Planeta SIG - Portugal

November 21, 2018

Geo innova

La Bioeconomía como base de un desarrollo sostenible

bioeconomía

La bioeconomía pretende un desarrollo sostenible a través del uso eficiente de los recursos naturales. Es transdisciplinar: abarca la economía, la sociedad y la ciencia. En Galicia se mejoró el crecimiento económico gracias al sector de la bioenergía. ¿Qué es la bioeconomía? Según la FAO, la bioeconomía se define como la producción basada en el […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 21, 2018 11:55 AM

Blog IDEE (ES)

Implementación del nuevo Visualizador del Mapa de Fosas de Navarra con la API SITNA


El Gobierno de Navarra, a través del Instituto Navarro de la Memoria, ha actualizado y renovado el visualizador delMapa de Fosas de Navarra, una iniciativa con la que se pretende poner al alcance de la ciudadanía la información pública en torno a la memoria. La nueva aplicación web representa cartográficamente la ubicación de las fosas prospectadas e intervenidas, otras fosas sobre las que existe referencia y no se han podido examinar.

Basada en laAPI SITNA permite utilizar diferentes mapas de fondo como ortofotos históricas de 1929, 1945-46, 1956 y 1966-1971 que posibilitan conocer la evolución que se ha producido en un lugar determinado a lo largo de estas décadas y poder identificar los cambios ocurridos en la orografía, además de las potentes funciones de búsqueda a través del nomenclátor, direcciones, carretera-punto kilométrico, coordenadas o toponimia.

Con los nuevos filtros disponibles es posible la búsqueda y representación en el mapa de las fosas en las que estuvieron enterradas personas de una localidad en concreto; una herramienta de gran utilidad para conocer con exactitud el mapa de represión de cada población. Destacar que todo el acceso a la información se realiza mediante serviciosOGC, por tanto las consultas, búsquedas o filtros implementados se realizan de forma íntegra a través de WFS.

Una completa ficha de cada fosapermite conocer la información disponible de las víctimas a nivel individual, como la profesión, fecha de fallecimiento y de exhumación, y la afiliación o cargo y da acceso a un carrusel integrado de fotografías relacionadas. Por último, la aplicación busca facilitar la aportación de información ciudadana y cuenta con un detallado manual de uso.

Publicado por Fernando Alonso-Pastor.
Secretario de la Comisión de Coordinación del SITNA.

por editor (noreply@blogger.com) em November 21, 2018 11:02 AM

Geofumadas [HN]

IV Conferencia Anual de la Red Interamericana de Catastros y Registro de la Propiedad

Colombia, con el apoyo de la Organización de los Estados Americanos (OEA) y el Banco Mundial, será el país sede de la “IV Conferencia Anual de la Red Interamericana de Catastros y Registro de la Propiedad” a llevarse a cabo en la ciudad de Bogotá, los días 3, 4 y 5 de diciembre de 2018.

por geofumadas em November 21, 2018 04:33 AM

Anderson Medeiros [BR]

Entenda isso antes de Precificar seus Serviços em Geotecnologias

Entenda isso antes de Precificar seus Serviços em Geotecnologias

Você como profissional da área de Geotecnologias, sente dificuldade na hora de precificar seus serviços? Nesse material eu vou explicar alguns conceitos simples mas que talvez estejam no seu “ponto cego”. Se este assunto te interessa, não deixe de conferir tudo, até o final!

A DIFERENÇA ENTRE PREÇO E VALOR DE UM SERVIÇO

Eu não sei se você sabe, mas eu estudo e trabalho com Geotecnologias desde o início de 2005 e desde então tenho percebido que quando o assunto é prestação de serviços nessa área, muitos profissionais travam na hora de definir a precificação de seu trabalho.

Adquira agora Todas as Gravações do GISday 2018 da ClickGeo

Aqui nós não vamos falar quanto você deve cobrar pelo seu serviço ou consultoria, nem vamos dar uma tabela ou planilha de preços já definida. Isso seria um erro.

Leia também: 3 Erros Comuns na Hora de Precificar Serviços de Geotecnologias

Você precisa entender bem o que nós explicamos no vídeo abaixo. Não deixe de inscrever-se em nosso Canal no Youtube.

Você sabe a diferença entre preço e valor? Em geral as pessoas usam essas duas palavras como sinônimos. Perguntam algo como: “Qual é o preço disso?” ou “Qual é o valor disso?”

Uma frase que resume bem essa diferença é atribuída ao investido norte americano Warren Buffet. Ele disse que do ponto de vista do contratante: “Preço é que você paga, valor é que você leva”.

Warren Buffet: "Preço é que você paga, valor é que você leva"
Warren Buffet: “Preço é que você paga, valor é que você leva”

Ou seja, do ponto de vista de quem está prestando uma consultoria ou outro serviço: “Preço é o que você cobra, valor é o que você entrega para o seu cliente”.

DIFERENÇA ENTRE ORÇAMENTO E PROPOSTA TÉCNICA

Explicando melhor: Quando alguém me pede um “orçamento” eu procuro preparar para ele uma outra coisa chamada “Proposta Técnica”.

Orçamento é algo que só apresenta custo e preço. Já a proposta técnica apresenta o valor agregado daquele serviço que você vai prestar. Como assim?

Talvez até o seu cliente não saiba ainda, mas o que ele quer não é simplesmente um produto que você está entregando pra ele (um mapa, por exemplo). Mas sim a tranquilidade de que você vai resolver o problema dele.

Então, ao fazer sua proposta técnica, não foque no uso de ferramentas (fazer mapas), nem venda horas. O que você vai vender é valor agregado…. ou seja, uma solução. Não tem como você agregar valor numa planilha de preços, já numa proposta técnica sim.

Se você como profissional entende realmente qual é o problema do seu cliente e qual é o perfil dele, você sabe até quanto ele está disposto a pagar pela solução que você realmente pode oferecer a ele (e ele precisa).

Imagine a seguinte situação hipotética: Com R$ 100 você já consegue fazer um certo serviço com lucro. Pare e pense: Pelo valor agregado você tem condições de cobrar R$ 250? Isso não é explorar o cliente, mas valorizar a qualidade do seu serviço prestado, o valor que você agregou ao seu cliente!

Por exemplo, vamos comparar seu serviço com uma Ferrari. Você acha que o lucro que o fabricante tem ao vender uma Ferrari é mínimo quando comparado com o custo em produzir? Com certeza não.

Mas o valor agregado ao que eles vendem, a qualidade do que produzem, a satisfação do consumidor, faz com que possam pedir muito mais do que um preço que daria o menor lucro viável para eles.

Quando você agrega valor ao serviço que você está prestando o seu cliente vai investir em você com confiança e com gosto de pagar aquele preço que você estabeleceu.

E ai? O seu serviço pode ser comparado com uma Ferrari? Está agregando valor a ele?

Entendeu a ideia? Já tinha percebido essa diferença entre preço e valor?

Deixa seus comentários dizendo o que achou desse vídeo e se quer que publiquemos mais conteúdos como este.

Veja também:

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por Anderson Medeiros em November 21, 2018 01:25 AM

November 20, 2018

Blog gvSIG (ES)

I Congreso de la Red JUST-SIDE: Infraestructuras de Datos Espaciales y Justicia Territorial

Os hacemos llegar la invitación al primer evento organizado por la Red JUST-SIDE, de la que forma parte la Asociación gvSIG. Esperamos sea de vuestro interés (si podéis asistir…allí nos veremos!):

El Departamento de Geografía de la Facultad de Ciencias (UdelaR) tiene el agrado de invitarle al primer congreso de la red JUST-SIDE (Justicia y Sostenibilidad en el Territorio a través de las Infraestructuras de Datos Espaciales) a realizarse en el día 22 de noviembre de 2018 entre las 14 y 18 horas; el mismo abordará la temática de las Tecnologías Libres y contará con expositores nacionales y extranjeros.

Nuestra institución integra esta red de universidades y empresas de Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, España, México, Portugal y Uruguay que, coordinados por la Universidad de Coimbra (Portugal), está llevando adelante un proyecto que vincula el derecho ambiental y territorial con el acceso a la información geográfica y el desarrollo de las Infraestructuras de Datos Espaciales.

La red JUST-SIDE integra investigadores con experiencia en las áreas del derecho, ciencias sociales y tecnologías de información geográfica y busca crear una metodología basada en una Infraestructura de Datos Espaciales como apoyo a la toma de decisiones, promoviendo y fortaleciendo las políticas públicas para hacer frente a los desafíos sociales, ambientales, económicos, jurídicos y democráticos. Está iniciativa está financiada por CYTED (Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo), y estudiará 16 casos concretos en territorios para la mejoría de la eficacia y justicia de las políticas públicas con incidencia territorial.

Quienes estén interesados en asistir les solicitamos realizar su registro previo a través del siguiente enlace, dado que el cupo es limitado; la actividad se desarrollará en el Hotel Dazzler (Salón Laureles), calle 21 de setiembre 2752 esquina Luis de la Torre.

Por favor realizar su registro

Se adjunta programa de la jornada.

– DEPARTAMENTO DE GEOGRAFÍA

por Alvaro em November 20, 2018 04:28 PM

Disponibles las ponencias y talleres de las 14as Jornadas Internacionales gvSIG

Ya se han publicado las presentaciones realizadas en las 14as Jornadas Internacionales gvSIG, que se celebraron del 24 al 26 de octubre en Valencia (España).

También está disponible la grabación de las mismas y de algunos de los talleres que se impartieron. Los vídeos se encuentran disponibles en su idioma original, habiendo presentaciones y talleres en español e inglés.

Los talleres de los cuales está disponible la grabación para poder seguirlos fueron los de “gvSIG aplicado a Geología” y “Generación de informes con gvSIG Desktop“, ambos en español, y el de “Environmental modelling using gvSIG and the HortonMachine” en inglés.

Cabe destacar que el taller de Informes es la primera documentación disponible del plugin publicado hace unos días sobre la nueva versión gvSIG 2.5 que permite crear informes de forma automática en gvSIG Desktop. ¡No os lo perdáis!

Si no pudiste asistir a las jornadas ahora puedes disponer de la grabación de las distintas sesiones, y aparte de un buen material didáctico gratuito con los talleres.

por Mario em November 20, 2018 12:16 PM

Fernando Quadro (BR)

Acessando o pycsw com o QGIS

Hoje vamos acessar e consultar o catálogo pycsw do GeoNode a partir de um cliente desktop, neste caso será o QGIS. Os printscreens foram gerados usando o QGIS 2.14 LTR, mas as versões seguintes devem ser semelhantes.

Em primeiro lugar, clique no menu Web e, em seguida, em MetaSearch > MetaSearch

Agora clique no botão Novo e preencha o formulário da seguinte forma:

Nome: GeoNode CSW
URL: http://localhost:8000/catalog/csw?

Clique no botão Informações do serviço e a identificação do serviço CSW deve aparecer na janela principal do MetaSearch:

Agora, clique na guia Pesquisar e tente uma pesquisa básica clicando no botão Pesquisar. Todos os registros são apresentados:

Se você clicar duas vezes em uma das camadas, verá ver as informações do registro:

Você também pode ver o pedido GetRecords realizado pelo pycsw clicando no botão “Ver pesquisa como XML”

Experimente refazer inserindo parâmetros diferentes para realizar consultas mais avançadas:

Hoje ficamos por aqui! Bons estudos!

Fonte: Paolo Corti

por Fernando Quadro em November 20, 2018 10:30 AM

Blog IDEE (ES)

El visualizador de Sinarcas

http://visorsinarcas.com/

Hemos encontrado por casualidad este visualizador estándar tan pintón y agradable del Ayuntamiento de Sinarcas (Valencia), que aprovecha buena parte de los servicios WMS que hay disponibles en España del Catastro, el SIGPAC, el MITECO, el IGN, etc. junto con un servicio WMS propio:

http://visorsinarcas.com/geoserver/sinarcas/wms?serivice=WMS&request=GetCapabilities

que publica desde el año 2016 el planeamiento e información muy completa sobre la red de alumbrado, farolas, las redes de agua, electricidad y saneamiento, los arrendamiento de cultivos del Ayuntamiento, viales urbanos, cutivos, depósitos de agua, farolas, fuentes,etcétera.

Enhorabuena a Sinarcas.

 
El planeamiento de Sinarcas


Publicado por Antonio F. Rodríguez.

por editor (noreply@blogger.com) em November 20, 2018 06:08 AM

Geo innova

Mapas para la gestión de catástrofes

Los mapas para la gestión de catástrofes puede aplicarse a terremotos

Una nueva metodología para generar mapas para la gestión de catástrofes fue desarrollada por investigadores de diversas instituciones. La novedad de este estudio es la transferencia de esos resultados al ámbito de la gestión post evento. Elaboración Los mapas para la gestión de catástrofes se crean a partir de datos de deformación cosísmica obtenidos de […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 20, 2018 04:18 AM

November 19, 2018

mappingGIS [ES]

Cómo crear mapas web sincronizados

Muchas son la razones para elegir Leaflet como herramienta para publicar los mapas en la web. Una de estas razones es la gran cantidad de plugins disponibles. Hay más de 400 plugins y su número sigue creciendo por la comunidad de desarrolladores que hay detrás del proyecto. Los plugins forman parte de la filosofía de […]

Cómo crear mapas web sincronizados

por Jose Luis García Grandes em November 19, 2018 12:50 PM

Blog gvSIG (ES)

La Suite gvSIG en Gestión Municipal: grabaciones de las ponencias de las Jornadas gvSIG disponibles

En los últimos años la integración de las tecnologías de la información y la comunicación (TIC) en la gestión urbana han llevado a popularizar términos como el de ‘Smart City’ o ‘Ciudad Inteligente’. Un término en muchas ocasiones utilizado meramente como marketing y vacío de contenido. Desde la Asociación gvSIG siempre hemos defendido e impulsado la idea de que las ciudades sólo puede ser ‘inteligentes’ si se tienen políticas definidas en relación a la soberanía tecnológica y la sostenibilidad, sólo alcanzables con la adopción de tecnologías libres.

Hoy os traemos unos ejemplos de cómo las soluciones en software libre de la Asociación gvSIG mejoran la gestión municipal y pueden llegar a convertirse en herramientas imprescindibles en el día a día de un Ayuntamiento, independientemente de su tamaño.

En primer lugar el arquitecto Nacho Muñoz-Motilla nos cuenta la experiencia del Ayuntamiento de La Pobla de Vallbona, en ‘Creación de una IDE de gestión municipal con gvSIG Online en tiempo récord

¿Pueden los pequeños ayuntamiento sumarse a la modernización que proponen las Smart Cities o han de quedar fuera? Pepe casado nos habla de la experiencia del Ayuntamiento de Villarcayo de Merindad de Castilla la Vieja en ‘gvSIG Online, como crear una IDE en un pequeño ayuntamiento

Por último Antonio García Benlloch nos cuenta como el Ayuntamiento de Bétera está combinando el uso de distintos productos de la Suite gvSIG en ‘Captura de datos de campo con gvSIG Mobile, edición con gvSIG Desktop y publicación web en el Geoportal del Ayuntamiento de Bétera

por Alvaro em November 19, 2018 11:10 AM

Fernando Quadro (BR)

A sua cidade é uma Smart City?

Não há como negar que cidades inteligentes (Smart Cities) é um assunto da moda, e que muito tem se falado nisso no Brasil! Mas a pergunta que eu gostaria de lhe fazer é: Sua cidade pode ser considerada uma Smart City?

Segundo uma publicação da Juniper Research em 2017 “Uma cidade inteligente é caracterizada pela integração da tecnologia em uma abordagem estratégica para a sustentabilidade, o bem-estar dos cidadãos e o desenvolvimento econômico.”

Neste post, explorarei preceitos e visões comuns sobre o que é uma cidade inteligente, e no decorrer do post, você terá condições de responder minha pergunta inicial.

Uma cidade muitas vezes ganha seu status de “inteligente” quando processos específicos, como gerenciamento de informações e comunicações, se interconectam e usam tecnologias avançadas, como IoT (Internet of Things: dispositivos físicos conectados uns com os outros e com a internet) para melhorar suas operações e serviços. Esses serviços geralmente são baseados em automação e tecnologias inteligentes para gerenciar serviços públicos, como energia, abastecimento de água e coleta de lixo.

1. Como medimos se uma cidade é inteligente?

O tópico de como identificar ou medir como uma cidade inteligente é amplamente debatido, com muitas organizações fornecendo uma lista definitiva de critérios ou métricas “inteligentes” para as cidades. Aqui estão alguns exemplos de CITYkeys, European Smart Cities e Lendlease.

Neste blog, usaremos os critérios de um paper publicado pela Juniper Research em 2017 para medir o quão inteligente é uma cidade. No paper, a Juniper Research estabeleceu um sistema único de pontuação para analisar e avaliar a “inteligência” das cidades. A equipe mede a atividade de cada cidade observando os seguintes pontos de dados:

  • Transportes: Quão conectados e eficientes são os serviços? A cidade coleta dados do monitoramento de tráfego em tempo real e usa esses dados para informar os ajustes de fluxo de tráfego e sinal, com base nos requisitos de resposta a emergências?
  • Saúde: Quão inovadora e impactante é a abordagem dos serviços? A cidade tem regulamentos de emissão de ar e soluções de transporte saudáveis?
  • Segurança pública: Como a tecnologia impacta a cidade para a segurança pública? A iluminação pública inteligente foi implantada? A análise inteligente de vigilância por vídeo ou software de crime preditivo e de risco de incêndio estão sendo usados?
  • Produtividade: Quão colaborativo e co-criativo é a estratégia inteligente da cidade? Eles estão organizando conferências e hackathons para reunir diferentes partes interessadas da cidade? A cidade incentiva talentos que contribuam para a economia?
  • Setores de energia: Quão avançado é o setor de serviços urbanos? A cidade está aplicando tecnologias, como sistemas de semáforo inteligente controlados por Inteligência Artificial (AI), soluções de armazenamento de energia em casa, painéis solares e infraestrutura para carregamento de EV?

A partir da avaliação acima, uma cidade é inteligente com base no fato de implementarem tecnologias avançadas para otimizar seus processos, custos e ofertas de serviços. Eu não preciso saber onde você mora aqui no Brasil, e nem ser vidente pra saber que sua cidade hoje (em 2018) provavelmente não é uma cidade inteligente.

2. Por que nossas cidades não são inteligentes?

Para responder essa pergunta, irei fazer algumas outras perguntas (e respostas) para você poder entender melhor os motivos.

a. A inovação é sempre visível?
A inovação pode assumir muitas formas diferentes. Muitas vezes ouvimos falar das tecnologias empolgantes e chamativas que estão em destaque nas manchetes do meios de comunicação, mas menos empolgantes, mas igualmente impactantes, são inovações como uma nova maneira de organizar uma equipe ou um novo sistema de gerenciamento.

b. As nossas expectativas sobre o que uma cidade inteligente é alta demais?
Todos os dias, ouvimos falar de uma nova tecnologia que melhorará drasticamente nossas vidas – da realidade virtual à tecnologia de reconhecimento facial e serviços robóticos. Essas tecnologias podem estar se tornando mais comuns no setor privado, mas temos expectativas reais de quão rapidamente essas tecnologias podem ser integradas em nossos serviços públicos e infraestrutura?

c. Temos observado alguma melhoria em nossos serviços de coleta de resíduos?
Por exemplo, canais de comunicação mais inovadores, como aplicativos e chatbots? Podemos considerar estes avanços em tecnologia no setor público, com a mesma velocidade com que novas tecnologias vem sendo aplicadas no setor privado?

d. As medições de uma cidade inteligente consideram a experiência do cidadão?
Os cidadãos têm diferentes prioridades para as autoridades municipais e a agenda da cidade inteligente – eles se preocupam em viver suas vidas – sobre suas famílias, suas carreiras e seu bem-estar. Talvez tudo o que eles esperam é que os serviços pelos quais pagam (através de impostos) atendam às suas necessidades e trabalhem perfeitamente ao lado de suas vidas ocupadas. Talvez esses serviços pudessem:

  • Incorporar a IA (Inteligencia Artificial) nos smartphones para fornecer orientação se eles se perderem ou sofrerem atrasos durante seus deslocamentos?
  • Usar VR (realidade virtual) para adicionar um valor experiencial ao sistema de transporte da cidade?
  • Identificar um médico adequado para fornecer uma consulta, sem longos períodos de espera ou vários encaminhamentos?
  • Serviços interconectados, para que eles não precisem fornecer repetidamente as mesmas informações em todos os lugares (ou seja, um sistema “único” em vez de um sistema desconectado)?
  • Fornecer interfaces e dispositivos digitais acessíveis e intuitivos para pessoas de todas as idades para gerenciar suas utilidades e obter insights sobre seu uso de energia?

3. Como as nossas cidades podem ser inteligentes para os cidadãos?

As cidades existem para atender às necessidades das pessoas – sejam elas de trabalho, educação, sistema de saúde ou cultura. As necessidades das pessoas devem estar no centro dos nossos serviços públicos e privados. Apesar de uma tendência crescente para o design centrado no usuário, as empresas ainda tendem a ditar a agenda da cidade. Como podemos reorientar sua abordagem para garantir que as necessidades dos cidadãos sustentem o design e a execução dos serviços da cidade?

E se as autoridades e empresas da cidade utilizassem uma abordagem de baixo para cima para a inovação – garantindo que as ideias, os processos e as tecnologias se baseassem na contribuição dos cidadãos? Isso pode não apenas resultar em serviços mais inteligentes, mas também produzir uma melhor experiência do usuário para os cidadãos, que se sentiriam mais capacitados em como as cidades são definidas – em vez dos grandes provedores de serviços que atualmente dominam o mercado. Um passo para isso é uma estratégia de implementação de longo prazo que instrui as pessoas que executam esses serviços e estão em contato direto com o usuário. Ao incorporar sua opinião e experiência, poderíamos oferecer uma abordagem mais focada no ser humano, refinada e fundamentada em pesquisa?

4. A solução pode ser encontrada no design de serviços?

O que as “cidades inteligentes” podem fazer para implementar e melhorar sua experiência de serviço? E se os seguintes princípios sustentassem nossas cidades?

  • Foco no Usuário: O cidadão deve estar no centro de todo serviço.
  • Co-Criatividade: Cidadãos, setores público e privado devem estar envolvidos no processo.
  • Sequenciamento: Os serviços devem ser visualizados por seqüências ou momentos-chave do cliente, é importante entender o que e quando as coisas acontecem. Antes, durante e depois do serviço.
  • Evidenciamento: Todos os envolvidos no fornecimento do serviço precisam estar cientes da experiência do serviço.
  • Holística: O design de um serviço deve levar em conta toda a experiência do serviço. O contexto é importante.

No Reino Unido, o Governo (Gov.uk) já implementou com sucesso uma estrutura de design de serviço, que segue uma abordagem de design focado no ser humano. Isso é demonstrado pelos Serviços Digitais do Governo (GDS) que estão liderando a transformação dos serviços do governo do Reino Unido de físicos para digitais. A GDS tem seu próprio conjunto de princípios de design, mas, em geral, sua estratégia de processo e serviço reflete os 5 princípios acima mencionados por Marc Stickdorn. É geralmente aceito na indústria do design que você deve “sempre começar com o usuário”.

Uma solução é que as cidades inteligentes aspirantes considerem seu próprio conjunto de princípios. Isso permitiria aos provedores de serviços do setor público introduzir uma abordagem focado no usuário, mas também ofereceria um conjunto de princípios a serem seguidos por empresas privadas. Uma questão a considerar é como poderíamos aplicar essa abordagem a todos os serviços da cidade?

Embora o governo seja um grande exemplo para o setor público e privado, a maioria dos serviços municipais não é apenas pública e, portanto, não há padrões para garantir a qualidade nos serviços urbanos. Isso parece especialmente importante para grandes cidades inteligentes como Londres ou Nova York, que lutam para competir com cidades inteligentes menores, como Copenhague ou Amsterdã, já que o tamanho populacional maior interfere nos serviços e nas experiências que uma cidade inteligente oferece.

Serviços como energia, educação e transporte são parcialmente substituídos por organizações privadas e muitas vezes não colocam o usuário em primeiro lugar ou pensam em uma experiência de serviço holística antes de criar seus serviços. Organizações privadas e públicas têm uma agenda diferente; a questão é como eles podem se tornar mais alinhados?

5. Conclusões

Como podemos ver no artigo, se tornar uma cidade realmente inteligente não é algo fácil, e não acontece da noite pro dia. É um trabalho que precisa de tempo e muito esforço para se materializar. Eu não conheço todas as cidades do Brasil, mas as que conheço não consigo ver nenhuma como um cidade inteligente.

Meu objetivo neste post, foi mostrar pra você que pra ser uma cidade inteligente é muito mais complexo do que apenas liberar acesso “Wi-fi” para a população, é um caminho duro e tortuoso até poder chegar ao nível de se intitular uma cidade de “inteligente”.

Fonte: Organicity

por Fernando Quadro em November 19, 2018 10:30 AM

Blog IDEE (ES)

IDEAragón renueva su visualizador 3D

Visualización 3D en IDEARAGON

Relacionado con el estado del bienestar, Benito Mussolini llegó a afirmar en el marco de su dictadura fascista: «La verdad es que los hombres están cansados de la libertad».

En pleno siglo XXI, sospecho que no entendería cómo una administración es capaz de generar un servicio público gratuito y libre de cargas comerciales que permite a cualquier ciudadano visualizar información geográfica en tres dimensiones sin moverse de su casa o lugar de vida (bienestar).

El visualizador 3D de IDEARAGON ha sido renovado a lo largo de este año 2018 para mejorar las prestaciones ergonómicas y funcionales con el objeto de servir como herramienta para cualquier tipo de actor de una IDE.

Desarrollado bajo el software de código abierto Cesium, este visualizador integra la información geográfica tanto del Gobierno de Aragón (toponimia, cartografía topográfica, series de ortofotos, imágenes satélites y cartografía urbana, ambiental o sectorial) como información externa (servicios OGC WMS y WFS). 

El visualizador dispone del conjunto de herramientas clásicas que se le atribuyen a este tipo de aplicaciones (búsqueda, navegación, información, consulta, leyenda, impresión), incorporando notables mejoras como son la incorporación de servicios (WMS) e información geográfica en un fichero (kml, kmz, geojson o shapefile).
         
Herramientas de navegación del viualizador 3D usando el WMS del MTN50 del IGN

Eso permite la consulta e interpretación de la información para la toma de decisiones como puede ser desde la consulta de la dificultad de un sendero turístico (analizando su perfil) hasta el estudio de la caída de bloques es un valle escarpado (exagerando o no el relieve).

Perfil topográfico realizado con el Visualizador 3D de IDEARAGON
 
La aplicación usa el MDT y el PNOA de 0,5 m. de resolución del año 2015 como información básica por defecto desplegada en un par de servidores web balanceados dedicados  dentro de la infraestructura tecnológica existente.

El Instituto Geográfico de Aragón (IGEAR), organismo responsable de la publicación y mantenimiento de IDEARAGON y de esta aplicación web, da otro salto en el objetivo estratégico de acercar la información geográfica a la sociedad.

No lo dudes y vuela a vista de pájaro sobre el territorio aragonés por medio de la siguiente url: https://vuelos3d.aragon.es.

Más información en el siguiente vídeo promocional del canal YouTube de IGEAR
             
 

Publicado por Rafael Martínez Cebolla.
Facultativo Superior Especialista. Geógrafo (IGEAR).

por editor (noreply@blogger.com) em November 19, 2018 06:14 AM

Geofumadas [HN]

Un buen programa para guardar pantalla y editar video

En esta nueva era 2.0, las tecnologías han cambiado significativamente, tanto así, que permiten llegar a lugares que eran anteriormente imposibles.  Actualmente se generan millones de tutoriales sobre múltiples temas y dirigidos a todo tipo de audiencias, al pasar el tiempo se ha vuelto una necesidad contar con herramientas que guarden las acciones que generamos

por geofumadas em November 19, 2018 05:06 AM

November 18, 2018

Geo Luís Lopes [ES]

Lista de sites e repositórios na internet para o geoprocessamento



Saudações a todos... Neste post, vamos apresentar alguns sites que disponibilizam arquivos vetoriais (.shp, .kmz, .kml) e matriciais (.tiff, .jpeg, etc), e que são considerados como repositórios de dados para o Geoprocessamento. O pedido para a elaboração deste texto foi feito por alunos da disciplina “Sistemas de Informações Geográficas Aplicado à Gestão Ambiental”, do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia (Mestrado do NUMA/UFPA), realizada em Macapá (Amapá), no ano de 2015, onde apresentamos os princípios básicos da Cartografia e do Geoprocessamento.

Vamos divulgar aqui uma pequena lista desses sites ou repositórios, que pretendo atualizar periodicamente. Na sua maioria, esses endereços não necessitam de cadastro do usuário, bastando para o download o seu acesso direto na homepage da instituição. 

Alguns desses sites disponibilizam geometrias temáticas da área total do território brasileiro, outros enfocam apenas uma única temática ou região específica, com uma tabela de atributos também básica, que poderá ser agregada de novos campos posteriormente, dependendo do usuário e do tipo de atividade ao qual o arquivo será trabalhado.

É importante mencionar que se tratam de sites confiáveis, na maioria governamentais, de órgãos responsáveis e que tem competência pela informação divulgada, que prezam pela qualidade da informação, bem como pela sua atualidade, por isso, não deixem de citar essas fontes em seus trabalhos futuros. 

Assim, na lista a seguir vocês podem acessar alguns dos ambientes virtuais (sites) que possibilitam a aquisição de dados geográficos/espaciais em modo vetorial ou matricial, basta clicar no link de cada site para adquirir os arquivos. Logo após o link do site faço uma breve explanação sobre as características principais do repositório. Vamos lá...

Figura 01: Site do PRODES - Monitoramento das Florestas Amazônicas por Satélite
Característica principal: Possibilita o download de dados matriciais (imagens de sensores de remotos), por cena, de diversos tipos de sensores e anos variados. Também dá acesso aos dados de desmatamento em formato .shp existentes no território brasileiro nos últimos anos.

Figura 02: Site do Ministério do Meio Ambiente – I3Geo
Característica principal: O usuário tem nesse site a possibilidade de download de diversos dados ligados a questão ambiental e ao uso e ocupação do solo no Brasil. Nele, há a opção de visualização dos arquivos no mapa interativo do MMA, o I3Geo.

Figura 03: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Característica principal: Assim como o site anterior, o repositório do IBGE disponibiliza um rico acervo, com uma variada gama de temáticas geográficas para download. Os arquivos contêm informações de todo o território brasileiro, tanto em formato vetorial, quanto matricial. Nesse site existem também informações de censos e outros arquivos em diversos outros formatos.

Figura 04: Forest GIS
Característica principal: Trata-se de um site comercial que disponibiliza uma série de dados em formatos diversos, de bases cartográficas de todas as regiões brasileiras de instituições públicas, que estão reunidas por temáticas. Além da base de dados gratuita, o usuário pode comprar mapas e realizar orçamentos de serviços cartográficos diversos.

Figura 05: GeoNetwork opensource - Agencia Nacional de Águas (ANA)
Fonte: http://metadados.ana.gov.br/geonetwork/srv/pt/main.home
Característica principal: Nesse site é possível fazer download das principias bacias hidrográficas do Brasil, com informações sobre Estações pluviométricas, Estações fluviométricas, Estações de qualidade da água, Estações sedimentamétricas, Estações telemétricas, Hidrografia, Malha Municipal e Sedes municipais.

Figura 06: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)
Característica principal: Possibilita informações atuais da malha de rodovias brasileiras em formato shapefile. Com a aquisição destes arquivos usuário pode realizar ações de recorte da malha municipal do Brasil para um município em específico, agregando informações sobre ruas, quadras, lotes e equipamentos urbanos.
  
Figura 07: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE
Característica principal: O site do INPE tem tradição na divulgação e disponibilização gratuita de imagens de sensores remotos. Para seu acesso, o usuário inicialmente deve fazer um cadastro, que lhe habilitará ao download das imagens selecionadas por cena do sensor. Após realizar o login e escolher a imagem, ela estará disponível posteriormente ao usuário por um link no e-mail indicado no cadastro, no qual poderá iniciar o download.

Figura 08: Sistema Compartilhado de Informações Ambientais – SISCOM/IBAMA
Característica principal: Esse site divulga e possibilita ao usuário acessar dados relativos a informações ambientais diversas, além de interações antrópicas que ocorrem em importantes biomas do território brasileiro.
  
Figura 09: Banco de Dados Geográficos do Exército
Característica principal: Nesse site, sugerimos ao usuário o download do manual de usuário, que orienta sobre o acesso à base de dados cartográfica e outras informações sobre o território brasileiro. Para aqueles usuários que estão iniciando no uso de ferramentas deste tipo, há a possibilidade de elaboração de um mapa com a opção de download ou impressão direta do site.
  
Figura 10: Centes for Disease Control and Prevention
Característica principal: Neste link o usuário tem acesso a informações de controle e prevenção de alguns tipos de doenças, existentes em diversos continentes e países do mundo.

Figura 11: Portal Brasileiro de Dados Abertos
Característica principal: O produto apresenta as seguintes unidades territoriais: Municípios, Microrregiões, Mesorregiões e Unidades da Federação. A versão da Malha Municipal disponível retrata informações coletadas no Censo Demográfico 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
  
Figura 12: Brasil em Relevo – Embrapa (Imagens SRTM)
Característica principal: Aqui o usuário encontrará imagens do Shuttle Radar Topography Mission (SRTM), coletada pela National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA) com resolução espacial de 90 metros, que permite a geração imagens digitais do relevo terrestre.

Figura 13: Tela de Visualização do Google Earth
Característica principal: Nesta versão gratuita do Google Earth há a possibilidade de manipulação e criação de produtos cartográficos baseados nos arquivos matriciais (imagens de sensores remotos) e nos arquivos vetoriais (formato .kmz e .kml), dispostos em camadas. Novos arquivos vetoriais podem ser gerados a partir da vetorização das imagens e exportados para a manipulação em outro software de geoprocessamento.
  
Figura 14: Monitoramento de Queimadas e Incêndios por Satélite em Tempo Quase-Real
Característica principal: Este site é desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ele inclui o monitoramento operacional de focos de queimadas e de incêndios florestais detectados por satélites, além do cálculo e previsão do risco de fogo da vegetação.
  
Figura 15: Site da Universidade Federal do Londrina
Característica principal: Informações temáticas diversas sobre o território brasileiro e estados específicos da federação.

Figura 16: Sistema Estadual de Geoinformação - Governo de Goiás
Característica principal: Contêm informações relativas à base planialtimétrica e mapas temáticos do estado de Goiás.

Figura 17: Página do Murilo Cardoso – Consultor em Geotecnologias
Característica principal: Esse site dá acesso a uma série de dados geográficos de continentes, países e, de forma mais específicas, dados cartográficos do território brasileiro. É interessante que o administrador do site oferece ao usuário as informações do arquivo de interesse (Descrição, Formato, Fonte, Base de Dados e Tamanho), que são importantes de serem citadas na fonte do mapa ou no conteúdo do texto que acompanhará o mapa.

 
Figura 18: Site da U.S. Geological Survey
Característica principal: O site do Serviço Geológico dos Estados Unidos é a página de uma instituição científica, multi-disciplinar e imparcial que se dedica à pesquisa de assuntos relativos à topografia terrestre, dos nossos recursos naturais, e dos desastres naturais e riscos, além de informações sobre biologia, geografia, geologia, informação geomática, entre outras. Nesse endereço o usuário pode realizar o download de imagens de sensores óticos e de microondas como: Landsat, Sentinel 2, e da missão SRTM.
  
Figura 19: Acervo Fundiário do INCRA
Característica principal: Nesse site o usuário encontra dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) de todo o território brasileiro. Assim como outras bases de dados cartográficas, as informações do INCRA estão alojadas no I3Geo, que já mostramos anteriormente.
  
Figura 20: Site da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica
Característica principal: A Aneel disponibiliza on line informações diversas sobre geração e distribuição de energia elétrica (eólica, hidroelétrica, termoelétrica, etc). O usuário pode abrir os dados pesquisados diretamente no ArcGis Desktop como um projeto cartográfico, com dados linkados via WMS Server.
  
Figura 21: Copernicus – Programa Europeu de Observação da Terra
Característica principal: Trata-se de um programa da União Europeia que permite o download de dados de países europeus dos sensores das missões Sentinel 1, 2 e 3. Assim como informa o site Geoaplicada, de onde pesquisamos as informações de acesso desse endereço, há necessidade de cadastro e posteriormente login para a realização do download dos dados espaciais.

Figura 22: INDE – Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais
Característica principal: Esse endereço oferece ao usuário informações sobre diversos temas do território brasileiro. Os arquivos podem ser baixados nos formatos KML/KMZ, Shapefile, CSV (tabela), ou por meio do serviço WMS Server. Nesse site, assim como em outros já apresentados aqui, o usuário pode elaborar um mapa adicionando pontos, linhas ou polígonos e, em seguida, há a possibilidade de salvar ou imprimir o mapa criado.

Além desses sites apresentados neste post existem diversos outros com o mesmo objetivo de divulgar o acesso a dados espaciais. Enfatizamos aqui o Geoaplicada, e o site do LabGis/UERJentre outros já citados que serviram como fonte de pesquisa para esse texto.

Mas atenção, para a pesquisa de dados geográficos para o geoprocessamento é importante buscar sites confiáveis, uma vez que cada instituição mantém sua área de atuação ou temática atualizada. Algumas instituições pública – como aqui citadas, disponibilizam o que pode se tornar uma tendência nos próximos anos, que instituições federais, estaduais e municipais criem seus próprios sites e ofereçam bases de dados cartográficas para outros usuários.

Contudo, além da competência de cada instituição em gerar os arquivos .shp, kml ou outro formato, é necessário que o usuário saiba a forma de aquisição e/ou geração da informação, os tipos de resolução de cada dado (no caso de imagens de sensoriamento remoto é imprescindível que o usuário conheça as resoluções temporais, radiométricas, espaciais e espectrais), além de ter conhecimento da escala cartográfica em que o dado foi coletado, para evitar generalizações entre diferentes dados vetoriais e matriciais no momento da elaboração do mapa final.

Alguns sites destacam os metadados dos arquivos disponíveis, ou seja, as informações básicas sobre a geração, data de elaboração e/ou coleta, escala cartográfica, entre outras. Lembramos que também existem blog’s (como o geoluislopes.com) que permitem o download de tutoriais dos principais softwares de geoprocessamento (Terraview, QuantumGis, KosmoGis, Envi, ArcGis, GvSig, etc), compatíveis com os arquivos vetoriais e matriciais dos sites apresentados.

Espero ter contribuído com esse post e aguardamos sugestões para o incremento do texto com novidades de outros sites.


por Christian Nunes (noreply@blogger.com) em November 18, 2018 08:23 PM

Geo innova

Inteligencia de Ubicación con Sistemas de Información Geográfica

inteligencia de ubicación

Los autores del libro han escrito el libro con la intención de introducir al lector en el mundo de la Inteligencia de Ubicación, ya que es un campo de considerable interés para un amplio abanico de profesionales. Descripción del Manual Numerosos profesionales descartan todo aquello relacionado con la cartografía, información geográfica o datos espaciales, como […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 18, 2018 08:14 PM

November 17, 2018

El Blog de José Guerrero [VE]

Superficie de interpolación TIN 3D con la versión actual de matplotlib en Python

En un post bastante antiguo se consideró la generación de una superficie de interpolación TIN 3D con los módulos numpy, matplotlib y visvis de Python. Sin embargo, como el método ‘Natural Neighbor interpolation’ de matplotlib.mlab.griddata ha sido removido de maplotlib … Seguir leyendo

por José Guerrero em November 17, 2018 04:59 PM

November 16, 2018

Luís Sadeck (BR)

Histograma é importante?

Histograma SIM! Histogramas são muito importantes para a nossa área, tanto no sensoriamento remoto quanto na análise espacial e nas formas de entender as visualização como kernel por exemplo e tantas outras coisas na área ambiental e demais áreas da ciência, mas isso fica para outra conversa.

Um abraço.

https://www.youtube.com/watch?v=GL__iMLu1ds

por sadeckgeo em November 16, 2018 01:50 PM

Blog gvSIG (ES)

Disponible el material del taller de ‘Generación de informes con gvSIG Desktop’ de las 14as Jornadas gvSIG

Ya está disponible la grabación del taller sobre ‘Generación de informes con gvSIG Desktop’ impartido durante las 14as Jornadas Internacionales gvSIG.

El taller, enfocado a preparar capas y mapas en gvSIG para ser integrados en el diseñador de informes JasperSoft Studio y a crear documentos de tipo ‘Informe’ en gvSIG que incluyesen los informes creados con JasperSoft Studio, se realizó sobre la última versión de gvSIG (gvSIG 2.5), que aún está en desarrollo, para el cual se ha desarrollado este nuevo plugin. No obstante, ya hay una distribución para descargar y probar, incluyendo el creador de informes.

Para iniciar el taller es necesario disponer de:
gvSIG Desktop 2.5.
– JasperSoft Studio: Versión oficial.
Plugin para JasperSoft Studio de Web Service Data Source (descarga mediante registro),  o enlace alternativo.

Se deberán de buscar los tres ficheros .jar del plugin que se encuentran en la carpeta “jss” y copiarlos en la carpeta de JasperSoft/plugins.

Los datos para seguir el taller pueden descargarse de la web oficial (o descarga alternativa).

El vídeo con la grabación del taller es el siguiente:

por Mario em November 16, 2018 01:41 PM

TYC GIS Formacion

¿Qué vas a aprender en el curso sobre Infraestructuras de Datos Espaciales?

En esta entrada vas a averiguar los conceptos y herramientas con las que se va a trabajar en el “Curso de Infraestructura de Datos Espaciales y elaboración de metadatos de TYC GIS” para que puedas comprobar si se adapta a los objetivos que buscas en este tipo de formación.

1

Hoy en día, hay términos clave en el ámbito geoespacial como son la interoperabilidad, Big Data, open source, metadatos, visores, etc. palabras que a lo mejor te dejan un poco confus@, así, en este curso te vamos a mostrar cómo se interrelacionan todos esos conceptos y a la vez, vamos a trabajar con ellos. Estos son los apartados más importantes que se van a tratar:

  1. ¿Qué es una Infraestructura de Datos Espaciales?

El acrónimo IDE puede confundir con otro muy utilizado por los desarrolladores (Integrated Development Environment) y también con la denominación geoportal.  Se orientará al alumno para que se aclaren dichos conceptos (y muchos otros).

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  1. Programas a utilizar:

 

Se van a enseñar diferentes tipos de programas de tipo open source que se pueden descargar de manera gratuita. Se va a trabajar con programas de Sistemas de Información Geográfica, de elaboración de metadatos, de creación de geoportales y se aportarán nociones para el desarrollo de visores.

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  1. Se darán a conocer términos importantes para trabajar en una IDE:

Uno de los aspectos a tener en cuenta a la hora de elaborar metadatos y trabajar en una IDE, son los diversos estándares en los que basarlos. Se trabajará con estándares como ISO ó FGDC, así como otros dedicados a la Biodiversidad.

Además, se orientará al alumno con programas dedicados a la implantación de dichos estándares en los metadatos, así como el manejo de archivos de tipo XML. Se ayudará a comprender el término “interoperabilidad” y a valorar la situación actual internacional sobre la difusión pública de datos.

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  1. Visor cartográfico:

Una parte fundamental en el establecimiento de una IDE es la incorporación de un visor cartográfico, se va a aportar al alumno herramientas para el desarrollo de un visor sencillo con las herramientas más funcionales para interactuar con él.

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  1. Creación de una Infraestructura de Datos Espaciales:

Se va a explicar un flujo de trabajo para que el alumno pueda desplegar su propia IDE, así como para incluir datos y metadatos que complementen su catálogo según las normas propuestas.

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Todo esto dará una idea de conjunto de cómo se elabora y despliega una IDE, este curso integra las partes fundamentales para ello y aporta suficiente información para la interacción entre los diferentes elementos: datos, servicios, metadatos, visores, estándares, normativas, software, etc.

La convocatoria para el CURSO ONLINE DE INFRAESTRUCTURA DE DATOS ESPACIALES (IDEs) Y ELABORACIÓN DE METADATOS es el próximo 5 de diciembre del 2018. Si quieres más información, escribe a formacion@tycgis.com.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

Curso Online infraestructuras dedatos espaciales   Curso Presencial Datos Espaciales Elaboracion de Metadatos 

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por Beatriz Ramos López em November 16, 2018 12:48 PM

Blog gvSIG (ES)

Material of the workshop about environmental modelling using gvSIG and the HortonMachine available

The material of the workshop about environmental modelling using gvSIG and the HortonMachine, given at 14th International gvSIG Conference some days ago, is now available.

Although the screen image is not very clear it can be followed with the teacher instructions, and using the cartography and tutorial available to download at this link.

The HortonMachine library is an open geospatial library integrated in gvSIG containing tools for the management of environmental data and hydro-geomorphological analyses. The algorithms contained in the library are the result of more than 10 years of research, development and real application by different researchers and professionals working in the field of natural hazards.

Recording of this workshop is available here:

por Mario em November 16, 2018 08:39 AM

Blog IDEE (ES)

El artículo sobre Neocartografía

http://discovery.ucl.ac.uk/1433169/

Hay un artículo sobre las características y naturaleza de los proyectos de Neocartografía, también llamada Información Geográfica Voluntaria, que me fascinó cuando lo leí hasta el punto de que me parece el artículo sobre el tema, con permiso de Mr Goodchild y su texto fundacional «Citizens as sensors: The world of VGI» (2007).

Se titula «Managing the Crwod: Towards a Taxonomy of Crowdsourcing Processes», lo publicaron en el 2011 un grupo de investigadores de la Universidad de Mannheim, una de las más jóvenes de Alemania, liderados por David Geiger y es fantástico. 

Proviene del entorno de las Ciencias Económicas y la verdad es que a veces no viene nada mal las visiones que se aportan desde fuera de una disciplina concreta. Estudia un tipo de procesos más general que los de Neocartografía, que consiste en la generación colaborativa de datos geográficos por voluntarios, y es el caso de los procesos de crowdsourcing (¿externalización voluntaria?) que se puede definir como la externalización de tareas, habitualmente realizadas por empleados o contratistas, dejándolas a cargo de un grupo numeroso de voluntarios o de una comunidad, a través de una convocatoria abierta. 

En el estudio, primero se analizan y comentan ocho taxonomías existentes que clasifican esos procesos según varios criterios; luego se recopilan los 46 ejemplos más citados y conocidos en aquel momento de proyectos de crowdsourcing, se clasifican agrupándolos en 15 tipos generales según sus características comunes, y aplicando técnicas de clustering se identifican cinco arquetipos de proceso. Si se quieren estudiar ese tipo de proyectos es suficiente con fijarse en cinco. Y aplicando sofisticados métodos estadísticos, se llega a dos conclusiones impersionantes.

La primera, que  las propiedades que distinguen y caracterizan esos procesos son solo cuatro:
  • La selección de voluntarios, que puede no existir, estar ligada a su formación, ser una preselección de un colectivo o de individuos uno a uno, puede hacerse en función de las personas o en función de sus aportaciones, desechando unas y aceptando otras, se pueden establecer reglas de selección y exclusión, etcétera. 
  • Cómo interactúan los voluntarios entre sí. Hay varias posibilidades de interacción: ninguna (por privacidad, para asegurar la diversidad o para no distraer), que vean lo que han hecho otros (por transparencia en concursos o para fomentar la coherencia), que puedan valorar a los otros o que se pueda modificar lo de otros (para corregir y mejorar).
  • Cómo se agregan y validan las contribuciones. Depende de que el proceso sea solo de creación o que haya además una selección. En los de creación, todo vale si cumple una calidad mínima; en los de selección, se escoge solo lo mejor.
  • Cómo se recompensa. Puede ser sin remuneración, remuneración fija (en microtareas) o basada en el éxito (en concursos, por rendimiento especial o continua en función de los ingresos generados). Puede ser una compensación simbólica, intangible, económica o material especializado.
Y la segunda que, dando otra vuelta de tuerca mediante métodos estadísticos, se concluye que de esos cuatro aspectos los que son decisivos son cómo se agregan y validan las contribuciones y cómo se recompensa a los voluntarios. Los otros dos factores, la selección de voluntarios y cómo interactúan entre ellos, son menos influyentes y sirven solo para afinar el proceso.

Luego a la hora de diseñar y lanzar un proyecto de Neocartografía hay dos decisiones importantes y trascendentaler que tomar, cómo se agregan los resultados y qué recompensa va a haber. La preselección y la interacción entre los participantes sirven solo para afinar el proceso y adaptarlo a un contexto y campo de aplicación concretos.

Un artículo esencial, con muchísima información y ejemplos, un texto brillante que desentraña con acierto las claves de ese tipo de procesos. Os lo recomiendo encarecidamente.

Solo se me ocurre añadir que, en mi opinión, las recompensas intangibles son las más eficaces a largo plazo y que es fundamental cuidar a la comunidad, formarla y equilibrarla, y darle capacidad de decisión y autonomía si se persigue la sostenibilidad del proceso.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 16, 2018 05:38 AM

Geo innova

El cambio climático dentro de la evaluación ambiental

evaluación ambiental

En España la Ley 21/2013, de 9 de diciembre, de evaluación ambiental (BOE nº 296 de 11 de diciembre de 2013) obliga a tener en cuenta el cambio climático en el procedimiento de evaluación de ambiental. Ingenieros, arquitectos, consultoras ambientales, proyectistas y empresarios tienen ante sí el reto de incorporar en cada plan y proyecto […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 16, 2018 04:05 AM

November 15, 2018

mappingGIS [ES]

Cómo realizar geocodificación con GeoPy

GeoPy es una librería de python para acceder a servicios de geocodificación. GeoPy facilita a desarrolladores de Python localizar las coordenadas de direcciones, ciudades, países y puntos de referencia en todo el mundo mediante geocodificadores de terceros y otras fuentes de datos. GeoPy incluye clases de geocodificación para los siguientes servicios: OpenStreetMap Nominatim ESRI ArcGIS Google […]

Cómo realizar geocodificación con GeoPy

por Aurelio Morales em November 15, 2018 03:52 PM

Blog gvSIG (ES)

Vídeos de sesión SIG aplicado a Agricultura de las 14as Jornadas gvSIG

Uno de los sectores en los que estamos realizando cada vez más proyectos desde la Asociación gvSIG es el de la Agricultura. Un área donde la aplicación de la geomática es amplia y que engloba proyectos tanto de gestión como de explotación o investigación.

Durante las pasadas 14as Jornadas Internacionales de gvSIG hubo una sesión dedicada a este tipo de proyectos, de la que ahora os compartimos los vídeos de las presentaciones realizadas.

En primer lugar queremos destacar la ponencia ‘Soluciones gvSIG para Agricultura en la Generalitat Valenciana.’. Muestra como el software libre se está aplicando para poner en marcha aplicaciones tan importantes como las que conllevan la gestión de las ayudas de la PAC (la Política Agraria Común) y la gestión del Registro general de la producción agrícola (REGEPA). Aplicaciones con un alto nivel de complejidad técnica ya que deben implementar todo tipo de reglas topológicas.

En segundo lugar un proyecto de investigación muy interesante llevado a cabo por Ángel Marqués-Mateu con título ‘Cartografía de precisión de la salinidad del suelo en cultivos de arroz.

Para finalizar la presentación de GODAN, ‘The role of open data and innovation in ensuring global food security’ que nos remarca la importancia que pueden tener los datos abiertos y el software libre.

¡Qué los disfrutéis!

por Alvaro em November 15, 2018 02:13 PM

Blog IDEE (ES)

El visualizador de Arganda del Rey

http://sedeelectronica.ayto-arganda.es/portalArganda/Leaflet/leaflet.html#15/40.3063/-3.4565

No resulta nada fácil saber cuántos Ayuntamientos están publicando en su página web un visualizador estándar que muestre servicios WMS o WMTS, ya sean propios o ajenos, para ofrecer un mapa interactivo de su trazado callejero. Deben ser muchos más de los que creemos.

El último que hemos descubierto, por casualidad, es el visualizador de Arganda del Rey, en la provincia de Madrid, que muestra el callejero utilizando OpenStreetMap, el IGN-Base o el servicio de ortofotos PNOA de máxima actualidad, a gusto del usuario.

El resultado es bastante bueno. 

Salud e interoperabilidad.


Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 15, 2018 12:35 AM

November 14, 2018

TYC GIS Formacion

Cómo crear geometrías con la API JavaScript de Google Maps

En esta entrada vamos a ver cómo añadir algo de geometría con la API de Google Maps. La capacidad de dibujar geometrías tiene muchas aplicaciones. Por ejemplo, puede servir para marcar áreas de interés en nuestro mapa, mostrar el resultado de operaciones de edición por parte del usuario, crear herramientas de introducción de datos geográficos, etc…

Antes de comenzar a trabajar con la API de Google Maps necesitaremos una API key, ya que Google Maps no es libre y su uso está sujeto a ciertas condiciones. Para obtenerla, hay que dirigirse a la sección para desarrolladores de Google (https://developers.google.com/maps/documentation/javascript/get-api-key?hl=ES). Desde julio de 2018, la obtención de la API Key requiere además de una cuenta en la cual cargar el coste de los servicios consumidos. Sin embargo, cada cuenta dispone gratuitamente de 200$ mensuales, por lo que si no pasamos de esa cantidad, el uso de la API no supondrá ningún coste.

Para empezar, partiremos de un documento HMTL básico. Se incluirán las referencias de estilo para el mapa, así como una etiqueta <script> para llamar a la API de Google Maps, en la que habrá que indicar la API Key:

<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
  <title>Geometría con Google Maps</title>
  <meta name="viewport" content="initial-scale=1.0">
  <meta charset="utf-8">
  <style>
    html,
    body {
      height: 100%;
      margin: 0;
      padding: 0
    }
    #mapa {
      height: 100%
    }
  </style>
</head>
<body>
  <div id="mapa"></div>
  <script async src="https://maps.googleapis.com/maps/api/js?key=API_key&callback=inicio"></script>

</body>
</html>

Procederemos a añadir el código del visor dentro de un nuevo elemento <script>.  Deberá contener la función que indicamos en el callback de llamada a la API (“inicio”, en este caso), de manera que cuando termine de cargarse la librería, se ejecute inmediatamente dicha función. Dentro de la función inicio se han incluido unas líneas para instanciar el mapa inicial:

<body>
  <div id="mapa"></div>
  <script async src="https://maps.googleapis.com/maps/api/js?key=API_key&callback=inicio"></script>
  <script>
    function inicio() {
      var miMapa = new google.maps.Map(document.getElementById('mapa'), {
        center: { lat: 40, lng: -3.5 },
        zoom: 6
      });

    }
  </script>
</body>

Ahora se incluirá la geometría al mapa. Para ello, se definen unos arrays con los vértices de los objetos que se quieren representar. En este caso se creará una línea y un polígono:

      var verticesLinea = [
        { lat: 41.59, lng: -1.93 },
        { lat: 40.21, lng: -2.10 },
        { lat: 39.24, lng: -3.31 },
        { lat: 37.84, lng: -3.03 },
        { lat: 36.91, lng: -5.40 }
      ];

      var verticesPoligono = [
        { lat: 41.05, lng: -4.79 },
        { lat: 40.39, lng: -6.09 },
        { lat: 39.29, lng: -5.85 },
        { lat: 38.39, lng: -4.09 },
        { lat: 38.94, lng: -2.59 },
        { lat: 40.09, lng: -3.12 },
        { lat: 40.95, lng: -3.99 }
      ];

En la API de Google Maps, cada vértice se codifica mediante un objeto con las propiedades lat y lng, en referencia a latitud y longitud. Para dibujar la línea sobre el mapa, se usará la clase google.maps.Polyline:

      var linea = new google.maps.Polyline({
        path: verticesLinea,
        map: miMapa,
        strokeColor: 'rgb(255, 0, 0)',
        strokeWeight: 2
      });

En el caso de polígonos, se emplea google.maps.Polygon:

      var poligono = new google.maps.Polygon({
        path: verticesPoligono,
        map: miMapa,
        strokeColor: 'rgb(255, 0, 0)',
        fillColor: 'rgb(255, 255, 0)',
        strokeWeight: 4,
      });

El constructor de ambas clases recibe como argumento un objeto con una serie de propiedades. En path se introducirá el array de vértices que de definió anteriormente. En map se indicará el mapa que contendrá nuestras geometrías. Existen además otras opciones referidas al estilo de representación, como strokeColor (color de la línea o del borde del polígono), fillColor (color de relleno), entre otras.

Para acabar, incluiremos un popup solamente al polígono, de manera que se abra una pequeña ventana de información al hacer click sobre el:

      var popup = new google.maps.InfoWindow();

      poligono.addListener('click', function (e) {
        popup.setContent('Contenido');
        popup.setPosition(e.latLng);
        popup.open(miMapa);
      });

Si todo es correcto, cuando abramos el documento html con un navegador, podremos ver lo siguiente:

Espero que os haya gustado este pequeño tutorial. Si queréis saber más, echad un vistazo a nuestro curso de aplicaciones Web con ESRI, Carto, MapBox y Google Maps.

Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

Formación de calidad impartida por profesionales

Curso Online javascript 3.x  Curso Online javascript 4.x  Curso Online api mapas en Javascript 

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por Isaac Perez em November 14, 2018 04:06 PM

Blog gvSIG (ES)

El Circuit de Cheste estrenará un sistema pionero para dar respuesta a emergencias durante el Gran Premio de Motociclismo

Bajo este titular ha sido referenciado hoy en la práctica totalidad de la prensa el sistema impulsado por Diputació de València, a través del área de Información Territorial de Divalterra y el Consorcio Provincial de Bomberos y desarrollado en colaboración con la Asociación gvSIG. La plataforma, basada en gvSIG Online, fue presentada en las pasadas 14as Jornadas Internacionales de gvSIG. Ver como la Suite gvSIG está formando parte de importantes proyectos, por dimensión y por su influencia en mejorar la vida de los ciudadanos, es algo que nos produce una enorme satisfacción.

Os dejamos con la información extraída de la nota de prensa oficial y con un vídeo de presentación de la solución:

El Circuit Ricardo Tormo de Cheste estrenará el fin de semana del 16 al 18 de noviembre, durante la celebración del Gran Premio de Motociclismo, un sistema pionero de gestión de emergencias para prevenir y dar la respuesta más ágil a los incidentes que puedan registrarse tanto en el recinto como en el entorno del Circuit, incluidas las carreteras de acceso y los núcleos de población cercanos.

Se trata de un servidor cartográfico que utiliza tecnología GIS e incluye los datos procedentes del Plan de Autoprotección del Circuito, y se presenta de manera digital a través de cualquier equipo informático. De esta manera, se agilizan las consultas y se dispone al momento de todo tipo de información de utilidad para dar respuesta a las emergencias. El servidor cartográfico permitirá agilizar la gestión de cualquier incidente de seguridad. De esta manera, se agilizan las consultas y se dispone al momento de todo tipo de información de utilidad para dar respuesta a las emergencias.

Además, desde el Consorcio Provincial de Bomberos se dará acceso a esta herramienta informática a todos los organismos implicados en garantizar la seguridad en la concentración deportiva, como Delegación de Gobierno, Guardia Civil, Generalitat Valenciana y la propia seguridad del Circuit, con el fin de asegurar una máxima coordinación entre todas las partes.

El oficial jefe de Prevención del Consorcio Provincial de Bomberos de Valencia, Jorge Sánchez, explica que “la cantidad de información que nos aporta, agiliza de manera muy importante la toma de decisiones en momentos en los que cada segundo que se gane puede ser vital”.

Sánchez indica que “en España no hay ningún organismo con una herramienta GIS tan potente como esta para la gestión de emergencias” y avanza que “ya se está trabajando para aplicarla a otras infraestructuras como los edificios de la Universidad, Metrovalencia, las Fallas, etc”.

El director del Proyecto, Antonio Mas, explica que “el proceso se ha desarrollado en completa coordinación con el Consorcio de Bomberos, para asegurar que las funcionalidades que se iban desarrollando desde Divalterra eran las que realmente resultaban de utilidad para ellos”.

Para ello, se recopiló toda la documentación existente, que estaba en formato papel, y tras la definición de los términos y cartografía a implementar, se procedió a elaborar todos los mapas en formato digital. Una vez implementada la parte gráfica, se procedió al volcado de toda la documentación recopilada.

Así, recoge imágenes y datos detallados sobre los accesos y salidas del recinto, elementos de protección, recorrido hasta los accesos, rutas de evacuación, gradas, locales, recintos y edificios, y también todas las actividades de riesgo de empresas próximas, así como el posible transporte de mercancías peligrosas.

De esta manera, este servidor cartográfico permite, ante una emergencia, saber en qué punto exacto se ha producido el incidente y a qué distancia se encuentran los accesos y salidas más cercanas, cuál es el recorrido, los hidrantes más próximos, las características de la infraestructura donde se ha producido, si existen elementos colindantes o las zonas industriales próximas y sus planes de evacuación, entre otra información de utilidad.

por Alvaro em November 14, 2018 03:28 PM

Fernando Quadro (BR)

Usando pycsw com o GeoNode

O CSW é um padrão para expor um catálogo de entidades geoespaciais através do procotolo HTTP. Em um portal GeoNode, os pontos de extremidade (endpoints) do CSW são fornecidos pelo pycsw, que é um componente subjacente do GeoNode. Alternativamente, se necessário, é possível substituir o pycsw pelo GeoNetwork.

No GeoNode, você pode acessar facilmente o registro CSW de uma camada, clicando no botão Baixar Metadados na página da camada. Um formulário aparecerá e você poderá acessar os metadados fornecidos pelo pycsw em uma série de diferentes formatos (Atom, Dublin, FGDC, Text, HTML e muitos outros).

Por exemplo, ao clicar no link ISO, você acessará os metadados da camada no formato ISO, que corresponde a essa solicitação GetRecordById no pycsw:

http://localhost:8000/catalogue/csw?outputschema=http%3A%2F%2Fwww.isotc211.org%2F2005%2Fgmd&service=CSW&request=GetRecordById&version=2.0.2&elementsetname=full&id=8bcf5bfc-5cfc-11e7-8103-02d8e4477a33

Você também pode notar outras informações que foram geradas pelo GeoNode nos bastidores quando a camada foi carregada:

  • Identificador da camada, que identifica exclusivamente a camada no catálogo (observe que a solicitação GetRecordById usa esse identificador para acessar o registro)
  • Data de criação
  • Sistema de referência espacial e caixa delimitadora (BBOX)
  • URL da miniatura
  • Formato do recurso
  • Vários endpoints do OGC

Se você quiser adicionar metadados ausentes, visite a página de metadados da camada e pressione em Editar Camada > Editar Metadados.

1. Operações pycsw

O pycsw implementa todas as operações do padrão CSW, incluindo as opcionais:

  • GetCapabilities: recupera metadados de serviço do servidor
  • DescribeRecord: permite que um cliente descubra elementos do modelo de informações suportado pelo serviço de catálogo de destino
  • GetRecords: procura registros usando uma série de critérios
  • GetRecordById: recupera metadados para um registro (camada) do catálogo por seu id
  • GetDomain (opcional): recupera informações de tempo de execução sobre o intervalo de valores de um elemento de registro de metadados ou um parâmetro de solicitação
  • Harvest (opcional): cria / atualiza metadados pedindo ao servidor para “puxar” metadados de algum lugar
  • Transaction (opcional): criar / editar metadados “empurrando” os metadados para o servidor

O pycsw é uma implementação do serviço OGC CSW escrita em Python. Iniciado em 2010 (mais formalmente anunciado em 2011), o pycsw permite a publicação e descoberta de metadados geoespaciais por meio de várias APIs (CSW 2 / CSW 3, OpenSearch, OAI-PMH, SRU), fornecendo um componente de metadados e catálogo baseado em padrões para infraestruturas de dados espaciais. O pycsw é Open Source, lançado sob uma licença MIT e executado em todas as principais plataformas (Windows, Linux e Mac OS X).

Fonte: Paolo Corti

por Fernando Quadro em November 14, 2018 10:30 AM

Blog IDEE (ES)

Conferencia ISA2 2018


Bajo el lema «Enlazando las administraciones públicas, el mercado y los ciudadanos», se celebra en Bruselas el próximo día 29 de noviembre la Conferencia mid-term ISA2 2018, que tiene la particularidad de coincidir con el paso del ecuador del plazo de desarrollo de la iniciativa: 2016-2018. Por lo tanto será un buen momento para analizar qué logros se han conseguido hasta ahora, qué objetivos se pueden cubrir de aquí al 2020 y qué planes futuros poner en marcha a partir de esa fecha.

El Programa ISA²  fué adoptado en el 2015 por el Parlamento Europeo y el Consejo de la Unión Europea como una iniciativa que continuaba la labor del Programa ISA para apoyar y difundir la interoperabilidad entre la administración, los ciudadanos y el sector privado mediante servicios web transfronterizos y transectoriales. 

Las soluciones desarrolladas por ISA y por ISA² están generalmente disponibles de manera abierta y libre. Pueden encontrarse aquí.

Volviendo a la conferencia, se presentará el estado actual de implementación del Esquema Europeo de Interoperabilidad v2, del que y hemos hablado aquí. Los Estados miembro de la UE se han comprometido a profundizar en la visión descrita en ese esquema al haber firmado la Declaración de Tallin sobre administración electrónica en el 2017.

En el encuentro, los diferentes países compartirán experiencias y buenas prácticas, y también se mostrarán soluciones interoperables desarrolladas bajo el paraguas del programa.

El plazo de inscripción finaliza hoy mismo, la inscripción puede realizarse aquí y, en cualquier caso, estaremos atentos a las presentaciones y resultados del evento.

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 14, 2018 05:41 AM

Geo innova

Pirojardinería : Sinergias en la UIF

Pirojardinería

Hoy venimos con un tema de actualidad: la pirojardinería. Y es que aunque pueda ser de las primeras veces que esta palabra haya llegado a nuestros oídos seguro que estas otras nos son mucho más familiares: interfaz urbano-forestal (IUF). La IUF: Punto de preocupación Efectivamente, el concepto de IUF ya lo tenemos mucho más interiorizado […]

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por Blog Territorio Geoinnova em November 14, 2018 04:25 AM

November 13, 2018

Fernando Quadro (BR)

Mover o PostGIS de esquema

A partir do PostGIS 2.3, a extensão do postgis foi alterada para não permitir mais a realocação. Todas as chamadas de função agora são qualificadas pelo esquema.

Embora essa alteração tenha corrigido alguns problemas com a restauração do banco de dados, ela criou o problema, pois se você instalou o PostGIS em um esquema diferente daquele que você desejava, não é intuitivo como movê-lo para um esquema diferente. Felizmente há uma maneira de fazer isso.

Para este exemplo, o PostGIS foi instalado no esquema padrão para demonstrar como movê-lo para outro esquema. Você pode executar estas etapas usando o psql, pgAdmin ou qualquer outra ferramenta desejada.

A maioria das pessoas tem seu esquema padrão configurado como public, caso você não especifique explicitamente um esquema na instalação, geralmente o PostGIS será instalado no esquema public.

CREATE EXTENSION postgis;

Agora vou criar um novo esquema para movê-lo e adicionar este esquema ao search_path:

CREATE SCHEMA postgis;
 
ALTER DATABASE mydb 
SET search_path = public, postgis;

Se você estiver executando o PostGIS 2.3 ou superior, tente mudar para um esquema diferente usando o comando abaixo:

ALTER EXTENSION postgis 
  SET SCHEMA postgis;

Isso irá falhar e o banco irá plhe apresentar o seguinte erro “ERRO: a extensão “postgis” não suporta SET SCHEMA”.

Para permitir o movimento, siga estes passos:

UPDATE pg_extension 
  SET extrelocatable = TRUE 
    WHERE extname = 'postgis';
 
ALTER EXTENSION postgis 
  SET SCHEMA postgis;
 
ALTER EXTENSION postgis 
  UPDATE TO "2.4.1next";
 
ALTER EXTENSION postgis 
  UPDATE TO "2.4.1";

Observe o uso da expressão next. É necessário utilizar a expressão next nesta etapa para atualizar todas as referências das funções do esquema atual para o novo do esquema. Next é projetado para permitir a atualização de uma extensão do postgis para uma versão já existente. Tentar executar UPDATE TO “2.4.1” quando você já está no 2.4.1 acionaria um erro, pois você já está nessa versão.

Fonte: PostGIS

por Fernando Quadro em November 13, 2018 10:30 AM

Blog IDEE (ES)

Se abre el geoportal de Baja California (México)

http://seig.bcs.gob.mx/modelo/

La Secretaría de Turismo, Economía y Sustentabilidad (SETUES) del gobierno de Baja California (México), en coordinación con el INEGI, ha abierto este mes de noviembre un geoportal, basado en la plataforma Mapa Digital, que publica una amplia variedad de capas organizadas en tres áreas: 
  • Instrumentos de planeación, con ocho capas: Planes de desarrollo urbano de La Paz y de Los Cabos, Atlas de riesgo de Los Cabos, Zonificación forestal, Áreas naturales protegidas, Regiones terrestres prioritarias, Padrón de núcleos y Plan hídrico estatal.
  • Infraestructuras, con dieciocho capas, incluyendo poblaciones, viales, comunidades indígenas, educación, agua y una cantidad abrumadora de información.
  • Aprovechamiento del capital natural, con mapas de aptitud e información base. 
Desde el mismo visualizador se pueden descargar los datos geográficos en formato shapefile capa a capa, aunque no se declara bajo qué licencia ni en qué condiciones,  consultar sus metadatos FGDC en un fichero Word, ver la normativa que afecta a cada capa y añadir los servicios estándar que el usuario desee mediante su URL.

El objetivo es poner a disposición de la sociedad esos recursos para impulsar el programa gubernamental de Calidad de Vida, siempre con el compromiso de Desarrollo del Medio Ambiente del Plan Estatal 2015-2021.

El estado de Baja California es uno de los 31 estados que, junto con la Ciudad de México, forman los Estados Unidos de México. Está situado al Noroeste del país, forma una península que corre paralela al continente, tiene uno 70 000 kilómetros cuadrados y más de 3 millones de habitantes. Su capital es Mexicali y la ciudad más poblada, Tijuana.

Un geoportal muy completo y muy interesante.
            
http://seig.bcs.gob.mx/modelo/

Publicado por el editor.

por editor (noreply@blogger.com) em November 13, 2018 06:47 AM

Geoportal de Baja California (México)

http://seig.bcs.gob.mx/modelo/
La Secretaría de Turismo, Economía y Sustentabilidad (SETUES) del gobierno de Baja California (México), en coordinación con el INEGI, ha abierto este mes de noviembre un geoportal, basado en la plataforma Mapa Digital, que publica una amplia variedad de capas organizadas en tres áreas: 
  • Instrumentos de planeación, con ocho capas: Planes de desarrollo urbano de La Paz y de Los Cabos, Atlas de riesgo de Los Cabos, Zonificación forestal, Áreas naturales protegidas, Regiones terrestres prioritarias, Padrón de núcleos y Plan hídrico estatal.
  • Infraestructuras, con dieciocho capas, incluyendo poblaciones, viales, comunidades indígenas, educación, agua y una cantidad abrumadora de información.
  • Aprovechamiento del capital natural, con mapas de aptitud e información base.
Desde el mismo visualizador se pueden descargar los datos geográficos en formato shapefile capa a capa, aunque no se declara bajo qué licencia ni en qué condiciones,  consultar sus metadatos FGDC en un fichero Word, ver la normativa que afecta a cada capa y añadir los servicios estándar que el usuario desee mediante su URL.

El objetivo es poner a disposición de la sociedad esos recursos para impulsar el programa gubernamental de Calidad de Vida, siempre con el compromiso de Desarrollo del Medio Ambiente del Plan Estatal 2015-2021.

El estado de Baja California es uno de los 31 estados que, junto con la Ciudad de México, forman los Estados Unidos de México. Está situado al Noroeste del país, forma una península que corre paralela al continente, tiene uno 70 000 kilómetros cuadrados y más de 3 millones de habitantes. Su capital es Mexicali y la ciudad más poblada, Tijuana.

Un geoportal muy completo y muy interesante.

http://seig.bcs.gob.mx/modelo/


Publicado por el editor.

    por editor (noreply@blogger.com) em November 13, 2018 04:52 AM

    El Blog de José Guerrero [VE]

    Exportar a Google Drive ee.List con días julianos (o días del mes) y datos de precipitación obtenida en GEE a partir de imágenes CHIRPS daily

    En el post anterior se consideró un caso similar en el cual la lista (objeto ee.List) era creada automáticamente al invocar al método ‘split’ de ee.Date. En este post, el código señala la creación de una lista vacía y se … Seguir leyendo

    por José Guerrero em November 13, 2018 02:08 AM

    November 12, 2018

    Processamento Digital [BR]

    Hex é premiada em desafio mundial promovido pela Airbus como empresa mais inovadora

    O prêmio, nunca antes conquistado por empresas brasileiras, foi concedido pela solução XSkynet, que impressionou os participantes do evento Channel Partner Conference, realizado em Toulouse na França.

    por Lílian Rocha em November 12, 2018 06:08 PM

    TYC GIS Formacion

    ¿Cómo predecir hábitats de praderas marinas con Python y ArcGIS Pro? (II parte)

    En esta ocasión se va a continuar con la anterior entrada dedicada a la predicción de hábitats marinos (fuente: Esri), en la siguiente imagen se muestra dónde nos quedamos, completamos toda la información de nuestros datos fisicoquímicos y se le aportó simbología.

    1

    El siguiente paso sería obtener información de entrenamiento. Pero antes que nada sería interesante tener suficientes datos para nuestro proyecto. Es decir, existen pocos datos EMUs dentro de los datos de praderas marinas por lo que será necesario incorporar datos aleatorios y eso se hace con la herramienta “Create random points”:

    3

    Así, una vez asignados los parámetros correspondientes, la localización de salida será la geodatabase  “SeagrassPrediction”, la Feature Class de salida será “entrenamiento” y usará de base la Feature Class “US_coastline_shallow_3857” y el número de puntos ponemos 10000. En la siguiente imagen se muestra cómo se han creado los puntos:

    4

    Así, estos 10.000 puntos aleatorios permitirán entrenar de manera eficiente nuestro modelo, pero antes que nada le aportaremos información mediante interpolación (Empirical Bayesian Kriging) con los datos EMUs.

    7

    Así, se realiza la misma operación para el resto de los parámetros fisicoquímicos y se obtienen los diferentes ráster.

    8

    El siguiente paso sería extraer los valores de los ráster a los puntos aleatorios y para ello se utilizará la herramienta “Extraer los valores múltiples a puntos”:

    9

    Y se completarán los diferentes parámetros:

    10

    El siguiente paso para empezar a realizar el entrenamiento es averiguar si los datos de entrenamiento solapan con las áreas dónde existen praderas marinas, para ello se va a crear un nuevo campo llamado “existe”:

    11

    Y se agrega con formato de campo (Data Type) Double:

    12

    Así, se nos incluye dicho campo, el cual se va a rellenar con valor 1 en el caso de que coincida con datos de pradera y 0 los que no, para realizar dicho análisis, antes que nada, se va a rellenar el campo con los valores 0, para ello se utiliza la herramienta “Calculate Field”:

    14

    Para averiguar los puntos que solapan entre los puntos de entrenamiento con los polígonos de praderas marinas se emplea la herramienta “Select layer By Location”:

    15

    Entonces esos son los puntos que se solapan, la siguiente parte sería, con los puntos que se seleccionan, editarlos y ponerles valor 1:

    17

    En la III parte ya se tratará la parte de entrenamiento y trabajo con Python. En el CURSO ONLINE DE ESPECIALISTA EN ARCGIS 10 APLICADO A MEDIO AMBIENTE MARINO y  el CURSO ONLINE DE ESPECIALISTA EN ARCGIS PRO APLICADO A MEDIO AMBIENTE MARINO puedes aprender mucho más de herramientas de análisis en un SIG aplicadas al medio marino.

    Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

    Formación de calidad impartida por profesionales

    Curso Online arcgis pro aplicado al medio marino  Curso Online arcgis aplicado al medio marino 

    La entrada ¿Cómo predecir hábitats de praderas marinas con Python y ArcGIS Pro? (II parte) se publicó primero en Cursos GIS | TYC GIS Formación.

    por Beatriz Ramos López em November 12, 2018 02:19 PM

    Luís Sadeck (BR)

    Fundamentos do Aprendizado de Máquina: A Matriz de Confusão

    Já chegamos a falar um pouco sobre a matriz de confusão aqui no blog (Validação de classificação por matriz de confusão) e recentemente fizemos um vídeo muito legal explicando de forma mais didática a teoria e o uso das matrizes de confusão, que são amplamente usadas na nossa área para validações de classificação. O vídeo […]

    por sadeckgeo em November 12, 2018 01:43 PM

    Fernando Quadro (BR)

    Tradução do GeoServer para o Português

    Prezado leitor,

    Se você usa o GeoServer, já teve ter percebido que desde a versão 2.8.x existe um problema na tradução para o português brasileiro (pt-BR).

    O que parece ter ocorrido, é que quando se foi criar os arquivos properties usaram como base os arquivos do idioma espanhol que ainda não estavam finalizados, por isso o GeoServer hoje tem termos em inglês, português e espanhol.

    Eu gostaria então de convidar você, que utiliza o GeoServer e tem uma certa fluência em inglês, para que nos ajude a finalizar essa tradução para a próxima versão do GeoServer, que será a 2.15.x.

    Quem se interessar, peço que se cadastre no Site Oficial da tradução:

    Página Oficial de tradução do GeoServer
    Página Oficial de tradução do GeoServer (Equipe pr-BR)

    Quem se registrar já pode iniciar iniciar a tradução!

    por Fernando Quadro em November 12, 2018 10:30 AM

    Blog IDEE (ES)

    Otra visita a la web de Spatineo

    http://directory.spatineo.com/

    No viene mal visitar de vez en cuando el directorio de servicios de Spatineo, la empresa finlandesa que ofrece servicios de monitorización de servicios web de información geográfica.

    Tienen localizados y monitoriza 97 928 servicios web en todo el mundo y 2800 en España, de los que, teniendo en cuenta solo la disponibilidad, los tres primeros son ahora mismo: 

    1) El servicio WMS-Inspire de redes geodésicas del IGN:
    2) El servicio WMS-Inspire de información sísmica y volcánica del IGN:
    3) El servicio de Cartas Náuticas Electrónicas a escalas 1:4000 - 1:22.000 del IHM:

    También puede usarse para buscar un servicio cualquiera, como el IGN-Base: 
    Una herrramienta fácil de usar que permite tener una idea de cómo están respondiendo nuestros servicios.

    Publicado por el editor.

    por editor (noreply@blogger.com) em November 12, 2018 04:57 AM

    Geo innova

    ¿Qué es el programa de vigilancia y seguimiento ambiental?

    Todos los estudios de impacto ambiental deben incluir obligatoriamente un apartado específico que desarrolle un programa de vigilancia y seguimiento ambiental de acuerdo con la normativa vigente, la Ley 21/2013, de 9 de diciembre, de evaluación ambiental publicada en el BOE núm. 296, de 11/12/2013. El Artículo 52 de la Ley 21/2013 se refiere al […]

    The post ¿Qué es el programa de vigilancia y seguimiento ambiental? appeared first on Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

    por Blog Territorio Geoinnova em November 12, 2018 04:03 AM

    November 11, 2018

    Geo innova

    Libro Verde de Medio Ambiente Urbano

    Libro verde

    El Libro Verde de Medio Ambiente Urbano ha sido realizado en el marco del Convenio de colaboración entre el Ministerio de Medio Ambiente y Medio Rural y Marino (Dirección General de Calidad y Evaluación Ambiental) y la Agencia de Ecología Urbana de Barcelona. Descripción del Manual El proceso global de urbanización (en muchas ciudades españolas […]

    The post Libro Verde de Medio Ambiente Urbano appeared first on Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

    por Blog Territorio Geoinnova em November 11, 2018 06:04 PM

    El Blog de José Guerrero [VE]

    Exportar a Google Drive ee.List con fecha y datos de precipitación obtenida en GEE a partir de imágenes CHIRPS daily

    En el post anterior se consideró la forma de cómo producir una serie diaria de datos de precipitación a partir de CHIRPS/DAILY images con Google Earth Engine (GEE). El código propuesto permitía filtrar la ImageCollection considerada por fechas para luego … Seguir leyendo

    por José Guerrero em November 11, 2018 04:17 AM

    November 10, 2018

    Blog gvSIG (ES)

    Exprime tu gvSIG mediante Scripting: Disponible el material del taller de las 5as Jornadas gvSIG Uruguay

    Con motivo de las 5as Jornadas gvSIG Uruguay (Montevideo, 18-19 octubre 2018) se impartió un taller de “Scripting: Exprimiendo / Extendiendo gvSIG ” por parte de Carlos Colombana.

    Ahora se ha publicado el material de dicho taller, en el que se muestran las principales funcionalidades del módulo de Scripting, con el fin de obtener el máximo rendimiento y de expandir las capacidades de gvSIG. En él se ven las principales etapas del proceso de desarrollo de add-ons, para el caso particular de un geo-codificador de direcciones geográficas.

    Podéis descargar el material para poder seguir el taller desde el siguiente enlace.

    por Mario em November 10, 2018 09:45 AM

    El Blog de José Guerrero [VE]

    Cómo producir una serie diaria de datos de precipitación a partir de CHIRPS/DAILY images con GEE

    Las simulaciones agroambientales requieren datos de elementos climáticos, sin embargo, cuando se descuida el mantenimiento de las estaciones metereológicas que los producen pueden presentarse cantidades importantes de datos faltantes que comprometen la validez de la data. En estos casos los … Seguir leyendo

    por José Guerrero em November 10, 2018 01:35 AM

    November 09, 2018

    Geo innova

    Giseros, ya no queda nada para el GISDay

    El GIS Day en el 2018 se celebrará el 14 de noviembre

    El GISDay, o Día del GIS, se conmemora  desde 1999. Este año, la fecha es el miércoles 14 de noviembre. Específicamente, el GIS Day ofrece un foro internacional para usuarios de tecnología de sistemas de información geográfica (GIS) para demostrar aplicaciones del mundo real que están marcando una diferencia en nuestra sociedad. ¿Cómo nace el […]

    The post Giseros, ya no queda nada para el GISDay appeared first on Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

    por Blog Territorio Geoinnova em November 09, 2018 04:00 AM

    Anderson Medeiros [BR]

    Participe do GISday: 14 de Novembro de 2018 | 100% Online

    Participe do GISday 2018 da ClickGeo

    Dia 14 de Novembro de 2018 a ClickGeo vai promover o GISday. O evento será totalmente online e vai contar com um ciclo de palestras sobre tendências e aplicações das Geotecnologias. Veja como participar!

    GISDAY: PALESTRAS ONLINE SOBRE GEOTECNOLOGIAS

    O GISday 2018, promovido pela ClickGeo, será um evento 100% online, formado por um conjunto de palestras realizadas por um time de especialistas da área que vão abordar temas relacionados com aplicações e tendências de nosso setor.

    No vídeo abaixo há mais detalhes sobre como o evento vai funcionar e como fazer sua inscrição.

    Por exemplo, teremos apresentações sobre aplicações ambientais do Sensoriamento Remoto, potencial de uso do Google Earth Engine, QGIS e muito mais.

    Os inscritos terão direito a um certificado de participação. As palestras serão transmitidas dia 14 de Novembro.

    Em caso de dúvidas, entre em contato: gisday@clickgeo.com.br

    Cadastre-se Gratuitamente em nossa Lista VIP e receba nossas novidades por e-mail. Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Canal no Youtube para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias

    por Anderson Medeiros em November 09, 2018 03:32 AM

    November 08, 2018

    Blog gvSIG (ES)

    Material del Taller de gvSIG aplicado a Geología de las 14as Jornadas gvSIG disponible

    Ya está disponible la grabación del Taller de gvSIG aplicado a Geología impartido durante las 14as Jornadas Internacionales gvSIG.

    En este taller se aborda un análisis integrado que permite la toma de decisiones relacionadas con cuestiones tan dispares como la investigación de recursos minerales, la protección del patrimonio paleontológico, la rentabilidad económica de una explotación minera o su viabilidad ambiental. Todo ello a través de distintas herramientas de edición y geoprocesos de gvSIG desde una perspectiva geológica, realizando una cartografía a partir de datos tomados en campo y la planificación de una investigación geológica. Además se utilizan fuentes de información pública procedentes de diferentes administraciones.

    Para realizar este taller podéis descargar la cartografía desde el siguiente enlace.

    Si tenéis alguna duda sobre el manejo de gvSIG en la realización de este taller podéis utilizar la lista de usuarios del proyecto.

    Y aunque los últimos minutos no estén disponibles aquí tenéis el vídeo con más de dos horas de taller para practicar:

     

    por Mario em November 08, 2018 10:34 PM

    Processamento Digital [BR]

    QGIS: Apostila de treinamento

    Informações sobre os itens Os itens desse curso são separados em 3 níveis: • Básico: É assumido que o aluno tem pouca ou nenhuma experiência com operação de software de SIG. • Intermediário: É assumido que o aluno tem experiência de trabalho com SIG. • Avançado: É assumido que o aluno possui experiência e conhecimento […]

    por Processamento Digital em November 08, 2018 06:27 PM

    TYC GIS Formacion

    Ejemplos de visores cartográficos desarrollados con la nueva versión de la API JavaScript 4x de Esri

    Hoy en día existen multitud de aplicaciones y librerías de código para desplegar un visor cartográfico, la duda cuando se empieza y de quiere decidir por una formación, es cuál elegir para invertir tu tiempo y dinero.

    duda

    En esta entrada se van a mostrar varios ejemplos sobre el desarrollo de visores cartográficos con la API de JavaScript 4x de Esri la cual posee nuevas características, las más llamativas ya se comentaron en una entrada anterior.

    Uno muy llamativo es el visor desarrollado por la organización British Geologial Survey (BGS) sobre la Geología de Gran Bretaña.

    1

    Otro ejemplo muy atractivo es el desarrollado para la zona de Queensland en Australia, y que incluso te permite incorporar tus propios datos.

    2

    Otro ejemplo de aplicación desarrollada con la versión 4x de la API de JavaScript de Esri es esta que te localiza las Antípodas de la localización que te interese:

    4

    Puedes aprender a trabajar con esta API en los cursos de CURSO ONLINE DE ESPECIALISTA EN DESARROLLO DE SISTEMAS DE INFORMACIÓN GEOGRÁFICA (GIS) CON TECNOLOGÍA ESRI que integra tanto la API, Python y ArcObjects; el CURSO ONLINE DE ESPECIALISTA EN CREACIÓN DE APLICACIONES CON LA API DE JAVASCRIPT Y ARCGIS SERVER en el cual se integran los dos siguientes cursos: el CURSO ONLINE DE CREACIÓN DE APLICACIONES API DE JAVASCRIPT 3.X Y ARCGIS SERVER y el CURSO ONLINE DE CREACIÓN DE APLICACIONES API DE JAVASCRIPT 4.X Y ARCGIS SERVER.

    Nota: Hay una valoración incluida en esta entrada, por favor, visita esta entrada para valorarla.

    Formación de calidad impartida por profesionales

    Curso Online sistemas de infromacion geografica con tecnologia esri  Curso Online api mapas en Javascript  Curso Online javascript 4.x 

    La entrada Ejemplos de visores cartográficos desarrollados con la nueva versión de la API JavaScript 4x de Esri se publicó primero en Cursos GIS | TYC GIS Formación.

    por Beatriz Ramos López em November 08, 2018 12:43 PM

    Fernando Quadro (BR)

    PostGIS na Neurociência

    Tom Kazimiers trabalha como engenheiro de software no Howard Hughes Medical Institute, em um software colaborativo de reconstrução e análise de neurônios chamado CATMAID, que é usado para pesquisa em neurociência.

    O PostGIS é utilizado nesse projeto para representar os neurônios em um espaço 3D. Eles consistem em pontos 3D que fazem referência a seus nós pai ou a raiz, quando eles não têm pai. Juntamente com sinapses, nuvens de pontos e malhas para modelar compartimentos em um conjunto de dados, eles modelam os aspectos espaciais do mundo da neurociência. Os usuários criam essas reconstruções neuronais manualmente de forma colaborativa, e os programas de segmentação podem ser usados ​​como fonte de dados adicional.

    Usando seus índices espaciais, o PostGIS ajuda a consultar rapidamente os neurônios em um determinado campo de visão. O espaço de um único projeto contém, por vezes, centenas de milhões de pontos individuais interconectados. Também é possível fazer consultas de interseção (BBOX) entre os neurônios e as malhas dos compartimentos, que depois se refinam no front-end fazendo testes de interseção mais precisos.

    Este software é usado por alguns laboratórios de pesquisa e, todos eles fazem sua própria hospedagem com um servidor dedicado. A razão principal para isso é que com conjuntos de dados maiores, eles se beneficiam de máquinas com muita RAM (> 256G), unidades SSD e muitas CPUs, além de acesso rápido a dados locais para, por exemplo, dados de imagem.

    Muito interessante saber que o PostGIS funciona tão bem em contextos não-GIS também.

    Fonte: PostGIS Blog

    por Fernando Quadro em November 08, 2018 10:30 AM

    Blog IDEE (ES)

    OGC pide comentarios sobre un Modelo Conceptual Esencial de Simbología

    El Open Geospatial Consortium (OGC) solicita públicamente comentarios y sugerencia para el desarrollo de un Modelo Conceptual Esencial de Simbología (SCCM son las siglas en inglés de Symbology Conceptual Core Model.

    El SCCM es un modelo abstracto, modular y extensible, independiente del formato físico, que intenta ofrecer un planteamiento consistente y ordenado para poder especificar reglas de representación de objetos que pedan ser utilizadas en conjuntos de datos y servicios de datos geográficos.
    Los estándares de OGC para la simbología existentes ahora mismo solo pueden usarse con unos pocos estándares OGC (como WMS y WMTS), por lo que hace falta un modelo más amplio y general para poder tener simblogía que puede ser instalada directamente en cualquier sistema. 
    El SCCM trata de proporcionar la flexibilidad necesaria para tener estilos adecuados para una variedad de campos de aplicación: aviación, mapas temáticos, navegación maríritma, etc. y un alto nivel de interoperabilidad indepeniente del formato fisico utilizado.
    El SCCM está todavía en un estado muy primitivo, sin embargo los autores de este primer esbozo han solicitado comentarios. El texto está disponible en este enlace y los comentarios pueden hacerse antes del 21 de noviembre en la página Symbology Conceptual Core Model’s request.

    Publicado por el editor.

    por editor (noreply@blogger.com) em November 08, 2018 05:58 AM

    November 07, 2018

    Geofumadas [HN]

    FORO MUNDO UNIGIS, Cali 2018:  Experiencias GIS que articulan y transforman su organización

    UNIGIS América Latina, la Universität Salzburg y la Universidad ICESI, se dan en tremendo lujo de desarrollar en este año, una nueva jornada del evento FORO MUNDO UNIGIS, Cali 2018:  Experiencias GIS que articulan y transforman su organización, el viernes 16 de noviembre en la Universidad ICESI -Auditorio Cementos Argos, Cali, Colombia. El acceso es libre.  Así

    por geofumadas em November 07, 2018 10:57 PM

    mappingGIS [ES]

    Cómo mostrar imágenes en QGIS 3.x al hacer clic sobre un elemento

    ¿Te imaginas poder mostrar una imagen o cualquier otro tipo de archivo en QGIS al hacer clic sobre un elemento de una de nuestras capas? Una tarea sencilla de realizar con gvSIG o ArcGIS (utilizando hiperenlaces) está un poco escondida en QGIS 3.x. Para mostrar una imagen al hacer clic sobre un elemento lo que […]

    Cómo mostrar imágenes en QGIS 3.x al hacer clic sobre un elemento

    por Aurelio Morales em November 07, 2018 06:15 PM

    Blog gvSIG (ES)

    gvSIG en Seguridad, Emergencias y Protección civil

    Cuando se trabaja con vidas humanas la elección de la tecnología no es algo baladí. Cuando se trata de analizar datos que pueden darnos la información necesaria para evaluar la seguridad ciudadana tampoco.

    En las pasadas 14as Jornadas Internacionales de gvSIG hubo un par de sesiones temáticas dedicadas a la Seguridad, Emergencias y Protección Civil. Ponencias cuya grabación ahora ya tenéis disponible para su consulta.

    Aplicar nuestros conocimientos y ver cómo se aplica la tecnología que impulsamos para proyectos como los que os traemos en este post nos produce a todo el equipo de la Asociación gvSIG una enorme satisfacción. El software libre, el conocimiento, al servicio de la gente, en las situaciones más críticas.

    En primer lugar os enlazamos el vídeo a la ponencia titulada ‘Base de datos geográfica de artefactos explosivos improvisados’. Proyecto relacionado con la lucha antiterrorista que hemos abordado para MINUSMA (Misión Multidimensional Integrada de Estabilización de las Naciones Unidas en Malí).

    Antes de seguir, una ponencia invitada a este post…la presentación del proyecto SIGAPRED que fue realizada unos días antes en las 5as Jornadas gvSIG de Uruguay. El motivo, la relación directa con el post, en ella se habla de la IDE implantada en  el Observatorio de Estudios Sobre Convivencia y Seguridad Ciudadana de la Provincia de Córdoba (Argentina)

    Pasamos a una ponencia con una componente tecnológica ‘especial’, en la que hemos integrado en gvSIG Online algoritmos que permiten determinar la cobertura de REMER, la Red de Radio Emergencia de la Dirección General de Protección Civil y Emergencias.

    El año pasado presentaron la puesta en marcha de gvSIG Online, y este año el Consorcio Provincial de Bomberos de Valencia nos muestra como utilizan una Infraestructura de Datos Espaciales en software libre para la prevención y gestión de emergencias. Muy recomendable ver la evolución del proyecto y su expansión a todo tipo de ámbitos relacionados con la actividad del CPB Valencia.

    Geoscan, expertos en geología y SIG, nos mostraron como gvSIG ha sido utilizado como herramienta de apoyo en el estudio de deslizamientos

    Llevamos varios años impartiendo cursos para la Escuela Nacional de Protección Civil de España. Es especialmente satisfactorio ver como los alumnos aplican gvSIG a temas como los accidentes de mercancías peligrosas en carretera

    Seguimos con la presentación del policía local Gilberto Díaz, que nos presentó la ponencia ‘Perspectivas de gvSIG en materia de siniestralidad vial’

    Y para acabar os traemos dos ponencias relacionadas con trabajos de investigación en los que estamos trabajando junto a expertos en estadística de la Universitat Jaume I, por un lado nuevos desarrollos en gvSIG para criminología que pronto estarán disponibles:

    …y por otro el uso de gvSIG para el análisis de datos geoestadísticos en el 112 (número único de asistencia a la ciudadanía ante cualquier tipo de emergencia).

    Y si llegados a este punto, os preguntáis cómo aún no estáis trabajando con la Suite gvSIG y colaborando con la Asociación gvSIG, y queréis contactar con nosotros…os dejamos un email info@gvsig.com

    por Alvaro em November 07, 2018 05:28 PM

    Fernando Quadro (BR)

    Nova Iorque: Dados abertos e Cidade Inteligente

    Prezados leitores,

    Hoje vamos falar sobre dois assuntos que estão bastante na “moda”, que é Open Data (Dados abertos) e Smart Cities (Cidades Inteligentes). Tenho lido bastante sobre esses assuntos nos últimos tempos e tenho visto algumas coisas que sinceramente não tem me agradado muito aqui no Brasil.

    O primeiro ponto, é que tenho visto algumas cidades (prefeituras) implantarem acesso Wi-fi gratuito a população e após isso se auto intitularem Smart City, o que eu discordo totalmente. O conceito de Smart City é muito mais amplo que apenas disponibilizar Wi-fi a população.

    Eu acredito que não tem como se tornar uma Smart City sem a implantação de Open Data. E vou além, sem que a população seja envolvida de uma forma que a própria veja a importância e o retorno que esses dados abertos trazem a ela própria.

    Um modelo que vejo como referência tanto em Smart City como em Open Data é Nova Iorque. Lá, tudo começou a muitos anos atrás:

    Como podem ver na imagem acima Nova Iorque já tem a cultura de disponibilizar dados desde 1974, porém em 2012 foi criada uma lei que diz que em Nova Iorque é obrigatório a disponibilização de dados abertos! Aqui no Brasil, eu não vejo outro caminho para que isso possa se tornar uma realidade. Eu sei que já temos o decreto da INDE, que é um grande avanço para disponibilização de dados, principalmente quando falamos em dados geoespaciais, porém, eu gostaria de ver algo mais enérgico, com prazos determinados para implantação, mesmo que esses prazos para as agencias governamentais sejam mais amplos (10 anos por exemplo, na esfera Municipal).

    Outro ponto que vejo em Nova Iorque, é que eles tem um departamento full time trabalhando para que a implementação e a implantação dos dados abertos funcionem, e acho que precisamos disso também aqui no Brasil, talvez algo ligado ao IBGE, mas que pense 24h em dados abertos, e que possa dar suporte a todas as instâncias do governo (Federal, Estadual e Municipal).

    E por último e não menos importante, para dar certo é essencial que haja engajamento com a população, ou seja, inserir a população nesse cenário, criando aplicativos para que o próprio cidadão possa inserir informação, indicar quando uma informação estiver errada, e principalmente usufruir do resultados dessas informações processadas através de aplicativos que serão desenvolvidos e que irão melhor a vida do cidadão.

    Gostaria deixar claro que tudo que escrevi acima, é a minha opinião, e se você tiver uma visão diferente, fique a vontade de deixar seu comentário para que possamos conversar e trocar uma ideia.

    Vou deixar alguns links sobre a questão do Open Data em Nova Iorque, para aqueles que tenham interesse no assunto:

    GovTech – How New York City Tells the Story of its Open Data Work

    Harvard Datasmart – New York City Open Data a Brief History

    Amny – Open data is changing how New York City Government Work

    por Fernando Quadro em November 07, 2018 01:08 PM

    Geo innova

    Kit de cartografía de base para proyectos

    Cartografía base

    Un buen kit de cartografía de base siempre tiene que estar presente en la chistera de todo trabajador de mapas y análisis de datos. Capas cartográficas y fuentes de referencia se repiten para obtener cartografía de base con la que trabajar análisis cartográficos y elaborar mapas disponiendo de información vectorial y ráster a nivel mundial. […]

    The post Kit de cartografía de base para proyectos appeared first on Territorio Geoinnova - SIG y Medio Ambiente.

    por Blog Territorio Geoinnova em November 07, 2018 04:05 AM

    November 06, 2018

    Luís Sadeck (BR)

    Random Forest

    Random Forest tem sido muito usado na nossa comunidade de diversas formas e principalmente para a classificação de imagens. Eu poderia desenvolver o tema aqui, mas acho que o vídeo ficou muito legal, então aqui vai o link.

    Desde já eu agradeço e peço que se inscrevam no canal.

    https://www.youtube.com/watch?v=Uu2Crr3GC_Q

    por sadeckgeo em November 06, 2018 06:07 PM

    El Blog de José Guerrero [VE]

    Cómo acceder a la metadata de las imágenes en GEE

    Ciertos parámetros de la metadata de las imágenes son necesarios para programar en Google Earth Engine (GEE). Probablemente, si se conoce la existencia del método ‘getInfo’, se sentiría uno tentado a usarlo pero, en este tutorial de GEE, desaconsejan su … Seguir leyendo

    por José Guerrero em November 06, 2018 01:33 PM

    November 05, 2018

    Geo Luís Lopes [ES]

    Aprenda o QGIS: o software livre mais difundido atualmente

    Saudações queridos colegas!

    Após alguns meses sem posts retorno agora para iniciar uma sequência de postagens sobre o QGIS, software livre que vem se destacando no mercado de GIS como alternativa para a execução de projetos cartográficos. Basicamente, o conteúdo que divulgarei faz parte de um material - com base cartográfica própria, selecionada durante alguns anos, que uso em minhas disciplinas na graduação e pós-graduação na Universidade Federal do Pará.

    Podem se perguntar: Mais um tema repetitivo? Pode até ser, mas o que tenho notado em salas de aula é a ausência de conteúdo gratuito nesta direção. Assim, o objetivo é contribuir na democratização do conhecimento sobre essa importante ferramenta. Para isso, vou iniciar o conjunto de postagens a partir da discussão sobre a evolução da representação cartográfica, posteriormente - semanalmente, vamos divulgar todos os passos para que o leitor possa conhecer desde a instalação até o manuseio especializado no software...

    Espero auxiliar com aqueles querem se aprofundar nessa ferramenta.

    Destacamos aqui os tutoriais, livros e manuais que são referências conhecidas e que citaremos no decorrer das postagens como indicação para os leitores. Além dessas leituras tradicionais, foi imprescindível o acesso em vídeo-aulas no youtube e em blogs de geoprocessamento, citados ao longo das postagens, que disponibilizam gratuitamente diversos tutoriais, que também servirão como referência primordial para a conclusão das postagens, dentre outros, citamos aqui os blogs GeoLuisLopes, Sadeck Geotecnologias, Anderson Medeiros, VasGeo, Processamento Digital e Geosaber, que vem popularizando e estimulando o uso de geotecnologias e o aprendizado em cartografia e seus desdobramentos/avanços dos últimos séculos. 

    Sem duvida, o aparecimento dessas vídeo-aulas, de blogs e sites contribuem em muito na formação e capacitação de profissionais, em todos os níveis de ensino e setores da atividade humana. Vamos lá...

    O MAPA E A EXPLICAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO


    Nas últimas décadas a análise geográfica passou por uma série de transformações, notadamente com relação às técnicas de elaboração e representação espacial, com ênfase para os progressos alcançados com o uso de computadores e os avanços na coleta de informações espaciais, por meio de sensores remotos. Nesse sentido, é importante analisar os processos de mudanças na arte, técnica, ciência e disciplina cartográfica, considerando as novas (geo)tecnologias e as transformações que o homem vem imprimindo no espaço geográfico (SILVA; CARVALHO, 2011).

    O conceito de geotecnologias (sensores remotos, os Sistemas Globais de Navegação por Satélite – GNSS, aplicativos de geoprocessamento, Sistemas de Informações Geográficas – SIG, etc), se apresentam na atualidade como importantes ferramentas para a produção da “geoinformação”, ou seja, para a geração e manipulação em meio digital de informações espacializadas, oriundas de técnicas de interpretação visual de imagens, coleta de dados em campo e manipulação computacional de fenômenos e objetos espacializados, existentes no espaço geográfico. Sendo que, essas ferramentas, facilitam a elaboração dos produtos cartográficos, agilizando a coleta de dados, otimizando a manipulação das informações espaciais adquiridas e divulgando mais rapidamente os produtos cartográficos que são elaborados.

    Essa evolução na elaboração dos produtos cartográficos, também disponíveis na internet, acompanha o progresso das atividades humanas que se desenvolvem nas questões de ordenamento e gestão territorial na atualidade. Contudo, é cada vez mais evidente que as formas de interagir e ocupar o espaço geográfico devem se beneficiar dessas “novas” ferramentas cartográficas, pois as modificações que se desdobram no espaço não podem ser desconsideradas em nenhuma atividade. Entre as chamadas geotecnologias destacam-se os Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e as imagens de sensoriamento remoto de alta resolução, que permitem distinguir pequenos objetos sobre a superfície do planeta, algo indisponível em décadas passadas. A figura 1 mostra obras humanas, cada vez mais comuns, e que podem ser visualizadas do espaço e são frutos da intervenção do homem em seus territórios, que também carecem de representação cartográfica.
                                      Figuras 1:Condomínios em Dubai Fonte: http://migre.me/8W5iI

    Assim, com o avanço nas tecnologias de ocupação e ordenamento dos territórios, surgem novas formas, cada vez mais impactantes e evidentes no espaço geográfico. Fato que não acontecia em tempos anteriores, onde a tecnologia rudimentar não possibilitava ao Homem daquele momento, com tanta frequência como se observa nos dias de hoje, a construção de objetos tão grandiosos como da figura 1. Isso demonstra também a necessidade de representação desses novos objetos, que são criados diariamente e que refletem no surgimento de sites especializados na divulgação da informação espacial, como o Google Earth, Eye on Earth, Google Maps, entre outros.

    Outro exemplo de como a cartografia e suas ferramentas “geotecnológicas” vem sendo utilizadas de forma cada vez mais comum, vemos na próxima figura, que representa a espacialização de fenômenos criminais no ano de 2010, em bairros do município de Marituba, no estado do Pará, Brasil. Esse tipo de produto, e outros desse gênero, estão sendo gerados com mais frequência, não apenas em setores de segurança, saúde e planejamento urbano, mas também na área educacional, onde os computadores e os aplicativos de geoprocessamento (que podem ser gratuitos, ou OpenGIS) estão cada vez mais acessíveis aos usuários, sejam geógrafos ou não. Isto é, atualmente a elaboração do mapa depende, principalmente, da disponibilização dos dados pelos órgãos competentes, no caso da figura 2, dados cedidos pela Polícia Militar do Estado do Pará.
    Figura 2: Mapa de intensidade de porte ilegal, tráfico de drogas e homicídio, no município de Marituba – Fonte: Alvarez (2011)

    Esses e outros exemplos de modelos de mapas estão disponíveis com cada vez mais intensidade na internet. São amostras de trabalhos que utilizam a cartografia digital e que podem ser replicados em outros lugares, por outros profissionais e que são adaptados à realidade do usuário que, dependendo do assunto, trará novos questionamentos para a elaboração de outros mapas. Na atualidade, a justificativa de “não saber fazer” tem cada vez menos sentido, uma vez que existem, acompanhando o avanço de elaboração e divulgação dos softwares de geoprocessamento, diversas revistas, sites blogs, que discutem como “montar” esses produtos, por meio de tutoriais, artigos e manuais de elaboração. 

    Assim, a questão do uso de ferramentas de geoinformação está intimamente ligada à necessidade de espacializar os fenômenos e os processos de territorialização no espaço geográfico, por meio do uso de equipamentos computadorizados e de técnicas cartográficas que têm surgido nos últimos anos, desde o lançamento dos primeiros satélites de comunicação, ao uso de sensores de alta resolução espacial; pois os fenômenos sobre a superfície de Terra refletem na produção de informações sobre um determinado local, que são passíveis de serem visualizados na tela de um computador. Dessa maneira, a representação da Terra e de seus objetos, são produto e matéria-prima do que acontece na superfície, onde todas as informações obtidas passam a ser atualizadas constantemente, criando novos dados e informações que estão sendo revisadas esporadicamente e que geram novos objetos na superfície terrestre e que refletem na elaboração de mapas atualizados com maior frequência.

    Todavia, é importante que antes de elaborarmos um mapa – ou outra representação espacial, devemos saber qual será o uso para este produto cartográfico e quais os usuários a que se destina. As possibilidades são grandes: monitoramento ambiental, segurança pública, transportes, manejo de recursos naturais, cadastros rurais e urbanos, análises espaciais urbanas, etc. Assim, a complexidade, ou facilidade, que o mapa terá dependerá, principalmente, de algumas especificidades, que podem ser encontradas em Silva et al (2014):

    1) Do nível cognitivo ou da formação escolar do usuário: isto é, da especialidade de cada usuário em saber elaborar e analisar o mapa produzido. Desse modo, um biólogo entenderá o mapa diferente do que um geólogo, geógrafo, engenheiro e assim por diante. A (multi, inter, trans) disciplinariedade dos mapas refletem o conhecimento de seu elaborador. Assim, quanto mais “treinada” a visão do elaborador dos mapas, mais complexo será o produto cartográfico produzido e vice-versa, daí teremos mapas simples e complexos para públicos diferenciados;

    2) Das instituições, organizações e ideologias do elaborador: De alguma forma, direta ou não, todos os indivíduos estão vinculados a instituições/organizações políticas e ideológicas, que influenciam em suas práticas e, consequentemente, repercutem nos produtos e/ou atividades realizadas. O elaborador do mapa deve cultivar a prática da imparcialidade, para que seus mapas não sejam tendenciosos e partidários, mas que estimulem o sentido crítico de seus leitores na busca por um entendimento próprio dos fenômenos;

    3) Das ferramentas (geo)tecnológicas (softwares hardwares) disponíveis para a elaboração do mapa: É necessário enfatizar que existem diversos programas e equipamentos direcionados à elaboração e disseminação dos mapas. Se antes o usuário necessitava do estudo de campo para compreender o fenômeno estudado, nos dias de hoje as imagens de sensores remotos nos dão a capacidade de perceber objetos no espaço geográfico sem sairmos do laboratório, bastando somente a capacitação técnica para a manipulação das tecnologias. A precisão e a melhoria nas resoluções (radiométrica, temporal, espectral e espacial) possíveis pelo avanço da informática dos últimos anos e também da aeronáutica (com os satélites, aviões e os drones), tornaram-se aliados significativos que foram incorporados aos conhecimentos já produzidos pelas chamadas geotecnologias mais antigas (bússola, astrolábio, etc) e que vem influenciando diretamente na qualidade dos mapas produzidos e nas formações dos profissionais que trabalham na área cartográfica;

    4) Do fenômeno ou objeto que está sendo representado: Um mapa ideal (e não perfeito) será reflexo da quantidade de informações já colecionadas sobre uma temática de análise. Dessa forma, quanto mais conhecemos um determinado tema, mais poderemos encontrar novas aplicações para o conhecimento reunido, isto é, se pouco se conhece sobre um determinado assunto mais limitada será a produção cartográfica sobre esse assunto. Quando escolhemos temáticas que já são conhecidas pela comunidade científica, por exemplo, torna-se mais fácil o cruzamento de informações diversas, que possibilita a construção de novos conhecimentos, em que a formação do elaborador terá influencia direta na complexidade do produto criado;

    5) Da capacidade de leitura e entendimento dos usuários: Os mapas elaborados não são feitos para o elaborador/mapeador ler, mas sim para um público-alvo de usuários, que tem necessidades especificas, estes últimos devem estar preparados para ler os mapas disponíveis, segundo o seu nível cognitivo (idade, grau de escolaridade, experiência de vida, etc), pois, dependendo da complexidade o mapa pode não atender as necessidades daqueles para o qual foi feito, ou pode ser simples demais para um leitor melhor preparado. É importante enfatizar que o avanço tecnológico por qual passa a cartografia – e outras ciências, não deve enfraquecer a análise crítica contida nos mapas, pois as chamadas geotecnologias, tem a facilidade de produzir mapas de maneira mecânica, sem a análise crítica de seu formulador e/ou leitor.

    Para Silva (2013) essas características são fundamentais para que o mapa seja ideal ou adequado para um determinado uso. A perfeição não cabe ao elaborador de mapas, pois a realidade e seus atributos são muito maiores do que se pode colocar em uma folha de papel ou tela de computador. Ao usuário resta a busca constante por um produto “mais bonito”, preciso ou que agregue mais conhecimento, tendo em vista sempre não apenas a informação da localização dos objetos ou fenômenos (onde?), mas também a análise crítica dessa espacialização, isto é, o por que?como? e para que?.

    Essa postagem é um debate inicial, conceitual, para adiantar os assuntos que serão tratados no conjunto de postagens sobre o QGis. Buscaremos ancorar todas as postagens - conceituais e técnicas com referências adequadas para o aprofundamento do usuário. 

    Espero que seja proveitoso essa empreitada. Aguardo contribuições... 

    Abraços!

    REFERENCIAS


    ALVAREZ, W. P. Geografia e segurança pública: Violência, pobreza e a criminalidade, o uso de sistema de informações geográficas na detecção do crime no município de Marituba. Belém: FCG/UFPA, 2011 (Trabalho de conclusão de curso de graduação em Geografia)
    SILVA, C. N. A cartografia em sala de aula na explicação do espaço geográfico. Acta Geográfica (UFRR), p.55 - 68, 2013.
    SILVA, C. N.; CARVALHO, J. S. A representação espacial e a linguagem cartográfica. Revista de Geografia, Meio Ambiente e Ensino - GEOMAE (Online), v.2, p.85 - 106, 2011.
    SILVA, C. et al. The Cartography and the Spatial Representations: Search by Perfect Map. Journal of Geographic Information System, v.06, p.624 - 635, 2014.

    por Christian Nunes (noreply@blogger.com) em November 05, 2018 10:17 PM