Planeta SIG - Portugal

Janeiro 28, 2012

Processamento Digital [BR]

Quantum GIS 1.7.3: Atualização de campos selecionados através da Calculadora de Campo

Hoje trago duas dicas interessantes para os usuários do Quantum GIS que precisam editar informações em arquivos shapefile através da Calculadora de Campo (Field Calculator).

Preenchimento de Coluna com  Texto

  • Abra a Tabela de Atributos do arquivo shapefile.
  • Entre no Modo de Edição (1) e acesse a Calculadora de Campo (2):

Vamos criar um campo chamado SITUACAO que irá conter valores do tipo texto. Para preencher todos os campos com uma string (sequência de caracteres), digite a palavra entre aspas únicas. O texto digitado no campo expressão da calculadora de campo será repetido em todas as células da coluna SITUACAO (veja a imagem abaixo):

Uma coluna será adicionada na Tabela de Atributos. Os valores de texto inseridos na expressão foram incorporados em todas as células:

Pressione o botão Alternar Modo de Edição para salvar as modificações.

Preenchimento de Linhas Selecionadas

A segunda parte dessa dica é mais interessante ainda: na minha Tabela de Atributos existem alguns campos NULL que desejo atualizar sem alterar o resultado dos demais.

Pressione CTRL e clique sobre as linhas da tabela que você deseja atualizar ou faça a seleção pelo critério de busca:

Use a Calculadora de Campo para editar apenas as feições selecionadas da coluna indicada. No campo Expressão, insira o texto desejado.

Resultado:

Trabalhar com a Calculadora de Campo pode facilitar muito o seu trabalho. Se você conhece alguma dica interessante, envie para procdigital@gmail.com. Sugestões são bem-vindas. 

por Jorge Santos em Janeiro 28, 2012 01:47

Janeiro 27, 2012

Blog IDEE (ES)

Janeiro 26, 2012

opus SIG

Interpoladores I - QGIS Interpolation Plugin (TIN e IDW)

Um dos plugins mais interessantes que o Quantum GIS (QGIS) dispobibiliza é o plugin Interpolation, desenvolvido por Marco Hugentobler. Este plugin permite criar um modelo digital de elevação (MDE - um mapa em que o valor de cada célula representa a altitude do terreno) a partir de valores de altitude (Z) que podem estar contidos numa camada vectorial (layer) de pontos ou de linhas. Os valores das células são obtidos a partir de um de dois interpoladores que a ferramenta disponibiliza: TIN (Triangular Irregular Network) e IDW (Inverse Distance Weighting).

Embora o plugin seja extremamente fácil de usar, o modo de tirar o melhor partido possível desta ferramenta é altamente condicionado pelo tipo de paisagem que se está a modelar. Este post é um estudo comparativo dos resultados altimétricos obtidos por interpolação para dois tipos básicos de terreno: acidentado/falésia e aplanado/colinas. 

Objectivos e Metodologia

O objectivo deste estudo é comparar os valores obtidos pela interpolação com os valores supostamente reais de altitude. Este comparativo nasceu da necessidade que senti de avaliar a fiabilidade dos modelos de risco paleontológico que desenvolvi para a ALT - Sociedade de História Natural. Estes modelos têm como elemento chave o declive (slope), que é calculado com base num MDE que é precisamente o que o plugin Interpolation permite fazer.


Na impossibilidade de verificar os resultados no terreno com uma estação total, optei por  basear este estudo em mapas topográficos de grande escala. Os testes foram feitos com base em excertos do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) disponibilizado pelo Instituto da Água à escala 1:2000, com curvas de nível/isolinhas com uma equidistância de 2m.

Depois de devidamente georeferenciados (Datum Lisboa Militar - EPSG:20790), foram selecionadas duas zonas cada uma com 30.0000m2 (100x300m) - numa dessas zonas predominam as falésias e noutra há uma maior incidência de colinas aplanadas. 


Seguidamente foram vectorizadas todas as curvas de nível. Estas curvas foram divididas em dois conjuntos - curvas de nível para interpolação e curvas de nível de teste. Todas estas curvas de nível foram depois utilizadas para derivar pontos, com base no atributo Z, que distam no máximo 2m entre si. A partir dos pontos derivados do conjunto de curvas de nível para interpolação, e para os dois tipos de paisagem, foram testadas as seguintes configurações de interpolação, sempre com uma resolução de célula de 0,33x0,33m: 

 - TIN Linear (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível)
 - TIN Linear (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível - modo structured lines
 - TIN Linear (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível - modo break lines)
 - TIN Clough-Toucher ou cúbica (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível) 
 - TIN Clough-Toucher ou cúbica (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível - modo stuctured lines
 - TIN Clough-Toucher ou cúbica (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível - modo break lines
 - IDW Coeficiente 1 (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível) 
 - IDW Coeficiente 2 (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível)
 - IDW Coeficiente 4 (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível) 
 - IDW Coeficiente 6 (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível)  
 
(Não será abordada a natureza técnico-teórica de cada um destes interpoladores. Quem quiser aprofundar o assunto sugiro a leitura da dissertação de Marco Hugentobler, disponível aqui)

Os pontos derivados a partir do conjunto de curvas de nível de teste serviram para avaliar o grau de exactidão da interpolação - por outras palavras, comparar o valor do ponto (i.e. 24m) com o valor indicado pelo pixel resultante da interpolação (25,172m) e quantificar a discrepância.

Esta quantificação foi precedida de uma comparação visual entre as curvas de nível originais e curvas de nível obtidas a partir dos vários MDE. Apenas se procedeu à quantificação nos casos em que há uma nítida proximidade entre as duas linhas. Confuso? Talvez o esquema ajude:

A última fase do teste consiste em repetir a metodologia acima apresentada mas desta vez com base num  mapa com uma escala mais pequena - 1:25.000 e com curvas de nivel com equidistancia de 10m. Uma vez que a escala é mais pequena, a distância mínima entre os pontos derivados a partir das curvas de nível e a resolução são também maiores (10 e 4,12m respectivamente). Nesta segunda experiência apenas foram testadas as duas melhores configurações  de interpolação (segundo o primeiro teste) para cada um  dos tipos de paisagem serão experimentadas.

Operações

Para obter os dados necessários foram utilizadas as seguintes ferramentas:
  • GDAL Georeferencer - georeferenciação dos rasters com as curvas de nível;
  • GRASS v.to.points - módulo do  que permite extrair pontos com base numa distância máxima entre os pontos;
  • QGIS Interpolation Plugin - para obter os MDE; 
  • GDAL contour - gera curvas de nível a partir dos valores de célula de um raster (neste caso dos MDE gerador pelo Interpolation Plugin). Estas curvas de nível serviram para comparação visual com as originais, vectorizadas a partir do raster do POOC;
  • QGIS Point Sampling Tool - extrai, para a tabela de atributos de um tema de pontos, os valores de célula dos rasters que ocupem a mesma área dos pontos. O resultado é guardado como um novo Shapefile de pontos; 
  • OPEN OFFICE Calc - operações de quantificação a partir do ficheiro .dbf do shapefile de pontos resultante das operações com Point Sampling Tool
Resultados

Para ambos os tipos de paisagem, com uma resolução de 0,33m, a interpolação TIN obteve resultados consideravelmente melhores que a interpolação IDW. No caso das colinas, a interpolação IDW com um coeficiente de 6 obteve valores de exactidão razoáveis mas ainda assim longe dos alcançados pelos outros interpoladores.

No caso da paisagem mais suave - as colinas aplanadas - os três interpoladores que após análise visual justificaram uma análise quantitativa foram os interpoladores TIN Cubic (modo Break e Structured Lines) e IDW com um coeficiente de 6. A interpolação TIN Cubic nas variantes Break e Structured Lines obteve resultados muito próximos um erro médio de 0,64 e 0,60m por por ponto, respectivamente (uma diferença de precisão de apenas 6,25%):


Já no caso das falésias os dois melhores interpoladores foram igualmente TIN na variante Linear e Cubic  em modo Break Lines. A análise quantitativa revelou que o melhor interpolador é o TIN Cubic em modo Break Lines, que revelou ser 21,5% mais preciso com um erro médio de 0,11m por ponto, enqaunto que TIN Linear registou um erro médio de 0,14m por ponto:

Tal como referi anteriormente, para verificar a consistência destes resultados repetiu-se toda a metodologia  utilizando os dois melhores interpoladores mas desta vez sobre uma área maior, com uma equidistância maior entre os pontos e com uma resolução de célula consideravelmente mais alta - 4,12m.

Para a paisagem do tipo colinas, O interpolador TIN Cubic modo Structured Lines continuou a ter resultados ligeiramente melhores - 15,4% mais preciso - que TIN Cubic modo Break Lines:


Já no caso das falésias, o interpolador TIN Cubic modo Break Lines continua a obter melhores resultados que TIN Linear, mas a diferença de precisão entre os dois interpoladores aumentou bastante - a diminuição da resolução e o aumento da equidistância entre os pontos afectou consideravelmente a precisão do interpolador TIN Linear que se revelou 75,6% menos preciso que TIN Cubic modo Break Lines - 2,58 e 0,89m respectivamente:


Análise

Estes resultados indicam que a interpolação TIN Cubic modo Structured Lines é o interpolador mais fiável para obter um MDE de uma zona sem grandes acidentes topográficos.

Já a interpolação TIN Cubic modo Break Lines é a que obtem melhores resultados em zonas de relevo agreste como vales estreitos, ravinas e falésia - fiabilidade que parece ser constante mesmo com resoluções mais baixas.

Contudo há que ter em conta que estes resultados, especialmente os que dizem respeito à interpolação IDW, foram altamente condicionados pelo tipo de dados de entrada - curvas de nível. Se os nossos dados de entrada forem um conjunto de pontos cotados, os resultados da interpolação IDW poderá ser melhor, como veremos no próximo teste.

Estes resultados podem ser considerados válidos se partirem das mesmas permissas deste estudo: informação de Z retirada a partir de curvas de nível e consequentemente os pontos que estiveram na base da interpolação distribuiem-se ao longo de linhas paralelas entre si e não de forma "aleatória" como aconteceria com uma nuvem de pontos cotados. Se a informação Z provier de pontes cotados, a interpolação IDW apresentará resultados mais interessantes como veremos no proximo post.


por André Mano (noreply@blogger.com) em Janeiro 26, 2012 04:41

Interpoladores II - QGIS Interpolation Plugin (IDW)

No primeiro post desta série dedicado ao  Interpolation Plugin do Quantum GIS, a interpolação TIN obteve resultados melhores que a interpolação IDW. No entanto, como foi sublinhado, esses resultados foram condicionados pelo facto da interpolação ter sido feita com base em curvas de nível a partir das quais foram derivados os pontos para interpolação. Este segundo estudo irá testar o interpolador IDW para a obtenção de um Modelo Digital de Elevação (MDE) a partir de um conjunto de pontos cotados e não a partir de curvas de nível.
 
De forma a testar a influência do tipo de paisagem a modelar e a regularidade ou irregularidade de dispersão de pontos no Modelo Digital de Elevação (MDE) segui, no essencial, a mesma metodologia que adoptei anteriormente:

Objectivos e Metodologia

O principal objectivo deste segundo estudo é aferir em que circunstâncias a interpolação IDW poderá ser mais indicada que a interpolação TIN. Para tal confrontou-se o melhor interpolador TIN - segundo o teste anterior - com vários parâmetros de interpolação IDW.  O segundo objectivo é perceber até que ponto a regularidade ou irregularidade dos dados de entrada podem influenciar a performance da interpolação.

Mais uma vez, e considerando que os resultados obtidos a partir de interpolação são altamente influenciados pelo tipo de terreno que se está a modelar, foram considerados dois tipos de paisagem: Falésias e Colinas Aplanadas - cuja extensão é exactamente a mesma do estudo anterior de modo a permitir uma comparação de resultados mais segura.



O seguinte esquema ilustra metodologia seguida. A partir de MDE com resolução espacial de 4,12m - um para cada tipo de paisagem, extraí pontos regulares e pontos irregulares ou nuvens de pontos. Cada ponto herdava a cota correspondente no raster do MDE a partir do qual foi extraído. Seguidamente dividi estes conjuntos de dados em dois subconjuntos com sensivelmente o mesmo número de pontos: um conjunto seria utilizado para operações de interpolação, e o segundo para testar o nível de precisão da interpolação. Finalmente procedeu-se à quantificação.


Para cada um dos tipos de paisagem foram testados duas vezes (uma primeira com base em pontos regulares e uma segunda com base em pontos irregulares) os seguintes interpoladores:

 - TIN Linear (a partir dos pontos extraídos das curvas de nível)


 - TIN Clough-Toucher ou cúbica - modo stuctured lines (no caso da paisagem do tipo colinas aplanadas - foi o melhor tipo de  paisagem no teste anterior, que se baseava em curvas de nível)  
 - TIN Clough-Toucher modo break lines (no caso da paisagem tipo falésias - foi o melhor interpolador para este tipo de paisagem no teste anterior, que se baseava em curvas de nível) 
 - IDW Coeficiente 2, 4, 6, 8 e 10


Operações 

Para obter os dados necessários foram utilizadas as seguintes ferramentas:
  • GDAL Regular Points e Random Points - para obter os pontos de teste e de interpolação
  • QGIS Point Sampling Tool - extrai, para a tabela de atributos de um tema de pontos, os valores de célula dos rasters que ocupem a mesma área dos pontos. O resultado é guardado como um novo Shapefile de pontos;  
  • QGIS Interpolation Plugin - para obter os MDE; 
  • OPEN OFFICE Calc - operações de quantificação a partir do ficheiro .dbf do shapefile de pontos resultante das operações com Point Sampling Tool
Resultados

No caso das colinas aplanadas, a interpolação IDW obteve resultados melhores que a interpolação TIN, uma melhoria que é particularmente evidente no caso no caso dos MDE obtidos com base em pontos irregulares onde  a interpolação IDW com coeficiente 6 obteve resultados 61,5% mais precisos que a melhor interpolação TIN. A figura seguinte mostra a média de erro, em metros, associada a cada tipo de interpolação. A vermelho destaco os interpoladores que obtiveram melhores resultados:
 
 
Já no caso das falésias, a interpolação TIN modo break lines, à semelhança do que já se havia registado no teste anterior, continua a obter resultados muito melhores - independentemente da regularidade ou aleatoriedade dos pontos de entrada. A interpolação IDW fica muito atrás, embora não tanto como nos MDE obtidos a partir de curvas de nível.


Análise

Estes resultados parecem demonstrar que a irregularidade dos dados de entrada parece favorecer a interpolação IDW nos casos de paisagens que não apresentem acidentes topográficos acentuados como colinas, planícies ou vales suaves. Nestes casos, um coeficiente entre 4 e 8 é o ideal.

Já no caso de terrenos acidentados, como é o caso das falésias, a interpolação TIN Cubic em modo break lines é sem dúvida a melhor escolha. E digo sem dúvida porque os resultados obtidos neste segundo teste são consistentes com os obtidos no primeiro teste em que, para o mesmo tipo de paisagem mas tendo por base curvas de nível e não nuvens de pontos, a interpolação  TIN Cubic em modo break lines foi igualmente a que obteve melhores resultados.

O que parece ser evidente é que quanto mais dispersos e aleatórios forem os dados de entrada melhores resultados se obtém com a interpolação IDW e que, pelo contrário, a regularidade parece beneficiar a interpolação TIN. Deixo-vos com um último quadro que sintetiza os resultados destes dois estudos e que espero que seja útil a toda a comunidade e possa ser uma base para fundamentar escolhas quando se utiliza o plugin de interpolação do Quantum GIS.


por André Mano (noreply@blogger.com) em Janeiro 26, 2012 04:41

Workshop Open Street Map

Irá decorrer, nos dias 11 e 12 de Fevereiro, em Torres Vedras, um workshop dedicado ao Open Street Map (OSM) - projecto que pretende mapear todo o globo com recurso aos contributos de cidadãos de todo o mundo.


O workshop, integrado na iniciativa "Vamos mapear Portugal", é promovido pela OSGeo-PT e pela ALT - Sociedade História Natural (ALT-SHN) que cederá a biblioteca para os trabalhos de edição e sessões teóricas.

O modelo do evento é misto: por um lado é uma OSM party, mas por outro tem uma componente de aprendizagem (daí ser workshop) que pretende que todos os participantes saiam deste fds de convívio com competência e autonomia para começar a mapear.

Há um limite máximo de 16 participantes (contingências da sala). 

Mais informações e incrições aqui


por André Mano (noreply@blogger.com) em Janeiro 26, 2012 04:40

Blog IDEE (ES)

Conferencia INSPIRE 2012: Call for papers


Esta semana se ha hecho el llamo oficial para enviar las contribuciones de la próxima Conferencia INSPIRE 2012 , la cual tendrá lugar en Estabul, Turquia entre los días 23 a 27 de junio en el Istanbul Congress Center (ICC).

El lema de la Conferencia 2012 será "Sharing environmental information, sharing innovation", y las contribuciones deberán centrarse en tres temáticas, Gobernabilidad, Contenido y Tecnología.

Ya que 2012 es el Año Europeo del Agua los organizadores animan a presentar contribuciones relacionadas con la Directiva Marco del Agua, Plan Bleu, EEA Water Watch, Blue Carbon, entre otros.

Las fechas a tener en cuenta para las propuestas de contribuciones son las siguientes:

02 de marzo 2012: Fecha límite para la presentación de propuestas de ponencias y talleres.

16 de marzo 2012: Fecha límite para la presentación de las propuestas de posters.

por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 26, 2012 08:00

Janeiro 25, 2012

Processamento Digital [BR]

Ferramentas GDAL: Conversão de Arquivos GeoTIFF para ECW

Conversão de TIFF para ECW através do programa gdal_translate

Vou iniciar esse post desejando cumprimentos aos leitores da Costa Rica, em especial para o amigo Eddison que nos trouxe a seguinte dúvida:


Estimado amigo, un gusto saludarle desde Costa Rica, me tomé el atrevimiento de escribirle ya que vi su email en internet, he intentado usar FWTOOLS (GDAL) para convertir imagenes de diferente formato a formato ECW, pero me da el siguiente problema:

Comado que he usado:

C:\borrar>gdal_translate -of ECW -co TARGET=0 imagem_saida.tif MATAPAL.ecw

Mensajes después de ejecutar comando:

Input file size is 8667, 6333

Warning 6: ECW driver ignores color table. The source raster band will be consid
ered as grey level.
Consider using color table expansion (-expand option in gdal_translate)

Warning 1: ECW only supports Byte pixel data type, ignoring request for UInt16.
0…10…20…30…40…50…60…70…80…90…100 – done.

Como puedo solucionar el problema?

Gracias

Eddison


Nosso colega Eddison deseja converter arquivos raster no formato GeoTIFF para ECW e recebeu a mensagem de erro listada acima. Essa conversão pode ser facilmente executada pelo famoso programa gdal_translate, um dos  componentes da biblioteca GDAL.

http://www.gdal.org/gdal_translate.html

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CONVERSÃO DE GEOTIFF PARA ECW – GDAL_TRANSLATE

Seguindo o mesmo raciocínio dos posts anteriores, digite ou cole os comandos na janela FWTools. Usuários UNIX precisam criar um script shell para executar arquivos no modo batch.

REQUISITOS

  • FWTools Shell ou OSGeo4W Shell instalado no computador;
  • Conhecimentos mínimos de MS-DOS.

TIFF para ECW: CONVERSÃO DE UM ÚNICO ARQUIVO

Digite ou cole o comando abaixo na janela MS-DOS do FWTTools:

gdal_translate -of ECW -co TARGET=0 -a_srs EPSG:32724 input_raster.tif output_raster.ecw

Certifique-se de informar o código EPSG para sua imagem ECW de saída.

Resultado:

Trabalhando com Mapa de Cores

 A mensagem de erro sinalizada no início do tutorial  ocorreu porque o Eddison tem trabalhado com um mapa de cores ao invés de uma imagem RGB. Um exemplo de mapa de cores é o SRTM exportado do GRASS para GeoTIFF. Veja uma exemplo de mapa de cores aplicado numa imagem SRTM:

Felizmente o gdal_translate permite converter o mapa de cores para RGB ao adicionar a opção -expand rgb na linha de comando. Assim:

gdal_translate -of ECW -co TARGET=0 -expand rgb -a_srs EPSG:4326 input.tif output.ecw

O raster colorido RGB com projeção será criado:

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EXEMPLO DE CONVERSÃO DE UM DIRETÓRIO DE ARQUIVOS

Conversão de ECW para TIFF:

for %f in (*.ecw) do gdal_translate %f %~nf.tif

Conversão de TIFF para ECW:

for %f in (*.ecw) do
gdal_translate -of ECW -co TARGET=0 -a_srs -expand rgb EPSG:4326 %f %~nf.tif

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por Jorge Santos em Janeiro 25, 2012 07:11

Blog do Portal ClickGeo [BR]

OpenJUMP: Ferramenta Dissolve

OpenJUMP: Ferramenta Dissolve

Esta postagem faz parte da série “Quebrando Tabus”: Software Livre também Faz!

Abordaremos aqui o uso da função conhecida como dissolve ou agregação, que no OpenJUMP é conhecida como União por Atributos. Esta funcionalidade, em geral, é utilizada quando desejamos simplificar um dado geográfico ou criar um novo, através de uma junção de feições, com base em alguma informação (coluna) da tabela de atributos. A versão do programa utilizada neste tutorial é a 1.4.2.

Para saber como iniciar um projeto no OpenJUMP, leia o tutorial anterior:

FUNÇÃO DISSOLVE – EXEMPLO PRÁTICO

Neste tutorial vamos aplicar a função dissolve num arquivo shapefile com a divisão municipal do Estado do Pará. A ideia é unir os polígonos (cidades) que pertençam a uma mesma mesorregião.

OpenJUMP
Para informações sobre onde baixar o arquivo vetorial ilustrado na imagem anterior, veja o link específico no final deste tutorial.

Acesse o menu Ferramentas > Análise > Union by Attribute Value…

Ferramenta Dissolve

Na janela aberta a seguir, selecione o layer sobre o qual executaremos a operação, indique qual o atributo que será usado como parâmetro para a dissolução das entidades (neste caso N_MESO) e clique em Ok.

Janela Dissolve

O resultado da aplicação do dissolve deve ser semelhante ao mostrado na figura a seguir, com a divisão do mapa de acordo com mesorregiões geográficas.

Resultado da Operação

Note que o produto da operação é organizado em uma nova categoria de camadas de informação, neste caso, resultado.

Pronto! Aprendemos como utilizar a função dissolve no software livre e gratuito OpenJUMP. Clique no link a seguir para baixar este tutorial no formato PDF:

No site oficial do projeto OJ, você pode obter cópia do programa e acessar gratuitamente a documentação do software:

Caso você deseje fazer o download gratuito do dado geográfico utilizado neste tutorial a fim de fazer o procedimento como exercício, baixe o arquivo em:

Vale destacar que já publiquei um tutorial sobre o mesmo tema, focado no Kosmo GIS:

Um Abraço!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Janeiro 25, 2012 04:30

Blog IDEE (ES)

Publicadas en el geoportal IDEJAEN las Fuentes y Manantiales


El geoportal de la Diputación de Jaén ha publicado en su Visualizador de mapas la capa de fuentes y manantiales. Los datos provienen del proyecto colaborativo “Conoce tus Fuentes” promovido por la Consejería de Medio Ambiente de la Junta de Andalucía y la Universidad de Granada.

La información constituye el primer catálogo de más de 1400 fuentes y manantiales de la provincia de Jaén disponible a través del servicio WMS http://www.idejaen.es/wms?

Cada fuente y manantial cuenta con una completa base de datos que incluye: municipio, nombre, coordenadas x e y, tipo, caudal, Q_med, cuenca, descripción, valoración y enlace a la ficha en formato pdf.

El catálogo de fuentes y manantiales se nutre de las aportaciones hechas por los ciudadanos, por lo cual quien así lo estime puede aportar nuevos datos, sólo necesita comprobar que la fuente o manantial en cuestión no este registrada en el catálogo y rellenar la ficha-encuesta disponible en Conoce tus fuentes. Los aportes no se limitan a la provincia de Jaén, sino que abarcan toda Andalucía.

por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 25, 2012 08:00

Janeiro 24, 2012

Blog do gvSIG (ES)

gvSIG projects migration to our new servers finished!

English

As some of you already know, at the end of last year the OSOR project forge was closed and replaced by the new Joinup service. The projects that were available in OSOR had been migrated to Joinup.

In the case of the gvSIG project, we thought the new Joinup service was not going to fulfill our needs, so we started to prepare our own services for the source and maven repositories, as well as the trackers for bugs and feature requests.

In any case we are really grateful with the OSOR team for the services provided to the gvSIG community since during all the time we where hosted there.

The migration has been already performed, and all previous gvSIG project services are already available in the new servers:

The gvsig desktop 2.0 projects maven configuration has already been updated to point to the new servers, so you should be able to compile without problems. Also a new build has been prepared (2043), already in the new servers.

The gvsig desktop application and addons will be available also through a new downloads server. All those URLs are being updated in the projects main portal, but bear us if there is still any reference to the old OSOR locations or there are still some broken references. The development downloads page is still not working 100%.

For developers, the page about how to prepare a workspace with the gvSIG 2.0 core projects has been updated also.

Sorry everybody for any problems related to the migration. We hope we can
start working again as always from now on.

Spanish

Como algunos de vosotros ya sabéis, a finales del año pasado la forja del proyecto OSOR fue cerrada y reemplazada por el servicio Joinup. Los proyectos que estaban alojados en OSOR fueron migrados automáticamente a Joinup.

En el caso del proyecto gvSIG, pensamos que el nuevo servicio de Joinup no iba a satisfacer todas nuestras necesidades, por lo que empezamos a preparar nuestros propios servicios de repositorios de código fuente y maven, así como los trackers de errores y peticiones de mejoras.

En cualquier caso queremos agradecer encarecidamente a la gente del equipo de OSOR los servicios proporcionados a la comunidad gvSIG durante todo este tiempo.

La migración ha finalizado ya, y todos los servicios que teníamos para los proyectos gvSIG están disponibles en los nuevos servidores:

La configuración de los proyectos de maven de gvSIG desktop 2.0 has sido actualizada para hacer uso de los nuevos servidores, por lo que ya se debe poder compilar sin problemas. Además un  nuevo build (2043) ha sido preparado, ya disponible en los nuevos servidores.

La aplicación gvSIG desktop, así como los complementos de instalación, estarán disponibles a través del nuevo servidor de descargas. Todas las URLs están siendo actualizadas en el portal principal de gvSIG, aunque es posible que queden todavía algunas referencias a las antiguas ubicaciones en OSOR  o algunas referencias rotas. Además la página de descargas en desarrollo todavía no está funcionando al 100%.

Para los desarrolladores, la página sobre como preparar un espacio de trabajo con los proyectos principales de gvSIG 2.0 ha sido actualizada también.

Disculpas a todo el mundo por los problemas que haya podido causar esta migración. Esperamos que a partir de ahora todos podamos empezar a trabajar de nuevo como siempre en el proyecto.


gvSIG Team


Filed under: community, development, english, gvSIG Desktop, opinion, spanish, testing

por cordin em Janeiro 24, 2012 02:00

Processamento Digital [BR]

Ferramentas OGR – Conversão de Arquivos KML para Shapefile (Batch Mode)

Conversão de KML para Shapefile através do programa ogr2ogr

Semana passada precisei converter 200 geometrias de ponto do formato KML para SHP. Apesar de ser uma tarefa simples, não havia sentido abrir 200 arquivos no Quantum GIS e salvar, um por um, no formato shape. Foi preciso automatizar esse processo. Essa questão pode ser facilmente  solucionada através do FWTools. Vida longa aos desenvolvedores que criaram o modo batch para o programa ogr2ogr!

http://www.gdal.org/ogr2ogr.html

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CONVERSÃO DE KML PARA SHAPE – OGR2OGR

Esse é o procedimento que encontrei para Windows, ou seja, os comandos podem ser digitados ou colados no prompt de comando. Usuários UNIX devem criar um script shell para executar a rotina em vários arquivos.

REQUISITOS

  • FWTools Shell ou OSGeo4W Shell instalado no computador;
  • Conhecimentos mínimos de MS-DOS.

EXEMPLO DE CONVERSÃO DE UM ÚNICO ARQUIVO

Digite ou cole o comando abaixo na janela MS-DOS do FWTTools:

ogr2ogr -f "ESRI Shapefile" C:\kml\LJ0047.shp C:\kml\LJ0047_.kml

Resultado:

Observações

  • Para executar o programa ogr2ogr corretamente, o novo formato do arquivo deve ser informado antes do nome/caminho do formato original.
  • O programa Quantum GIS lê arquivos KML e permite gravar esses arquivos no formato Shapefile;
  •  Durante a execução, o programa ogr2ogr pode truncar campos longos do arquivo KML.

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EXEMPLO DE CONVERSÃO DE UM DIRETÓRIO DE ARQUIVOS

Digite ou cole o comando abaixo na janela MS-DOS do FWTTools:

for %f in (*.kml) do ogr2ogr -f "ESRI Shapefile" %~nf.shp %f

Um código simples de compreender: o programa armazena o comando na variável %f e vai fazer a conversão em todos os arquivos kml presentes no diretório.

Observações

  • Para executar a rotina ogr2ogr corretamente, é preciso acessar o diretório dos arquivos.
  • Durante a execução, o programa ogr2ogr pode truncar campos longos do arquivo KML. 

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por Jorge Santos em Janeiro 24, 2012 01:12

Blog do gvSIG (ES)

Fifth Italian gvSIG Conference

From 27th to 29th June 2012, the 5th Italian gvSIG Conference (Quinte Giornate Italiane di gvSIG) [1] will be held in the “Aula Magna” of the Politecnico di Milano – Polo Territoriale di Como (via Castelnuovo, 7 – Como).

The meeting, organized by the Laboratorio di Geomatica del Politecnico di Milano – Polo Territoriale di Como and the gvSIG Association, is an interesting meeting point for changing experiences between users and developers from Italy. Seminaries and presentations are planned at the Conference.

The call for papers is now open, and proposals can be sent to the email address: giornate.italiane@gvsig.org (consult Presentation rules [2]), until May 23th.

Registration period will be opened in March 7th.

[1] http://www.gvsig.org/web/community/events/giornate-italia/2012/

[2] http://www.gvsig.org/web/community/events/giornate-italia/2012/comunicazioni


Filed under: community, events, Italian, opinion

por Mario em Janeiro 24, 2012 12:16

Blog IDEE (ES)

CartoCiudad: Tercer finalista de los premios “3rd LAPSI Award: PSI Portal”


El proyecto CartoCiudad (base de datos de red viaria continua y cobertura nacional, que discurre por todos los núcleos de población de España e incorpora información carácter censal y postal) ha sido clasificado como tercer finalista del “3er Premio al mejor portal temático en Internet sobre Información del Sector Público de la Unión Europea” organizado por la red profesional dedicada a los aspectos legales de la información del sector público (European Thematic Network on Legal Aspects of Public Sector Information, LAPSI) cuyo objetivo fundamental es la elaboración de recomendaciones de políticas para el impulso de la reutilización de la Información de Sector Público (ISP).

El propósito de la iniciativa, que valora aquellos trabajos que mejor integren los conceptos de diseño y usabilidad web, es fomentar la publicación de las informaciones que gestionan las administraciones y otros organismos públicos para su acceso, consulta y reutilización.

La entrega del premio se realizará durante la 2ª Conferencia Pública LAPSI que tendrá lugar en la Fundación Universitaria de Bruselas, el 23 y 24 de enero. Este encuentro tiene por objetivo la presentación pública de las políticas recomendadas actualmente sobre la reutilización de la ISP, fundamentalmente en los aspectos relativos a los derechos de propiedad intelectual, privacidad, tratamiento de datos personales y protección de datos. Será un encuentro abierto al debate sobre dichas políticas entre los miembros de LAPSI y expertos externos, proveedores y usuarios de los datos interesados.

Publicado por Equipo CartoCiudad

por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 24, 2012 08:00

Janeiro 23, 2012

Processamento Digital [BR]

Promoção “Eu quero um kit da AMS Kepler” no Facebook. Participe!

AMS Kepler lança sua primeira campanha para o Facebook

Empresa de Engenharia Espacial inicia suas atividades nas redes sociais

A AMS Kepler (www.amskepler.com/), única empresa da América Latina e do Hemisfério Sul a desenvolver um completo sistema de Estações Terrenas de Satélites de Sensoriamento Remoto, lançou hoje a campanha “EU QUERO UM KIT AMS KEPLER” no Facebook.

“Começamos o ano de 2012 com uma estratégia de marketing mais agressiva e estamos investindo em campanhas nas redes sociais de modo a fortalecer ainda mais a marca da empresa”, revela Antonio Machado e Silva, diretor da AMS Kepler.

Para concorrer ao Kit, a pessoa terá que curtir a nova página da AMS Kepler no Facebook e responder a seguinte pergunta: “Por que somos a transformação que queremos no mundo?” O autor da resposta mais criativa receberá, em casa, o Kit da empresa.

AMS Kepler Site Oficial:

http://www.amskepler.com/

Blog da AMS Kepler:

http://www.amskepler.com/blog

AMS Kepler no Facebook:

AMS Kepler Engenharia de Sistemas

AMS Kepler no Twitter:

http://twitter.com/amskepler


 

Com informações de Monica Coscarella
Deptº de Comunicação e Marketing AMS Kepler
Tel.: 21 3622-3655 /  21 7890 4838

por Jorge Santos em Janeiro 23, 2012 04:16

Blog do Portal ClickGeo [BR]

Dados OpenStreetMap do Brasil no Formato Shapefile

Dados OpenStreetMap do Brasil no Formato Shapefile

Olá pessoal, tudo bem?

Você já conhece o OpenStreetMap (OSM)? Este projeto já se tornou um dos mais completos da área de mapeamento colaborativo. Como descrito em seu próprio sítio oficial, ele é “um mapa livre e editável do mundo todo”, permitindo visualizar, editar e usar dados geográficos de inúmeras partes do globo.

Recentemente publiquei uma matéria sobre um livro digital que aborda como tema o OSM. A publicação está disponível para download gratuito. Você já baixou sua cópia?

A dica de hoje sobre o OSM é a seguinte: Na wiki do projeto há informações sobre como fazer o download de dados do OpenStreetMap no formato shapefile de inúmeras partes do mundo, inclusive do território nacional brasileiro!

Conforme explicado em uma matéria no blog Mapeando o Brasil (MB), para fazer uso destes dados há dois requisitos a ser atendidos: Converter os dados para seu banco de dados e recortar a região de interesse.

A notícia melhor ainda é que, ainda de acordo com o blog MB, algumas iniciativas deixam este trabalho pronto. Um exemplo disso é o portal cloudmade.com, que disponibiliza recorte por países.

Para acessar a página de download dos dados referentes ao Brasil, clique no link abaixo ou na imagem nesta postagem.

A imagem abaixo ilustra uma amostra dos dados disponíveis no link acima, visualizados no software livre Kosmo GIS.

Dados OpenStreetMap do Brasil no Formato Shapefile no Kosmo GIS

Percebeu a poderosa informação disponibilizada por eles? É possível baixar os dados do OpenStreetMaps, no formato shapefile, de todo o Brasil, em um arquivo com cerca de apenas 100 MB.

É importante lembrar que como estes mapas são construídos com levantamento por GPS de navegação, a base cartográfica está sujeita a erros que variam na ordem de 3 a 15 metros, em média.

E vocês? Que uso têm feito dos dados do projeto OpenStreetMap?


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
Acesse: www.clickgeo.com.br


por Anderson Medeiros em Janeiro 23, 2012 01:40

Blog IDEE (ES)

terr@sit ofrece de forma gratuita la cartografía de la Comunidad Valenciana


Me hago eco de la noticia que publicaba el Blog de terr@sit el 13 de Enero:

El portal terr@sit ha abierto una nueva página de descargas donde sus usuarios podrán acceder gratuitamente a:

Cartografía BCV05 a escala 5.000, y sus derivados 10.000 y 20.000 en formatos vectoriales (dwg y shp) por municipio y datum ETRS89.

Hojas de ortofotos 1:5.000 desde el año 2004 a 2010 en formato tiff y/o ecw, así como ortofotos municipales de 2009 y 2010 en formato ecw.

También se podrán descargar distintos paquetes creados para estudios de paisaje que contienen información por municipios de mapas de sombras, orientaciones, pendientes y modelos digitales del terreno.

Únicamente hay que registrarse de forma similar a como se hace en el Centro de descargas del CNIG.

Centro de descarga de terr@sit disponible en http://terrasit.gva.es/es/descargas

Publicado por Jesús Pla

por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 23, 2012 08:15

Geo para Linux (BR)

NDVI usando Saga GIS

 

O artigo de hoje trata sobre Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (IVDN) ou mais conhecida por NDVI usando imagens do satélite Landsat 5.

O NDVI é a razão normalizada entre as bandas do infravermelho próximo e vermelho e se expressa através da seguinte fórmula:

Onde:

Banda 4 corresponde ao Infravermelho Próximo (0,760 – 0,900 μm)

Banda 3 corresponde ao Vermelho (0,630 – 0,690 μm)

O resultado será dado em valores entre -1 e +1. Quanto mais próximo de +1 maior a presença de vegetação.

As aplicações desta técnica são muito variadas, destaque para cálculo de volume de fitomassa, cobertura foliar, produtividade, atividade fotossintética, porcentagem de cobertura verde, entre outros (Elvidge e Chen, 1995)

Após esta breve introdução, siga o tutorial abaixo.

IMPORTANDO AS BANDAS

1. Abra as imagens indo no menu Modules > File > GDAL/OGR > GDAL: Import Raster.

2. Clique em Files e depois clique em [...] para selecionar as imagens e clique em Okay.

Veja a diferenças entre as bandas.

CRIANDO O NDVI

1. Para abrir o Grid Calculator clique no menu Modules > Grid > Calculus > Grid Calculator.

2. Em Grid system, selecione o dataset correspondente às duas bandas importadas.

3. Depois, em Grids, clique em [...] para selecionar as bandas.

4. Selecione os rasters e clique em >> para confirmar.

5. Ponha o raster correspondente ao infravermelho próximo (Banda 4) acima do raster correspondendo ao vermelho (Banda 3) usando os botões Up/Down e depois clique em Okay.

6. De volta ao Grid Calculator, a fórmula já deverá estar escrita no campo Formula, caso contrário digite:

(a-b)/(a+b)

7. No campo Name, digite NDVI ou qualquer outro nome de sua preferência.

8. No campo Take Formula, desmarque a caixa de seleção e clique em Okay.

9. Aguarde o final do processamento e clique duas vezes sobre o NDVI recém criado.

10. Na caixa de diálogo que abrir, selecione New e clique em OK.

VISUALIZANDO O NDVI

Quando o novo Map Window abrir com o NDVI, deve aparecer como na imagem abaixo. Não se preocupe pois, é preciso mais um passo para visualizar o seu NDVI.

1. Na barra Graduated Color, clique em Color e depois em [...]

2. Na janela de diálogo [CAP] Colors clique no ícone Presets.

3. Selecione greyscale e clique em OK para voltar à janela de diálogo CAP.

De acordo com o que foi selecionado no item anterior, a escala de cinza padrão atribuirá aos menores valores os tons mais escuro e para os maiores valores os tons de cinza mais claros. O resultado disto é que a vegetação receberá uma tonalidade mais clara, portanto, menos visual.

4. Para reverter isso e tornar avisualização mais compreensível, clique no ícone Invert e no botão Okay.

Assim, os maiores valores recebem os tons mais escuros e os menores valores os tons mais claros.

5. Ainda na barra de Graduated Color, no campo Values, digite -1 para Minimum e 1 para Maximum. Tecle Enter e depois clique em Apply.

No final, tem-se o NDVI pronto para uso.

Detalhe do fragmento de mata atlântica e seu entorno.

Espero que este artigo tenha correspondido às suas expectativas.

Até a próxima.

ELVIDGE, C. D.; CHEN, Z. Comparison of broad-band and narrow-band red and near-infrared vegetation indices. Remote Sensing of Environment, v. 54, n.1, p. 38-48, 1995.

por Esdras Andrade em Janeiro 23, 2012 03:00

Janeiro 22, 2012

Geo para Linux (BR)

Coletânea de Links sobre o SAGA GIS

por Esdras Andrade em Janeiro 22, 2012 12:35

Janeiro 21, 2012

opus SIG

wxGIS 0.4 - alternativa aberta ao ArcCatalog

Foi lançada a versão 0.4 do wxGIS, um software muito útil que permite navegar pelas directorias onde temos armazenados os nossos dados geográficos e visualizá-los e manipulá-los de forma rápida e intuitiva. A grande vantagem de uma aplicação deste género é que permite visualizar e organizar os nossos dados sem precisarmos de os abrir no nosso software SIG Desktop.

O wxGIS é distribuído com uma licença GNU GPL v3, e tem na sua base a inultrapassável e insubstituível biblioteca GDAL - Geospatial Data Abstraction Lybrary, uma colecção de drivers de uso livre (dentro dos termos da licença MIT/X) para abrir, criar e manipular uma longa lista de formatos raster e vectorial.

Uma das características simpáticas do wxGIS é o facto de não requerer instalação, e por isso mesmo ser altamente portátil: basta descomprimir o arquivo .zip disponível na página do projecto para a directoria que desejarmos ou para um pen/disco USB e podemos correr o programa abrindo o aplicativo wxGISCatalog. Existe igualmente uma versão para Linux, mas sem a portabilidade, ou seja tem de ser instalada e não corre a partir de uma simples pen.


Vejamos algumas das coisas interessantes que este programa pode fazer.

INTERFACE

A interface é simples e intuitiva. Existem três paineis: o da esquerda permite navegar pelas directorias do nosso computador; o do meio serve para visualizar os dados e o o da direita apresenta ferramentas e opções adicionais a partir das quais podemos fazer transformação de coordenadas, derivar estatísticas entre outras coisas



VISUALIZAÇÃO DE DADOS

Para visualizar dados basta percorrer as directorias - no painel da esquerda - e clicar no ficheiro que queremos visualizar. No caso dos ficheiros vectoriais (testei com shapefiles; .kml e .dxf), temos a possibilidade de ver as geometrias ou a tabela de atributos bastando para isso escolher a opção Table View (no fundo do painel de visulização). Existe também uma barra de ferramentas de visualização que permite, se estivermos a visualizar no modo Geographic View, fazer zoom, pan e identificar as entidades contidas no vector.


REPROJECTAR (mudar o sistema de coordenadas de um ficheiro)

A reprojecção é igualmente um processo simples mas por enquanto apenas está disponível para vectores. Basta escolher a opção correspondente no painel de ferramentas e fornecer as informações necessárias na janela de diálogo que irá aparecer: ficheiro de entrada (2); Ficheiro de saída (3) e pelo meio escolher o sistema de coordenadas desejado.


ESTATÍSTICA 


A partir de Data Management Tools, no painel de ferramentas, temos acesso a algumas ferramentas de estatística. Na minha opinião esta operação poderia ser mais linear uma vez que obriga a dois passos distintos: computar as estatísticas e visualizar o resultado. Começemos por calcular as estatísticas:


Para vermos o resultado desta operação são então necessários mais alguns passos. Primeiro, no painel Toolbox, há que clicar no separador Tool Execute View, seguidamente clicar duas vezes no último Compute statistics - por baixo de Tool Name. Finalmente é aberta uma nova janela e aí, para finalmente vermos as tão desejadas estatísticas, temos ainda de clicar num novo botão!! Definitivamente, isto poderia ser muito mais simples. Porque não aparecer logo o resultado assim que a operação terminasse? Fica a sugestão.


CONVERSÃO DE FORMATOS VECTORIAIS


Já no campo das opções de conversão o wxGIS prima pela simplicidade. No caso dos vectores é possível efectuar operações de exportação entre os seguintes formatos: Shapefile; KML; KMZ MapInfo File e AutoCAD DXF. Para tal basta, no painel das directorias, clicar com o botão direito do rato sobre o ficheiro vectorial que queremos exportar para outro formato e fornecer o input e o output desejados na janela que entretanto surgirá.

OUTRAS FUNCIONALIDADES

Explorando o painel das ferramentas é possível visulizar outras ferramentas interessantes. Destacaria duas. Uma permite exportar para shapefile de pontos os vértices de um outro ficheiro vectorial, e a outra grava para um ficheiro de texto as coordenadas de um shapefile. 

Finalmente, quando clicamos duas vezes sobre um determinado ficheiro abre-se uma janela com informações sobre esse mesmo layer - sistema de coordenadas, extensão, resolução e número de células (no caso dos rasters) entre outras coisas.

LIMITAÇÕES

O wxGIS parece ser um projecto com pernas para andar, e julgo que vale a pena experimentar e investir um pouco neste programa. Não obstante, tendo em conta que é sum projecto recente, tem ainda algumas limitações e arestas por limar:
  • Alguns formatos ainda não são suportados. Exemplos mais flagrantes; GPX; MrSID e ECW;
  • Durante o teste o programa crashou algumas vezes;
  • Fraca documentação e material de apoio (contributos precisam-se!)
  • Já existe uma versão em Português mas que precisa de ser limada (uma contribuição minha que será suficiente para ajudar quem não domina o inglês mas que está ainda muito imperfeita... Fica o desafio!)
  • No caso das operações de reprojecção de coordenadas estamos limitados à lista de sistemas de coordenadas que vem de raíz. Apesar de os sistemas de coordenadas serem expressos em linguagem WKT da OGC, não é possível importar os parâmetros daqui por exemplo.
  • Não é possível reprojectar mais do que um ficheiro de uma só vez  (batch convert)

    No dia em que o wxGIS aumente o leque de formatos em que é possível visualizar e exportar mais formatos, será sem dúvida um programa quase indispensável. Quem quiser contribuir para o desenvolvimento deste projecto, experimente e envie feedback para a equipa de desenvolvimento.


    por André Mano (noreply@blogger.com) em Janeiro 21, 2012 02:48

    Janeiro 20, 2012

    Blog IDEE (ES)

    OGC publica para comentarios un perfil WFS-G


    Open Geospatial Consortium (OGC) ha publicado para comentarios un perfil de aplicación de servicio de nomenclátor basado en el estándar WFS. Se trata de un OGC Best Practice, es decir, de un documento en el cual una serie de usuarios describen el uso o la implementación que están llevando a cabo de un estándar OGC. Cuando un documento de este tipo recibe la bendición de OGC, se convierte en un perfil oficial, o sea, en una aplicación concreta y probada del estándar.

    En este caso, el OGC Gazetteer Best Practices Document ha sido elaborado por:
    • CubeWerx Inc.
    • Intergraph Government Solutions
    • The Carbon Project
    • US Army Corps of Engineers Army Geospatial Center (AGC)
    • US Federal Geographic Data Committee (FGDC)
    • US Geological Survey (USGS)
    • US National Geospatial-Intelligence Agency (NGA)
    y consiste en el uso del estándar WFS para acceder a nomenclátores buscando las siguientes funcionalidades:
    • Obtener y llevar a cabo consultas sobre los nombres geográficos contenidos en un nomenclátor.
    • Identificar las propiedades del nomenclátor (modelo de datos, diferentes tipos de definiciones, etc).
    • Permitir operaciones transaccionales, de forma que el nomenclátor pueda ser actualizado por parte de aquellos que estén autorizados.
    Lejos de la abstracción de las definiciones de estándares OGC, este documento es interesante por que se trata de una aplicación concreta y completa. Entre otras cosas, aporta una gran cantidad de información útil codificada en XML que puede ser de interés para muchos programadores y curiosos en general:
    • ISO 639-3:2007, Codes for the representation of names of languages
    • ISO 3166-1, Codes for the representation of names of countries and their subdivisions – Part 1: Country codes
    • ISO 15924:2004, Codes for the representation of names of scripts
    En el anuncio publicado por Jeff Harrison se habla de una implementación puesta en marcha en el USGS en mayo de 2011, pero debo confesar que no he conseguido hacer funcionar el enlace que proporciona. También se dice que la recepción de comentarios se terminaba el 6 de enero. Seguramente se esperaba que los Reyes Magos contribuyeran en la mejora del documento, pero no se yo...

    Publicado por Joan Capdevila

    por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 20, 2012 08:47

    Janeiro 19, 2012

    Blog IDEE (ES)

    Las IDE de America Latina y el Caribe



    En la última edición de la revista electrónica MundoGEO se incluye un extenso artículo titulado “IDE na América Latina e Caribe” (en portugués), en el cual se resumen las características más relevantes de las iniciativas IDE en la región país por país.

    Es una excelente publicación que nos aproxima al contexto general y al nivel de desarrollo de estas iniciativas, así como también a los organismos, geocomunidades e instituciones creadas con el fin de asumir roles de coordinación y fomento de las IDE.

    Sin duda una lectura que no debemos dejar pasar, ahora bien si queréis indagar directamente en las IDE de estos países os dejo los enlaces a continuación:

    Argentina, Infraestructura de datos Espaciales de la República Argentina (Idera)
    www.idera.gob.ar

    Brasil, Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde) www.inde.gov.br

    Chile, Sistema Nacional de Coordinación de Información Territorial (Snit) www.snit.cl

    Colombia, Infraestructura de Datos Espaciales (ICDE)
    www.icde.org.co

    Costa Rica, Sistema Nacional de Información Territorial (Snit) www.eucatastro.org

    Cuba, Infraestructura de datos Espaciales de la República de Cuba (Iderc) www.ider.co.cu

    Ecuador, Infraestructura de datos Espaciales de Ecuador (IDE) www.geopotaligm.gob.ec

    Guatemala, Sistema Nacional de Planeamiento Territorial (Sinit) http://sinit.segeplan.gob.gt

    Jamaica, Consejo de Información de Tierras de Jamaica (LICJ) www.licj.org.jm/licj/nsdi.htm

    México, Infraestructura de datos Espaciales de México (IDEMex) www.snieg.mx

    Panamá, Infraestructura Panameña de datos Espaciales (IPDE) http://ignpanama.anti.gob.pa

    Perú, Infraestructura de datos Espaciales de Perú (CCIDEP) www.ccidep.gob.pe

    Uruguay, Infraestructura de datos Espaciales de Uruguay (IDEy) www.agesic.gub.uy

    Venezuela, Infraestructura de datos Espaciales de Venezuela (Ideven) www.igvsb.gov.ve

    Enlace a la revista:
    MundoGeo Nº 66

    Publicado por Jenny Muñoz Negrete

    por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 19, 2012 10:31

    Blog do Portal ClickGeo [BR]

    Dando os Primeiros Passos no OpenJUMP

    Dando os Primeiros Passos no OpenJUMP

    O software de SIG OpenJUMP (OJ) é desenvolvido na linguagem Java e possui um interessante conjunto de ferramentas para o tratamento de dados geográficos. Ele foi criado a partir elementos de diversos programas livres para Sistemas de Informação Geográfica, dos quais se destaca o Java Unified Mapping Plataform (JUMP). Para mais informações e download do OJ, acesse os links disponíveis no final deste tutorial.

    Esta postagem visa servir como introdução à utilização do software, guiando os usuários em seus primeiros passos neste ambiente. A versão do programa utilizada é a 1.4.2.

    CRIANDO UM PROJETO NO OPENJUMP

    No OJ cada projeto é chamado de Tarefa e numerado sequencialmente, podendo ser nomeado posteriormente quando salvarmos o trabalho.

    Acessando o menu Arquivo você terá acesso a uma gama de opções para se trabalhar com arquivos de tarefas, com os vários formatos de dados geográficos (layers) e com as categorias nas quais as camadas são organizadas.

    Menu Arquivo

    Por exemplo, para se visualizar um arquivo shapefile escolha a opção Abrir arquivo… Escolha e especifique o tipo de dado geográfico que você deseja abrir no OJ. Na imagem a seguir observe o grande número de extensões para as quais o programa oferece suporte.

    Selecionar Tipo de Dados

    Selecione os dados desejados. Neste exemplo carreguei um shapefile com informações sobre a geologia do Brasil e montei uma classificação aleatória de cores de acordo com um determinado atributo. Em um tutorial futuro explicarei como realizar este procedimento. Veja o resultado:

    Shapefiles Visualizados no OpenJUMP

    Para salvar o projeto, acesse o menu Arquivo > Salvar tarefa. Escolha onde será salvo o arquivo *jmp. É interessante notar que outra opção é salvar o formato *jcs.

    Pronto! Você já começou um projeto no OpenJUMP. É importante lembrar que cada tarefa salva NÃO grava dentro de si os arquivos visualizados, mas apenas os caminhos absolutos até eles. Assim, caso surja a necessidade de abrir sua tarefa em outra máquina é fundamental que se considere a questão dos caminhos até os arquivos.

    No site oficial do projeto OpenJUMP, você pode obter cópia do programa e acessar gratuitamente a documentação do software:

    O que acharem deste tutorial? Vocês podem baixá-lo na versão PDF clicando no link abaixo:

    Leiam também:

    Pretendo incluir o OpenJUMP na série de tutoriais Quebrando Tabus: Software livre também faz! Deixem seus comentários.

    Um Abraço!


    Anderson Maciel Lima de Medeiros
    Consultor em Geotecnologias Livres
    anderson@clickgeo.com.br
    Acesse: www.clickgeo.com.br


    por Anderson Medeiros em Janeiro 19, 2012 02:45

    Janeiro 18, 2012

    Processamento Digital [BR]

    Ferramentas GDAL: Programa nearblack

    Essa dica pode ser útil para as pessoas que realizam trabalhos com imagens de satélite continuamente. As ferramentas GDAL tem aumentado a produtividade do meu trabalho de forma significativa. Hoje vou escrever sobre o funcionamento do programa nearblack (próximo ao preto).

    http://www.gdal.org/nearblack.html

    Sobre o algoritmo nearblack

    Programa utilizado para rastrear e ajustar pixels com valores próximos ao preto (ou ao branco). Algoritmo excelente para corrigir distorções de compressão na bordas de imagens SID, JPG e fotografias aéreas.

    Instalação

    Para ter acesso ao algoritmo nearblack, instale o FWTools.

    Linha de comando simples

    nearblack -o raster_de_saida raster_de entrada

    Exemplo de aplicação: Correção de bordas escuras em arquivos JPG

    1 – Quickview de imagens do satélite IkONOS para emissão de relatório de pesquisa:

    2 – Quickview IkONOS com valores de pixel NoDATA alterados para zero: surgem pixels com problemas no interior e nas bordas das imagens (clique para ampliar a visualização):

    Processamento de um único arquivo

    nearblack -o D:/raster_saida.jpg D:/raster_entrada.jpg

    Resultado:

    Processamento em Lote (Batch Processing)

    Rotina para execução do algoritmo nearblack em todos os arquivos armazenados em uma determinada pasta. No Windows, digite o seguinte comando na janela FWTools:

    for %i in (*.jpg) do nearblack -o %~ni.jpg %i

    * No Unix, talvez seja preciso criar um script shell para executar essa rotina.

    Resultado:

    Quickviews de imagens de satélite são miniaturas das imagens originais empregadas para visualização do acervo de uma determinada operadora internacional. Essas pequenas imagens são compactadas ao extremo e  podem ser catalogadas no relatório da pesquisa. Para evitar que a visualização da área NoDATA atrapalhe o seu trabalho, modifique a cor de plano de fundo do SIG para zero. Não haverá problemas de pixels escuros distribuídos na área de sobreposição dos Quickviews porque o algoritmo nearblack corrigiu os problemas nas bordas das imagens (clique para ampliar):

    Adicionar sufixto para novos arquivos

    No modo batch, use sufixos nos arquivos de entrada e saída através do seguinte comando:

    for %i in (*.jpg) do nearblack -o %~ni_small.jpg %i

    O sufixo “_small” será adicionado ao final de cada arquivo gerado.

    Outro exemplo de aplicação do algoritmo nearblack

    • QuickView de imagem RapidEye antes do algoritmo nearblack

    • QuickView de imagem RapidEye após o algoritmo nearblack

    Nearblack no Quantum GIS

    Você pode utilizar a interface gráfica do Quantum GIS para executar algoritmos GDAL. O programa nearblack é um deles.

    O algoritmo nearblack é util para corrigir distorções de equalização de imgens e compactação de arquivos ECW e outros formatos.

    por Jorge Santos em Janeiro 18, 2012 07:50

    Blog do Portal ClickGeo [BR]

    O projeto JUMP e seus frutos

    JUMP

    Em uma das últimas postagens do ano passado publiquei uma matéria sobre alguns programas para Sistemas de Informação Geográfica que são pouco conhecidos. Lembram?

    Agora, nesta postagem, quero apresentar para o software JUMP e destacar dois excelentes frutos que resultaram deste projeto. No final, conto com seus comentários.

    O JUMP (Java Unified Mapping Plataform) é um software de origem Canadense, resultante de uma iniciativa conjunta entre governo e entidades privadas, que possui um conjunto de ferramentas de visualização e utilização originalmente desenvolvido para servir de interface gráfica para algoritmos de integração de dados espaciais.

    Desenvolvido em Java, o JUMP possui uma concepção modular preparada para visualização, edição e processamento de dados espaciais. Acesse o site oficial de download do JUMP, de sua documentação e plugins:

    O que acham de um tutorial breve de introdução ao JUMP? Considerei importante abordar este tópico para documentar o procedimento de inicialização de um projeto neste programa com um material em português.

    INTRODUÇÃO AO JUMP

    1°. Passo: Em ambiente Windows, após o download da pasta compactada jump-1.2.zip (JUMP Workbench), extraia todo seu conteúdo em um diretório de sua escolha.

    Acesse a pasta jump-1.2\bin e execute o arquivo JUMPWorkbench.bat. Será aberta uma janela como a ilustrada na figura abaixo:

    Janela Inicial do JUMP

    2°. Passo: Para carregar dados geográficos para visualizar no programa, acesse o menu File > Load Dataset(s)…

    Carregar Dados no JUMP

    3°. Passo: Na janela que será aberta, é importante que você filtre o formato de dados de acordo com o tipo de arquivo que deseja carregar. Neste caso, escolhi o ESRI Shapefile.

    Filtro do Tipo de Dado

    Observe na imagem abaixo o resultado do carregamento de multiplus arquivos de dados geográficos para visualização no JUMP.

    Dados Visualzados no JUMP

    Logicamente, podemos dar zoom para uma área de destaque (interesse) em nosso mapa. Para alterar as cores e outros parâmetros visuais utilize o ícone Change Style (Style). Veja no mapa algumas alterações que fiz em relação a forma em que os dados apareceram ao ser carregados no software.

    Dados no JUMP

    Para salvar sua área de trabalho (projeto), acesse o menu File > Save Task. Nomeie e grave o arquivo de extensão *.jmp.

    Salvar projeto

    Infelizmente, o projeto JUMP sofreu certas dificuldades financeiras que tem atrapalhado a evolução tecnológica do programa. A versão mais recente (1.2) data de novembro de 2006.

    Entretanto, esse projeto persiste hoje “renascido”, por assim dizer, por meio de pelo menos outros dois projetos. Quais são eles?

    OS PROJETOS KOSMO E OPEM JUMP – “FILHOS” DO JUMP

    Sim, muitos não sabem, mas o Kosmo Desktop foi desenvolvido tendo por base para sua plataforma o antigo JUMP. Hoje, o “filho” tem se mostrado mais poderoso que o “pai”. Além disso, o Kosmo é um dos programas open source  para SIG mais utilizados aqui no Brasil e em vários outros países.

    Para ler e aprender mais sobre o Kosmo, recomendo que acesse os links abaixo:

     O OpenJUMP, foi uma iniciativa lançada por um grupo de voluntários.  A versão mais recente (1.4.2) é de Setembro de  2011.

    Pretendo publicar uma série de matérias sobre este programa de SIG, mas por hora, recomendo que acessem os links abaixo:

    Você já conhecia o JUMP? Deixe seus comentários sobre este software e seus “filhos”, Kosmo e OpenJUMP.

    Um Abraço!


    Anderson Maciel Lima de Medeiros
    Consultor em Geotecnologias Livres
    anderson@clickgeo.com.br
    Acesse: www.clickgeo.com.br


    por Anderson Medeiros em Janeiro 18, 2012 04:55

    Ambientes Geográficos

    Cria a tua própria imagem aérea - MapKnitter

    MapKnitter é uma ferramenta que permite através de uma fotografia aérea ou uma série de imagens aéreas, georreferencia-las com a ajuda do Google Maps e assim, criares o teu próprio mapa de imagens aéreas. As imagens criadas com o MapKnitter podem ser exportadas para GeoTIFF, TMS/Openlayers e para o formato JPG.

    O objectivo desta funcionalidade é mostrar mais detalhes de um determinado território ou analisar a sequência de um processo de intervenção de uma área especifica.

    Exemplo: …

    por Paulo Carvalho (noreply@blogger.com) em Janeiro 18, 2012 10:00

    Blog IDEE (ES)

    Estadísticas del Geoportal de Navarra e IDENA


    El Portal del Conocimiento y Participación del SITNA ha publicado una serie de datos respecto a las peticiones recibidas en 2011 en el Geoportal de Navarra e IDENA (Infraestructura de Datos Espaciales de Navarra), indicando que se han incrementado en un 45,7% respecto a 2010.

    El Geoportal tuvo más de 33 millones de peticiones, mientras que IDENA sobre los 16 millones, en conjunto se acercaron a 50 millones de peticiones. La evolución de las peticiones a IDENA son las más destacadas ya que se han multiplicado por cuatro respecto a 2010.

    Estas cifras permiten además identificar los meses con mayor número de peticiones (agosto y septiembre), las que provienen de un grupo reducido de usuarios.

    Se publicaron también las cifras de peticiones a las Web temáticas de información territorial del Gobierno de Navarra, siendo la Web de Catastro la más solicitada. Otro dato interesante son las 1637 descargas realizadas a través de la herramienta SIG gratuita SITNAMAP.

    Enlace a la noticia:
    El Geoportal de Navarra e IDENA: casi 50 millones de peticiones en 2011

    Leído en el Portal de Conocimiento y Participación SITNA

    por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 18, 2012 09:28

    Publicada en el Geoportal de Navarra la Ortofotografía Rápida de 2011


    Hace unas semanas se publicó en el Geoportal de Navarra SITNA la Ortofotografía Rápida de 2011, las imágenes fueron tomadas en mayo y octubre de 2011 por la empresa pública Trabajos Catastrales, S.A. con el avión Vulcanair Observer P68 TC, una cámara digital de barrido Leica ADS80 SH82, la plataforma giroestabilizada PAV80, un LIDAR Leica ALS60, software de planificación/control de vuelo y software TerraSolid para el procesado de datos LIDAR.

    Las ortofotos están disponible a través de los diferentes canales de difusión del SITNA (Sistema de Información Territorial de Navarra) y de su página web.


    Enlace a noticia: Publicada en el Geoportal de Navarra la Ortofotografía Rápida de 2011

    Leído en Portal de Conocimiento y Participación SITNA

    por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 18, 2012 09:20

    Janeiro 17, 2012

    Luís Sadeck (BR)

    Análise Espacial – Algumas considerações.

    Recentemente tenho visto alguns colegas incentivando o estudo das técnicas de análise espacial. Acho a iniciativa louvável, principalmente por que é uma área que dá visualizações sobre o espaço geográfico de forma excepcional, podendo facilitar estudos posteriores de modelagem. 

    Se você gosta desse campo de estudo a tese da Marilia Sa Carvalho vai ser de grande valia para sua formação. Alem dela, você também pode baixar o livro criado pelos professores do INPE e dar uma olhada nos materiais de aula do professor Antonio Miguel Vieira Monteiro. Os links estão aqui:

    SADECK - GEOTECNOLOGIAS

    por sadeckgeo em Janeiro 17, 2012 04:47

    Sandro Batista

    2011 em Mosaico

    Desejo a todos um Feliz 2012 repleto de conquistas quer a nível Pessoal quer a nível Profissional!

    2011 foi um ano com várias mudanças a diferentes níveis nomeadamente no que diz respeito a uma aposta cada vez maior, por parte de todos os profissionais, nas redes sociais e nos reais benefícios que estas lhes podem oferecer.

    Deixo-vos uma pequena imagem (e respectivo código que pode ser usado em qualquer site/blog) que criei usando uma ferramenta gratuita http://sxoop.com/twitter/ e com o qual podem, de uma forma simples e agradável, visualizar todos os vossos seguidores de uma das redes mais importantes de hoje em dia, o Twitter.

    Experimentem e criem o vosso!

     


    por Sandro Batista em Janeiro 17, 2012 10:01

    Blog IDEE (ES)

    GeoVoCamp Madrid 2012


    Estimados,

    Estamos organizando el GeoVoCamp en Linked Spatiotemporal Data y Geo-Ontologies en Madrid. El GeoVoCamp Madrid 2012 se llevará a cabo de forma conjunta con el GeoVoCamp Santa Bárbara 2012.

    El GeoVoCamp Madrid 2012 se desarrollará entre el 4 y 5 de febrero. Para asegurar que la reunión sea productiva y se obtengan resultado reales, esperamos que vosotros podáis asistir el sábado y domingo (4 y 5). Empezaremos el sábado a las 9 am., y cerraremos el evento el domingo a las 17:00.

    El GeoVoCamp se realizará en la Biblioteca Central de la Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), Paseo Senda del Rey 5, Ciudad Universitaria, Madrid. Hemos reservado aulas en la biblioteca para las sesiones.

    Tenemos la intención de continuar trabajando en el vocabulario NeoGeo. Un área potencial de trabajo será la generación de LinkSpec para ayudar a mapear varios conjuntos de datos espaciales abiertos (por ejemplo, LinkedGeoData).Por supuesto, y lo más importante, el GeoVoCamp es gratuito y abierto a todo al mundo que este interesado en las geoontologías, la semántica espacial (con o sin geo), Red de datos espacio-temporales y la Web Semántica Geospacial.

    El equipo organizador preparará una plantilla con la documentación para que los grupos de trabajos tomen las notas que serán presentadas y discutidas en el plenario. Tenemos la intención de coordinar ambas GeoVoCamps a través de video conferencia.

    Para más información:

    http://vocamp.org/wiki/GeoVoCampMadrid2012


    Gracias y os esperamos

    Andreas, Luis y Boris

    Dear all,
    We are organizing the GeoVoCamp on Linked Spatiotemporal Data and Geo-Ontologies in Madrid (Spain). The GeoVoCampMadrid2012. will be held in conjunction with the GeoVoCamp Santa Barbara 2012.
    The GeoVoCampMadrid2012 will take place 4-5 February 2012. To ensure that the meeting is productive and we get some real outcomes we hope that you can stay Saturday and Sunday (4-5 February). We will start Friday 2pm with an informal get together and discussions for those of you who arrive on Thursday or Friday and will kick off the GeoVoCamp Saturday 9am. We will close the event Sunday 5pm.
    The Vocamp will take place at the Main Library of The National Distance Education University (UNED), Paseo Senda del Rey, 5. Ciudad Universitaria, Madrid. We booked different rooms at this Library for our sessions.
    We plan to further work on the [http://geovocab.org/ NeoGeo vocabulary]. A potential further area of work will be generating LinkSpec's to help to map various open spatial datasets to each other (e.g., LinkedGeoData or geo.linkeddata.es). Of course, and most importantly, the GeoVoCamp is free and open to everybody with an interest in geo-ontologies, spatial semantics (with and without geo), Linked Spatiotemporal Data and the Geospatial Semantic Web.
    The team of organisers will prepare a template for documentation, and breakout groups should take notes, which will be presented and discussed in the plenary. We plan to coordinate with the VoCamp at Santa Barbara via video link.
    Thanks and hope to see you there.

    Andreas, Luis and Boris


    Publicado por Luis Manuel Vilches Blázquez

    por editor (noreply@blogger.com) em Janeiro 17, 2012 09:26

    Geoinformação on-line

    Latin America Geospatial Forum 2012

    Geospatial Media e Comunicação (http://www.geospatialmedia.net) (GMC) é uma renomada organização de mídia que trabalha no sentido de promover e propagar a utilização das tecnologias espaciais em diversas áreas do desenvolvimento para a comunidade em geral. Através de suas publicações impressas, online e conferências locais, regionais, e internacionais, tem facilitado...

    Janeiro 17, 2012 08:40

    Geo para Linux (BR)

    Converter vetor em raster usando Saga GIS

    CONVERTENDO O VETOR EM RASTER

    1. Com o arquivo vetorial devidamente importado no SAGA GIS proceda a conversão acessando o menu Modules > Grid > Gridding > Shapes to Grid.

    2. No campo >>Shapes, selecione o vetor a ser convertido e no campo Attribute, selecione o atributo que deseja converter. Clique em Okay.

    Nesta caixa de diálogo são apresentadas as seguintes características do futuro raster:

    Left = Longitude mínima (coordenada da margem esquerda)

    Right = Longitude máxima (coordenada da margem direita)

    Bottom = Latitude mínima (coordenada da margem inferior)

    Top = Latitude máxima (coordenada da margem superior)

    Cellsize = Resolução espacial (tamanho do pixel)

    Collumns e Rows = Quantidade de colunas e linhas (modifica conforme a resolução espacial)

    3. Altere apenas a resolução espacial (Cellsize) de acordo com a sua conveniência e em seguida clique Okay.

    VISUALIZANDO O RASTER RECÉM CRIADO

    1. Clique duas vezes sobre o dataset recém criado

    2. Clique em New para visualizar o raster num novo map window e depois em OK.

    O resultado deve se parecer com a imagem abaixo. Perceba os contornos pixelizados

    SALVANDO O RASTER

    1. Clique com o botão direito do mouse sobre a camada correspondente ao raster e clique em Save As Image…

    2. Indique o local onde o arquivo deve ser guardado, depois, selecione o formato do arquivo (prefira TIF) e clique em Salvar.

     

    3. Uma nova caixa de diálogo será aberta dando-lhe a opção de salvar um arquivo World contendo as informações do georreferenciamento e a legenda do mapa (se preferir, deixe as caixas de seleção marcadas). Clique em Okay.

     

    No final, são criados os arquivos TIF, TFW e a legenda, conforme mostrado na imagem abaixo.

    Por hoje é só e até a próxima.


    por Esdras Andrade em Janeiro 17, 2012 03:00

    Janeiro 16, 2012

    Geo Luís Lopes [ES]

    2012: ano de mudanças! Gostaria de opiniões...



    Olá pessoal,

    2012, ano que promete fortes emoções! Como alguns sabem (pelo twitter @geoluislopes), já estou morando em minha nova cidade: Macapá, capital do Amapá (moro no hemisfério norte do planeta rs), ocasião esta, assumi o cargo efetivo de Especialista em Geoprocessamento do Estado.

    Espero que tenham um pouco de paciência, pois aqui (acreditem!) não chegou a banda larga ainda. O Governador prometeu para este ano...vamos ver!

    Fim de 2011, disponibilizei o Arquivo do blog que está separado por mês e dia da postagem, para facilitar a busca de algum artigo publicado aqui.
    Tivemos também postagens referentes ao projeto aqui implementado: o Seja Parceiro. Esta iniciativa consiste dar espaços para divulgar artigos, tutoriais, materiais de pessoas/profissionais da área de geotecnologias.




    Iniciamos um "movimento" em prol do uso de software livre em geoprocessamento. Trata-se da "Série Quabrando tabus: software livre também faz!", utilizando a hashtag nas redes sociais #SLGeoTbFaz. Vale destacar que esta ideia contou como apoio dos GeoBlogueiros Eliazer Kosciuk (@eliazerk), Sadeck (@sadeckgeo), Anderson Medeiros (@ClickGeo), Esdras Andrade (@geoparalinux) e José Carlos (@geojcarlos), com publicações em seus respectivos blogs. A Série também recebeu uma nota na 3ª Edição da Revista FOSSGIS Brasil (@fossgis).

    Primeira postagem de 2012, anunciamos mais um colunista para o blog: Christian Nunes.
    Essa postagem é para "ouvir" você, leitor!
    1. O blog está correspondendo a sua demanda? 
    2. Quer ver mais um colunista de alguma área mais específica?
    3. Percebe-se a evolução do blog?
    4. O que acharam da iniciativa do ano passado "Quebrando tabus: #SLGeoTbFaz?
    São algumas questões, citadas acima, que gostaríamos de saber para melhorar cada vez mais o blog.

    Bom 2012 e aguardo seus comentários!


    por Luís Lopes (noreply@blogger.com) em Janeiro 16, 2012 11:00

    Processamento Digital [BR]

    USGS: Cenas do sensor OrbView-3 disponíveis para download

    OrbView-3

    Fiz alguns testes com as imagens do satélite OrbView-3 e detectei alguns problemas nas imagens. De acordo com o site USGS, as cenas do sensor OrbView-3 são gratuitas e possuem resolução espacial de 1 m. Você pode baixar imagens de alta resolução dos anos de 2003 a 2007 e utilizá-las em seus trabalhos cartográficos. A cobertura OrbView-3 no Brasil é modesta: diversas áreas do nosso imenso país não são cobertas por esse satélite. O procedimento para acessar o mecanismo de pesquisa do site é simples e está documentado logo abaixo. Essas imagens podem ser ortorretificadas pois o sensor OrbView-3 fornece os RPCs juntamente com as cenas.

    Eu processei duas imagens OrbView-3 e obtive os seguintes resultados:

    Composição Falsa Cor 4-3-2

    • Jóquei Club/RJ

    • Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro

    Composição Colorida RGB 3-2-1

    • Jóquei Club/RJ

    • Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro

    Se a posição espacial das imagens OrbView-3 deixa a desejar, ao menos é possível a utilização dessas imagens para fins de impressão.

    BUSCA POR IMAGENS ORBVIEW-3

    1 – Acesse o site  http://earthexplorer.usgs.gov/

    2 – Registre-se no canto superior direito da janela e faça o login no site:

    3 – Selecione a categoria Search Criteria. As pesquisas são executadas através de um upload de arquivos shapefile ou KML (estas opções estão indisponíveis para usuários não registrados).

    4 – Clique no menu Datasets. Procure pelo sensor OrbView-3 e pressione o botão Results. Os resultados da pesquisa serão descarregados no mapa.

    Selecione as cenas de sua preferência e use os ícones ao lado dos quickviews para abrir a janela de download e exibir os metadados e recortes no mapa (clique para ampliar):

    Deixe seu comentário ou compartilhe esse post através do Google+/Twitter/Facebook.

    por Jorge Santos em Janeiro 16, 2012 03:48

    Geo para Linux (BR)

    Cortar um raster a partir de polígono usando Saga GIS

    A dica de hoje ensina como realizar um clip em um raster a com base num polígono shapefile. O procedimento vale para qualquer tipo de arquivo de imagem.

     

    IMPORTANDO RASTER E VETOR

    1. Abra o SAGA GIS e carrege o raster através do menu File > Grid > Load ou menu Modules > GDAL/OGR > GDAL: Import Raster.

    2. Carregue o arquivo vetorial através do menu File > Shapes > Load.

     

    REALIZANDO CLIP

    1. Com os arquivos matricial e vetorial devidamento importados para o SAGA GIS faça:

    Modules > Shapes > Grid > Spatial Extent > Clip Grid with Polygon

    2. Quando a caixa de diálogo abrir, selecione o dataset correspondente ao raster em Grid system,

    Em seguida, no campo Input selecione a camada matricial.

    Logo depois no campo Polygons selecione a camada vetorial

    3. Clique duas vezes sobre a camada recém cortada para visualizá-la

    4. Na caixa de diálogo que aparecer, selecione New para visualizar a clipagem em um novo map window.

    Pronto! Procedimento realizado com sucesso.

     

    Por hoje é só.


    por Esdras Andrade em Janeiro 16, 2012 03:00

    Blog do Portal ClickGeo [BR]

    Download de Livro sobre SIG na Gestão Ambiental

    Livro sobre SIG na Gestão Ambiental

    A primeira dica de leitura deste ano é um e-book gratuito sobre gestão ambiental baseada na tecnologia dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Por sinal, este é também o assunto de um outro livro digital que já divulguei anteriormente:

    O livro que quero destacar hoje, escrito em espanhol e com mais de 100 (cem) páginas de rico conteúdo, tem o título Aprendiendo a manejar los SIG en la gestión ambiental, que poderíamos traduzir como: Aprendendo a trabalhar com SIG na gestão ambiental.

    A publicação trata do uso do software ArcGIS, da ESRI, para projetos da área de meio ambiente. Mas quero chamar a atenção de vocês não para a ferramenta computacional utilizada, mas para os conceitos importantes que são bem trabalhados ao longo do livro.

    Por exemplo, é explicado desde o que é um SIG, bem como quais são seus diferentes tipos passando pela diferença entre alguns dos principais formatos de dados geográficos até a apresentação de alguns sistemas para gestão destas bases de dados. Há também uma abordagem teórica sobre o sistema de posicionamento global (GPS).

    Para fazer o download do livro (4,3 MB) acesse a página no link abaixo:

    Os dados utilizados para realização dos exercícios exemplificados no decorrer da publicação, também estão disponíveis para baixar gratuitamente.

    O livro foi publicado em 2008 e está sendo distribuído pela licença Creative Commons, não podendo ser usado para criação de obras derivadas ou uso comercial.

    Agradecemos aos autores por disponibilizarem este material tão instrutivo para a comunidade internacional. O trabalho realmente é de excelente qualidade.

    E o que você achou deste material? Envie nos comentários também sua sugestão de e-books para podermos divulgar aqui no blog! Vale lembrar que a publicação deve ser gratuita.


    Anderson Maciel Lima de Medeiros
    Consultor em Geotecnologias Livres
    anderson@clickgeo.com.br
    Acesse: www.clickgeo.com.br


    por Anderson Medeiros em Janeiro 16, 2012 12:05

    Janeiro 14, 2012

    GeoTux Blog [CO]

    Mapa de predicción Geoestadística usando R

    A continuación se muestra el ejemplo de la construcción de un mapa de predicción usando técnicas geoestadísticas, para el caso de la precipitación total durante el año 1986 en 133 estaciones pluviométricas del departamento de Cundinamarca. La implementación se llevo a cabo en el software R.

     

    El documento .pdf  que contiene la guía, así como los datos y funciones en R necesarias para replicar el ejemplo se encuentran en la dirección:

     

    http://downloads.tuxfamily.org/tuxgis/geoblogs/geoestadistica_mapa_de_prediccion/EjemploMapaGeoestadistica.rar

    Quedo atento a cualquier duda, inquietud o sugerencia al respecto.

     


    Read more...

    Janeiro 14, 2012 06:52

    Janeiro 13, 2012

    Blog Prodevelop [ES]

    Experimental SQLite/Spatialite layer in gvSIG Mobile

    Xerial is a SQLite JDBC driver developed by Taro L. Saito. It includes the necessary native libraries to access SQLite databases from a Java application and it also provides a slower pure-Java version of it which extends the number of platforms where this can be used.

    I have implemented an experimental vector driver in gvSIG Mobile 0.3 to read/write Spatialite-compatible SQLite databases. Xerial is not aware of the Spatialite requirements, but it's very easy to create the right tables and fields so that other applications can recognize the resulting SQLite file as a Spatialite DB.

    This short video shows the result. The steps shown are:

    1. Open a shapefile in gvSIG Mobile.
    2. Export the layer to SQLite.
    3. Open the resulting SQLite DB as a new layer.
    4. Add a polygon to the layer and save it.
    5. Use ogr2ogr to export the resulting SQLite DB to SHP. This proves that everything was OK and our file is recognized as a Spatialite DB.
    6. Open the new shapefile in gvSIG Mobile to see the changes again.

    por jldominguez em Janeiro 13, 2012 02:48

    Processamento Digital [BR]

    Quantum GIS 1.7.3: Landat-5 Composição 7 Bandas (Layer Stack)

    Para gerar uma imagem Landsat 7 Bandas no Quantum GIS 1.7.3, ative o módulo GDAL Tools através do menu Complementos – Gerenciar Complementos.

     

    Clique no menu Raster – Miscellaneous – Mosaico

    Mosaico

    • No campo Arquivos de Entrada, selecione as sete imagens Landsat através do driver GDAL GeoTIFF.
    • No campo Arquivo de saída, selecione o diretório de saída do TIF.
    • Marque o campo Camada Acumulada.
    • Marque o campo Opções de Criação e digite as strings TFW / YES nos campos apropriados (veja a imagem abaixo):

    Clique no botão OK e aguarde o término do processo. Carregue sua imagem Landsat 7 Bandas no SIG de sua preferência (amplie a visualização clicando sobre as imagens).

    Visualização no Quantum GIS

    Visualização no ERDAS 2011

    No QGIS, Opções de Estilo, modifique a ordem das bandas para uma melhor visualização (Falsa Cor TM 5-4-3), use um Desvio Padrão de 2% e carregue os valores min/max da banda na opção Real/Estender para MinMax.

    Visualização das faixas RGB 543

    Fim do tutorial. Deixe seu comentário ou compartilhe esse post através do Google+/Twitter/Facebook.

    por Jorge Santos em Janeiro 13, 2012 12:37

    Geo para Linux (BR)

    Mosaico de raster SRTM usando Saga GIS

    IMPORTAR RASTERS SRTM

    1. Inicie o SAGA GIS;

    2. Vá no menu Modules > File > GDAL/OGR > GDAL: Import Raster.

    Aparecerá a caixa de diálogo de importação dos rasters.

    3. Selecione os rasters na caixa de diálogo, clicando em Files.  Depois clique no ícone [...] para navegar entre os arquivos.

    DICA: deixe todos os arquivos numa mesma pasta para facilitar a importação.

    4. Selecione os arquivos e clique em Abrir. Depois clique no botão Okay, quando retornar para a janela anterior.

    5. Os  rasters importados devem ficar dispostos separadamente, como na figura abaixo.

    VISUALIZANDO OS RASTER NUMA MESMA JANELA

    1. Dê um duplo clique no primeiro raster

    2. Ao abrir a nova caixa de diálogo, selecione o mapa correspondente ao primeiro raster que você clicou anteriormente. Clique em OK.

    O resultado deve se parecer como este.

    3. Repita os passos 1 e 2 para cada raster.

    4. Agora, clique no ícone Zoom To Full Extent para visualizar todos os rasters num mesmo map window.

    O resultado deve se parecer como o mostrado abaixo.

    JUNTANDO AS PARTES

    1. Para abrir o diálogo de junção das partes siga o caminho: menu Modules > Grid > Construction > Merging

    2. Clique em Grids to Merge e depois clique no ícone [...]

    3. Selecione todos os grids e os mova para a área de seleção. Depois, clique em Okay

    4. Em Grid system, selecione [not set] e em <Target Grid também selecione [not set]. Depois clique em Okay.

    5. Clique duas vezes no dataset 01. Merge Grid.

    6. Na caixa de diálogo que se abrir, selecione New e dpois clique em OK para visualizar o mosaico numa nova map window.

    E eis que aparecerá o produto final.

    Até a próxima, pessoal.


    por Esdras Andrade em Janeiro 13, 2012 03:00

    Janeiro 12, 2012

    Geo para Linux (BR)

    MDE com Relevo Sombreado usando Saga GIS

    No último post mostrei como gerar um relevo sombreado usando o SAGA GIS e já no final do artigo disse que com mais alguns cliques seria possível associar o relevo sombreado ao modelo de elevação. Pois bem, este será o assunto de hoje e você verá que o procedimento é muito fácil de ser realizado. Boa leitura e faça um bom proveito desta funcionalidade.

    Para ver o processo de geração do relevo sombreado, recomendo a leitura do artigo anterior. Veja aqui.

    Após a geração do relevo sombreado, clique no separador Maps pois somente aqui é possível manipular as camadas.

    Mova a camada do relevo sombreado (02. Anaytical Hillshading) que se encontra no dataset homônimo para baixo da camada do MDE.

    Agora, selecione a camada do MDE e na barra do lado direito, selecione Colors no campo Graduated Color.

    Clique em Presets.

    Na janela de diálogo Preset Selection, selecione Rainbow ou outra configuração de sua preferência. Clique em OK para confirmar a seleção.

    De volta a janela anterior, é possível conferir os histogramas das cores. Clique em Okay.

    No campo Transparence em Display, digite o valor 30 ou outro que desejar. Dê Enter e depois clique em Apply.

    O resultado deve se parecer com este.

    Então, é isso. Até a próxima dica.


    por Esdras Andrade em Janeiro 12, 2012 03:01

    Janeiro 11, 2012

    Geo para Linux (BR)

    Gerar relevo sombreado usando o Saga GIS

    Dando continuidade à série “Quebrando tabus: software livre também faz!” o amigo geoluislopes mostrou como gerar relevo sombreado usando o QGIS (veja aqui). No nosso post de hoje, o mesmo procedimento será mostrado usando o SAGA GIS. Você verá que é muito fácil de fazê-lo.

    Para divulgação nas redes sociais, adotamos a hashgat #SLGeoTbFaz. Divulgue você também! Vale ressaltar que esta Série conta com o apoio dos amigos “geoblogueiros” Eliazer Kosciuk (@eliazerk), Sadeck (@sadeckgeo), Anderson Medeiros (@ClickGeo), Esdras Andrade (@geoparalinux), Luís Lopes (@geoluislopes) e José Carlos (@geojcarlos), com publicações em seus respectivos blogs. A Série também recebeu uma nota na 3a Edição da Revista FOSSGIS Brasil (@fossgis).

    Carregue o raster do SRTM ou ASTER seguindo o caminho File > Grid > Load.

    No separador Data do lado esquerdo da tela, clique duas vezes para visualizar o raster.

    Em seguida, clique em Modules > Terrain Analysis > Lighting > Analytical Hillshading.

    Agora, chegou o momento de definir o relevo sombreado.

    Na janela de diálogo que abrir, no campo Grid system, selecione o dataset correspondente ao raster.

    Depois, no campo Elevation, selecione o parâmetro de elevação do dataset.

    Logo em seguida, no campo Analytical Hillshading, selecione [create]

    Nas opções, deixe o padrão que já se encontra configurado, a não ser que você deseje realizar seu próprio setup.

    Por fim, clique em Okay.

    Para ver o resultado, dê um duplo clique na camada recém-criada…

    …Então, clique na opção New na caixa de diálogo que abrir…

    E o resultado será mostrado.

    Com mais alguns cliques o resultado pode ficar assim:

    Mas isto é assunto para outro post.

    Então, é isso pessoal. Até a próxima.


    por Esdras Andrade em Janeiro 11, 2012 03:01

    Janeiro 10, 2012

    Processamento Digital [BR]

    GRASS 6.4: Trabalhando com Máscaras – Extração da borda da imagem

    Os passos descritos abaixo podem ser utilizados para aplicação e conversão de uma máscara em arquivos raster. 

    1 – No GRASS, crie um Location e um Mapset. Em seguida, importe suas imagens para o GRASS e selecione uma das imagens para realizar a máscara.

    Apenas para informação: Para criar uma composição colorida RGB, digite no Console de Comandos

    r.composite red=redband@mapset green=greeband@mapset blue=blueband@mapset output=L5_RGB543

    Não é preciso gerar a faixa RGB. Uma única banda é suficiente para criar a máscara.

    2 – Use o algoritmo r.null para remover as bordas escuras da imagem:

    3 – Selecione a das imagens na guia Parâmetros Obrigatórios. Na guia Modify, digite “0″ (sem aspas) para marcar as células de valor zero como NULL.

     r.null map=blueband@mapset setnull=0

    4 – Clique no botão Executar. Visualize a imagem sem bordas na janela Map Display. Nos meus testes aqui, das três cenas Landsat, a banda azul foi a imagem que possui o menor número de pixels NoData no interior da imagem, por isso vou utilizar a banda 4 para o processo de criação de máscara.

    5 – Transforme a imagem em máscara através do algoritmo r.mask

    Menu Raster – Máscara

    6 – Selecione a imagem e clique no botão Executar:

    r.mask input=blueband@mapset

    7 – A máscara será criada. Carregue-a na janela Map Display:

    Com a máscara convertida, você pode exportá-la para shapefile, TIF, PNG, etc. Abaixo temos os passos para converter esse raster em vetor.

    8 – Converta a máscara para shapefile com r.to.vect

    Arquivo – Conversões de Tipos de Mapa – Raster para Vetor

    9 – Na guia Parâmetros Obrigatórios, selecione o mapa raster que contém a máscara e insira um nome para o arquivo de saída. Para o tipo de feição, selecione área. Clique no botão Executar:

     

    O shapefile será criado, porém pode conter ilhas (islands), elementos complexos que podem prejudicar diversas tarefas de geoprocessamento (buffer, intersect, merge, dissolve, difference, etc). Para manter apenas o contorno do raster, é preciso eliminar todas as ilhas do shapefile através de um aplicativo SIG.

    Embora o shapefile acima possua cobertura expressiva de ilhas, somente o contorno do vetor é interessante para o nosso trabalho.

    10 – Exporte o vetor criado para o formato shapefile com v.out.ogr :

    Arquivo – Exportar Mapa Vetorial – Formatos Comuns

    Na guia Parâmetros Obrigatórios, selecione o vetor e o diretório de saída dos arquivos:

    Na guia Input, marque a opção boundary e clique no botão Executar:

    v.out.ogr -s input=mask@mapsetnome type=boundary dsn=D:\landsat\MASK_SHAPE_POL.shp

     O polígono será exportado. A visualização das ilhas é visível no  SIG (clique para ampliar). Para utilizar esse polígono como contorno vetorial para a imagem, selecione a borda e salve uma cópia dessa seleção:

     Como bem colocou meu amigo do Giovanni Manghi, todos comando do GRASS podem ser facilmente executados através do Quantum GIS.

    por Jorge Santos em Janeiro 10, 2012 06:33

    Geo para Linux (BR)

    Gimp: Composição colorida RGB

    O amigo Jorge do blog Processamento Digital publicou em sua página um tutorial de como realizar composição RGB utilizando o Adobe Photoshop. Aliás, este editor de imagens também apresenta outros recursos para se trabalhar com dados raster para SR.

    Como achei a matéria muito interessante, também fiquei curioso para saber se o editor de imagens GIMP (Software Livre correspondente ao Photoshoop) também seria capaz de realizar tal proeza.

    E o resultado foi positivo, embora o procedimento seja um pouco mais artesanal em relação ao Photoshop, mas isto não foi levado em consideração, apenas o resultado final.

    1. Carregue as três bandas em tons de cinza no GIMP. Utilizei a composição Landsat RGB 543.

    1.1. Para carregar a primeira banda, digite o atalho Ctrl + O

    1.2. Para carregar as outras duas bandas digite o atalho Ctrl+Alt+O ou através do menu Arquivo > Abrir como camadas…

    De modo que fique semelhante a imagem abaixo.

    O passo mais importante de toda a técnica se dá agora. É quando deve-se determinar a ordem das camadas de acordo o RGB. Caso contrário, o resultado não será satisfatório.

    Para este tutorial, determinei uma composição tradicional R5G4B3.

    Observe no detalhe da figura acima que as camadas estão ordenadas conforme o RGB.

    Assim, como as bandas se encontram no modo Grayscale (tons de cinza), é preciso que fiquem no modo RGB, prontas para receberem cores.

    1.3. Então, selecione apenas a primeira camada…

    1.4. …e no menu Imagem > Modo > RGB aplique o modo RGB. Ao fazer isto, as demais camadas também ficarão em modo RGB.

    1.5. Selecione a primeira camada e depois clique no ícone de Criar Nova Camada.

    1.6. No Tipo de preenchimento da camada, marque a opção Transparência e clique em OK.

    O resultado será este.

    1.7. Repita os passos 1.5 e 1.6 para as demais camadas sempre se preocupando em deixar as camadas transparentes sobre as suas respectivas bandas.

    1.8. Depois, na caixa de ferramentas do GIMP, clique nos quadros de cores para abrir o diálogo de configuração de cores.

    1.9. Defina as cores para as camadas transparentes, respectivamente às suas bandas.

    Então digite os valores correspondentes ao RGB:

    Vermelho (R) = 255 – 0 – 0

    Verde (G) = 0 – 255 – 0

    Azul (B) = 0 – 0 – 255

    Lembre-se de aplicar as cores para cada camada transparente.

    1.10. De volta à caixa de ferramentas do GIMP, clique no ícone de Preenchimento e depois sobre a camada transparente correspondente à cor configurada.

    Os procedimentos devem ser feitos para as camadas Vermelho, Verde e Azul.

    O resultado deve ser parecido como a imagem abaixo.

    1.11. Agora, selecione a camada colorida Vermelha na jenela de diálogo das camadas, no campo Modo, selecione a opção Sobrepor.

    Repita o procedimento para as camadas Verde e Azul.

    1.12. Agora, clique com o botão direito do mouse sobre a camada vermelha e clique em Combinar abaixo. Este processo combinará a camada vermelha a sua banda correspondente.

    Repita o procedimento para as camadas Verde e Azul até ficar como a figura abaixo.

    Para que haja o efeito desejado, ou seja, a composição colorida, siga os dois últimos passos.

    1.13. Tal qual o item 1.11, selecione a camada correspondente a banda Vermelha na jenela de diálogo das camadas, no campo Modo e ao invés de selecionar a opção Sobrepor, selecione a opção Esconder.

    Atenção: Repita o procedimento apenas para a camada correspondente a banda Verde. Não é necessário aplicar à banda azul.

    1.14. Por fim, selecione a primera camada combinando-a com as demais através do menu Imagem > Achatar Imagem.

    No final o resultado foi este. Basta apenas salvar o arquivo como no formato TIF, para preservar os originais utilizados no processo de composição.

    Ao salvar o arquivo, o mesmo perderá as informações espaciais contidas no GeoTif original.

    Embora o processo seja um pouco trabalhoso, com a prática ficará mais simples compor imagens de satélites usando o GIMP. Acrescento ainda que há especulações de desenvolvimento de um plugin GDAL para o GIMP. É aguardar para ver. Mas o que menos importa neste artigo é o método de se conseguir alcançar o resultado, sendo relevante apenas o produto final.

    Por hoje é só. Até a próxima.


    por Esdras Andrade em Janeiro 10, 2012 03:00

    Janeiro 09, 2012

    Blog do Portal ClickGeo [BR]

    Coletânea de Blogs sobre Geotecnologias

    Coletânea de Blogs sobre Geotecnologias

    Há alguns anos eram realmente poucos os endereços que publicavam, principalmente em português, material sobre Geoprocessamento, tanto os aspectos teóricos como as práticas nos diversos softwares. Felizmente hoje a situação é bem diferente. A cada dia surgem novos sites e blogs que produzem conteúdo relevante sobre esta área tão apaixonante.

    Veja o caso dos blogs: São estudantes, profissionais e empresas que investem, muitas vezes sem nenhum fim lucrativo, com o objetivo de contribuir com seus conhecimentos para a comunidade da área de Geotecnologias. Por isso, que acham de montarmos nesta postagem uma extensa lista de blogs que publicam material em português sobre Geotecnologias?

    Eu começo a lista com 70 blogs e vocês me ajudam a complementá-la ao passo que vamos juntos descobrindo e/ou nos lembrando de novos endereços. Os links podem ser estrangeiros, desde que publiquem em nosso idioma. O que me dizem? Deixem suas contribuições através dos comentários! Confira a lista:

    001. http://andersonmedeiros.wordpress.com/

    002. http://geoparalinux.wordpress.com/

    003. http://geoinformacaonline.com/

    004. http://geotecnologias.wordpress.com/

    005. http://www.fernandoquadro.com.br/

    006. http://www.processamentodigital.com.br/

    007. http://geoluislopes.blogspot.com/

    008. http://luiscarlosmadeira.blogs.sapo.pt/

    009. http://geo.ideaplus.com.br/

    010. http://cartageografica.blogspot.com/

    011. http://quintairosgeotecnologias.blogspot.com/

    012. http://blog.webmapit.com/

    013. http://geosaber.blogspot.com/

    014. http://edmarmoretti.blogspot.com/

    015. http://blog.sandrobatista.com/

    016. http://geosenso.wordpress.com/

    017. http://blog.geoprocessamento.net/

    018. http://geoamb.wordpress.com/

    019. http://profmarcello.blogspot.com/

    020. http://labgeo.blogspot.com/

    021. http://geovanetavares.blogspot.com/

    022. http://mapeandoobrasil.blogspot.com/

    023. http://geomorfologiacesc.blogspot.com/

    024. http://sosgisbr.com/

    025. http://grassgisbrasil.blogspot.com/

    026. http://gisbrasil.blogspot.com/

    027. http://www.siggeo.com.br/

    028. http://geobrainstorms.wordpress.com/

    029. http://geodivagar.blogspot.com/

    030. http://eloiribeiro.wordpress.com/

    031. http://qgisbrasil.wordpress.com/

    032. http://coutinho-tech-depot.blogspot.com/

    033. http://ambientesgeograficos.blogspot.com/

    034. http://eltongeopa.blogspot.com/

    035. http://geopara.blogspot.com/

    036. http://opussig.blogspot.com/

    037. http://geofuture.wordpress.com/

    038. http://geografiaegeoinformacao.blogspot.com/

    039. http://geosampa.blogspot.com/

    040. http://www.sigaberto.org/geologia/

    041. http://blog.viasig.com/

    042. http://territoriosdigitais.blogspot.com/

    043. http://geoeasy.com.br/blog/

    044. http://cartoambiental.blogspot.com/

    045. http://tecgeoweb.blogspot.com/

    046. http://agrimensuraonline.blogspot.com/

    047. http://geoxy.blogspot.com/

    048. http://virtualgis.blogspot.com/

    049. http://cartoblog.wordpress.com/

    050. http://nassor-geotecnologia-3d.blogspot.com/

    051. http://blogdogps.com.br/

    052. http://percursoaleatorio.blogspot.com/

    053. http://geografoss.blogspot.com/

    054. http://bloggeoprocessamento.blogspot.com/

    055. http://bloggeografando.blogspot.com/

    056. http://vasgeo.blogspot.com/

    057. http://mapasnaweb.blogspot.com/

    058. http://edermileno.ggf.br/

    059. http://ramonrlp.blogspot.com/

    060. http://ambientalgis.blogspot.com/

    061. http://gisbymalu.blogspot.com/

    062. http://negraoarcgis.blogspot.com/

    063. http://gtobr.wordpress.com/

    064. http://www.rafaelsussel.mhx.com.br/

    065. http://grupogeoprocessamento.blogspot.com/

    066. http://www.esteio.com.br/novoblog/blogs/index.php

    067. http://blog.geozine.com.br/

    068. http://blogdoarcgis.blogspot.com/

    069. http://earthgeoprocessamento.blogspot.com/

    070. http://panoramaespacial.blogspot.com/

    071. http://www.amskepler.com/blog/

    072. http://blogmurilocardoso.wordpress.com/

    073. http://carlos4web.wordpress.com/

    074. http://felipe.manauense.com.br/

    075. http://geoprocessamentoatual.blogspot.com/

    076. http://forestgis.blogspot.com/

    077. http://geoplanjr.blogspot.com/

    078. http://geoprocurso.blogspot.com/

    079. http://geocurso.blogspot.com/

    080. http://fotogrametrista.blogspot.com/

    081. http://geopython.blogspot.com/

    082. http://registosgeograficos.blogspot.com/

    083. http://alexlibrelon.blogspot.com/

    084. http://www.blogdoivenio.com/

    Como você poderá nota ao acessar os endereços, alguns deles tiveram sua última atualização há meses ou até mesmo uns 2 ou 3 anos atrás. Mas é interessante que você tenha esses links para fácil acesso, pois estes blogs constituem verdadeiras bibliotecas online. Além disso, friso que a ordem em que eles estão dispostos acima é aleatória, não seguindo nenhum critério.

    Note também que não estamos citando nesta lista acima os portais que publicam regularmente notícias sobre lançamentos de programas, vagas de empregos e cursos, etc. Apenas destacamos os blogs! Por isso, não posso deixar de recomendar que também visitem os seguintes endereços:

    Quase dois anos atrás o Luís Sadeck publicou em seu blog uma lista com trinta blogs sobre Geotecnologias. Aquela postagem foi bem útil para elaboração desta que você está lendo, pois nos ajuda a ver como a quantidade de blogs aumentou em tão pouco tempo. Além disso, notei que alguns blogs indicados naquela ocasião não estão mais no ar.

    Então? O que acharam destes 75 links iniciais (blogs+sites)? Você tem alguma sugestão de blog, mesmo que estrangeiro, que produza matérias ou dê dicas em português, sobre Geotecnologias? Publique nos comentários. Agradeço também se informarem sobre qualquer link quebrado ou erro de ortografia/gramática que encontrarem aqui neste blog.

    Em breve, pretendo elaborar uma outra lista, semelhante a esta, só que relacionando os inúmeros perfis sobre Geoinformação e que estão disponíveis no twitter.


    Anderson Maciel Lima de Medeiros
    Consultor em Geotecnologias Livres
    anderson@clickgeo.com.br
    Acesse: www.clickgeo.com.br


    por Anderson Medeiros em Janeiro 09, 2012 11:59

    Processamento Digital [BR]

    Photoshop: Composição Colorida RGB

    Já faz um tempo desde que iniciei minha carreira no processamento de informação espacial através do computador e mesmo assim ainda me surpreendo com algumas coisas. Hoje estou aqui com uma curiosidade interessante: Composição Colorida RGB no Photoshop. Conheciam essa?

    Não sabia que isso era possível – e muito simples. Veja abaixo:

    1 – Abra as três faixas espectrais em tons de cinza no Photoshop – vou utilizar a composição Landsat RGB 542 porque preciso destacar melhor alguns corpos d’água da imagem final.

    2 – Na guia Canais (Menu Janela – Canais), clique no menu suspenso e selecione a opção Mesclar Canais:

    3 – Modifique o modo