGIS [ES]

Novedades de QGIS 3.10 A Coruña

Para todos aquellos que aún no conozcan QGIS y que comienzan a interesarse en este potente software comentar que se trata de un Sistema de Información Geográfica de Software Libre, siendo un proyecto de la Open Source Geospatial Foundation (OSGeo). Desde el inicio del proyecto en el año 2002 hasta la actualidad, QGIS ha experimentado una evolución que le ha llevado a ser ...

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Novedades de QGIS 3.10 A Coruña

por Diego Alonso em October 28, 2019 01:08 PM

October 27, 2019

Geofumadas [HN]

Otro año, otro hito, otra experiencia extraordinaria… ¡Eso fue el YII2019 para mí!

Cuando me avisaron que tendría otra oportunidad de ser parte del mayor evento de Infraestructura del año me hizo gritar de alegría.   YII2018 en Londres, más allá de ser uno de mis destinos de vacaciones favoritos, fue una experiencia fenomenal con entrevistas excepcionales con los altos ejecutivos de Bentley Systems, Topcon y otros, conferencias dinámicas

por geofumadas em October 27, 2019 09:44 PM

October 25, 2019

MappingGIS [ES]

MobilityDB: extensión de PostGIS para objetos en movimiento

MobilityDB es un programa de código abierto que añade soporte para objetos temporales y espacio-temporales a la base de datos relacional de objetos PostgreSQL y su extensión espacial PostGIS. MobilityDB cumple con la especificación Moving Features del Open Geospatial Consortium (OGC). Técnicamente, MobilityDB se implementa como una extensión externa de PostgreSQL. La función principal de ...

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MobilityDB: extensión de PostGIS para objetos en movimiento

por Aurelio Morales em October 25, 2019 08:52 PM

Fernando Quadro (BR)

Lançamento do PostGIS 3.0

Prezados leitores,

No último domingo, 20 de outubro, foi disponibilizada oficialmente a versão 3 do PostGIS. Uma versão moderadamente grande em termos de quantidade de alterações, com mais de 150 questões abordadas.

Esta versão vem com muitos aprimoramentos, correções de bugs e vários novos recursos. Você pode encontrar as notas de versão completas aqui, mas gostaria de destacar algumas das principais novidades desta versão:

1. Melhoria na Performance

Os aumentos de velocidade no PostGIS são de duas formas: acelerar as funções reais e garantir que elas possam funcionar paralelamente no PostgreSQL.

O PostgreSQL 12.0 também permitiu uma melhor paralelização de funções em extensões como o PostGIS. Agora, com melhor ajuste no PostGIS, em termos de custos de função, a paralelização deve desencadear muito mais.

Uma função que teve seu desempenho aumentado em mais de uma ordem de magnitude é ST_AsMVTGeom, que é a função interna para criar blocos vetoriais. Outras melhorias que também são as acelerações no ST_Simplify e ST_RemoveRepeatedPoints, que são usadas ao renderizar imagens rasterizadas ou para pré-processar geometrias para análises adicionais.

2. Aprimoramentos

Um aprimoramento básico que muitos usuários apreciarão realmente vem do GEOS 3.8, a biblioteca subjacente que o PostGIS usa. Em essência, agora podemos esperar menos erros topológicos e menos instâncias do infame erro de “auto-interseção”, uma melhoria que muitos usuários de GIS vão adorar ouvir.

Também houve uma melhoria constante no ciclo de integração contínua do projeto, com a adição de novos bots e tarefas para testar melhor as dependências do PostGIS, em mais arquiteturas e plataformas. Essas alterações são essenciais para detectar e solucionar os erros existentes e evitar a introdução de novos. Embora interno, isso é muito importante para garantir desempenho e estabilidade em várias arquiteturas.

E, é claro, existem muitas correções de erros e novas funções, como ST_TileEnvelope, que permitem criar a geometria de um tile tão simples quanto:

SELECT ST_AsText(ST_TileEnvelope({zoom},{x},{y}));

O PostGIS tem muitos usuários em todo o mundo e muitos projetos, dependendo dele. Com essas melhorias, o PostGIS 3.0 representa um grande avanço para todos esses usuários e projetos.

Fonte: CARTO Blog

por Fernando Quadro em October 25, 2019 01:30 PM